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Data:
29/7/2010
Taxação a autopeças importadas pode aumentar preço de carros  |
Agora é lei. A regulamentação que reduz gradualmente a alíquota que dá desconto na importação de autopeças foi oficialmente publicada no Diário Oficial e estará em vigor no início de agosto. Mas os imbróglios em torno dessa decisão do governo só estão no começo: as fornecedoras de componentes estimam aumento entre 6% e 8% nos custos em decorrência da medida e as montadoras já dizem que não vão absorver essa alta nos preços, enquanto, estima-se, um reajuste no valor cobrado pelos carros poderia trazer queda nas vendas.
A pressão dos fabricantes de veículos, porém, já surtiu efeito. O fim definitivo do desconto de 40% sobre a alíquota de importação de autopeças acontecerá somente em maio de 2011 e não mais no fim deste ano, conforme previsão inicial. Antes disso, porém, ainda há outro fator em processo de acerto - que, a depender das negociações, poderá reduzir o âmbito de ação da nova lei. Uma lista com várias exceções de peças que manterão o benefício do desconto deve ser finalizada até meados de agosto.
Tal lista está circulando entre a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). Em meados de julho, a representante dos fabricantes de veículos entregou ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, um documento elencando as peças que não têm similar nacional e que não valem a pena serem produzidas no Brasil. Segundo a Anfavea, não haveria demanda em escala suficiente para tornar viável a produção dessas peças. A representante dos fabricantes considera este como mais um fator de aumento de custos na produção de veículos.
No governo, existe a expectativa de que nas primeiras semanas de agosto essa questão das exceções já esteja solucionada.
Ponto de vista
Para o ministro Miguel Jorge, a nova lei sinaliza uma correção de rota em prol do desenvolvimento industrial de autopeças. Contudo, entre as montadoras, levanta-se até a hipótese de transferência de algumas linhas de produção de carros de luxo (com maior participação de componentes importados) para a Argentina, com posterior exportação (sem tarifação) para o Brasil. "Sempre as questões envolvendo alíquotas ajudam de um lado e prejudicam de outro", comenta Fabio Pina, assessor econômico da Fecomercio. "Nós importamos peças diretamente pela GM e, indiretamente, via fornecedores. Mas não acho que deveria haver impacto de custo para nós nas compras via fornecedores", afirma Luiz Moan, diretor de assuntos institucionais da General Motors. Mas o discurso do lado dos grandes fornecedores é outro. "Sem dúvida esse aumento terá várias negociações como consequência, mas será uma oportunidade para ampliarmos nosso índice de nacionalização da produção, hoje em 70%", pondera o presidente da Delphi, Gábor Deák. Cronograma beneficia indústria
A media provisória (MP) 497, publicada ontem no Diário Oficial da União, fixa um cronograma gradual para o fim do redutor de 40% da alíquota do Imposto de Importação (II) na compra de autopeças no exterior. Com a MP, o redutor só será finalmente extinto a partir de maio de 2011. Pela MP, o cronograma ficou mais suave, segundo o subsecretário de Tributação da Receita, Sandro Serpa. O redutor de 40% vigorará até 31 de julho deste ano, caindo para 30% até 30 de outubro de 2010. A partir dessa data e até 30 de abril de 2011, o redutor passará então para 20%, caindo para zero a partir de maio.
O subsecretário de Tributação explicou ainda que pesou na decisão de mudar o cronograma a preocupação com o risco de aumento dos preços dos automóveis. Outra das justificativas do governo para a dilatação do prazo para a retirada do redutor atende a uma demanda do setor automotivo que projetou investimentos com a alíquota atual, em vigor há dez anos.
O fim do redutor é uma reinvidicação das indústrias de autopeças, que reclamavam da concorrência de outros países. "A medida proporciona mais competitividade à indústria nacional", disse Serpa.
Houve necessidade de se criar uma lei para a retirada do desconto em razão de o redutor também ter sido estabelecido legalmente há dez anos. De acordo com o subsecretário de Aduana da Receita, Fausto Coutinho, o redutor de 40% da alíquota do II para autopeças está em vigor desde 2001, quando terminou o regime automotivo. Durante o regime, o redutor da alíquota era de 95%. Com a medida, estima-se que a Receita Federal terá um aumento na arrecadação este ano de R$ 132,35 milhões. Em 2011, a alta será de R$ 756,31 milhões e, em 2012, de R$ 907,56 milhões.
