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21/5/2013
Montadoras terão mais exigências para redução de impostos  |
O governo ampliou as exigências feitas às montadoras instaladas no País para que elas se enquadrem no programa Inovar-Auto e, assim, escapem da elevação de até 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Ao mesmo tempo, afrouxou a punição para as fabricantes eficiência energética, um dos pilares do programa para incentivar inovação tecnológica. A regulamentação do programa, que estava atrasada devido à manutenção do IPI mais baixo até o final deste ano, foi publicada somente ontem no Diário Oficial.
Com as normas, o governo espera emitir, a partir da próxima semana, as habilitações definitivas das montadoras. As que se enquadram nos requisitos do Inovar-Auto detêm hoje somente habilitações provisórias.
Composto de metas e obrigações para a indústria automobilística, o Inovar-Auto foi lançado como um regime especial de tributação do setor, reduzindo impostos se as empresas cumprirem os objetivos. Importadoras também recebem desconto de imposto.
Oito etapas
Pelas regras divulgadas ontem, aumentou o número de etapas fabris a serem realizadas no País para que a montadora seja aceita no programa. São, por exemplo, soldagem, pintura, fabricação do motor, fabricação da caixa de câmbio e transmissão e montagem de sistemas de direção e suspensão.
No caso dos automóveis comerciais leves, serão no mínimo 8 etapas de uma lista de 12, o que significa duas fases a mais do que o originalmente previsto. Para caminhões, serão 9 etapas, uma a mais, de um total de 14. Para as fabricantes de chassis com motor, serão 7 etapas. |
Fonte : O Estado de S. Paulo/Lu Aiko Otta
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Data:
21/5/2013
Volkswagen aporta R$ 250 milhões em linha da Saveiro  |
A Volkswagen acaba de investir R$ 250 milhões - sendo R$ 198 milhões para equipamentos e R$ 52 milhões para infraestrutura - na construção de área de armação (onde são montadas e soldadas as carrocerias) exclusiva para a nova Saveiro, nas versões cabine simples e estendida, na fábrica de São Bernardo. A nova linha já está em operação na unidade Anchieta.
O investimento permite ampliar em 25% a capacidade de produção da picape, aumentando das 360 unidades produzidas diariamente - quando o veículo era montado na linha do Gol -, para 450 unidades por dia. O modelo é produzido exclusivamente na fábrica da região.
A armação da nova Saveiro é a mais avançada da empresa no Brasil, com o mesmo nível tecnológico da linha onde é produzido o Golf VII, em Wolfsburg, na Alemanha. "Reforça a globalização tecnológica da Volkswagen do Brasil, não só em seus produtos, mas também em todo seu processo produtivo. Com a mais alta tecnologia global e princípios sustentáveis, se equipara às mais avançadas do Grupo Volkswagen no mundo", afirmou o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall.
Inovações
O investimento introduz diversas inovações tecnológicas inéditas no Brasil. Localizada em um prédio de 22 mil m², sendo 14 mil m² de área ocupada por equipamentos, a nova área conta com 182 robôs.
Desses, 151 pertencem à mais nova geração disponível no mundo, com aumento considerável de performance: esses robôs são 10% mais rápidos e 15% mais leves do que os da geração anterior. As pinças de solda automáticas e de média frequência garantem segurança e precisão para os pontos de solda, favorecendo a qualidade e a eficiência.
Treinamento
Não houve contratações para a nova linha, que é bastante automatizada. O foco, segundo a empresa, foi o forte treinamento do pessoal (de toda a área de armação de carros, com 2.200 funcionários) para se ajustar às novas tecnologias. A fábrica Anchieta conta hoje com cerca de 15,2 mil trabalhadores. |
Fonte : Diário do Grande ABC/Leone Farias
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Data:
21/5/2013
Michelin acirra briga no mercado de pneu original  |
A francesa Michelin entrou de vez na briga pelas montadoras de carros - que, no Brasil, formam um mercado próximo a 20 milhões de pneus por ano disputado entre Pirelli, Bridgestone, Continental e Goodyear. A empresa tem como meta atender 5% desse volume nos próximos cinco anos. Para isso, começou a negociar com grandes fabricantes do país.
Damien Destremau, vice-presidente da Michelin na América do Sul, diz que, neste mês, representantes da Volkswagen foram a Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro, para visitar a nova fábrica de pneus de automóveis do grupo e o mesmo deverá ser feito pela Nissan nas próximas semanas. As conversas também já foram iniciadas com a Fiat, adianta o executivo.
