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Data: 24/2/2017

Nissan vai contratar 600 funcionários e criar segundo turno em fábrica no Rio
Na contramão de outras montadoras, a Nissan pretende contratar 600 funcionários em 2017 e criar um segundo turno para a sua única fábrica no País, localizada em Resende, sul do Rio de Janeiro. O presidente da Nissan do Brasil, François Dossa, disse ao Broadcast, sistema de informações em tempo real do Grupo Estado, que a empresa fará ainda neste ano investimento de R$ 200 milhões no projeto de implantação da produção do Nissan Kicks - outros R$ 500 milhões já foram investidos em 2016.

O executivo afirmou que, apesar da crise, os investimentos estão sendo mantidos pela montadora que tem "uma visão de longo prazo". "O Brasil já foi o quarto mercado mundial, hoje é o décimo, mas acreditamos numa recuperação. Em 2021, deve voltar para a sexta ou quinta posição", afirmou durante evento de apresentação de apoio a atletas brasileiros no Rio, chamado Time Nissan 2.0.

Dossa disse que "talvez o Brasil nunca tivesse vivido uma crise tão forte, mas há elementos que mostram que a retomada não está tão longe". Ele citou a queda da inflação e dos juros, "muito importante" para um mercado onde a maior parte das vendas é por financiamento. Para ele, a taxa Selic deve ficar em torno de "9% e algo" no final do ano - atualmente está em 12,25% ao ano.

O otimismo, no entanto, é para 2018. "Neste ano, o PIB (Produto Interno Bruto) deve parar de cair, crescer em torno de 1%, mas em 2018 estimamos que o crescimento seja mais relevante, em torno de 3%", disse.

O executivo afirmou ainda que a Nissan aumentou o market share em 2016, o que também justifica a manutenção de investimentos.

Dossa disse não temer a perda dos benefícios concedidos pelo Estado do Rio relativos ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Tudo o que temos de incentivo está amparado em lei estadual, não é decreto. Sabemos que há uma segurança jurídica", afirmou.

Ampliação

A contratação de 600 pessoas já teve início e será concluída até agosto ou setembro, explicou. Atualmente, o Nissan Kicks, lançado nos Jogos Olímpicos do Rio, é importado do México. "A venda dos carros produzidos no Brasil deve começar em maio ou junho deste ano", disse.

Com isso, a fábrica de Resende passará a ter 2.100 funcionários. A unidade foi inaugurada em 2014 com investimentos totais de R$ 2,6 bilhões, realizados entre 2011 e 2014. São fabricados hoje na unidade motores e os veículos Versa e March. Hoje, há um turno de oito horas, que passarão a ser dois turnos de oito horas.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Mariana Sallowicz





 

Data: 24/2/2017

Fábrica da GM em Joinville comemora quatro anos
A fábrica da GM do Brasil em Joinville completa quatro anos de operações nesta segunda-feira, dia 27 de fevereiro. Referência mundial em sustentabilidade e preservação do meio ambiente, a unidade catarinense da General Motors já produziu mais de 350 mil motores nas versões 1,0 e 1,4 litros, destinados à fábrica da GM em Gravataí (RS). As peças são usadas nos modelos Onix e Prisma. Nestes quatro anos de atividades, a produção atingiu 354.129 unidades (até dezembro de 2016) e 136.276 no acumulado do ano passado.

Em março de 2014, a unidade de Joinville foi a primeira fábrica do setor automotivo da América do Sul a conquistar a certificação internacional de construção sustentável Leadership in Energy and Environmental Design (Leed Gold) e a segunda a receber a certificação entre as fábricas da GM no mundo. Em outubro do mesmo ano, atingiu o status zero resíduo para aterro, reciclando, reusando e convertendo em energia todos os resíduos das suas operações diárias.

A utilização de módulos fotovoltaicos, o uso racional da água e da energia elétrica, tratamento de esgotos por meio de jardins filtrantes e tratamento de água por osmose reversa integram alguns dos processos relacionados à sustentabilidade.

O inédito sistema implantado em Joinville, conta com a instalação de 1.280 módulos fotovoltaicos que ocupam uma área de 2.115 metros quadrados, e gera energia para toda a unidade industrial. A energia gerada por este sistema equivale ao consumo de 220 casas.

