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Data: 26/5/2015

Belini, presidente da Fiat, prevê reação do mercado no fim do ano
O mercado de veículos atravessa momento difícil, com queda de dois dígitos tanto no consumo como na produção das montadoras. Mas o presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) na América Latina, Cledorvino Belini, acredita que o setor vai sentir os primeiros sinais de reação no fim deste ano.

O executivo lembra que historicamente o segundo semestre é melhor do que o primeiro ao justificar o otimismo sobre as vendas de automóveis na reta final de 2015.

Belini, premiado nesta noite no Executivo de Valor, no setor de Veículos e Peças, diz que ninguém esperava um “freio” tão forte na atividade econômica. Mas manifestou confiança na recuperação gradual do mercado automotivo à medida que melhorarem as expectativas do consumidor sobre os rumos da economia.

Para o presidente da Fiat na região, as medidas de ajuste econômico propostas pelo governo federal abrem o caminho à melhora das perspectivas econômicas, da confiança do consumidor e, como consequência, da retomada do crescimento. “Entendo que este ajuste é necessário para recolocar o país no caminho do crescimento”, afirma.

Apesar do cenário adverso, Belini diz que a montadora mantém os investimentos - que preveem R$ 15 bilhões entre 2013 e 2016 - porque seus objetivos são de longo prazo.

“Mantivemos nosso plano de investimento porque o potencial do mercado brasileiro no médio e longo prazo é invejável”, disse o executivo, lembrando os índices de motorização relativamente baixos no Brasil para justificar a perspectiva positiva. “Enquanto nos Estados Unidos há 900 carros e na Europa 650 automóveis para cada grupo de mil habitantes, essa proporção no Brasil é de 200 veículos por mil habitantes”, afirma.

Belini, porém, lembra que a Fiat tem feito “ajustes estratégicos” na produção para reduzir os níveis de estoque.

Nesse sentido, a montadora voltou a dar no início deste mês 20 dias de férias coletivas a 2 mil operários de sua fábrica em Betim (MG).

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 26/5/2015

Brasil vai assinar acordo com o México
Presidentes das duas maiores economias latino¬-americanas, Dilma Rousseff e Enrique Peña Nieto assinam nesta terça¬feira, 26, um acordo de cooperação e facilitação de investimentos para reduzir riscos, elevar a previsibilidade e prevenir conflitos nos negócios entre o Brasil e o México. Terceiro tratado do tipo firmado pelo governo brasileiro e o primeiro com um país da região, o documento sinaliza uma mudança na postura internacional do governo, na direção de maior abertura ao comércio exterior, segundo o Itamaraty.

O acordo será o principal ponto da visita de Estado que Dilma realiza nesta terça e quarta ao México, a primeira desde sua chegada ao poder, em 2011. O tratado cria um “comitê gestor” de investimentos, que se reunirá com frequência para trocar informações e sanar eventuais diferenças, com o objetivo de evitar conflitos. Também estabelece a figura de um ombudsman, que terá a missão de dar apoio governamental aos investimentos da outra parte em seu país.

O México é um dos principais investidores estrangeiros no Brasil, com um estoque de US$ 23 bilhões. Entre os maiores beneficiados pelo acordo está o empresário Carlos Slim, dono da Claro, Embratel e Net.

Na mão contrária, o Brasil tem estoque de apenas US$ 2 bilhões no México, mas o volume mais que dobrará com a conclusão de uma fábrica da Braskem para produção de polietileno, prevista para o fim do ano. No valor de US$ 5 bilhões, o projeto é o maior investimento estrangeiro no setor petroquímico recebido pelo México nos últimos 20 anos.

“Isso é um passo novo e representa um novo olhar no comércio exterior”, disse na Cidade do México o embaixador Antônio Simões, subsecretário-¬geral para América do Sul, Central e Caribe do Itamaraty. Em sua opinião, os acordos de promoção de investimentos representam maior “permeabilidade” e “abertura” ao exterior.

Até agora, o Brasil tinha dois tratados do tipo, assinados há pouco mais de um mês com Angola e Moçambique. Rodrigo Azeredo, chefe do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty, afirmou que Colômbia e Peru já manifestaram interesse em ter acordos semelhantes com o Brasil. Simões foi evasivo quando questionado se um tratado de investimentos poderia ser assinado com os EUA durante a visita de Dilma a Washington, no fim de junho.

