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Data: 29/7/2014

Exportações de carros para a Argentina caem 34%
As montadoras de veículos instaladas no Brasil perderam um terço das exportações que realizavam até um ano atrás à Argentina em decorrência da crise e das restrições a importações do país vizinho. Além de contribuir, junto com a derrocada do consumo interno, para a queda de quase 17% da produção de veículos, o ocaso argentino tem agravado o déficit do Brasil nas transações comerciais envolvendo produtos automotivos, já que também atinge em cheio os embarques das autopeças brasileiras.

Números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, no primeiro semestre, houve queda de 34,1% das exportações de veículos ao mercado argentino, destino de 73,4% dos embarques realizados pelas montadoras brasileiras. Em igual período, as vendas de autopeças produzidas no Brasil ao país vizinho caíram, em valores, 25,6%.

São números que ajudam a explicar por que o déficit comercial da indústria automobilística nacional - que ainda inclui implementos de caminhões, tratores agrícolas e máquinas rodoviárias - avançou mais de US$ 287 milhões neste ano, chegando a US$ 6,76 bilhões no acumulado dos seis primeiros meses, apesar da queda de 9% das importações.

Dirigentes de montadoras brasileiras dizem que a fase mais crítica nas relações comerciais com a Argentina começou a ser superada quando o governo de Cristina Kirchner aceitou retirar limites a importações de automóveis para negociar um novo acordo automotivo com o Brasil.

Entre as medidas para conter o esvaziamento de suas reservas internacionais, a Casa Rosada vinha, até meados de abril, estabelecendo um teto para as compras de automóveis e peças do exterior - prejudicando assim os carros brasileiros, que respondem por cerca de metade dos veículos consumidos na Argentina.

O corte, equivalente a 27,5% das importações no ano anterior, já foi retirado e a Argentina se comprometeu a não mais restringir a entrada dos produtos de seu parceiro no Mercosul como contrapartida a uma revisão do acordo automotivo que deu maior abertura a suas empresas no mercado brasileiro. "Agora, é o mercado que manda", disse, recentemente, Luiz Moan, presidente da Anfavea, a entidade que abriga as montadoras brasileiras.

O problema é que o "mercado" está em baixa do outro lado da fronteira. Segundo a Adefa, a associação das montadoras argentinas, as vendas de veículos no país recuam quase 34% neste ano. Na indústria automobilística brasileira, calcula-se entre 20% e 25% a queda das vendas no mercado argentino até dezembro. "A relação com a Argentina está melhor. O mercado, não", disse o vice-presidente da Ford, Rogelio Golfarb, em conversa com jornalistas na sexta-feira.

Para agravar o quadro, as montadoras brasileiras reclamam da falta de competitividade para brigar em outras praças internacionais. Além da Argentina, o setor está perdendo espaço no México e na África do Sul, seus outros dois grandes mercados no exterior. Entre os principais destinos, apenas Uruguai e Colômbia estão comprando mais carros do Brasil. A expectativa é que a produção de veículos no país recue 10% neste ano.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 29/7/2014

Na contramão do mercado automotivo, Banco Mercedes-Benz bate recorde no Brasil
Atento ao espaço criado pelo maior conservadorismo dos bancos comerciais no financiamento de veículos, o Banco Mercedes-Benz conseguiu se desviar do cenário de retração no setor e teve o melhor primeiro semestre da história da instituição no país.

Apoiado no forte desempenho de financiamento a veículos pesados como caminhões, o braço financeiro da montadora alemã fechou junho com uma carteira de empréstimos 10,4 por cento maior do que um ano antes, a 10,6 bilhões de reais.

O resultado veio na esteira dos 2,1 bilhões de reais em novos negócios, alta de 31,3 por cento em 12 meses. Desse total, 1,1 bilhão de reais foi liberado para financiar a venda de caminhões, valor ano a ano 45 por cento superior.

