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Data: 29/4/2016

Brasil impacta resultado da Fiat Chrysler no trimestre
Apesar de manter a liderança no mercado brasileiro, o maior da América Latina, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) reportou desempenho fraco na região. No primeiro trimestre, a receita recuou 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

"A diminuição das vendas reflete as condições macroeconômicas difíceis no Brasil", afirmou o grupo em balanço financeiro referente ao primeiro trimestre do ano.

No período, a receita do grupo na América Latina atingiu 1,31 bilhão de euros, ante 1,55 bilhão de euros em igual período de 2015.

De janeiro a março, as vendas no mercado brasileiro tiveram retração de 37 mil unidades na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. "A queda se deve principalmente à redução dos embarques e ao impacto cambial, mas que foram parcialmente compensadas pelos emplacamentos do Jeep Renegade e da Fiat Toro", destacou o grupo.

De acordo com balanço da FCA, a participação de mercado na região foi de 12,7%. O grupo informa ainda ter mantido a liderança no Brasil, com 18,1% de share.

Além da Fiat, a FCA vem crescendo com as vendas do selo Jeep. O utilitário esportivo (SUV, na sigla em inglês) Renegade foi o nono veículo mais vendido do País no primeiro trimestre, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Já na categoria de SUV, o modelo é o segundo mais vendido, perdendo apenas para o HR-V, da Honda.

As vendas globais da FCA tiveram crescimento de 3% no primeiro trimestre, para 26,6 bilhões de euros, puxadas pelo desempenho de SUVs nos EUA.

Fonte : DCI/Juliana Estigarríbia





 

Data: 29/4/2016

Presidente da Mercedes-Benz faz críticas ao governo
O presidente da Mercedes¬Benz no Brasil e na América Latina, Philipp Schiemer, criticou ontem a política econômica da presidente Dilma Rousseff e demonstrou simpatia ao programa “Uma ponte para o futuro”, do PMDB. Após dizer que políticas inadequadas causaram uma crise desnecessária, ele disse que “assina em baixo e concorda em tudo” com as medidas propostas pelo partido do vicepresidente, Michel Temer, para recuperar a economia.

O programa do PMDB propõe reformas no Orçamento, privatizações e maior abertura comercial. As declarações de Schiemer foram feitas durante cerimônia de comemoração dos 60 anos da montadora no País.

Para Schiemer, o fato de o Produto Interno Bruto (PIB) global estar em alta e o do Brasil em queda é sinal de que “o problema é caseiro e pode ser resolvido”. “E espero que seja resolvido agora”, disse. Para ele, o Brasil necessita de “um governo melhor, uma economia melhor e um projeto para o futuro”. Também disse que é preciso um “governo competente, reformas urgentes e sem perda de tempo”.

A principal crítica de Schiemer ao governo teve como alvo a política monetária. “Esse aumento rápido e um pouco atrapalhado dos juros poderia ter sido gerenciado de forma melhor”, disse, em referência ao início do ciclo de aperto da política monetária no primeiro mandato de Dilma.

“Todos sabemos que nenhuma economia pode crescer com uma Selic a 14,25%”, acrescentou. “Precisamos de uma inflação sob controle para ter uma tendência de baixa dos juros e, se a situação política se resolver, vamos caminhar para isso”.

O mercado de veículos tem sido um dos mais afetados pela crise econômica, principalmente em razão do aumento do desemprego, que fez cair a renda e a confiança do consumidor, e da maior restrição ao crédito, que reduziu a concessão de financiamentos. No ano passado, as vendas de veículos caíram 26,5% em relação a 2014 e, neste primeiro trimestre, o recuo acumulado é de 28,6% ante igual período de 2015.

Empregos

O Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado pelo governo para evitar demissões em empresas com dificuldades financeiras, perdeu a utilidade para a Mercedes¬Benz no Brasil, afirmou Schiemer. Em razão disso, o executivo afirmou que a adesão da empresa ao programa na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), que termina em maio, parece “impossível” de ser renovada.

Lançado em julho, o PPE permite que empresas reduzam os salários e as jornadas dos funcionários em até 30%, com metade da perda salarial compensada pelo governo. “É um programa que ajuda temporariamente a passar por uma situação, nós fizemos durante nove meses e ele perdeu a utilidade porque o problema continua o mesmo, então temos de encontrar outras maneiras”, afirmou.

Ele se recusou a dizer, no entanto, se a montadora vai fazer demissões após o fim da adesão ao programa. A montadora tem um excesso de 2 mil funcionários no ABC e, além do PPE, tem recorrido ao lay¬off (suspensão temporária de contratos) para ajustar a produção à demanda do mercado.