Segundo ele, há um grupo de trabalho com representantes do Itamaraty e do Ministério do Desenvolvimento para analisar os próximos passos nessa área.

Tarifas

Ao lado do fortalecimento da proteção ao investimento, o setor privado quer ampliar o tratado de preferências tarifárias assinado pelos dois países em 2002. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil exporta 4.798 produtos para o México, mas o acordo abrange apenas 800, dos quais só 140 podem ser vendidos com tarifa zero. O setor privado brasileiro quer incluir no acordo produtos nos quais considera ter competitividade, entre os quais cosméticos, alimentos, eletroeletrônicos e tecnologia da informação.

Os tratados de investimentos com o México, Angola e Moçambique representam um novo modelo de negociação com outros países, depois da tentativa de aprovação de documentos semelhantes durante o governo Fernando Henrique Cardoso, disse Simões. Na gestão do tucano, o Congresso se recusou a chancelar 14 acordos de proteção de investimentos negociados pelo Executivo.

Uma das principais críticas tinha por alvo a possibilidade de o Estado brasileiro ser acionado em tribunais internacionais por investidores estrangeiros. Agora, o governo definiu uma fórmula que considera palatável aos parlamentares e aos investidores.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cláudia Trevisan





 

Data: 26/5/2015

São Paulo bate a marca de 8 milhões de veículos
A frota da capital paulista chega a 8 milhões de veículos nesta última segunda-feira, segundo projeção feita pelo G1 com base no número de novos emplacamentos diários feitos pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que é de 723. O último dado oficial do departamento é o balanço de abril, quando a frota da cidade fechou em 7,98 milhões de veículos.

A nova marca evidencia a briga crescente por espaço nos 17 mil kms de vias da cidade e, para especialistas, torna ainda mais importante o investimento maciço em transporte público. Os números do Detran mostram que todos os tipos de veículos seguem crescendo em São Paulo, desde motos, ônibus e caminhões.

O avanço do número de automóveis por pessoa é, porém, um dos quesitos mais alarmantes. Em março de 2011, quando a frota da capital bateu a casa de 7 milhões, a capital tinha aproximadamente um carro para cada 2,19 habitante se levadas em conta as projeções populacionais da Fundação Seade. Hoje, essa relação baixou para 2,03.

Já no Brasil, essa proporção é de 4,1 habitantes para cada carro, segundo os últimos dados disponíveis do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O avanço da frota ao longo dos anos tem impacto direto em problemas como congestionamentos e acidentes. Também em uma comparação com 2011, o trânsito no horário de pico foi nos primeiros quatro meses de 2015 foi 14% maior do que o verificado há quatro anos, chegando a picos de 109 km de lentidão.

Segundo especialistas em transporte, é um problema crescente, apesar da diminuição do trânsito se comparado com o ano passado em 16,3% -fato atribuído à crise econômica. A Prefeitura de São Paulo credita a melhoria no trânsito às obras de mobilidade da gestão Fernando Haddad que estariam contribuindo para a redução do uso do automóvel na cidade. Já em relação aos acidentes, o ano de 2014 teve 1.195 fatais, 7,2% mais do que o ano anterior.

Investimento em transporte público

Para especialistas em transporte ouvidos pelo G1, não há outra solução que não investimento maciço em transporte público. “Gastar com pontes e túneis hoje em São Paulo é jogar dinheiro fora. Em um mês se exaure”, afirma o consultor Horácio Figueira.

Ele cita o exemplo da Marginal Tietê, que teve faixas ampliadas em 2009, canteiros eliminados, e que teve um ganho de velocidade apenas por um período, voltando a ser rapidamente um dos pontos caóticos do trânsito da capital.

Segundo o especialista, não seria possível colocar mais de 1 milhão de veículos ao mesmo tempo nos 17 mil km de vias de São Paulo, segundo cálculos feitos por ele considerando o tamanho médio dos carros e a malha viária da capital.

A opinião é semelhante à do professor área de transportes da Unicamp Carlos Alberto Bandeira Guimarães, que compara a cidade de São Paulo a um baile. "Vai chegando gente e o salão não aumenta de tamanho. O espaço viário para circularem não cresce nessa proporção.”

Para ele, as melhorias trazidas por uma linha de Metrô ou um corredor de ônibus são permanentes. Ele afirma que o investimento em faixas de ônibus na atual gestão Fernando Haddad (PT), quando foram inaugurados 475,4 km de faixas e corredores de ônibus, teve o mérito de melhorar a velocidade dos coletivos, tornando o serviço mais atrativo.