"Tivemos algumas condições favoráveis, como maiores liberações pela modalidade Finame", disse à Reuters nesta quinta-feira o presidente-executivo do Banco Mercedes-Benz do Brasil, Bernd Barth, referindo-se à linha de crédito repassada pelo BNDES para financiar a compra de veículos pesados novos, inclusive caminhões e ônibus.
O banco também se beneficiou da maior restrição dos bancos comerciais na concessão de novos financiamentos para veículos, em meio aos esforços para reduzir seus índices de inadimplência. Isso abriu mais oportunidades para os bancos de montadoras, que passaram a se envolver mais fortemente na concessão de crédito para compra de veículos de suas próprias marcas.

Segundo Barth, o Banco Mercedes-Benz não mudou radicalmente suas métricas para concessão de crédito, apenas algumas mudanças pontuais, como do valor de entrada pedido na compra. Ele não detalhou números, mas garantiu que a inadimplência segue controlada.

Para a segunda metade do ano, o banco considera chance de alguma desaceleração, mas manteve a expectativa de crescimento de sua carteira em "um dígito alto" no acumulado de 2014.

"Estamos observando atentamente os impactos das incertezas decorrentes de alguns indicadores macroeconômicos desfavoráveis", disse Barth.
De todo modo, o resultado ainda seria amplamente divergente da média do mercado. No começo do mês, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos no país, revisou a previsão de desempenho das vendas para caminhões e ônibus em 2014, de alta de 1,63 por cento para queda de 14,07 por cento.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Aluisio Alves





 

Data: 29/7/2014

Fiat é a montadora que mais financiou carros em junho
Fiat liderou o número de financiamento de automóveis leves em junho, com a venda de 78.957 unidades, entre novas e usadas. No acumulado deste ano, foram financiados 514.030 carros da marca, representando uma participação de mercado de 21,9%.

O levantamento é da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG). Os números contemplam os veículos comercializados por crédito direto ao consumidor (CDC), leasing e autofinanciamento (consórcio).

A Volkswagen foi a segunda colocada no ranking mensal da Cetip, com 72.285 unidades financiadas em junho. Na terceira posição apareceu a Chevrolet, com 71.405 carros vendidos por meio de crédito.

A Fiat também foi a primeira no ranking de financiamento de carros novos, com 32.917 unidades em junho. Já o líder no número de carros usados financiados foi a Volkswagen, com 47.083 unidades comercializadas.

No Brasil, foram financiados em junho 362.207 automóveis leves, entre novos e usados. Desse total, 150.500 foram de autos leves novos e 211.709 foram de usados.

Fonte : Investimentos e Notícias





 

Data: 29/7/2014

Mercado acumula queda de 8,5% e já tem 400 mil unidades em estoque
A situação do mercado brasileiro se agrava a cada dia e as perspectivas de recuperação previstas para depois da Copa do Mundo estão longe de se concretizar. Ao invés de crescer, como era esperado, o volume diário de comercialização diminuiu depois da realização do mundial: passou de 13,7 mil unidades para 12,4 mil exemplares. Conforme aponta a Fenabrave, as vendas no acumulado do ano estão 8,5% inferiores do que as registradas no mesmo período do ano passado. Só no mês de julho, já recuaram mais de 14,7%.

Falando ao portal Auto Data, Rogelio Goldfard, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul, afirmou que uma das grandes preocupações das montadoras é o nível elevado de unidades em estoque. De acordo com o executivo, atualmente há mais de 400 mil exemplares estocados à espera de novos clientes. O montante equivale a praticamente dois meses de vendas. Como medida de precaução, diversas marcas já anunciaram férias coletivas e diminuição do ritmo de produção.

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 29/7/2014

O fiasco dos incentivos
Mais um dado negativo - uma nova redução da atividade medida pelo Banco Central (BC) - reforça as apostas em um mal resultado em 2013. Em mais um ano de baixo desempenho, a economia brasileira deve ter crescido entre 1,9% e 2,3%, segundo as melhores projeções conhecidas até agora. Nada, por enquanto, permite uma avaliação mais otimista. As últimas informações cobrem o período até novembro e reforçam as apostas em um número final pífio. Em novembro, o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) foi 0,31% menor que em outubro e 1,94% maior que um ano antes, nas séries com desconto dos fatores sazonais.