A fábrica também reutiliza 26 mil metros cúbicos de água/ano, volume equivalente ao consumo de cerca de 100 residências.

Os jardins filtrantes ocupam uma área de 650 m² do total dos 3.500 m² ocupados pelo sistema de tratamento de efluentes e geram uma expressiva economia de energia elétrica, – superior a 60% se comparado a uma instalação convencional de 124 MWh/ano – deixando de gerar 3,6 toneladas de CO2 por ano, além de o custo de implementação ser bem menor que uma convencional do mesmo porte.

A tecnologia de tratamento de água por osmose reversa produz uma água de excelente qualidade, muitas vezes superior à da água de origem, que permite aplicação industrial irrestrita, com baixa salinidade e condutividade e isenta de micro-organismos. Ele permite o reuso de até 26 mil m³ por ano de água, evitando o consumo de água potável suficiente para abastecer o equivalente ao consumo de 100 casas populares. A água tratada com elevado teor de pureza é utilizada para fins não potáveis, como processo industrial, sanitários, irrigação, jardinagem e lavagem de pisos.

“Atualmente, produzimos veículos com índices de recuperabilidade acima de 95% e de reciclabilidade superior a 85%. Através do aperfeiçoamento contínuo dos processos de produção, a empresa conseguiu reduzir cerca de 63% do consumo de energia elétrica e 75% de água para produzir um carro. Desde a sua implantação, a fábrica de Joinville é referência mundial em preservação do meio-ambiente. Na General Motors, sustentabilidade é item de série”, diz Marcos Munhoz, vice-presidente da companhia.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 24/2/2017

Dólar a R$ 3 inviabiliza exportações, defendem setores da indústria
A valorização da moeda nacional, com dólar perto dos R$ 3,00, já tira a competitividade dos preços de exportação da indústria de transformação e inviabiliza embarques, segundo empresas e representantes de segmentos industriais.

Alternativa para ocupar parte da capacidade ociosa da indústria, a exportação deve contribuir menos para a geração de receitas num momento em que o mercado interno ainda não converte "um pouco mais de otimismo" em encomendas.

Edgard Dutra, diretor comercial da Metalplan, fabricante de compressores, diz que o dólar inviabiliza a maior parte das exportações da empresa. Com esse câmbio, diz ele, não há apenas redução de margem, mas prejuízo na exportação de muitos produtos. A ideia, segundo ele, é manter apenas o embarque de alguns produtos para clientes mais tradicionais. "Continuando assim, este ano a exportação deve voltar ao nível dos piores anos, perto de 5% do faturamento", diz ele.

No ano passado, apesar da frustração em relação aos planos inicias de exportação traçados no início de 2016, os embarques responderam por pouco mais de 10% das receitas da Metalplan, conta Dutra, e ajudaram a empresa a manter o faturamento nominal em relação a 2015. Entre 2013 a 2015, informa o diretor, a empresa sofreu cerca de 30% de perda de receitas. Nos melhores anos, lembra Dutra, a fatia da exportação foi de 20%.

A valorização do real frente ao dólar deverá afetar a rentabilidade de boa parte dos exportadores este ano, principalmente no embarque de bens industriais, segundo André Leone Mitidieri, economista da Fundação Centro de Estudos para o Comércio Exterior (Funcex). A valorização de 21,1% na taxa de câmbio nominal em janeiro, na comparação com igual mês de 2016, só não deve retirar a rentabilidade de embarques com grandes altas de preço.

Levando em conta a mediana do Focus, que aponta dólar médio de R$ 3,36 para este ano, calcula Mitidieri, os preços de exportação teriam que aumentar em média 18% para compensar a valorização do real em relação ao câmbio médio de 2016.

O economista ressalta que alguns itens da pauta de exportação brasileira já apresentam grande variação de preços, como minério de ferro e petróleo. Para os bens industriais, porém, nem sempre é possível elevar preços nesse nível, por conta da competição muito acirrada. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o valor embarcado de minério de ferro cresceu 124,5% em janeiro, puxado principalmente pelos preços, que subiram 113,8% contra igual mês de 2016. A exportação de petróleo também quase dobrou, com elevação de 97,7%, como resultado de 53,3% de alta nos preços e de 29% de volume de embarque.

