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Data: 24/10/2014

Salão abre as portas com crise no mercado
Principal evento da indústria de veículos no Brasil, o salão internacional do automóvel de São Paulo abre as portas na semana que vem com uma reversão do cenário de dois anos atrás, quando foi realizada a última edição da mostra. Se em 2012 a agenda foi dominada pela chegada de novos investimentos, otimismo com a Copa e um mercado que, na época, acumulava nove anos ininterruptos de crescimento, as discussões agora se concentram em derrocada das vendas, ajustes de produção, cortes de mão de obra e perspectivas também pouco animadoras para 2015.

Em termos de prestígio do salão, o maior reflexo dessa mudança de rumo talvez esteja na menor presença de líderes que dão as cartas na indústria automobilística mundial. Em 2012, os principais comandantes - os CEOs, na sigla em inglês - da General Motors (Dan Akerson, na época), da Volkswagen (Martin Winterkorn) e da Honda (Takanobu Ito) vieram à capital paulista para participar da festa e assistir in loco à ascensão de um mercado que se consolidava como um dos cinco maiores do mundo.

Nenhuma dessas montadoras, assim como Fiat, Ford e Renault, terá CEOs nas apresentações que serão feitas à imprensa entre terça e quarta-feira da semana que vem no pavilhão de exposições do Anhembi, na zona norte de São Paulo. A exceção estará nos estandes da PSA Peugeot Citroën, onde o presidente global das marcas, o português Carlos Tavares, tem presença confirmada.

O salão começa a receber o público na quinta-feira e vai até 9 de novembro. A expectativa dos organizadores é que aproximadamente 750 mil visitantes passem pelo Anhembi nesse período.

Como tradicionalmente acontece, nos dois dias anteriores à abertura ao público, as apresentações - primeiro das montadoras já instaladas no país e depois das marcas importadas - serão reservadas a jornalistas. Aí, devem ganhar ressonância, pelo menos no noticiário econômico, temas como a menor atividade nas fábricas de carros e os reflexos para o setor dos resultados das urnas no domingo.

O consumo de veículos no país está em rota de queda desde o ano passado e as perspectivas da maioria das montadoras apontam para um 2015 com volumes muito próximos dos registrados em 2014. Num momento em que os projetos anunciados nos últimos dois anos estão sendo implementados - ou até mesmo inaugurados, como as novas fábricas da Chery e da BMW -, esse é um cenário que tem causado preocupações sobre a escalada da ociosidade na indústria de veículos.

Números da Anfavea, a entidade das montadoras instaladas no país, mostram que a produção do setor cai quase 17% neste ano, refletindo a queda de 9,1% do consumo interno, junto com o declínio das exportações: 38,5% inferiores aos embarques de 2013 por conta, principalmente, da crise na Argentina.

Desde setembro, a demanda interna tem esboçado reação, porém num ritmo ainda muito tímido para que seja possível sonhar com a meta da Anfavea de amenizar o desempenho negativo mostrado até agora para uma queda mais próxima de 5%. Contudo, há quem acredite que a definição das eleições - reduzindo o ambiente de incertezas na economia - possa trazer algum alívio, sobretudo em segmentos dependentes de investimentos, como a indústria de caminhões.

O cenário, portanto, está longe de ser o ideal. Mesmo assim, as montadoras prometem causar frisson com lançamentos e anúncios a serem feitos no Anhembi. Entre eles, espera-se a confirmação da produção do utilitário esportivo Discovery Sport na fábrica que será erguida pela Jaguar Land Rover no sul do Rio de Janeiro.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 24/10/2014

Retração do setor automotivo derruba vendas de pneus no ano
As vendas de pneus atingiram 14,28 milhões de unidades de janeiro a setembro, queda de 18,5% em relação ao mesmo período de 2013, de acordo com dados da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip).

A baixa do mercado automotivo impactou o segmento, que viu a produção ficar estagnada mesmo com a entrada de mais um fabricante no balanço deste ano.

De janeiro a setembro, a produção de pneus atingiu 51,91 milhões de unidades, praticamente o mesmo nível de 2013, quando foram fabricados 51,40 milhões de pneus.