A Prefeitura de São Paulo, por sua vez, cita também os investimentos em ciclovias como motivo da recente queda de lentidão no município – hoje são 210 km. Bandeira Guimarães discorda que elas possam ter tido algum efeito significativo no trânsito. "Melhora no trânsito de São Paulo, só se houvesse uma grande melhoria e ampliação do transporte público num projeto de médio prazo. “É preciso investimento em massa em transporte público de qualidade", avalia.

Nesse mesmo sentido, Horácio Figueira lamenta a velocidade de crescimento do Metrô de São Paulo, que é de cerca de dois quilômetros novos por ano, menor do que outras metrópoles como Cidade do México. Para ele, a saída mais rápida é a construção de corredores de ônibus.

Figueira opina também que a mudança precisa ser cultural. “As pessoas já se acostumaram no padrão de conforto do carro, mesmo sofrendo duas horas, a pessoa não vê outra alternativa”, diz.

Fonte : Portal G1/Márcio Pinho





 

Data: 26/5/2015

Entra em vigor nova lei da venda de usados
Começou a vigorar ontem, a lei n° 13.111, que obriga informar a situação de veículos usados quanto a furto, multas, taxas anuais (IPVA, licenciamento) e qualquer outro débito que impeça o comprador de circular. Vale lembrar que a nova lei vale apenas para lojistas e exclui a vendas entre particulares. O empresário que descumprir as exigências fica sujeito à punição, conforme o Orgão de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), responsável pela fiscalização.

O comprador deve ser informado sobre tributos, incidentes sobre a venda do veículo e taxas anuais, além de situação sobre furtos, multas, débitos etc. “Ao efetuar a venda de um veículo é muito importante que o antigo dono faça um laudo técnico em empresas especializadas, no qual irão constar todos os pontos de identificação do veículo, como chassi, motor, câmbio, vidros, etiquetas de identificação, placas, etc. Além disso, é bom constatar se houve reparos estruturais, evitando assim, problemas com o futuro comprador, e com o órgão público”, explica o gerente comercial da Super Visão Vistorias Automotivas, Pedro Celandroni.

Consultado, o PROCON informa que, em caso de recusa da apresentação do histórico, o comprador não efetue a transação, pois não há transparência na compra. O histórico tem entrega imediata, uma vez que o vendedor deve ter todas as informações vigentes em mãos.

Situações irregulares

O levantamento mensal do grupo DEKRA, especializada em consultas de histórico online de carros seminovos, aponta que 21% dos modelos consultados em março de 2015 se encontravam em situação irregular.

Desse total consultado, 20% correspondem a veículos ofertados em leilão, 14% furtados ou roubados e 7% com restrições judiciais. Além do estado geral do usado, também é preciso ficar atento às questões jurídicas.

Mercado em Alta

O mercado de usados está em alta. Segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o comércio de usados e semi-novos cresceu 2,23 % no acumulado dos quatro primeiros meses de 2015, em relação ao mesmo período de 2014. Por outro lado, as vendas de automóveis e comerciais leves novos caíram 18% entre janeiro e abril, ainda conforme a Fenabrave.

No último levantamento, 2,7 milhões de veículos usados foram vendidos entre janeiro e abril de 2015, sendo que o mesmo período de 2014 ficou restrito a pouco mais de 2,6 milhões. O usado mais vendido do ano é o Volkswagen Gol (83.050), que ganha com folga do segundo colocado, Fiat Uno (52.242). O Fiat Palio está na terceira posição, com 48.302 unidades vendidas.

Fonte : Car and Driver Brasil





 

Data: 26/5/2015

Executivos já visualizam sinais melhores para segundo semestre
Um começo de retomada da confiança e sinais de que o Brasil pode ter uma segunda metade de ano um pouco melhor, com ajuda também da taxa de câmbio e da retomada do programa de concessões de infraestrutura. Este é o resumo do sentimento de alguns dos executivos mais importantes do país, reunidos ontem à noite na cerimônia de premiação do "Executivo de Valor ". A visão não é unânime e vem cercada de ressalvas. Os executivos elogiam o ajuste fiscal em curso e dizem que ele é precondição para a volta da confiança.