José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), diz que qualquer elevação de preços no mercado internacional, quando se trata de bens industriais, não é facilmente aceita. Ele pondera que alguns segmentos, como o setor automotivo, tendem a sentir menos o efeito do câmbio, por conta das trocas intracompanhia.

Como problema adicional ao impacto do dólar mais barato na exportação, diz Dutra, o mercado doméstico ainda continua fraco. "O que percebemos em fevereiro foi uma agitação maior para consulta de preços. Mas ainda não vieram os contratos fechados." A empresa, que fabrica bens de capital, sente fortemente o freio no investimento. "Até mesmo a reposição mínima para manter a produção está sendo adiada ao máximo." O único fator positivo do câmbio perto de R$ 3,00, diz ele, é que a pressão de insumos importados sobre o custo de produção diminuiu. "Depois de muita negociação, os fornecedores concedem descontos para compensar em parte a alta de preços quando o dólar subiu".

José Ricardo Roriz Coelho, diretor de competitividade da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), teme exatamente o efeito do dólar mais barato sobre as importações, não pela ótica do custo de produção, mas sim pela da concorrência com a produção nacional. "No ano passado a pouca oportunidade que se teve de exportar ajudou a aumentar a produção e reduzir a grande ociosidade da indústria", lembra Roriz.

O câmbio atual, porém, diz ele, inviabiliza a exportação. "Claro que alguns segmentos industriais irão continuar exportando e também haverá este ano o efeito positivo dos setores que estão com elevação de preços, como mineração, mas a média da indústria de transformação não conseguirá mais exportar." Ao mesmo tempo, com a tendência esperada de elevação de importações, os produtos nacionais irão enfrentar concorrência num mercado interno ainda muito fraco. Entre os setores que são afetados mais rapidamente pela valorização cambial, diz Roriz, estão os intensivos em mão de obra, como têxtil, vestuário e calçados.

Heitor Klein, presidente da Abicalçados, que reúne a indústria calçadista, diz que exatamente neste período do ano estão em andamento as feiras internacionais para exportação da coleção outono inverno. "Mas com preços maiores, as empresas têm dificuldade de fechar contratos", diz.

Klein ressalta que no ano passado o câmbio propiciou a venda de calçados de maior valor agregado. Em janeiro deste ano a receita em dólar de exportação de calçados atingiu US$ 81,4 milhões, valor 18% maior que os US$ 69 milhões de igual mês de 2016, embora o volume embarcado tenha se mantido praticamente estável.

Em dezembro do ano passado o embarque alcançou US$ 128 milhões, valor 50% maior que a média de US$ 85 milhões para o ano de 2016. Os embarques desses dois meses, porém, ainda refletem os contratos fechados em julho e agosto do ano passado.

Mesmo empresas que ainda mantêm os projetos de exportação já sentem o efeito da valorização da moeda nacional nas receitas. Luiz Cassiano Rosolen, presidente da Romi, conta que a empresa tem um programa de exportação de longo prazo, que exige crescimento organizado com a estruturação de assistência técnica para os embarques que são majoritariamente de máquinas­ferramenta. Por isso, as vendas externas não devem parar, mesmo com dólar a R$ 3.

Esse câmbio, diz o executivo, ainda permite os embarques da Romi, embora a ajuda da exportação, importante no ano passado para as receitas da controladora brasileira, não deva se repetir este ano. Em 2015 as vendas externas de máquinas Romi representaram 28% da receita em reais. No ano passado a fatia avançou para 35%.

De qualquer forma, diz o executivo, ainda há expectativa de uma "boa surpresa" na encomenda de máquinas não só da Argentina, que deve ter expansão de PIB este ano, como também da América Latina como um todo.

Em 2016, conta Rosolen, a empresa elevou os embarques em cerca de 34%. Em valores, porém, já em reais, a receita subiu 26,2%. A variação menor na moeda nacional já mostra o efeito da valorização do real ao fim do ano.

Para Castro, o efeito da valorização do real no primeiro bimestre deste ano sobre os embarques ficará mais evidente a partir do fim do primeiro semestre. Ele ressalta, porém, que alguns setores pararam de fechar contratos desde os últimos meses do ano passado, o que já deve começa a aparecer nas próximas divulgações de balança comercial.