De janeiro de 2015 a março deste ano, a crise resultou na demissão de 16 mil trabalhadores da indústria automobilística, segundo dados da Anfavea.

Apesar das dificuldades, a Mercedes mantém investimentos anunciados para o período 2015 a 2018, de R$ 730 milhões. O dinheiro será aplicado na modernização das fábricas em São Bernardo e Juiz de Fora. No mês passado, a montadora inaugurou uma fábrica de automóveis em Iracemápolis (SP), com investimento de R$ 600 milhões e capacidade de produção de 20 mil carros por ano.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 29/4/2016

Acordo comercial entre Mercosul e UE vai avançar, diz ministra argentina
Apesar das dificuldades em implementar um tratado de livre¬comércio entre Mercosul e União Europeia, a ministra de Relações Exteriores da Argentina, Susana Malcorra, disse estar convencida de que as negociações vão progredir.

"Não estou pintando um panorama rosa, mas estou convencida de que vamos avançar", afirmou em entrevista coletiva ontem, em Buenos Aires.

A chanceler se referia à resistência dos países europeus, principalmente da França, em abrir o mercado agrícola. Em março, nove países do bloco (Áustria, Grécia, Irlanda, Polônia, Romênia, Luxemburgo, Lituânia, França e Hungria) enviaram um documento ao Conselho Europeu (que reúne os líderes dos países-membros do bloco) em que afirmavam que "qualquer troca de ofertas não deve incluir tarifas de produtos sensíveis".

Os países consideram como produtos sensíveis carnes, vegetais e frutas.

"O assunto, especialmente na França, é muito delicado. Historicamente, a Europa teve um esquema muito forte de subsídios ao produtor e uma política que tem como lógica manter a população estabelecida no campo da melhor forma possível", disse Malcorra.

As mercadorias agrícolas são as mais importantes para o Brasil no acordo, já que são essas as que o país mais exporta.

Para a ministra argentina, não será possível que todos os setores econômicos de cada país lucrem com o tratado: "A soma dos mercados é que precisa beneficiar as duas partes".

As negociações entre a UE e o Mercosul tiveram início em 1999. Após uma troca de oferta malsucedida em 2004, as negociações foram interrompidas por seis anos.

Desde a retomada das conversas, em 2010, nove rodadas de negociação foram realizadas com vistas a uma nova troca de ofertas. Países com dificuldades econômicas, como Brasil, Argentina e Uruguai, veem na iniciativa a chance de aumentar a demanda por seus produtos no exterior, uma vez que seus mercados domésticos estão deprimidos.

A oferta de cada bloco significa, em tese, o que cada um tem a oferecer em termos de tarifa zerada numa relação comercial entre eles. É a principal etapa para que um acordo seja selado.

Fonte : Folha de S. Paulo/Luciana Dyniewicz





 

Data: 29/4/2016

Brasil e EUA divergem na OMC
O governo brasileiro pediu para incluir na agenda da Organização Mundial do Comércio (OMC) um debate sobre o fato de os EUA terem implementado barreiras contra as exportações de aço do País.

Com taxas de 20% a 35%, as medidas americanas praticamente fecharam o mercado dos EUA para alguns dos exportadores nacionais.

As taxas foram impostas depois que os americanos passaram a investigar 32 programas de apoio no Brasil ao setor, número que acabou sendo reduzido para seis.

Ao tomar a palavra, a delegação brasileira afirmou estar "preocupada" diante da iniciativa norte-americana, alertou que não entende até agora qual das regras da OMC violou para justificar as barreiras e garantiu que o setor siderúrgico nacional "não é subsidiado".

Porém, Brasília foi surpreendida por uma atitude do governo norte-americano de recusar a ofensiva brasileira. A delegação de Washington alegou que as informações apresentadas pelos brasileiros "não eram corretas".

Fonte : DCI/Agência Estado





 

Data: 29/4/2016

Caminhões MAN TGX adquiridos pelas BBM Logística ganham aplicação off-road
A pedido da BBM Logística, transportadora paranaense que adquiriu 18 caminhões MAN TGX 29.440 em seus primeiros seis meses de operação, os modelos receberam acessórios para aplicação off-road. Cerca de 5% de economia de combustível e uma maior eficiência no ciclo operacional de até 8% estão entre os principais diferenciais alcançados pela transportadora.