O crescimento acumulado em 12 meses chegou a 2,61%. O IBC-Br é considerado uma prévia, embora imperfeita, do Produto Interno Bruto (PIB). As contas nacionais de 2013, com os dados finais do PIB, só serão publicadas em 27 de fevereiro, segundo a pauta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O recuo da atividade apontado pelo BC combina com os últimos números da indústria divulgados neste mês. O setor industrial - em outros tempos o mais dinâmico da economia brasileira - perdeu vigor nos últimos anos, ficou estagnado nos três anos deste governo e perdeu espaço tanto no exterior quanto no mercado interno.

Os dados mais novos confirmam as dificuldades de recuperação do setor. A produção industrial diminuiu 0,2% de outubro para novembro, ficou 0,4% acima da observada um ano antes e cresceu 1,1% em 12 meses.
A pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI) proporciona uma perspectiva a mais para o exame do fraco desempenho do setor. O faturamento real, isto é, descontada a inflação, caiu 7,2% de outubro para novembro. As horas de trabalho diminuíram 5,3% e o emprego encolheu 0,4%, mas a massa de salários reais aumentou 5,9% e o rendimento médio real dos trabalhadores, 6,3%. A combinação dos dados pode parecer estranha, à primeira vista, mas a maior parte do mistério logo se dissipa.
Apesar do recuo em novembro, o faturamento real de janeiro a novembro foi 4% maior que o do período correspondente de 2012. A explicação deve ser dada principalmente por um aumento de preços bem superior à média observada nos demais setores. A segunda prévia do IGPM de janeiro, publicada sexta-feira, apontou uma alta de 8,09% para os produtos industriais no atacado.

No mesmo período, a alta geral dos preços por atacado ficou em 5,38%, e os preços dos produtos agropecuários diminuíram 1,32%. O mistério parece resolvido, embora os últimos dados do IGPM e da pesquisa mensal da CNI cubram períodos com diferença de um mês e meio.

Há um evidente descompasso entre a evolução do faturamento e a de outros indicadores de atividade. Enquanto a receita aumentou 4%, o número de horas de trabalho na produção ficou estagnado, com variação de apenas 0,1% quando se comparam os períodos janeiro-novembro de 2013 e 2012. Além disso, o uso da capacidade instalada, embora tenha aumentado 0,5% durante o ano, oscilou ao longo de 2013 e caiu 0,2% de outubro para novembro. Neste mês ficou em 82%, descontados os fatores sazonais. Um ano antes estava em 82,4%.
A massa real de salários entre janeiro e novembro foi 2% maior que a de um ano antes. O salário médio real, 1,2% superior ao de igual período de 2012. Os ganhos salariais continuaram, portanto, com a média inflada pelos grandes aumentos concentrados em alguns setores, como o da indústria de derivados de petróleo e biocombustíveis (19,9%) e de produtos químicos (23,2%).

Em 11 dos 21 segmentos cobertos pela pesquisa o salário médio real encolheu. Em outros 3 o aumento real foi inferior a 1%. Esse quadro é explicável em parte pela inflação e em parte pelo crescimento moderado do emprego. Em 8 dos 21 segmentos houve redução do pessoal empregado.
Os dados da CNI referem-se apenas à indústria de transformação. Na indústria geral, segundo o IBGE, entre janeiro e novembro o pessoal ocupado foi 1,1% menor que em igual período de um ano antes. É evidente o fracasso da política de estímulos à indústria e à recuperação econômica.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 29/7/2014

Banco Central anuncia medidas para aumentar oferta de crédito
O Banco Central anunciou medidas para aumentar a oferta de crédito e estimular a economia brasileira. Os R$ 45 bilhões vão sair dos chamados recolhimentos compulsórios.

Parte do dinheiro que os bancos movimentam tem que ficar parada no Banco Central. É uma exigência para aumentar a segurança, a estabilidade do sistema financeiro. Além disso, nos empréstimos as instituições financeiras também são obrigadas a guardar recursos para se proteger de eventuais calotes. As medidas anunciadas devem liberar um pouco desse dinheiro que hoje está retido.

Cem por cento do compulsório, o dinheiro que fica no Banco Central, são remunerados pela taxa Selic, atualmente 11% ao ano. A partir de agora, só metade desses recursos vai ser corrigida. A outra metade não será remunerada, um estímulo para o banco emprestar para financiamento de carros, por exemplo.