Fonte : Valor Econômico/Marta Watanabe





 

Data: 24/2/2017

Fiat Grand Siena recebe primeira reestilização em quatro anos
Após 4 anos no mercado brasileiro, o Fiat Grand Siena acaba de ganhar novo visual. Lançado em março de 2012, o sedã da marca italiana aparece com retoques leves na linha 2017.

O Grand Siena reestilizado chega com pequenas mudanças no visual, no acabamento interno e no pacote de equipamentos. A dianteira do sedã ganhou uma grade com contorno cromado e filetes de plástico preto. A mudança no design interior aparece no novo acabamento em tom escurecido no painel e nas portas. Por último, as versões com câmbio manual virão com a tomada USB no console central (antes localizada no porta-luvas).

Além disso, o novo sedã da Fiat (saiba mais) virá apenas em duas versões e terá seu preço reajustado. A versão Attractive 1.4 passa a custar R$ 50.750, enquanto a versão Essence 1.6 terá um preço inicial de R$ 55.950.

Conheça a ficha técnica e as características principais da versão de entrada do Grand Siena reestilizado:

Fiat Grand Siena Attractive 1.4 Evo flex 2017 4P
Motor: Fire 1.4 EVO 8V Flex
Posição do Motor: Transversal
Combustível: Flex
Alimentação: Injeção eletrônica Magnetti Marelli, multiponto, sequencial
Número de Cilindros: 4 em linha
Tipo de ignição: Eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção
Potência Máxima (cv): 85 (G) / 88 (E) @ 5.750 rpm
Cilindrada (cm3): 1.368,3
Torque Máximo (Kgfm): 12,4 (G) / 12,5 (E) @ 3.500 rpm
Taxa de Compressão: 12,35:1
Velocidade máxima (Km/h): 175 km/h (G) / 173 km/h (E)
Aceleração 0-100 Km/h (s): 13,1 (G) / 12,5 (E)

Sistemas de freios
De estacionamento: Comando mecânico atuante nas rodas traseiras com
compensação de degaste
Dianteiro: A disco ventilado com pinça flutuante
Traseiro: A tambor com sapata autocentrante e regulagem
automática de jogo

Equipamentos/conforto
Apoia-pé para o motorista / Apoios de cabeça dianteiros com regulagem de altura / Apoios de cabeça traseiros (3) rebaixados e com regulagem de altura / Ar-condicionado / Bancos com assento anti-submarining / Bancos dianteiros reclináveis / Comando interno de abertura da tampa do tanque de combustível / Computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso) / Rádio com Bluetooth, USB e 4 alto-falantes / Desembaçador do vidro traseiro temporizado / Espelho no para-sol lados motorista e passageiro / Faixa horizontal no painel com tecnologia Insert Molding / Ventilador de 3 velocidades com recírculo / Vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento / Volante EAS – Energy Absorbing System – e com regulagem de altura

Segurança
Alertas de limite de velocidade e manutenção programada / Cintos de segurança dianteiros retráteis de 3 pontos com regulagem de altura / Cintos de segurança laterais traseiros retráteis de 3 pontos e central fixo de 2 pontos / Drive by Wire (Controle eletrônico da aceleração) / Follow me home / HSD (High Safety Drive) – Airbag duplo (motorista e passageiro) e ABS com EBD / Travas elétricas + Trava automática das portas a 20 km/h / Barra de proteção nas portas.

Fonte : O Diário Online





 

Data: 24/2/2017

Para driblar a crise Caminhões Volkswagen faz parceria com os clientes
Os caminhões VW são a aposta do empresário Leocadio Luiz Sartori para enfrentar a crise. No ramo de transporte de carga rodoviária há mais de dez anos, ele foi contatado para expandir suas atividades e carregar ração para abastecer aviários na região de Paranavaí, no Paraná, que fornecem carne para beneficiadoras.

A operação não era realizada por sua frota, o que demandaria novas aquisições. E foi aí que os caminhões VW Constellation encorajaram o empresário a investir. “Alguns transportadores não aceitaram o serviço com medo de comprar veículos em pleno cenário de crise. Mas eu apostei, escolhi os melhores caminhões e tenho obtido ótimos resultados”, comenta Sartori.