A partir de setembro, a companhia começa a abastecer as montadoras da região pela unidade de Itatiaia, preparada para produzir até 5 milhões de pneumáticos por ano após receber investimentos de € 300 milhões.
Já está acertado o fornecimento para dois carros fabricados pela também francesa PSA na província de Buenos Aires: o C4 Pallas, sedã da Citroën, e o hatch 308, da Peugeot. Ambos os modelos já são equipados com pneus da Michelin - porém, importados da Europa. A Michelin informa que também vai fornecer para a Ford na Argentina, atendendo ao Focus, outro modelo que chegou a usar pneus importados da marca.
Chegar às montadoras é uma das estratégias da Michelin para dobrar sua participação no mercado de pneus brasileiro, hoje situada em torno de 8%, conforme informações da própria empresa, que coloca na conta as vendas no canal de reposição. O caminho, porém, é longo. Dos testes ao fechamento do contrato, passando pela homologação do produto, o desenvolvimento dos chamados pneus originais pode demorar mais de um ano.
Mas os franceses apostam no novo regime automotivo - que fixou metas de eficiência energética às montadoras - para emplacar mais rapidamente seus produtos nesse mercado. Segundo Destremau, a baixa resistência à rodagem dos pneus de alta performance, como os fabricados pela companhia, pode contribuir em dois pontos percentuais ao desafio das montadoras de tornar os carros 12% mais eficientes até 2017, como determina a nova política automotiva, editada no dia 3 de outubro.
"Nosso diálogo com as montadoras mudou depois de outubro do ano passado. Elas, antes, não mostravam tanto interesse como agora", conta o executivo, que responde pela divisão de pneus de carros de passeio, caminhonetes e motos da subsidiária.
Além da investida sobre a indústria de automóveis, os "pilares de crescimento" da Michelin no país, como diz Destremau, incluem a ampliação do portfólio de produtos e o fortalecimento da marca, que inicia nesta semana nova campanha publicitária na televisão. Também faz parte do pacote a meta de duplicar o tamanho da rede de distribuição, formada hoje por mais de 300 pontos de venda autorizados.
O grupo toca na região um programa de investimento de € 1 bilhão. Além da nova linha dedicada a carros de passeio em Itatiaia - inaugurada há oito meses -, os aportes incluíram a expansão em 30% na capacidade da fábrica de pneus para caminhões, esta situada na cidade do Rio de Janeiro. "Queremos, em cinco anos, dobrar de tamanho. Sem investir, não dá para fazer isso. Nossa virada começa agora", afirma o diretor.
Ele diz que um novo ciclo de investimentos no país - para dobrar a capacidade na produção de pneus de passeio - será avaliado pela Michelin nos próximos anos, a depender da receptividade do mercado. Segundo o executivo, a multinacional francesa já previa uma segunda fase de expansão quando projetou a fábrica de Itatiaia. "Ainda temos espaço disponível. Quando fizemos a fase 1 já considerávamos a fase 2 no layout do projeto", afirma.
Na América do Sul, a companhia fatura cerca de € 1,3 bilhão, ou 6% da receita de € 21,5 bilhões registrada em todo o mundo durante o ano passado. |
Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna
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21/5/2013
Governo tem novo "artifício" para cumprir meta de superávit primário  |
Uma medida provisória publicada nesta segunda-feira no “Diário Oficial” da União deu ao governo o direito de usar antecipadamente receitas da Usina de Itaipu que deveriam entrar nos cofres da União até 2023, em mais uma manobra para ajudar o Tesouro Nacional a fechar as contas, em especial a meta de economia para pagamento de juros da dívida, conhecida como superávit primário.
Além disso, a medida pode evitar aumentos ou mesmo auxiliar em novos descontos na conta de luz. Hoje, esses créditos de Itaipu somam cerca de US$ 15 bilhões.
Com essa permissão, o Tesouro poderá emitir no mercado, a qualquer momento, títulos públicos até o limite deste valor de US$ 15 bilhões sem aumentar a dívida. Isso porque o governo vende um papel com base no que tem a receber da usina. Em 2023, a conta fecha. Na prática, o Tesouro tem autorização para comprometer receitas da usina de mais três governos.
Quando Itaipu efetivamente pagar o crédito, a receita já estará comprometida, pois o governo terá feito a dívida. Segundo a medida provisória, o dinheiro deve ser usado para pagamento da dívida pública.
A MP permite a emissão dos títulos em favor da Conta de Desenvolvimento Energético. A CDE é uma espécie de encargo "guarda-chuva" que, desde o fim do ano passado, passou a cobrir uma série de custos que incidiam nas contas de luz e eram pagos por distribuidoras e consumidores.