Para o presidente do Sindipeças, Paulo Butori, mais do que uma questão de custo, a indústria automobilística utiliza a importação como instrumento de pressão na negociação com os fornecedores nacionais, por isso o assunto precisa de uma solução. "O benefício do redutor existe há 10 anos e tem causado problemas nas negociações internas do Mercosul. É entendido por nossos parceiros do bloco econômico que as alíquotas reduzidas criam assimetrias e vantagens ao investimento no Brasil", diz Butori.
A produção brasileira de autopeças tem perdido espaço crescente para as importações. Desde 2007, o segmento registra importações superiores às exportações, desequilíbrio considerado grave para a indústria. Para este ano, a previsão do Sindipeças é de déficit próximo de US$ 4 bilhões.
R$ 4 bilhões é a estimativa de déficit na autopeças previsto pelo Sindipeças este ano, que aponta o avanço acentuado das importações desde 2007.
7% é a média estimada para o aumento nos custos dos componentes importados com o fim do desconto de 40% sobre a alíquota de importação.
R$ 132 milhões é a estimativa de aumento da arrecadação para 2010 com o fim do redutor. Para 2011, expectativa é de R$ 756 milhões e, para 2012, R$ 907 milhões. |
Fonte : Brasil Econômico/Cláudia Bredarioli
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29/7/2010
Ford e Peugeot investem no mercado de locação  |
Ao menos duas montadoras estão disputando de forma mais acirrada para ampliar seus negócios no mercado de locação de veículos no País: Ford e Peugeot. Há cerca de 15 dias, a Ford fechou contrato com a Localiza, uma das maiores empresas do setor, para a venda de 6.000 veículos.
Desse total, 4.000 são modelos da linha Fiesta. Os demais são modelos EcoSport, Focus, Fusion e Ranger. A Peugeot fez recentemente parceria comercial com a Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) para que a entidade ofereça às empresas associadas carros com melhores preços.
O mercado de locação faturou no ano passado R$ 4,37 bilhões, o que correspondeu a 9,5% a mais sobre o resultado de 2008. Até dezembro de 2009, a frota do setor era de 363.456 carros.
A Ford detém 3,92% de participação nesse mercado de locação, que é liderado por Volkswagen (29,52%), Fiat (27,32%) e GM (23,74%), segundo dados da associação das locadoras.
"É a primeira vez que fechamos um contrato desse porte. Até então havia contratos pontuais, com fornecimento de 100 a 200 carros por acordo", diz Oswaldo Jardim, gerente nacional de vendas da Ford.
Após o acordo com a Localiza, a montadora prevê ampliar a sua participação no mercado de locação para 11%, mesmo percentual que a Ford tem nas vendas feitas no varejo. Segundo Jardim, a ampliação dos negócios no mercado de locação foi possível após a montadora ampliar a sua capacidade de produção de motores na fábrica de Taubaté, no interior de SP.
Nessa unidade, a empresa investiu R$ 600 milhões. "Nosso maior gargalo era a fabricação de motores", diz o gerente de vendas da Ford.
Para Paulo Gaba, presidente da Abla, a montadora quer recuperar mercado. "Fora do Brasil, a Ford detém participação que chega a 12% no setor de locação, como no caso da Alemanha, por exemplo", diz. "Agora, quer ser mais competitiva no mercado nacional."
A Peugeot também quer disputar mais espaço nesse mercado, segundo informou o departamento de vendas diretas da montadora.
O número de carros disponibilizado no acordo com a Abla não foi informado, mas deve superar mil unidades, segundo a Folha apurou. Os modelos são variados. |
Fonte : Folha de S. Paulo
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29/7/2010
Grupo PSA Peugeot Citroën anuncia alta de 20% no faturamento  |
O grupo PSA Peugeot Citroën divulgou, na última quarta-feira (28), balanço de faturamento do primeiro semestre, que aponta alta de 20%, para 28,39 bilhões de euros. A companhia atribui o resultado positivo “ao sucesso dos novos modelos, ao aumento da participação de mercado e a uma demanda mundial bem orientada”. Com o resultado, o lucro operacional (antes de impostos) do grupo fechou positivo em 1,137 bilhão de euros, contra o prejuízo de 826 milhões de euros no primeiro semestre de 2009.