O Banco Central também ampliou o número de pequenos bancos que poderão transferir os créditos de seus clientes para outras instituições. Outra decisão facilita financiamentos para pequenas empresas no valor de até R$ 1,5 milhão.

Não é a primeira vez que o Banco Central adota essas medidas para aquecer a economia. E o momento agora, segundo o governo, permite repetir a dose porque o nível de endividamento das famílias não preocupa e mais pessoas estão pagando as contas em dia.

As medidas podem injetar R$ 45 bilhões na economia. Apesar de ser um estimulo ao crédito e ao consumo, o Banco Central não acredita em impacto na inflação e nem de super endividamento das famílias.

“O crédito é algo importante para a economia, alavanca a economia, portanto não vemos nenhum fator que pudesse levar a super endividamento, absolutamente. O volume que poderia, que poderá potencialmente ser alocado na economia não tem esse impacto”, afirma o chefe do departamento de Regulação do Banco Central, Sérgio Odilon dos Anjos.

Fonte : O Globo





 

Data: 29/7/2014

Toyota passa Renault, que cai para o sétimo lugar
Depois de perder a quinta posição no ranking para a Hyundai, em fevereiro, a Renault caminha para cair mais um posto na classificação por marcas no mercado brasileiro em julho.

O lançamento do Sandero novo ainda não foi o suficiente para uma recuperação das vendas, o carro vendeu apenas 3,9 mil unidades até a semana passada e estava na 20ª posição no ranking por modelo.

Faltando quatro dias de vendas para o encerramento do mês, a marca francesa ocupa a sétima posição no ranking, com 5,77% de participação, contra 6,48% da Toyota sexta colocada, e 8% da Hyundai, que parece ter assumido de vez a quinta posição.

O quinto lugar tem uma importância simbólica, representa a liderança entre as novas montadoras, que vinha sendo exercida pela Renault desde que se instalou no Brasil.

As vendas diárias estão baixas, menos de 12,5 mil unidades, mas como julho é um mês longo, com 23 dias úteis, não está descartada a possibilidade de fechar como o segundo melhor mês do ano.

Ranking por marca

De 1 a 25 de julho/2014

Pos. Marca Unidades Part.%
1º Fiat 47.623 21,27
2º GM 40.986 18,30
3º VW 38.716 17,29
4º Ford 20.069 8,96
5º Hyundai 17.913 8,00
6º Toyota 14.507 6,48
7º Renault 12.909 5,77
8º Honda 8.643 3,86
9º Nissan 4.506 2,01
10º Mitsubishi 3.768 1,68

Fonte : O Mundo em Movimento/Joel Leite





 

Data: 29/7/2014

Ford espera registrar queda menor do que a concorrência em 2014
A Ford espera minimizar a queda das vendas projetada para o setor neste ano através do lançamento do novo Ka. O modelo está inserido na categoria de compactos, que representam mais de 70% dos licenciamentos no País, e deve trazer ganho de mercado para a montadora.

"Obviamente, com este lançamento, esperamos ganhar market share. Com isso, nossas vendas não devem cair tanto quanto as da indústria", afirmou na última sexta-feira (25) o vice-presidente de assuntos corporativos da Ford para América do Sul, Rogélio Golfarb.

O executivo se mostrou muito preocupado com a questão dos estoques de veículos. Segundo Golfarb, o setor encerrou o primeiro semestre com 392 mil unidades em pátios de montadoras e concessionárias.

"O ritmo de vendas está abaixo do ano passado, mas neste ano temos um agravante, já que continuamos estocados ao mesmo tempo em que a produção está arrefecendo. Estoques têm um custo altíssimo para as empresas", destaca.

De janeiro até o final da semana passada, o mercado doméstico acumulou queda de 8,5% em relação ao mesmo período do ano passado. "A Copa contribuiu para acentuar o recuo que já observávamos até o final de maio", pondera Golfarb.

"Como o período dos jogos foi muito ruim, acreditamos que os números devem melhorar um pouco", acrescenta. No início deste mês, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revisou para baixo a projeção de vendas para o ano. Segundo a entidade, o setor deve fechar 2014 com queda de 5,8%.