O empresário comprou doze unidades do VW Constellation 24.280 8×2 e outras quatro do VW Constellation 31.330 que começaram a operar há quatro meses. Cliente VW há cerca de dez anos, Sartori sabia que a escolha era certeira. “Minha operação é 24 horas, o abastecimento dos aviários não pode parar e o beneficiamento de frangos está aquecido, já que é uma carne mais barata. Então, como sei que os caminhões VW são confiáveis e contam com excelente pós-vendas, não tive dúvidas.”

Outro ponto forte apontado por Sartori é o custo operacional. “O preço das revisões é justo e o fato do VW Constellation 24.280 dispensar Arla faz muita diferença na praticidade de uso do caminhão e também na economia.”

Os novos veículos rodam em média 10 mil quilômetros/mês e contam com a assistência da concessionária Chiapetti. “Sou muito bem atendido, desde a negociação até a entrega e o pós-vendas, sou satisfeito com a VW.”

Sartori comenta ainda estar empolgado por ter ampliado a atuação de sua empresa. “A crise é uma oportunidade. O Brasil depende de diversas engrenagens, que precisam se movimentar para que o país volte a crescer”.

“Trabalhamos continuamente para que o TCO, ou custo total de operação, seja o maior aliado de nossos clientes, oferecendo produtos sob medida para a máxima produtividade”, afirma Antonio Cammarosano, diretor de Vendas de Caminhões da MAN Latin America.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 24/2/2017

Texto falso sobre o fim do IPVA confunde os motoristas
IPVA é a sigla de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, que é um imposto estadual com o objetivo de arrecadar dinheiro sobre os automóveis das pessoas, independe de qual tipo de veículo for. O valor varia conforme o estado, e o cálculo é feito com uma porcentagem do valor de tabela do veículo. O imposto é pago por 20 anos, após isso, o carro ou caminhão passa a ser isento.

Além de ser um imposto com o valor alto, todo ano precisa ser pago, o que faz com que os brasileiro torçam pelo fim da cobrança. E é aí que um texto surgiu na internet, afirmando que o IPVA iria acabar. PORÉM A INFORMAÇÃO É FALSA. O texto foi publicado em um site, que tem na capa o texto “Informação com Credibilidade”, o que leva muitas pessoas ao engano.

O texto foi publicado ontem, 22/02, e já ultrapassa a marca de 10 mil compartilhamentos. Dá para notar que se trata de uma notícia falsa apenas observando alguns detalhes. O texto é mal escrito, no título diz que veículo não é patrimônio, e nenhuma fonte oficial é descrita. Apenas algumas citações sobre o “porta-voz” de Brasília. Sem nome, sem fontes.

No rodapé da página há a informação que a notícia é falsa, o que não inibe que pessoas que não leiam todo o conteúdo sejam enganadas.

Na internet há petições pedindo a extinção do imposto, algumas com mais de 200 mil assinaturas, porém não há plano do governo para acabar ou reduzir a cobrança.

Fonte : Blog do Caminhoneiro





 

Data: 24/2/2017

Código de Trânsito Brasileiro teve 33 artigos alterados em 2016
Todos os anos, mais de 1,2 milhões de pessoas ao redor do mundo vão à óbito em acidentes de trânsito por razões que vão do excesso de velocidade e falta de uso de itens de segurança à mistura de bebida e direção. No Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que completa 19 anos de vigência no próximo dia 22, estão dispostos direitos e deveres aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos proprietários e condutores dos veículos em território nacional. Com tópicos sobre infrações, fiscalização e educação viária, a legislação brasileira objetiva uma mobilidade segura e é considerada referência por especialistas.

“Em relação aos principais fatores de risco, a legislação de trânsito brasileira tem se mostrado cada vez mais rigorosa”, declara o Tenente Coronel da Brigada Militar em Porto Alegre, Ordeli Gomes sobre a embriaguez ao volante, a negligência quanto aos itens de segurança e a adoção de altas velocidades. Especialista em gestão e legislação de trânsito, ele enfatiza a importância do art. 165, que considera dirigir sob influência de álcool multa gravíssima, com valor multiplicado por dez (R$ 2.934,70) e suspensão do direito de dirigir por doze meses. Conforme o volume etílico e as condições ao dirigir, o motorista pode, ainda, responder pelo crime de trânsito do art. 306, com detenção de seis meses a três anos. “Quanto maior o rigor, mesmo que seja em relação aos valores das multas e ao tempo de suspensão, maior o receio dos condutores em associar bebida e direção”, completa.