A recuperação foi ainda mais significativa ao destacar o resultado operacional corrente da Divisão Automotiva, estabelecido em 525 milhões de euros, sobre um prejuízo de 904 milhões de euros no primeiro semestre de 2009. Contribuição de 854 milhões do Plano de Desempenho para a melhoria do resultado operacional corrente.
Assim, o resultado líquido do grupo foi de 680 milhões de euros no período. Além das operações automotivas, o resultado do grupo inclui as operações da Faurecia (divisão de autopeças), com faturamento de 6,826 bilhões de euros, Gefco (divisão de logística), com faturamento 1,716 bilhão de euros e Banco PSA Finance (divisão financeira), com faturamento de 505 milhões de euros.
O desenvolvimento estratégico na China impulsionou os números. A PSA destaca a “melhoria acentuada” da rentabilidade de DongFeng Peugeot Citroën Automobile e assinatura de um acordo de joint-venture com Chang´an, sujeita ainda a autorização.
“A criação de uma segunda joint-venture na China representa uma etapa fundamental para o desenvolvimento de nossas operações fora da Europa. Ela nos faz acreditar em nossa capacidade de efetuar metade de nossas vendas nos mercados não europeus até 2015, comparado com um terço das vendas no início do exercício de 2010”, afirma o presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, Philippe Varin.
O faturamento da Divisão Automotiva registrou alta de 13,5%, estabelecendo-se em 21,174 bilhões de euros no primeiro semestre de 2010. O faturamento gerado pelas vendas de veículos novos progrediu 14,7%, para 15,820 bilhões de euros, sobre 13,797 bilhões de euros no primeiro semestre de 2009, sob o efeito de um número recorde de vendas. “Esse desempenho ilustra a sólida dinâmica das marcas Peugeot e Citroën e a participação crescente no mercado da Europa, que passou de 13,7% para 14,5%”, diz o comunicado.
O resultado operacional corrente da Divisão Automotiva no primeiro semestre de 2010 revela recuperação, passando de 904 milhões de euros no ano passado para 525 milhões de euros. A margem operacional corrente aumentou para 2,5%. A melhoria da conjuntura operacional contribuiu com 575 milhões de euros para o resultado operacional corrente.
O impacto do Plano de Desempenho sobre o resultado operacional corrente foi de 54 milhões de euros. Esse resultado está alinhado com o objetivo de realizar um terço dos 3,3 bilhões de euros do plano em 2010.
De acordo com o anúncio, os estoques remontam a 482 mil veículos, um nível considerado “adequado” pela PSA, em função das paradas de produção em agosto e de um mercado britânico tradicionalmente intenso em setembro.
Perspectivas
Para 2010, o grupo prevê queda de 7% do mercado automobilístico na Europa, crescimento de dois dígitos na China e crescimento significativo de um dígito na América Latina.
Apesar de uma conjuntura mais difícil na Europa durante os próximos meses e das variações sazonais habituais, a Divisão Automotiva deve aproximar-se do equilíbrio no segundo semestre, de acordo com a PSA. Nesse contexto, o grupo antecipa um resultado operacional corrente de cerca de 1,5 bilhão de euros. |
Fonte : Auto Esporte
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29/7/2010
Brasil terá versão topo de linha do Chevrolet Camaro  |
A General Motors do Brasil divulgou nessa semana que vai disponibilizar no mercado nacional a versão topo de linha do novo Chevrolet Camaro 2011, a 2SS. O modelo será o principal destaque da marca no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro, mas seu preço de tabela ainda não foi revelado. Nos Estados Unidos, ele é oferecido por a partir de US$ 33.945 (website), ou cerca de R$ 60 mil.