"Já está claro que terminaremos o ano com queda, o que compromete os planos de expansão da nossa indústria, que já tem capacidade ociosa", afirmou em nota o presidente da Anip, Alberto Mayer.

Fonte : DCI





 

Data: 24/10/2014

Brasil dobrará importações de etanol por causa da seca
O Brasil deverá dobrar as importações de etanol na temporada 2014/15 na comparação com a safra anterior, para 600 milhões de litros, numa temporada de quebra de produção de cana devido à seca e com o setor se preparando para uma entressafra mais longa no centro-sul, avaliou nesta quinta-feira a consultoria Datagro.

Do total, a região centro-sul deverá importar 180 milhões de litros, e o Norte/Nordeste outros 420 milhões.

Na temporada passada, as importações do centro-sul somaram 60 milhões de litros, enquanto as do Norte/Nordeste atingiram 250 milhões de litros.

"No centro-sul, (as importações) já começaram. No Norte/Nordeste, também", declarou o presidente da Datagro, Plinio Nastari, em entrevista ao Trading Brazil, chat da Thomson Reuters.

Tradicionalmente, o Brasil importa etanol dos Estados Unidos, o maior produtor global do biocombustível.

Seca

As importações, que incluem maiores volumes para a região centro-sul do Brasil, que responde por cerca de 90% da produção de cana do Brasil, ocorrem em meio a uma menor oferta do produto por conta da quebra de safra pela seca.

A produção de etanol na região deverá ficar em 24 bilhões de litros, 6,14% menos que em 2013/14, segundo a última previsão da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que nesta quinta-feira (23) confirmou que esta safra terminará antes do normal, resultando em uma entressafra mais longa.

Segundo a Unica, 22 usinas do centro-sul já encerraram os trabalhos desta temporada, contra seis usinas paradas no mesmo estágio da temporada passada.

Com uma oferta menor e uma entressafra mais longa, o presidente da Datagro estima também um aumento de mais de 10 por cento nos preços do etanol ante os valores atuais durante a entressafra, o que acaba viabilizando maiores importações.

"A Datagro trabalha com um pico de 12% acima dos níveis atuais na entressafra... mas um aumento não muito acima do normal. É até o momento moderado levando em conta a curva de sazonalidade de preço safra/entressafra", afirmou Nastari.

O indicador do etanol anidro (misturado obrigatoriamente à gasolina) calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) atingiu R$ 1,3061 por litro na semana passada.

Consumo mais fraco

As importações maiores deverão ocorrer apesar de um consumo mais fraco no Brasil, em meio a uma redução da atividade econômica, destacou Nastari.

"O mercado de combustíveis no Brasil enfraqueceu por conta da redução da atividade geral na economia e isto deve continuar nos próximos meses...", disse o consultor.

"Este enfraquecimento, no entanto, não deve diminuir a intenção de produzir etanol no fim da safra 14/15 e também na safra 15/16, tendo em vista o fato de que teremos uma entressafra mais longa com a necessidade de acumulação de estoques maiores nesse momento para fazer frente ao abastecimento até o retorno das atividades em abril/maio (no centro-sul)", acrescentou ele.

Para a safra que vem, a propósito, Nastari disse que o chamado "mix de produção", o percentual da matéria-prima destinada à fabricação de açúcar ou etanol, tende a ser "ligeiramente mais alcooleiro".

"Esse cenário leva em conta a expectativa de que nos próximos meses o mercado mundial de açúcar continuará pressionado pelos elevados estoques mundiais e ao mesmo tempo em que existe a real possibilidade de recuperação da competitividade do etanol hidratado em relação à gasolina", disse ele, acreditando que isso ocorreria por possível reajuste de preço da gasolina no mercado doméstico ou pelo retorno, mesmo que parcial, da cobrança da Cide (tributo federal).

Açucar

A produção de açúcar do centro-sul na próxima temporada (2015/16) foi projetada recentemente pela Datagro entre 29,1 milhões e 31,3 milhões de toneladas, menor ou praticamente estável ante a safra atual (2014/15).