"Vejo todo esforço do governo neste momento para criar um verdadeiro superávit primário como solução, não como problema. Vejo como problema os desvios que tivemos anteriormente", afirmou Roberto Setubal, presidente da Itaú Unibanco Holding. A confiança começa a ser restabelecida, disse ele, e crescerá na proporção em que as medidas forem implementadas. Setubal tem uma visão mais positiva para o segundo semestre. "Tanto para o Brasil quanto para o banco", disse, questionado se a segunda metade do ano seria melhor. "A tendência é muito melhor porque a gente já está em fase de recuperação".

Apesar do momento difícil no mercado de veículos, com queda de dois dígitos tanto no consumo como na produção das montadoras, o presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) na América Latina, Cledorvino Belini, acredita que o setor vai sentir os primeiros sinais de reação no fim deste ano.

O executivo lembra que, historicamente, o segundo semestre é melhor que o primeiro, ao justificar o otimismo sobre as vendas de automóveis na reta final de 2015. Ele diz que ninguém esperava um "freio" tão forte na economia, mas manifestou confiança na recuperação gradual do mercado automotivo à medida que melhorem as expectativas do consumidor sobre os rumos da economia. Apesar do cenário adverso, Belini diz que a montadora mantém os investimentos ¬ que preveem R$ 15 bilhões entre 2013 e 2016 ¬ porque seus objetivos são de longo prazo. "Mantivemos nosso plano de investimento porque o potencial do mercado brasileiro no médio e longo prazos é invejável".

A redução da incerteza deve favorecer um ambiente melhor para a atividade econômica, avaliou o presidente da CPFL, Wilson Ferreira Jr. "Enquanto há dúvidas sobre as medidas de ajuste, o brasileiro fica mais desconfiado. Mas acredito que, nos próximos dias, com o ajuste aprovado, teremos a superação deste momento de concepção das medidas de ajuste fiscal." Para Ferreira Jr., os sinais dados pelo ajuste proposto pelo governo são muito positivos porque contribuem para resgatar a confiança na seriedade da gestão do país. A CPFL deve elevar investimentos em 2015 em 46,6%, para R$ 1,557 bilhão, na comparação com os R$ 1,062 bilhão de 2014, concentrados principalmente na área de distribuição de energia.

A desvalorização da taxa câmbio e os preços mais favoráveis de celulose no mercado internacional fazem com que Walter Schalka, diretor¬presidente da Suzano Papel e Celulose, projete um ano bastante positivo para a empresa, "o que até parece contraditório com o momento que o Brasil vive". Para ele, o primeiro trimestre foi "ótimo" por causa de condições mais favoráveis de preço. A expectativa é de um segundo semestre ainda melhor. "Temos nos beneficiado desse ambiente mais adequado para nossa indústria." Em 2015, a Suzano deve investir R$ 1,5 bilhão, dos quais R$ 1,1 bilhão serão direcionados para a manutenção da capacidade das florestas.

O presidente da Porto Seguro, Fabio Luchetti, vê horizonte melhor no fim do ano. "Acreditamos que 2015 será um pouco mais morno e os negócios devem começar a se recuperar de maneira mais expressiva no quarto trimestre do ano, quando as mudanças já estarão em pleno vigor e os empresários já poderão ter dimensionado os impactos e voltarão a investir", afirmou Luchetti. O executivo disse que vai manter os investimentos planejados, em especial os de longo prazo, relacionados à perenidade da companhia.

Líbano Barroso, presidente da Via Varejo, também vê este ano como "desafiador", mas se mostra otimista.

"Acreditamos que o segundo semestre será mais promissor para o varejo", disse ele. A conjuntura importa para a decisão de investimentos, observou, mas ele afirmou que o planejamento da companhia é de longo prazo e que o plano de investimentos tem sido cumprido.

Os ajustes fiscais que estão sendo implementados pelo governo representam um bom começo para que o país recupere a confiança de agentes econômicos locais e internacionais, mas as medidas podem ainda não ser suficientes para consolidar uma nova etapa de expansão, apontou o presidente da GVT, Amos Genish, que no dia 28 deste mês assumirá o cargo de diretor¬geral presidente da Telefónica Brasil.

"A chave para o retorno do investimento estrangeiro ao Brasil também passa pela construção de uma relação de confiança com investidores e consumidores, um plano de ação claro para os ajustes", afirma. Ele já enxerga sinais que sugerem uma tendência positiva para o segundo semestre: citou o apetite dos consumidores por smartphones e o uso crescente de dados.