De acordo com a GM do Brasil, o 2SS virá equipado com um V8 de 6,2 litros e 32 válvulas, feito de alumínio (bloco e cabeçotes) e capaz de gerar 400 cavalos de potência. Entre outros detalhes revelados pelo fabricante, o Camaro contará com rodas de alumínio de 20 polegadas - de tala 8", na dianteira, e 9", na traseira - calçadas com pneus 245/45 ZR20, na frente, e 275/40 ZR20, atrás.
Já os discos de freio medem 35,5 centímetros de diâmetro e 3,2 cm de espessura, na dianteira, e 36,5 cm de diâmetro e 2,8 cm de espessura, atrás. Além disso, o sistema traz pinças da marca italiana Brembo. A carroceria terá cinco opções de cores: vermelho, amarelo, branco, preto e prata. O Salão de São Paulo abre para o público no 27 de outubro e encerra em 7 de novembro. |
Fonte : Carsale
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29/7/2010
Tiida sedã chega o Brasil seguindo exemplo da versão hatch  |
Em busca do mesmo caminho vitorioso do irmão hatch, está desembarcando no Brasil o Tiida sedã, também fabricado na cidade de Aguascalientes, no México. O novo Nissan, com motor 1.8 16V e três anos de garantia, tem o preço sugerido de R$ 44,5 mil, em uma única versão de acabamento. O ganho sobre o outro modelo é, evidentemente, no porta-malas, com capacidade para 467 litros.
Mantendo as qualidades da versão hatch, o Tiida sedã herda também a transmissão manual de seis velocidades. Essa configuração oferece uma boa seleção de marchas para qualquer tipo de pista ou situação de trânsito na cidade ou na estrada. Quando comparada aos carros com transmissão de cinco velocidades tradicionais, a sexta permite relações e trocas mais próximas, ajudando a reduzir as quedas das rotações do motor. Além disso, colabora com a economia de combustível.
Com 126 cavalos de potência, abastecido 100% com etanol, o motor do Tiida tem design compacto e mais leve pela construção em alumínio. O comando de válvulas com variação de abertura reduz o esforço do propulsor, melhorando as reações nas acelerações. Apesar de ser um motor forte e eficiente, é mais econômico.
Equipado de fábrica com direção assistida eletricamente, ar-condicionado, computador de bordo, alarme com acionamento por controle remoto, vidros dianteiros e traseiros elétricos, travamento automático das portas com o carro em movimento e porta-luvas com chave, o Tiida Nissan é um modelo ideal para a família e para quem gosta de conforto, estabilidade e aprecia um desempenho encorpado.
A própria Nissan elegeu como concorrentes do novo Tiida os sedãs médios Astra e Peugeot 307 e os compactos premium 207 Passion e Polo sedã. Curiosamente, a versão três volumes do Tiida custa menos do que o hatch da montadora japonesa. |
Fonte : Zero Hora
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29/7/2010
Haima chega ao Brasil em 2011  |
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A fabricante chinesa de carros Haima vai chegar ao Brasil em 2011. A importação está sendo feita pela Districar que já representa a coreana SSangYong e a chinesa Chana. A Haima foi fundada em 1988 na China e entre 1993 e 2006 tinha uma parceria técnica com a Mazda. Serão quatro carros vendidos no Brasil. O hatch compacto Haima 2 que pode ser equipado com motores 1.3 e 1.5 e vem de série com câmbio automático de cinco marchas. O médio Haima 3 vem nas configurações sedã e hatch com os motores 1.6 e 1.8, também com transmissão automática de cinco marchas. O também sedã médio Family vem apenas com motor 1.6 e opção de câmbio manual ou automático. O maior da linha é o SUV compacto S7 equipado com um propulsor de 2 litros. Todos os modelos vêm de série com ar-condicionado, direção hidráulica, ABS, airbag duplo e rádio/CD/MP3. |
Fonte : MotorDream
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29/7/2010
Caminhões: aumenta restrição em São Paulo  |
A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, 28, a restrição de caminhões na Marginal Pinheiros e nas avenidas dos Bandeirantes e Roberto Marinho. Com isso, estes veículos não poderão mais trafegar nessas vias durante a semana entre 5h e 21h.