Caso o ponto mais baixo da estimativa seja alcançado, a produção de açúcar do centro-sul poderia ser a menor desde a safra 2009/10, quando somou 28,6 milhões, comparando as projeções da Datagro com dados históricos da Unica.

O resultado seria decorrente da menor disponibilidade de cana, após uma seca em 2014 que deverá afetar também a temporada que vem, além da perspectiva do "mix" mais alcooleiro.

A moagem de cana-de-açúcar do centro-sul do Brasil em 2015/16 está estimada pela Datagro entre 520 milhões e 560 milhões de toneladas, ante 550 milhões em 14/15 e 597 milhões em 13/14.

O ponto alto da estimativa da Datagro leva em conta a confirmação de chuvas mais volumosas previstas pela meteorologia e a continuidade das precipitações durante a entressafra de cana, o que ajudaria na recuperação dos canaviais afetados pelo tempo seco deste ano.

Fonte : Reuters





 

Data: 24/10/2014

Volkswagen lança Gol Special, versão pelada e mais barata
A Volkswagen foi na contramão do mercado e passa a oferecer uma versão “pelada” do Gol. Batizada com o nome Special, a configuração parte de R$ 27.990 com carroceria de duas portas e motorização de 1,0 litro de 76 cv de potência (com etanol). O modelo já pode ser configurado no site da marca.

Além dos obrigatórios airbags frontais e freios com ABS (antitravamento), o Gol Special sai de fábrica equipado com banco do motorista com regulagem de altura, faróis com máscara negra, rodas de aço de 14 polegadas com calotas integrais e painel de instrumentos com conta-giros.

Itens de conforto, como vidros e travas com acionamento elétrico, direção hidráulica e ar-condicionado são oferecidos como opcionais. A direção assistida, por exemplo, custa R$ 1.200. Em um pacote com o climatizador, o equipamento sai por R$ 2.230. Se o cliente optar por limpador, desembaçador e lavador do vidro traseiro, terá de desembolsar mais R$ 500. Já a configuração de quatro portas aumenta o valor do carro em R$ 1.900.

Antes da Special, a versão de entrada do Gol era a Trendline, oferecida a partir de R$ 32.280, já equipada com vidros e travas elétricos e limpador, desembaçador e lavador do vidro traseiro.

A estratégia da Volkswagen visa recuperar parte das vendas perdidas nos últimos meses para o Fiat Palio e Chevrolet Onix. O avanço do modelo da Fiat ameaça a hegemonia estabelecida pelo Gol no mercado há 27 anos. O Palio lidera o mercado nacional desde junho.

Fonte : Carsale





 

Data: 24/10/2014

Up! mantém menor custo de reparo
O CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) divulga a lista com os vencedores do Prêmio CAR Group de 2014. O Volkswagen Up! manteve o melhor índice (11), assim como foi divulgado em janeiro. Outros dois destaques ficam por conta do Toyota Etios Sedan, com índice 14, e o Peugeot 408, que ficou com a melhor nota entre as marcas francesas (25).

Criado em 1997, o índice CAR Group compara veículos de uma mesma categoria quanto à facilidade e o custo de seu reparo. A pontuação vai de 10 a 60. No ranking, quanto mais baixa a pontuação obtida, menor será o tempo e o custo de reparo do veículo. O CESVI recebe o veículo até mesmo antes de seu lançamento e realiza testes de impacto de baixa velocidade (15 km/h), com colisão de 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita, de acordo com a Norma Internacional do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), um conselho internacional de centros de pesquisa especializados em reparação automotiva e segurança viária.

Após cada impacto, o veículo é levado a uma oficina-modelo, onde é estudada a extensão dos danos e a facilidade do reparo, bem como uma análise individual das peças envolvidas. É feito um cálculo que considera os custos da reparação dianteira e traseira, os tempos de substituição e a cesta básica de peças, gerando assim o índice CAR Group.

O estudo contempla automóveis fabricados no Brasil, Mercosul e importados. Estão excluídos veículos fora de linha de produção, esportivos fora-de-série, picapes e utilitários com peso superior a 2300 kg. A atualização do ranking é feita mensalmente.