"Nem só de redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) vive a indústria", destaca Golfarb. O executivo afirma que será necessário um esforço muito grande das marcas para reverter o quadro atual. "Estamos fazendo campanhas bastante agressivas, como taxa zero, para alavancar as vendas. Mas estas ações têm custos altos para nós", garante.

Novo Ka

A Ford apresentou mais uma tecnologia para promover o novo Ka, grande aposta da marca na briga por market share. A chamada assistência de emergência disca imediatamente ao Samu após uma colisão. "Resolvemos oferecer esse dispositivo não só nos modelos de maior valor agregado, mas também no novo Ka", diz Golfarb.

Fonte : DCI





 

Data: 29/7/2014

Linha Hyundai HB20 2015 chega em agosto
A Hyundai apresentou a nova linha 2015 da família HB20 – composta por HB20, HB20S e HB20X – que agora conta com novos equipamentos opcionais. Antes exclusiva da série limitada “Edição Copa do Mundo FIFA”, a cor metálica Azul Sky passa a fazer parte do catalogo de cores e está disponível para os três modelos.

A central multimídia “blueMediaTV” - antes também restrito à série – agora pode equipar o HB20 e o HB20S e se diferencia por oferecer TV digital e função câmera de ré opcional, além das funções de navegação, reprodução de áudio e vídeo e conexão Bluetooth. O equipamento tem preço sugerido de R$ 1.650, sendo que a câmera de ré é vendida separadamente.

Seja no hatch, no sedã ou no aventureiro, todas as versões Premium com transmissão automática podem receber opcionalmente o revestimento em couro dos bancos, portas e direção, que ainda conta com costura em cinza e acabamento perfurado. O preço sugerido para o equipamento é de R$ 1.545 para os três modelos.

Como mudança surge também um novo rádio chamado "blueAudio", que é uma evolução do rádio "BTH" oferecido anteriormente e traz novas funcionalidades, como acesso à agenda do telefone celular via Bluetooth e compatibilidade com iPod/iPhone. Há também mudanças exclusivas para o HB20X, que agora conta com grade dianteira na cor preta brilhante e tapetes de carpete bordados como itens de série.

A nova gama não sofreu mudanças mecânicas e segue movida pelos propulsores 1.0 de três cilindros e 1.6 16v, ambos flex, capazes de render 80 cv e 10,2 kgfm, e 128 cv e 16,5 kgfm respectivamente com etanol. A linha 2015 dos carros estará disponível nas concessionárias a partir do mês de agosto apenas.

Confira os preços da nova linha 2015 da família HB20:

HB20


Comfort 1.0: R$ 35.760
Comfort Plus 1.0: R$ 37.880
Comfort Style 1.0: R$ 41.440
Comfort Plus 1.6: R$ 43.940
Comfort Plus 1.6 AT: R$ 47.240
Comfort Style 1.6: R$ 46.690
Comfort Style 1.6 AT: R$ 49.990
Premium 1.6: R$ 49.590
Premium 1.6 AT: R$ 52.890

HB20S

Comfort Plus 1.0: R$ 41.565
Comfort Style 1.0: R$ 44.315
Comfort Plus 1.6: R$ 46.800
Comfort Plus 1.6 AT: R$ 50.100
Comfort Style 1.6: R$ 49.550
Comfort Style 1.6 AT: R$ 52.850
Premium 1.6: R$ 52.450
Premium 1.6 AT: R$ 55.750

HB20X

Style 1.6: R$ 50.510
Style 1.6 AT: R$ 53.810
Premium 1.6 AT: R$ 56.390

Fonte : iCarros





 

Data: 29/7/2014

Crise da água em São Paulo chega à lavagem de carros
A ameaça de falta dágua em São Paulo já obriga o paulistano a mudar alguns hábitos. O nível dos reservatórios dos dois maiores sistemas de captação do Estado, Cantareira e Alto Tietê, estão abaixo de 20% da capacidade somada de ambos, e a previsão é que a forte estiagem dure pelo menos até outubro.

O momento é de reduzir o consumo ao mínimo, evitando gastar água em atividades supérflua. Uma delas é lavar o carro. "Na lista de prioridades para o uso da água que ainda temos, certamente lavar o carro está nos últimos lugares", diz a especialista em recursos hídricos e diretora-executiva da associação Águas Claras do Rio Pinheiros, Stela Goldenstein.