Foi por meio da CDE que a presidente Dilma Rousseff deu o desconto aos consumidores nas tarifas de energia, mesmo com a recusa da Cesp, Cemig e Copel em renovar antecipadamente as concessões. A estimativa anual de desembolso da CDE é de R$ 8,5 bilhões neste ano e em 2014 só com o programa de redução da tarifa.
O governo também lançou mão da injeção de recursos de créditos de Itaipu na CDE, em março, para criar uma espécie de empréstimo às distribuidoras de energia com o objetivo de cobrir os custos, no valor previsto de até R$ 4 bilhões, com a compra de eletricidade mais cara das usinas térmicas durante o período da seca. Isso evitou um reajuste extraordinário nas tarifas, que jogaria por terra o pacote de Dilma de corte da conta de luz.
Década
O governo já havia anunciado que usaria créditos de Itaipu para turbinar a redução da conta de luz, mas a MP publicada ontem garante o uso antecipado de até 100% dos valores a serem depositados nos próximos 10 anos, quando acaba a dívida da usina com o governo brasileiro.
Como o fluxo de caixa anual normal do governo com Itaipu é de R$ 4,4 bilhões, o restante será antecipado com receitas futuras. "É mais uma prerrogativa operacional", disse Cléber Oliveira, subsecretário do Tesouro. A outra alternativa é a compra desses recebíveis pelo BNDES. Operação semelhante já foi feita no fim do ano passado para o governo conseguir receitas e cumprir a meta fiscal. O BNDES pagou com ações que estavam na sua carteira. |
Fonte : O Estado de S. Paulo/Adriana Fernandes e Eduardo R
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21/5/2013
Após cinco semanas estável, projeção para crescimento do PIB tem ligeira queda  |
Depois de cinco semanas seguidas de manutenção da estimativa, instituições financeiras fizeram um leve ajuste para baixo na projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços finais produzidos pela economia, passou de 3% para 2,98%. Para 2014, a projeção permanece em 3,5%, há dez semanas.
A estimativa para a expansão da produção industrial caiu de 2,53% para 2,50%, este ano, e de 3,55% para 3,50%, em 2014.
A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 35%, este ano, e passou de 34,80% para 34,90%, no próximo ano.
A expectativa para a cotação do dólar foi ajustada de R$ 2,01 para R$ 2,02, este ano, e de R$ 2,05 para R$ 2,06, em 2014.
Para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações), a estimativa foi mantida em US$ 9,05 bilhões, em 2013, e alterada de US$ 10,2 bilhões para US$ 10 bilhões, no ano que vem.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a projeção foi alterada de US$ 70,05 bilhões para US$ 70,9 bilhões, este ano, e de US$ 74,8 bilhões para US$ 75,5 bilhões, em 2014.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano. |
Fonte : Agência Brasil/Kelly Oliveira e Juliana Andrade
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21/5/2013
Banco Mercedes-Benz financia 3% mais veículos em abril  |
O setor do Banco Mercedes-Benz dedicado ao financiamento de veículos comerciais teve aumento de 3% no montante empenhado em abril deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, mostram dados do balanço da entidade. Em abril de 2012, o montante dedicado ao financiamento de comerciais foi de R$ 201 milhões e, neste ano, chegou a R$ 206 milhões.
O diretor comercial do Banco, Angel Martinez, comemorou os dados de abril, já que nos primeiros meses do ano houve queda no volume de financiamentos na comparação com 2012. "Nos primeiros meses do ano passado, as vendas estavam aquecidas pela corrida por veículos com motor com tecnologia Euro 3", disse, citando a mudança na regulamentação dos motores de caminhões, que passou da Euro 3 - mais poluente e mais barata - para Euro 5 - menos poluente, porém mais cara - no final de março.
Segundo Martinez, nos quatro primeiros meses de 2012, o montante de financiamento chegou a R$ 1,3 bilhão. Neste ano, está perto de R$ 1,03 bilhão. Os dados comparativos sobre os períodos do ano, no entanto, serão divulgados apenas no final do semestre, informou a assessoria de imprensa da instituição. Martinez frisou que o Banco Mercedes financia apenas veículos da marca Mercedes-Benz.