A Totvs não pisou no freio. "Ao contrário. Investimos nos últimos cinco anos mais de R$ 953 milhões em pesquisa e desenvolvimento", disse o presidente da empresa, Laércio Cosentino.

Na contramão, Márcio Utsch, presidente da Alpargatas, não vê um quadro alvissareiro no segundo semestre. "O setor vai cair por duas razões: as exportações vão cair e o mercado interno já está reduzindo", diz o empresário.

"Os investimentos estão congelados. Estamos apenas concluindo o que já estava aprovado." Ainda assim, o executivo disse que a Alpargatas deve crescer em 2015 com a venda de produtos de menor valor agregado.

Outro segmento que ainda não se convence da percepção de que dias melhores virão é o de máquinas e equipamentos. Em meio à fraca atividade econômica, a fabricante de motores elétricos e equipamentos para automação industrial WEG deu prioridade a China e México. Para o Brasil, Harry Schmelzer Jr., presidente da empresa, acredita que as perspectivas não são positivas.

Fonte : Valor Econômico





 

Data: 26/5/2015

Mercedes-Benz confirma demissões de 500 por telegramas
Por meio de telegramas enviados nesta segunda¬feira, 25, a Mercedes-Benz oficializou a demissão de 500 trabalhadores da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Esse grupo estava em lay¬off (contratos suspensos) há um ano e deveria retornar à fábrica no dia 15.

Os comunicados informando os trabalhadores para comparecerem à fábrica até sexta¬feira para providenciar a homologação foram enviados após reunião de mais de 3 horas com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, na manhã de ontem. A entidade tentava evitar os cortes.

Os demitidos terão uma reunião na entidade nesta terça¬feira, 26, para discutir formas de protesto. A greve, estratégia adotada no mês passado quando a empresa inicialmente informou os cortes – e que levou à suspensão temporária da medida – está praticamente descartada pois, a partir de segunda¬feira, todos os 7 mil trabalhadores da produção vão entrar em férias coletivas por cerca de 15 dias.

GM também pode demitir

Outra montadora do ABC que ameaça dispensar 819 trabalhadores que estão em lay¬off é a General Motors de São Caetano do Sul.

Reunião entre o sindicato dos metalúrgicos local e a empresa estava agendada para esta terça¬feira, mas foi transferida para quarta.

Aparecido Inácio da Silva, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, afirma que a GM também planeja interromper toda a produção de automóveis e colocar quase 5 mil trabalhadores da produção em férias coletivas a partir de meados de junho, por até 20 dias.

“A empresa informou que não tem condição de segurar esse pessoal, que deveria retornar no dia 9 de junho, mas vamos tentar negociar alternativas aos cortes”, afirma Silva. A GM não comentou o assunto. A fábrica tem outros 568 trabalhadores em lay¬off, de um total de 900 já negociados com o sindicato para participarem do programa.

A Mercedes informa que tentou evitar os cortes diretos abrindo um programa de demissão voluntária (PDV), mas obteve poucas adesões.
Além dos 500 demitidos, a empresa informa ter ainda 1.750 trabalhadores excedentes (de um total de 10,5 mil). “Agora nosso objetivo é, em comum acordo com o sindicato, discutir como fazer a gestão desse excesso de pessoal até que o mercado volte”, diz o diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Mercedes, Luiz Carlos Gomes de Moraes.

Proteção

O governo federal sinaliza para aprovar o Programa de Proteção ao Emprego, em discussão há dois anos, baseado no modelo alemão que consiste em reduzir jornada e salários em períodos de crise, para evitar demissões.

A Mercedes-Benz, contudo, decidiu não esperar uma possível aprovação do programa e o mesmo pode ocorrer com a GM. Pelo projeto em discussão entre governo, montadoras, autopeças e centrais sindicais, parte da redução dos salários que caberia aos trabalhadores seria bancada pelo governo, com dinheiro do Fundo de Amparo aos Trabalhadores (FAT), o mesmo que hoje garante parcela do pagamento dos funcionários em lay¬off.