Segundo o diretor executivo do CESVI, Almir Fernandes, a cerimônia de premiação dos campeões do CAR Group é a coroação de um trabalho sério e competente realizado ao longo de todo o ano pelo centro de pesquisa. “Prova disso é que hoje o índice já serve de referência não só para o mercado segurador, mas também para o consumidor final, que utiliza nossos números para nortear a compra de seu veículo”, finaliza.

Fonte : Car and Driver Brasil





 

Data: 24/10/2014

Agrale comemora 16 anos do Projeto Girassol
A Agrale comemora o 16º ano do Projeto Girassol, que envolve crianças e adolescentes no cultivo de hortas e em atividades educativas, principalmente com foco na agroecologia. Desenvolvido pela empresa com o apoio de entidades parceiras de Caxias do Sul, o projeto beneficia diretamente 327 estudantes das escolas municipais e estaduais de Caxias do Sul.

Segundo Paulo Ricardo dos Santos, gerente de Recursos Humanos da Agrale, o cronograma de atividades está relacionado tanto com ações socioambientais como o planejamento dos jovens para o mercado de trabalho. “Estamos muito felizes pelo sucesso alcançado pelo projeto, pois recebemos diversos prêmios pela iniciativa. O projeto acontece praticamente o ano inteiro e são desenvolvidas ações quinzenais no ambiente escolar, que estimulam a preservação ambiental entre outras coisas”, explica o executivo.

O Projeto Girassol tem como objetivo desenvolver, no espaço escolar, ações que permitam ao aluno aprender na prática noções de preservação do meio ambiente e também desenvolver habilidades de planejamento de seu futuro social, juntamente com professores, colegas, familiares e todos os interessados em evitar problemas ambientais e/ou dificuldades sociais. Idealizado pelo Conselheiro de Administração da Agrale, José Angeli, o Projeto Girassol está sendo realizado na Escola Municipal Dolaimes Stedile Angeli – CAIC -, na Escola Municipal Rosário São Francisco e na Escola Estadual Erico Veríssimo.

Com oito meses de duração, os trabalhos práticos começaram em abril, com a realização de palestras educativas e os preparativos para a construção de hortas comunitárias nas escolas e nas comunidades onde estão inseridas. Na etapa atual, o Projeto Girassol envolve crianças e adolescentes no cultivo das hortas e em atividades educativas, principalmente com foco na agroecologia. No mês de outubro é realizada a tradicional distribuição de sementes de girassol em diferentes pontos da cidade e nas três unidades da Agrale, em Caxias. Em novembro, ocorre a Rústica Girassol e a Mostra do Projeto Girassol.

“Este ano, distribuiremos mais de 4.500 saquinhos com sementes e a cerimônia de encerramento acontecerá no dia 25 de novembro, quando todas as turmas participam da Mostra do Projeto Girassol, onde serão apresentadas às entidades convidadas o aprendizado do projeto durante o ano”, finaliza Paulo Ricardo.

O Projeto Girassol conta com o apoio da Dolaimes Comunicação e Eventos, Rádio São Francisco, Fazenda Três Rios, Produtos Pioneer, Pedreira Caxiense Fagundes, Transportes Giratur, Parceiros Voluntários de Caxias do Sul, FTEC, Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Inclusão Social, Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Secretaria Municipal da Agricultura, CODECA.

Fonte : Portal AlltoPeças





 

Data: 24/10/2014

CPFL vai ampliar projeto de veículos elétricos
A CPFL Energia anunciou ontem que irá ampliar sua frota própria de veículos elétricos de seis para 27, a partir do desenvolvimento da segunda fase do Programa de Mobilidade Elétrica. A companhia paulista espera atingir esse objetivo até o final do próximo ano.

A pesquisa, iniciada no ano passado, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão, dos quais R$ 14,7 milhões para a segunda fase. Os recursos serão aplicados na instalação da infraestrutura de recarga, na aquisição dos veículos e no desenvolvimento dos estudos.