Já no setor de automóveis de passeio, o banco liberou um volume 68% maior neste quadrimestre que nos primeiros quatro meses de 2012, chegando a R$ 47 milhões para financiamento apenas de automóveis das marcas Mercedes-Benz e Smart - ambos pertencentes ao grupo. No primeiro quadrimestre de 2012, o volume foi de R$ 28 milhões. Nos quatro primeiros meses de 2013, a instituição fechou com 622 veículos financiados, 145% a mais que os 254 no mesmo intervalo de 2012.
Apenas em abril, o crescimento com relação ao ano anterior foi de 63%, com R$ 16 milhões liberados ante R$ 9,8 milhões. "Atribuímos esses aumentos a uma mudança nos planos de financiamento. Ano passado, tínhamos planos de 12 meses sem juros. Agora, já temos planos de até 30 meses sem juros para modelos da marca", explicou Martinez. No ano passado, o banco fechou com R$ 3,5 bilhões em novos negócios ligados ao setor automotivo. Para este ano, a previsão de Martinez é de um crescimento de 3% a 5% sobre esse valor.
Segundo Martinez, cerca de 25% dos carros da Mercedes-Benz e da Smart vendidos no País foram financiados pelo banco. "No segmento de luxo, apenas algo em torno de 40% dos carros são financiados", ressaltou. |
Fonte : Portal de Notícias R7
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21/5/2013
PM do Rio de Janeiro usará elétrico Nissan Leaf como viatura  |
A Polícia Militar do Rio de Janeiro terá o elétrico Nissan Leaf como viatura em sua frota. A corporação e a montadora assinaram um acordo na semana passada.
Duas unidades serão usadas no patrulhamento da orla da capital fluminense a partir de agosto. O projeto piloto está previsto para durar inicialmente três meses.
"Somos líderes mundiais em mobilidade com emissão zero e temos sólidos planos de crescimento no Brasil. Queremos que mais brasileiros conheçam os benefícios dessa opção limpa e eficiente, que já é parte da vida diária de mais de 50 mil pessoas em diversos países", explicou François Dossa, presidente da Nissan. As viaturas elétricas vão integrar o BPTur (Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas).
A Nissan não descarta ampliar a parceria com a PM do Rio. |
Fonte : Folha de S. Paulo
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21/5/2013
GM pode ser punida por suposto cartel em licitação de ambulância  |
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a condenação da montadora General Motors (GM) e duas distribuidoras de veículos por suposta formação de cartel para fraudar uma licitação pública realizada em 2005 pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo para aquisição de 200 ambulâncias. O caso ainda tem que ser julgado pelo plenário do órgão de defesa da concorrência.
Três fatos levantaram suspeita sobre infração de acordo entre a montadora General Motors (GM), Itororó e Dutra (ambas concessionárias de veículos da marca GM): “extrema similitude entre os preços ofertados e ausência de lances”, além de a GM ter comparecido à licitação junto com as duas concessionárias, o que não ocorria desde 1995, destacou o parecer da Superintendência.
Ao analisar o caso, a Superintendência constatou que as empresas “fixaram e combinaram preços e ajustaram vantagens na licitação (...)”.
Despacho publicado hoje no “Diário Oficial da União” encaminha o parecer da Superintendência opinando pela condenação das três companhias ao plenário do Cade, que tomará a decisão final sobre o processo. |
Fonte : Valor Econômico/Thiago Resende
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21/5/2013
Picapes ficam mais "brutas" por fora e confortáveis por dentro  |
As novas caminhonetes da GM não estão sozinhas no mercado. Outras marcas também estão renovando suas picapes para rodar tanto no campo quanto na cidade. Todas aparecem com aspecto robusto, “nariz” achatado, grades contundentes e detalhes niquelados brilhantes.
"Há uma tendência em desenhos mais ousados", explica Peters. As grades dianteiras das picapes são cuidadosamente desenhadas para refletir a imagem das marcas em um mercado muito disputado.
Depois de tomar um tombo quando a economia esfriou em 2008, as vendas voltaram a crescer nos últimos meses. O aquecimento do setor da construção civil contribuiu para a expansão do segmento de caminhões e picapes.
Os fabricantes se esforçam para abocanhar um mercado altamente rentável, aperfeiçoando o designs dos seus modelos. A imagem de robustez ajuda a esconder o fato de que muitos dos caminhões e picapes com aspecto pesado por fora são confortáveis e leves por dentro, com estofamento de couro macio, acabamento de madeira e repletos de aparelhos eletrônicos.
A Ford diz que cerca de um terço de suas vendas vêm de versões mais sofisticadas vendidas a partir de US$ 35 mil (cerca de R$ 70 mil). Não muito tempo atrás, uma picape US$ 50 mil parecia inimaginável. Agora, os preços podem passar dos US$ 60 mil (cerca de R$ 120 mil).