A vantagem, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, é que, ao contrário do lay¬off, o trabalhador segue vinculado à empresa, e os tributos continuam a ser recolhidos. Outra vantagem é que o dinheiro seria usado para bancar trabalhadores com vínculo empregatício, e não desempregados, o que ajuda a fazer com que a economia continue girando.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 26/5/2015

Volkswagen lança Golf Variant no Brasil
A Volkswagen anunciou a chegada do Golf Variant para o mercado nacional. O modelo é produzido na fábrica de Puebla, no México e desembarcará por aqui até o fim do mês. A perua será disponibilizada em duas versões: Comfortline e Highline, pelos valores de R$ 87.490 e R$ 94.990, respectivamente.

Em ambas as versões, a stationwagon será equipada com o motor 1,4 litros turbo de 140 cv e torque máximo de 25,5 kgfm – o mesmo que equipado a versão hatch. A transmissão será automática DGS de sete velocidades. De acordo com a Volkswagen, tal conjunto mecânico permite ao modelo percorrer o zero a 100 km/h em 9,5 segundos, com velocidade máxima de 205 km/h.

Montado sobre a plataforma MQB, o Golf Variant terá 4,56 metros de comprimento, e capacidade do porta-malas de 605 litros. Porém, os bancos traseiros podem ser rebatidos, o que amplia a capacidade para 1.620 litros.

Entre a lista de equipamentos de série, o Golf Variant terá ar-condicionado digital, sete airbags, assistente de estacionamento dianteiro e traseiro, sistema multimídia acoplado a tela sensível ao toque de 5,8 polegadas, sistema start/stop, rodas de liga leve de 16 polegadas.

Na configuração de entrada Comfortline, há dois pacotes opcionais: Elegance e Exclusive. O primeiro kit acrescenta volante multifuncional, borboletas para troca de marchas, faróis e para-brisas com acendimento automático e rodas de 17 polegadas pelo valor de R$ 4.500. Já o segundo, com o preço fixado em R$ 8.890, adiciona comando de voz e sistema de navegação.

Para a configuração Highline, que se diferencia da Comfortline pelos bancos de couros, ar-condicionado duas zonas, espelho interno fotocrômico e retrovisores externos rebatíveis eletricamente, há três possibilidades de equipamentos extras.

Pelo valor de R$ R$ 5.820, a linha de acessórios Elegance acrescenta sistema de entretenimento, chave presencial, rodas de 17 polegadas e partida através de botão. Já o pacote Exclusive irá custar R$ 15.700 e adiciona faróis bixênonio, controle de cruzeiro automático e frenagem de emergência. Por último, o opcional de acessórios Premium possui o valor de R$ 26.670 e além de todos os itens do pacote anterior, agrega sistema de entretenimento acoplado a tela touch-screen de oito polegadas, bancos com regulagem eletrônica, sensor de fadiga, Park Assist e atualização automática para os mapas do navegador.

O teto solar pode ser inserido de maneira avulsa em qualquer versão do Golf Highline por R$ 5.300. A pintura metálica custa R$ 1.200, enquanto a perolizada não sai por menos de R$ 1.700.

Fonte : MotorDream/Raffaele Grosso





 

Data: 26/5/2015

Hyundai HB20S 1.6 ganha série especial Impress por R$ 53,6 mil
Sucesso de vendas nas versões hatchback e sedã, o HB20 ganha mais uma série especial. A nova edição HB20S Impress se destaca por ser a primeira lançada exclusivamente para o sedã, tem motor 1.6 e produção limitada a 3 mil unidades. Com chegada às lojas prevista para junho, o preço é de R$ 53.665 (câmbio manual) ou R$ 57.225 (câmbio automático).

Disponível nas cores preto, branco ou prata, esta edição traz itens como rodas aro 15 diamantadas, central multimídia Blue Media TV (com tela de 7 sensível ao toque, TV digital, vídeo e Bluetooth), bancos de couro perfurado com costura na cor cinza, sensores de estacionamento traseiro, abertura e fechamento de vidros a distância, acionamento automático dos faróis, retrovisores elétricos com repetidores de seta, vidros elétricos com one-touch para todas as quatro portas e sensor crepuscular. No mais, a lista de série traz ar -condicionado, direção hidráulica e travas elétricas.

Sob o capô está o motor 1.6 16V de até 128 cv e 16,5 kgfm de torque com etanol, associado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.