Após os resultados, o cliente adquiriu mais dez veículos nas mesmas configurações com a novidade do contrato de leasing operacional para esta operação. A modalidade oferece vantagens atrativas na aquisição do caminhão MAN, além de oferecer um pacote completo de soluções de manutenção e telemetria.

Modificadas pelo BMB, as unidades recebem a denominação Crossover e seguem a configuração original de um TGX, agregando itens como gancho de reboque, grade de proteção para farol e lanternas, além de contar com um chassi mais elevado, com amortecedores redimensionados. Essas modificações vêm para atender às necessidades da BBM Logística em um contrato de transporte de toras de madeira reflorestada do campo até a fábrica de seu cliente.

Nessa operação, os TGX rodam uma média de 660 quilômetros diários, sendo 60 km em estrada de chão com topografia pouco acidentada e os outros 600 km em vias asfaltadas.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 29/4/2016

Uso obrigatório do farol baixo na estrada durante o dia é aprovado pelo Senado
Após ser aprovado pela Câmara dos Deputados, o projeto de lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro e obriga o uso do farol baixo durante o dia nas estradas, recebeu aprovação do Senado nesta quarta-feira (27). Agora, a modificação segue para a sanção da presidente.

De acordo com a nova proposta, quem descumprir a lei estará cometendo uma infração média e sujeito a multa de R$ 85,13, além de quatro pontos na CNH. Pela legislação atual, o uso do farol é obrigatório apenas à noite e em túneis.

Audi A3 Sedan

O autor da proposta é o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) e o relator José Medeiros (PSD-MT). De acordo com o relator, a imposição desta regra poderá aumentar a segurança nas rodovias contribuindo com a redução da ocorrência de acidentes frontais. “O trânsito brasileiro é um dos que mais matam no mundo. São quase cinquenta mil vítimas fatais por ano. Essa proposta, além de não ter custos pode resultar em menos acidentes”, afirmou José Medeiros.

Vale lembrar que em muitas rodovias há placas de sinalização do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) recomendando o uso dos faróis baixos mesmo durante o dia, mas ainda com baixa adesão por parte dos motoristas.

Fonte : Agência Senado





 

Data: 29/4/2016

Etiquetagem veicular chega ao oitavo ano
O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), criado em 2008 pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), está chegando ao oitavo ciclo com participação recorde. Todas as montadoras e importadoras que operam no País aderiram e, com isso, 90% dos carros vendidos no Brasil terão informações de eficiência de consumo e emissão de gases, tanto poluentes como de efeito estufa (CO²). Os 795 modelos e versões contemplados chegarão a 926 até o final deste ano.

A principal novidade de 2016 é que a emissão de gases poluentes passa a ser classificada por meio de letras, a exemplo do que já ocorre com a avaliação do consumo e a eficiência do veículo em km por litro de combustível, facilitando o entendimento do consumidor. Além disso, o oitavo ciclo incorporou veículos leves a diesel e as categorias picape e microcompacto (para modelos com até 6 metros de comprimento). Com isso, o PBEV passou a ter 14 categorias.

Ao oferecer informações de eficiência energética e consumo dos diversos modelos, a ideia do programa é permitir que o consumidor compare os produtos antes de tomar a decisão de compra. Os carros que forem mais eficientes e obtiverem as melhores classificações em sua categoria e no ranking geral ganharão o Selo Conpet de Eficiência Energética, concedido pela Petrobras, parceira do Inmetro no PBEV.

A tabela do PBEV, com a lista de todos os modelos e suas classificações, já está disponível na página do Inmetro na internet (www.inmetro.gov.br/pbe), no link “Tabelas de Eficiência”. A consulta também pode ser feita na página do Conpet, (www.conpet.gov.br/consultacarros) ou por meio de aplicativo para smartphones Android ou IOS.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 29/4/2016

Confira dicas simples sobre manutenção e uso do ar-condicionado
O ar-condicionado está se tornando cada vez mais imprescindível nos carros. E como dicas são sempre bem-vindas, o Cesvi Brasil (Centro de experimentação e segurança viária) aproveita para alertar os motoristas sobre alguns detalhes referentes a esse equipamento.

O primeiro ponto é saber que o ar-condicionado apenas funciona com o motor do veículo ligado, o que faz com que o compressor comece a se movimentar e o gás circule pelo sistema – com a troca de calor, o ar é resfriado.

Quanto ao tipo de gás, os sistemas atuais utilizam o R-134 A, que não agride a camada de ozônio, diferente dos antigos sistemas que utilizavam Freon R-12, à base de CFC (clorofluorcarbono).