Mas esse não é o único marco visualizado pelo especialista no CTB que, em 19 anos de vigência, teve 31 Leis alteradas. “Dessas, pode-se destacar a Lei 11.910/09, que tornou obrigatório o airbag aos veículos produzidos no país ou importados a partir de 1º de novembro de 2014, à qual o CONTRAN acresceu os freios ABS. Com isso, ganhamos muito em segurança no trânsito, o que causou a diminuição dos valores do Seguro DPVAT em 2017, por exemplo, graças à redução do volume de feridos com gravidade”, salienta.

Outra alteração no CTB aconteceu ano passado, em decorrência da Lei 13.281/16, minirreforma que alterou 33 artigos e acrescentou outros quatro ao Código. “Com ela, há uma nova tentativa de possibilitar a inspeção veicular em centros especializados, a exemplo do que já acontece na França e na Suíça. Hoje, a inspeção depende do contingente de agentes para vistoriar os veículos, portanto, a tecnologia desses centros traria um grande ganho em segurança no trânsito”, relaciona.

A mesma lei discorreu sobre um tema controverso e cada vez mais em voga: o uso indiscriminado do celular. Desde novembro de 2016, há duas possibilidades de autuação nesse sentido. A primeira delas continua a ser infração média (R$ 130,16 e quatro pontos na CNH) aos que fizerem uso do celular, mesmo em viva voz. Já a segunda se aplica aos casos em que o motorista segurar ou manusear o dispositivo, infração considerada gravíssima (R$ 293,47), com sete pontos na carteira. “O legislador perdeu a oportunidade de simplificar a questão e não deixar margem a interpretações, como acabou acontecendo. Mas, aproveito para reiterar a proibição do uso do celular enquanto se dirige, mesmo com o veículo parado em um semáforo. Esse ato é extremamente perigoso, levando a consequências muitas vezes fatais”, enfatiza.

Educação para o trânsito ocupa capítulo integral da legislação

Para o Tenente Coronel, a educação voltada ao trânsito, mesmo que abordada pelo CTB, ainda não é incorporada ao dia a dia das pessoas. “Para se alcançar resultados mais satisfatórios nesse quesito, é essencial que o país coloque em prática o Cap. VI – Da Educação para o Trânsito. Precisamos trabalhar o tema desde a pré-escola até o nível superior, conforme determina a Lei”, salienta. Nesse sentido, ele avalia que grande parte da população peca ao não manifestar interesse em estar mais próxima da legislação de trânsito. “De um modo geral, trânsito passa a ser assunto importante somente quando atinge o usuário de forma direta, como a perda ou lesão grave de algum amigo ou familiar. É fundamental a participação da sociedade, o envolvimento, a cobrança por melhorias na legislação e também na mobilidade urbana”, conclui.

Fonte : O Diário Online





 

Data: 24/2/2017

Motor diesel comemora 124 anos de sua invenção
Em 23 de fevereiro de 1893, o engenheiro alemão Rudolf Diesel recebe a patente para seu motor de autoignição. O motor a diesel se destaca ainda hoje pela economia de combustível. A história do motor a óleo diesel, que hoje impulsiona máquinas de todos os tipos, locomotivas, navios, caminhões e carros, começou no século 19. Seu inventor foi Rudolf Diesel, filho de pais alemães, nascido em Paris em 18 de março de 1858, e falecido em 30 de setembro de 1913, quando o seu navio cruzava o Canal da Mancha.

Suas pesquisas sobre motores de combustão interna o levaram a escrever, em 1893, o livro Teoria e construção de um motor térmico racional. Sua ideia era comprimir rapidamente o ar no motor e injetar combustível, de modo a provocar uma autoignição.