Fonte : Carplace





 

Data: 26/5/2015

Conteúdo local, mais um fiasco
O Brasil, uma das economias mais fechadas do mundo, aparece em terceiro lugar, depois de Estados Unidos e Indonésia, numa lista de países com exigência de conteúdo local, uma barreira associada, frequentemente, a políticas industriais. A informação pode parecer surpreendente, porque a economia americana é considerada uma das mais abertas. Bastam, no entanto, uns poucos detalhes para desfazer a surpresa e confirmar a percepção corrente do País como um dos mais protecionistas, menos integrados no comércio internacional e mais prejudicados por estratégias industriais e comerciais equivocadas. A lista é parte de um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formada por 34 países, na maior parte desenvolvidos. Só 2 latino-americanos, México e Chile, participam da associação. Um dos próximos admitidos deve ser a Colômbia. O governo brasileiro foi há alguns anos sondado sobre uma possível adesão ao clube, mas preferiu, por motivos ideológicos, continuar fora. Mas há sinais de uma nova atitude na administração federal e uma reaproximação já começou.

Desde 2008, início da crise, 23 normas de conteúdo local foram implantadas nos Estados Unidos, 18 na Indonésia e 17 no Brasil. Mas ninguém deve iludir-se. Nos Estados Unidos, a média das tarifas máximas inscritas na Organização Mundial do Comércio (OMC) é 3,7%, a das não discriminatórias é 3,5% e a das preferências, 2,8%. Na Indonésia, as tarifas correspondentes são 37,2%, 6,7% e 5%. No Brasil, 31,4%, 13,7% e 13,8%. As não discriminatórias são aquelas aplicadas normalmente às importações. As preferenciais são as fixadas por meio de acordos comerciais. As máximas são aplicadas a alguns setores selecionados ou podem nem ser aplicadas, mas apenas inscritas na OMC para proporcionar um espaço de manobra em circunstâncias especiais.

Basta a comparação dos impostos cobrados sobre importações para comprovar a amplitude do protecionismo brasileiro. Mas outros dados, incluídos também na tabela comparativa do relatório, mostram a precária inserção do Brasil no comércio global. Os Estados Unidos aparecem como quinto país mais competitivo, na classificação do Fórum Econômico Mundial, e como quarto colocado pelo critério de facilidade de negócios, na pesquisa periódica do Banco Mundial. A Indonésia ocupa as 38.ª e 120.ª posições nessas listas. O Brasil é o 56.º em competitividade e o 116.º em facilidade de realização de negócios.

Políticas de conteúdo local, assim como outras formas de protecionismo, tendem a elevar os custos de produção e a prejudicar a competitividade. Para os setores protegidos, a exigência de conteúdo local pode ser um desestímulo à busca de produtividade. Isso depende da política e de sua aplicação. Para outros setores, o resultado frequente é a perda de competitividade, como é mais uma vez mostrado no relatório da OCDE. No caso do Brasil, a análise, concentrada em dois setores, automobilístico e de telecomunicações, confirmou tanto a redução de importações quanto de exportações.

Mas bastam os números divulgados no dia a dia para comprovar o fiasco das políticas industrial e comercial em vigor no Brasil desde o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No caso da Petrobrás, a exigência de conteúdo local nos equipamentos produziu aumento de custos e atraso nas atividades. Foi uma política desastrosa, mas a presidente Dilma Rousseff, aparentemente incapaz de percebê-lo, prometeu manter essa orientação.

Todas as formas de protecionismo – tarifas, benefícios seletivos e exigência de conteúdo local – foram insuficientes para impedir a perda de competitividade da indústria nacional e de fatias crescentes do mercado externo e do interno. Em 2014, a exportação brasileira de manufaturados foi 13,7% menor que a do ano anterior. De janeiro a abril deste ano foi 11,3% inferior à do primeiro quadrimestre de 2014.

Não há desenvolvimento sem ganho de produtividade. Mas só agora, depois de muitos anos, alguns ministros – só alguns – voltam a falar sobre isso em Brasília.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 26/5/2015

Conheça cinco sintomas que podem indicar um carro doente
Muitas vezes a rotina do dia a dia tira a atenção do motorista para indícios bastante comuns, que quase sempre indicam necessidade de manutenção do automóvel. Alguns desses sintomas aumentam de intensidade de acordo com a gravidade do problema; outros não mudam e podem até ser intermitentes. Mas o fato é que todos eles precisam de verificação - a falta de revisão pode causar dor de cabeça em algum momento.