Para concretizar a ampliação no número de veículos elétricos, a CPFL quer agregar novos parceiros ao programa. Há negociações em andamento com a fabricante chinesa BYD para a compra de até 5 utilitários elétricos E6 e Hybrid. A companhia também quer ampliar a parceria com Renault para adquirir o Fluence e Twizy, que se juntariam aos carros anteriormente fornecidos pela montadora francesa na primeira fase do projeto.

A pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento da mobilidade elétrica no País aprofundando os estudos sobre o impacto no sistema. Além disso, também visa desenvolver estudos sobre o ciclo de vida e o reaproveitamento das baterias e a utilização dos carros elétricos como fonte de geração de energia.

A CPFL divulgou ainda um estudo em que estima que até 2030, o Brasil terá entre cinco e 13 milhões de carros elétricos, o que representa entre 5% e 12% da frota total. Para abastecer essa frota será necessário entre 908 Megawatts (MW) e 2,413 MW, o que equivale entre 0,6% e 1,7% do total da energia elétrica gerada no Sistema Interligado Nacional (SIN).

"A nossa pesquisa demonstra que o impacto do carro elétrico sobre a matriz é muito baixo. A introdução dessa nova modalidade de transporte ainda impede a liberação de milhares de toneladas de gás carbônico", disse o diretor de Estratégia e Inovação do grupo CPFL, Rafael Lazzaretti em coletiva de imprensa realizada ontem em Campinas.

Além de aumentar a frota própria, a companhia também pretende ampliar o número de eletropostos de quatro para 21 unidades. Os eletropostos são os pontos em que os carros elétricos são carregados.

Os pontos de recarregamento serão instalados em locais públicos e de fácil acesso, como shoppings centers, postos de serviços, prefeitura e locadoras de carros. Dois pontos serão colocados fora de Campinas, sendo um Jundiaí e outro em São Paulo, conferindo segurança para viagens interurbanas de curtas distâncias.

Usina Solar

A CPFL também está investindo em pesquisa e produção de energia solar na região da Campinas (SP), na Usina Tanquinho. Construída em 2012 com um investimento total de R$ 13,8 milhões, a usina tem 1,1 MWp de capacidade instalada, o suficiente para abastecer mensalmente cerca de 700 clientes com consumo médio de até 200 KW por mês.

Além da geração de energia, a CPFL também tem usado a Usina de Tanquinhos para realizar pesquisas. Atualmente, estão sendo desenvolvidos testes com novos materiais que podem aumentar a capacidade de geração de energia das células. "Também recebemos diversas empresas do setor de energia para compartilhar experiência visando o desenvolvimento da energia solar no Brasil", afirmou o analista de inovação da CPFL Energia, Antônio Roberto Donadon.

Fonte : DCI





 

Data: 24/10/2014

John Deere e metalúrgicos fazem acordo de demissão coletiva em Horizontina
Em reunião de mediação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o Sindicato dos Metalúrgicos de Horizontina e a montadora John Deere firmaram, nesta quarta-feira, um acordo de indenização para os trabalhadores demitidos pela multinacional. A empresa anunciou a dispensa de 167 operários da fábrica de colheitadeiras, localizada no município do Noroeste gaúcho.

A companhia de implementos agrícolas vai indenizar em R$ 3 mil os trabalhadores com contrato de prazo indeterminado e em R$ 1,4 mil os funcionários com contrato temporário. A entidade sindical pedia R$ 5 mil por operário desligado da John Deere. Já a proposta do Sindicato para o pagamento de plano de saúde, durante quatro meses, não foi contestada pela empresa.

A empresa sustenta que as demissões são necessárias por conta da “volatilidade do mercado brasileiro”. Em 2011, a unidade de Horizontina teve mais de 230 funcionários desligados.

Fonte : Correio do Povo





 

Data: 24/10/2014

Sindicato diz que GM quer demitir 200
Após reunião do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano e a GM (General Motors), na tarde de ontem, o presidente da entidade, Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, afirmou que a montadora entende que há excedente na fábrica de São Caetano de 1.070 funcionários. Por isso, a empresa teria apresentado a ideia de dispensar, no mínimo, 200 empregados e negociar lay-off (suspensão temporária de contrato de trabalho) para os demais operários.