Para fazer uma manutenção preventiva do sistema, recomenda-se ligar o sistema do ar-condicionado pelo menos uma vez a cada 15 dias, para circulação do gás, além de fazer a troca do filtro antipólen a cada 10 mil km e a limpeza dos dutos, evitando a proliferação de bactérias e obstrução da passagem do ar.

Em caso de vazamento ou baixa eficiência do ar-condicionado, é necessário realizar a substituição/recarga do gás em estabelecimentos especializados.

Além do botão de acionamento do sistema e regulagem de velocidade do ar-condicionado, há também um seletor para captação do ar externo ou reaproveitamento do ar interno. Quando o ar interno do veículo estiver muito quente, a melhor opção é a captação de ar externo. Quando o ar externo estiver muito quente, recomenda-se utilizar a circulação do ar interno – tomando o cuidado para que essa opção não seja utilizada por muito tempo devido à não renovação do ar.

Naquelas situações em que o veículo ficou muito tempo exposto ao sol ou a altas temperaturas, é recomendável ligar o ar-condicionado e abrir as janelas para que a massa de ar quente que ficou aprisionada dentro do veículo saia, fazendo com que o ar resfrie com maior rapidez. Após a substituição do ar, feche os vidros completamente, para que o ar resfriado permaneça dentro do veículo.

Fonte : Carsale





 

Data: 29/4/2016

Volkswagen: novo motor turbo de 1,5 litro substitui 1,4
A Volkswagen anuncia seu novo motor EA-211 TSI Evo de 1,5 litro com turbocompressor, que substituirá o de 1,4 litro hoje usado em vários modelos do grupo. A nova unidade emprega tecnologias como turbina de geometria variável (a primeira em motor a gasolina de grande produção, embora já existisse em modelos como Porsche 911 Turbo e os novos 718 Boxster e Cayman), taxa de compressão de 12,5:1 (bastante alta para motor turbo, possível pela operação no ciclo Miller) e desativação de dois cilindros em todas as versões (estava restrita a alguns modelos com o 1,4).

Duas versões serão oferecidas de início: uma com potência de 130 cv e torque de 20,4 m.kgf (de apenas 1.300 rpm a 4.500 rpm), outra com 150 cv e torque ainda não divulgado. A VW anuncia consumo até 10% menor que na versão de 122 cv do 1,4-litro. O novo motor deve estrear nos próximos meses nos modelos VW Golf, Audi A3, Seat Leon e Skoda Octavia do mercado europeu para, mais tarde, ser adotado em toda a linha que hoje recorre ao 1,4.

Fonte : Best Cars





 

Data: 29/4/2016

França exige que montadoras reduzam níveis de emissões de poluentes
As autoridades francesas exigiram que oito fabricantes de automóveis apresentem planos para reduzir os níveis de emissões de poluentes para os veículos que falharam em testes realizados após o escândalo envolvendo a alemã Volkswagen.

A ministra do Meio Ambiente, Ségolène Royal, disse nesta quinta¬feira que alguns carros das montadoras Renault, Fiat Chrysler, Daimler, Volkswagen, PSA Peugeot Citroën, Nissan, Opel e Ford falharam em exames solicitados depois que a maior fabricante de automóveis da Alemanha a admitir que fraudou testes de emissões.

Ela também acenou com a perspectiva de travar as vendas de veículos das montadoras que não apresentarem propostas adequadas. "Para os carros novos, os reguladores decidirão se as medidas propostas são suficientes ou se se justifica a suspensão as vendas", disse Ségolène em um comunicado.

Um porta¬voz da Renault não retornou aos telefonemas da reportagem e porta-vozes da PSA Peugeot Citroën não estavam imediatamente disponíveis para comentar as novas exigências francesas.

Em setembro, a Volkswagen admitiu o uso de um dispositivo capaz de detectar quando um veículo está sendo testado e modificar seu desempenho para garantir que suas emissões de poluentes se mantenham dentro de limites aceitáveis durante o período de testes.

Os exames realizados pelas autoridades francesas não encontraram o tal dispositivo nos 52 automóveis testados.

Como resultado do escândalo da Volkswagen, as autoridades passaram a questionar se os testes de emissões refletem suficientemente as condições de condução na estrada. Ségolène, então, ordenou que os testes fossem realizados em condições de uso, e eles apresentaram níveis de emissões são muito maiores do que os detectados antes.

Na semana passada, os fabricantes de automóveis alemães foram forçados fazer um recall de cerca de 630 mil carros para corrigir um software de gerenciamento de emissões após uma série de testes realizados no país.

Fonte : Valor Econômico/Dow Jones Newswires