UOL Carros lista cinco exemplos extremamente comuns. As recomendações e dicas citadas em cada caso são de Gerson Burin, Coordenador Técnico do Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária):

1. Ruído da pastilha de freio: incomoda e aumenta de acordo com o uso

Aquele barulho fininho e irritante que aumenta progressivamente enquanto você freia pode indicar um desgaste excessivo das pastilhas de freio, que precisam ser trocadas para evitar danos aos discos - caso isso ocorra, um ruído metálico originado pela atuação da pinça de freio diretamente no disco é o próximo sinal, situação que pode ocasionar até mesmo falhas no sistema.

Apesar disso, é importante ressaltar que alguns tipos de pastilhas, inclusive novas, podem chiar mesmo sem haver desgaste. "Em alguns casos, existe a necessidade de aparar as arestas da pastilha com lixa, eliminando cantos vivos, os responsáveis pelo ruído", explica Burin. O mais correto é sempre procurar assistência mecânica na rede autorizada da fabricante quando o barulho se tornar mais comum e/ou intenso.

2. Luz da injeção acesa: pode indicar bicos sujos ou até combustível adulterado

Alguns carros ficam constantemente com a luz piloto da injeção eletrônica acesa - saiba o significado dessa e de outras indicações em nossa reportagem especial. Trata-se de algum alerta sobre algum parâmetro fora dos limites no funcionamento do sistema de injeção. Apesar de não ser um problema relativamente grave, essa luz não deve permanecer acesa por muito tempo.

Entre as maiores causas, estão combustível adulterado, falhas nos sensores ou até mesmo sujeira nos bicos injetores. Recomenda-se fazer uma leitura do sistema com a utilização de um scanner específico. A falha ainda pode ser na própria programação eletrônica da injeção, embora esta chance seja bem mais remota.

3. Radiador frequentemente em ação: falta água... ou o motor esquentou demais

Muitas vezes o motor aquece mais do que o necessário e o radiador precisa funcionar a todo vapor. Para isso, ele depende da água do reservatório, o "líquido de arrefecimento". O problema acontece porque esse tanque pode não estar com a quantidade de água suficiente para resfriar o motor, fazendo com que o radiador comece entrar em ação repetidamente, sem sucesso. Além da falta de água, a não circulação correta do fluído pode acontecer em função de problemas na bomba-d´água e/ou na válvula termostática, mas é mais comum que haja vazamentos quando há falha nas mangueiras, rachaduras no próprio tanque (comum em carros mais velhos) ou até um erro de vedação na tampa do compartimento. Até mesmo o sensor de identificação de temperatura pode comprometer o resfriamento do motor.

Caso o volume da água esteja normal e o radiador insista em continuar funcionando exageradamente, é altamente recomendado levar (ou até mesmo guinchar) o carro a um mecânico, pois superaquecimento de motor pode levá-lo à fundição.

4. Mau-cheiro do ar-condicionado: está na hora de trocar o filtro

Com a regularidade com que o brasileiro utiliza o ar-condicionado, principalmente em cidades mais quentes, é comum um mau-cheiro invadir o interior do carro depois de algum tempo de uso - este odor desaparece após alguns segundos, assim que os ocupantes "se acostumam". "O causador do odor desagradável pode ser o acúmulo de pó nos dutos internos de ventilação ou a saturação do filtro anti-pólen, que tem a função de filtrar as impurezas do ar captado pelo veículo", avisa Burin.

Recomenda-se trocar o filtro em toda revisão realizada na concessionária, pois seu custo de substituição é relativamente baixo, e fazer serviços especializados de higienização (em muitos deles os dutos são até desmontados para a limpeza).

5. Volante torto: pneus desalinhados ou falha na própria caixa de direção

Quando o volante estiver torto ou puxando para um dos lados, mesmo que o carro rode em linha reta, há algum erro no alinhamento das rodas ou na geometria das suspensões, que podem ser ocasionados por buracos ou outros tipos de impactos. O problema também pode ser na caixa de direção, também devido a alguma batida mais grave.

Em qualquer dos casos, é recomendado procurar auxílio técnico de concessionárias ou centros automotivos especializados em suspensão, pneus e rodas. "Serão verificados os terminais de direção, buchas de bandejas da suspensão, batentes e a fixação do conjunto na carroceria, além da conferência dos ângulos de alinhamento do veículo", revela Burin, especialista técnico do Cesvi.

Fonte : UOL Carros/André Deliberato