Diesel tinha a teoria, mas lhe faltava um motor para testar seus experimentos. Na busca por um patrocinador, a chance lhe foi dada pela firma MAN, de Augsburg, no sul da Alemanha. No começo de 1897, foi construído o primeiro motor a diesel do mundo. Sua peculiaridade, na época, era o alto grau de rendimento. Ele conseguia aproveitar para o movimento um quarto da energia do combustível. Hoje pode parecer pouco, mas na época era um recorde.

Problemas nos EUA

O motor a diesel passou a ser largamente utilizado na indústria de construção naval, automobilística e aeronáutica (na época, balões dirigíveis). Em 1900, Rudolf Diesel foi para os Estados Unidos, onde já gozava de grande prestígio. Mas seu sucesso durou pouco. Conflitos sobre registros de patentes, especulações financeiras malsucedidas e problemas psicológicos o levaram à beira da falência.

Diesel retornou à Europa para prosseguir com suas pesquisas. Morreu numa viagem à Inglaterra, onde pretendia expor às autoridades navais daquele país novas possibilidades para o uso de seu motor. A cabine do navio em que viajava chegou vazia na Inglaterra. Alguns dias depois, seu corpo foi encontrado boiando no Mar do Norte.

Os marinheiros que o acharam guardaram seus documentos e devolveram o corpo ao mar. Somente em terra é que viram tratar-se do famoso inventor alemão Rudolf Diesel.

Fonte : Blog do Caminhoneiro





 

Data: 24/2/2017

Grandes empresas de mobilidade, transporte e logística buscam startups
A Liga Ventures, aceleradora corporativa focada em conectar startups e grandes empresas, abriu as inscrições para o Liga Autotech, programa que irá aproximar novatas e companhias consolidadas que atuam na indústria automobilística. Oito negócios nascentes serão escolhidos para a aceleração, que terá duração de quatro meses.

Grandes empresas que atuam em diferentes áreas do setor automotivo, como mobilidade inteligente e eficiência de combustível, estão procurando empreendedores que ofereçam soluções para gestão e serviços para frotas, big data e analytics, telemetria, rastreamento e pagamentos móveis.

As finalistas farão um pitch (rodada de apresentação de projetos), que está previsto para o dia 27 de abril. Aquelas que forem selecionadas vão participar da aceleração, com duração de quatro meses. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual será exigida das que forem escolhidas.

As empresas participantes da Liga Autotech são Mercedes-Benz, Eaton, Sascar, Ticket Log e Repom. Depois da aceleração, as startups poderão se tornar fornecedoras de alguma dessas companhias.

As inscrições vão até o dia 26 de março. Os interessados devem acessar o site do programa para mais informações: http://liga.ventures/autotech/

Fonte : DCI/Raphael Ferreira





 

Data: 24/2/2017

Mercedes-Benz testa etanol feito com resíduos agrícolas
A Mercedes-Benz classificou nesta semana como satisfatórios os resultados dos testes ocorridos por um ano na Alemanha, do etanol celulósico Sunliquid 20.

O combustível é obtido por meio do processamento de resíduos agrícolas, como palha de cereais ou de milho. Os testes ocorreram em parceria com Clariant e a Haltermann Carless, do Grupo HCS.

O material básico foi fabricado pela Clariant, na planta em Straubing, no centro-oeste alemão.

Foram utilizadas 4,5 mil toneladas por ano de resíduos agrícolas. A mistura de 20% desse produto a componentes químicos ocorreu Haltermann Carless, em Hamburgo, gerando o combustível de composto E20.

Segundo a Mercedes, as propriedades de combustão foram boas, com grau de eficiência semelhante ao padrão E10. Por causa da densidade inferior do E20, em comparação com o E10, a estimativa era de um consumo mais alto nas mesmas condições operacionais.

No entanto, os testes em laboratório demonstraram que o gasto a mais foi de até 3%.

Segundo ainda os responsáveis pelo projeto, o E20 pode proporcionar redução de até 50% nas emissões de materiais particulados e de até 95% dos gases de efeito estufa ao longo de toda a cadeia produtiva.

As fabricantes ainda dizem que E20 dá ao combustível um número de octanas maior, acima de 100, assim, além de melhorar a qualidade do ar, o material pode aumentar a eficiência dos motores, reduzindo ainda mais o consumo e as emissões.

Os testes foram em carros e agora podem ser em ônibus.

Fonte : Diário do Transporte/Adamo Bazani