Segundo Cidão, a empresa teria apresentado na mesa proposta casada. “Eles querem mandar embora alguns e suspender outros. Mas eu não posso avançar na discussão com a empresa fazendo uma sugestão dessas.”

O sindicalista lembrou ainda que a perspectiva de melhora da montadora é pessimista para até o primeiro semestre de 2015. “Eles entendem que o cenário é muito negativo. E preveem possível melhora apenas para julho do ano que vem.”

Cidão avisou que, provavelmente, a entidade fará assembleia na porta da GM amanhã, às 15h. Procurada, a empresa não se manifestou.

Histórico

As negociações entre sindicato e companhia já vêm acontecendo há alguns dias. No dia 16, a montadora tinha deixado claro, conforme relatou Cidão, que queria demitir pelo menos 400 trabalhadores ainda neste ano. A intenção no início da conversa era, no entanto, de dispensar 500 funcionários e colocar em lay-off outros 500.

No começo do mês, a montadora abriu PDV (Programa de Demissão Voluntária), que foi aderido por 33 funcionários. Todos eles tinham acesso a benefícios, que melhoravam quanto mais tempo de empresa tinham os metalúrgicos, ou se estavam próximos da aposentadoria ou já eram aposentados.

A entidade garantiu ainda que cerca de 140 trabalhadores foram dispensados no segundo semestre. Em abril, 6.000 entraram em férias coletivas de 14 a 27 de abril. Em março, 348 profissionais aderiram a outro PDV da empresa.

Cidão já havia citado que a empresa sinalizara que encerraria as atividades do terceiro turno, da 0h às 6h. Esse período contava, no primeiro trimestre, com cerca de 2.000 funcionários. Hoje, a GM possui, ao todo, em torno de 11,5 mil operários.

Fonte : Diário do Grande ABC/Diário do Grande ABC





 

Data: 24/10/2014

Golf é o primeiro a obter nota máxima em proteção para crianças em colisão
O novo Golf foi o primeiro automóvel a alcançar as cinco estrelas em proteção para crianças nos testes de colisão do LatinNCAP, órgão que classifica o nível de segurança de modelos comercializados na América Latina.

O hatch da Volkswagen também conquistou cinco estrelas no quesito proteção para passageiro adulto (que inclui o motorista).

A quinta rodada de avaliações teve os resultados divulgados nesta quinta-feira (23).

O modelo tende a ser o primeiro nacional a atingir as cinco estrelas em relação à proteção infantil: atualmente importado da Alemanha, o novo Golf será produzido no Brasil a partir de 2015, após um breve período de importação do México.

Todo carro que passa pelo Programa de Avaliação de Carros Novos da América Latina (Latin NCAP) sofre uma colisão frontal a 64 km/h e um impacto lateral a 50 km/h.

Quatro bonecos - dois, na frente, com o tamanho e o peso de adultos, e outros dois, atrás, com as características de crianças de três anos e de 18 meses - indicam por meio de sensores espalhados por seu "corpo" a intensidade do trauma sofrido na cabeça, no tórax, na região dos joelhos e nos pés.

Segundo o LatinNCAP, a nota máxima, de cinco estrelas, conquistada pelo Golf quanto à proteção de crianças é explicada pelo uso de ancoragens Isofix e do sistema de retenção Infantil localizado no topo do encosto.

Ainda de acordo com o órgão, os resultados foram atingidos por representar a combinação considerada pelo braço latino do EuroNCAP.

O pacote de itens de série inclui airbags frontais, laterais, de cortina e para os joelhos do motorista; ABS com distribuição de frenagem e controle de estabilidade.

A Volkswagen ainda não divulgou se esses equipamentos estarão presentes em todas as versões do Golf produzidas no Brasil.

Corolla

A quinta rodada de testes do LatinNCAP também avaliou o Toyota Corolla, que conquistou cinco estrelas para a proteção de adultos e quatro para crianças.

Fonte : Folha de S. Paulo