O anúncio foi realizado durante evento no Setcesp (Sindicato de Empresas de Transporte de Cargas). Na ocasião, Gilberto Kassab também divulgou o fim do rodízio de placas para os VUCs (Veículos Urbanos de Cargas).
A partir da nova resolução, essa categoria poderá circular na ZMRC de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, independentemente do dia e final da placa do veículo. Aos sábados a circulação dos VUCs é livre.
"A CET realizou estudos de impacto depois da inauguração das obras nas marginais e do trecho sul do Rodoanel. Antes de adotarmos essas novas medidas, coletamos dados com órgãos do Governo do Estado e com o Dersa", esclareceu.
E justificou: “a restrição diz respeito a todos os caminhões, com exceção dos VUCs e outros veículos que se cadastraram na secretaria. É uma forma de coibir a utilização dessas vias por veículos que têm a possibilidade de utilizar o Rodoanel”.
A determinação entra em vigor a partir de segunda-feira, 2, mas haverá um período de transição de 30 dias sem multas para que os motoristas possam se adaptar às novidades. |
Fonte : Webtranspo
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29/7/2010
Renault do Brasil encerra produção do Scénic  |
A Renault do Brasil informou nesta quarta-feira (28) que a minivan Scénic se despedirá das linhas de montagem a partir da primeira semana de agosto. O Scénic, primeiro modelo produzido pela Renault no Brasil, começou a ser montado por aqui no final de 1998, enquanto suas vendas tiveram início em março de 1999. Durante estes 11 anos de produção, a Renault afirma que comercializou 142 mil unidades da minivan no País.
Segundo a fabricante, a decisão de encerrar a produção do modelo se justifica pelo baixo volume de vendas alcançado atualmente. A fabricante francesa informou que de janeiro a julho deste ano foram comercializadas 897 unidades da minivan. |
Fonte : Carsale
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29/7/2010
Lucro da Volkswagen registra aumento de 260% sobre 2009  |
O grupo Volkswagen teve lucro líquido de 1,8 bilhão de euros (US$ 2,34 bilhões) no primeiro semestre do ano, número 260% maior que no mesmo período de 2009.
A Volkswagen, que tem também outras marcas, como Seat, Audi e Skoda, informou que o faturamento aumentou 20,7% entre janeiro e junho, chegando a 61,8 bilhões de euros (US$ 80,3 bilhões).
O executivo-chefe da companhia, Martin Winterkorn, disse que "os resultados da primeira metade do ano superaram as expectativas".
O ganho operacional aumentou, chegando a 2,8 bilhões de euros, 133,3% a mais que no mesmo período do ano passado.
As entregas também aumentaram 16%, chegando a 3,6 milhões de unidades.
O diretor de Finanças da VW, Hans Dieter Pötsch, acrescentou que "os bons resultados responderam à elevada demanda de nossos modelos na Europa Ocidental, China, América do Norte e América do Sul".
Além disso, a redução de custos de produção e os efeitos positivos das taxas de câmbio contribuíram para melhorar os resultados, segundo Pötsch. |
Fonte : G1.com
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29/7/2010
Porsche já produziu 25.000 unidades do Panamera  |
A Porsche produziu a 25.000ª unidade do Panamera em sua fábrica de Leipzig (Alemenha). A unidade comemorativa é equipada com motor 3.6 V6 (seis cilindros, em "V") de 300 cv (cavalos) de potência e pintada na cor vermelho Ruby. Foi encomendada por um cliente dos Estados Unidos.
"A aceitação do Panamera V6 está sendo excelente no mercado mundial. Mesmo nos Estados Unidos, país com preferência pelos V8, os consumidores estão impressionados com a eficiência e a esportividade do motor", diz Bernhard Maier, vice-presidente executivo de Vendas e Marketing da Porsche.
O Panamera começou a ser produzido em setembro de 2009 em três versões: Panamera S, Panamera 4S (com tração integral) e Panamera Turbo. Todas utilizam o mesmo motor 4.8 V8 (oito cilindros, em "V"), porém as duas primeiras são aspiradas (400 cv de potência) e a última possui turbocompressor (500 cv). Em maio chegaram as versões Panamera e Panamera 4, ambas com o propulsor V6. |
Fonte : Interpress Motor/Alberto Polo Júnior
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