Os fabricantes apresentam as picapes grandes como uma ferramentas de trabalho. Mas, apesar dos anúncios com vaqueiros, agricultores e trabalhadores da construção civil, mais e mais picapes são usados como carros de família.
"Há uma grande diversidade entre os compradores", explica Joe Dehner, chefe de desin para os modelos Ram e Dodge. "As picapes não são necessariamente usadas para transportar cargas".
Para a Chevy Silverado 2014, que chegará às concessionárias em breve, Peters revisou o aspecto familiar. "Ficou mais alto e mais largo e ostenta um novo para-choques de peça única que enfatiza a sua horizontalidade".
Ele diz que os motoristas querem picapes que parecem caminhões."Precisa ser robusto, durável e com uma aparência agressiva, capaz de fazer um trabalho realmente duro na fazenda".
A picape Ford F-150 foi redesenhada em 2009. Mas a F-150 atual tem muitas faces: dependendo do modelo ou do nível de acabamento, a grade tem múltiplas barras pequenas ou grandes pranchas de cromo, juntamente com diferentes formas e cores de padrões.
O conceito de caminhão Atlas, apresentado em janeiro no Salão do Automóvel de Detroit, prenuncia o desenho da próxima geração F-150, esperado no próximo ano.
O novo projeto da Toyota para a picape caminhão, exibida pela primeira vez no Salão do Automóvel de Chicago em Fevereiro, foi concebido no estúdio de design Calty, na Califórnia.
As grades dianteiras desempenham um papel fundamental na diferenciação dos modelos. "É quase incompreensível como as escolhas ficaram difíceis", afirma Peters.
A Ford oferece uma enorme variedade da F-150, desde o modelo básico até a King Ranch e as edições Harley-Davidson, com versões especiais e Platinum luxo. Segundo a montadora, os consumidores querem um veículo que possa ser personalizado em diferentes estilos.
A Ram 1500 vem em nove níveis de acabamento e oferece quatro tipos básicos de grade. A aerodinâmica, surpreendentemente, por trás dos ângulos rocustos, é cuidadosamente testada em túneis de vendo. A Chevrolet diz que cortou a resistência do ar em 5% na picape Silverado.
O caminhão Atlas tem persianas ajustáveis na grade, que fecham a velocidades mais elevadas para melhorara aerodinâmica. |
Fonte : O Estado de S. Paulo/The New York Times
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21/5/2013
Toyota faz estação de energia em cidade ecológica  |
No início deste mês, a Toyota finalizou a instalação de um parque de mobilidade inteligente, com uma estação de recarga de energia elétrica, na cidade-modelo Toyota Ecoful Town, no Japão. Ela foi instalada em maio de 2012, na cidade de Toyota, para expor tecnologias sustentáveis aos visitantes que queiram ter a experiência de convívio em uma sociedade com baixa emissão de carbono. Ao visitar essa área, é possível acompanhar explicações sobre casas inteligentes que têm sistema de gerenciamento de energia para reduzir o consumo de eletricidade. Além disso, a unidade tornou-se também uma estação de reabastecimento de hidrogênio para veículos movidos a célula de combustível.
Os conceitos da Toyota Ecoful Town têm como objetivo proporcionar ao público uma melhor percepção de cidades e indústrias inteligentes e sustentáveis. A função da nova estação é servir como rede de compartilhamento de energia para veículos elétricos usados em trajetos de pequenas distâncias. , como, por exemplo, o caminho entre o ponto em que o usuário desce do ônibus até seu destino final.
Desde outubro de 2012 a Toyota vem testando modelos elétricos de curta distância por meio de quatro estações de recarga instaladas na Universidade Chukyo. Para este ano, além de implantar essas estações na Toyota Ecoful Town, a fabricante japonesa planeja expandir a área de atuação desse serviço para o centro da cidade de Toyota, fornecendo cerca de 100 ultracompactos elétricos, em 20 estações, para atender até mil usuários.
Apesar de funcionar como rede de compartilhamento de eletricidade, o Parque de Mobilidade Inteligente também é capaz de gerar e armazenar energia para reduzir a sobrecarga na rede elétrica. A estação está equipada com sistema solar de geração de energia e oferece função de armazenamento de eletricidade para que seja possível abastecer veículos elétricos de forma independente ou por rede. Tomadas domésticas também foram instaladas para que, em momentos de emergência, também possam fornecer eletricidade para aparelhos eletrônicos. |
Fonte : Carpress
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