A conta é simples: segundo a ONU (Organização das Nações Unidades), cada ser humano consome em média 110 litros de água por dia para, além de beber, suprir necessidades básicas como higiene pessoal e limpeza de roupas. Já a lavagem de um carro gasta em média, 300 litros.

O sindicato patronal do setor de lava-rápidos, denominado Sescove, não tem dados oficiais sobre o assunto. Segundo um funcionário, como existem "muitos estabelecimentos clandestinos, não dá para fazer pesquisas sobre isso, e temos apenas informações aleatórias".

Mas basta conversar diretamente com os profissionais do ramo para ouvir que a crise da água é bastante sentida por eles. Alguns relatam queda de 10% no movimento de clientes -- um índice preocupante, mas não alarmante -, enquanto outros chegaram a perder mais de metade da clientela.

É o caso de Marco Aurélio Gambin, dono do lava-rápido Belpark, em Perdizes, zona oeste da capital. "Administro aqui há dez anos e posso dizer que esta é uma das minhas piores crises. Está difícil até de pagar as contas", diz o empresário a UOL Carros. Gambin, que já chegou a fazer 1.400 lavagens por mês, em junho não consegui fazer nem sequer 600. "Se um cliente vinha uma vez por semana e passa a vir quinzenalmente, só aí é uma diferença de 50% para mim", relata.

No mesmo bairro, a designer gráfica Luciane Borges parou de lavar seu Chery S18 há três meses. "Parei assim que vi que a crise tinha ficado muito séria", conta. Antes, seu compacto - que é preto, cor que ressalta a sujeira -- "tomava banho" de 15 em 15 dias.

Do outro lado da cidade, no Conjunto Habitacional José Bonifácio (zona leste), o eletricista José Balbino dos Santos tem evitado até mesmo as rápidas duchas de posto, o que fazia semanalmente ao levar seu Nissan March para reabastecer. "Estou fazendo uma reforma em casa e junta muita poeira no carro, mas nem assim eu lavo. O racionamento já está mais forte por aqui, então está todo mundo se mobilizando", afirma Santos, contrariando o discurso do governo estadual, que garante não haver redução no abastecimento na capital.

O Conto do poço

Donos e gerentes de lava - rápidos procurados por UOL Carros usaram o mesmo argumento para que os clientes não parem de lavar seus carros em meio à crise: "Não usamos água da Sabesp, e sim de poço artesiano".

Mas isso ameniza o problema? Para Stela Goldenstein, não. "Sempre se considerou necessário poupar nossa água subterrânea para situações de crise. Estamos no meio de uma, mas o controle dessa água é muito deficiente. Há muito acesso clandestino, por edifícios, empresas e indústrias, que usam e desperdiçam sem qualquer cadastro ou controle", adverte.

O Sescove admite que não haja sequer estimativa de quantos lava - rápidos ilegais existem em São Paulo, mas assegura que os devidamente registrados seguem rigorosos padrões de controle do consumo. "A grande maioria possui sistemas de reaproveitamento da água, exigência formal para abertura da empresa e talvez um dos motivos para a clandestinidade desenfreada", diz José Donizete Pereira Casalinho, presidente do sindicato.

Pano úmido

Se você já está fugindo dos lava - rápidos, ou pensa em fazê-lo, mas tem medo de deixar seu veículo sujo demais e até comprometer algum componente dele, Gerson Burin, analista técnico do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) oferece algumas dicas de limpeza automotiva, que podem ser praticadas sem sair da garagem.

Lavagem a seco

Se não há tempo ou espaço para fazer a limpeza em casa, outra alternativa é a lavagem a seco, também conhecida como "ecológica". Funciona assim: o automóvel recebe camadas borrifadas de uma solução que mistura água, cera especial e outros componentes, espalhadas com uso de panos ou pincéis (nas regiões de acesso mais difícil). Marcos Mendes, diretor-comercial da AcquaZero, franquia que atua no segmento desde 2009, garante que qualquer automóvel pode ficar limpo usando entre 350 ml e um litro d água.

O serviço é um pouco mais caro que a lavagem convencional - parte de R$ 30 a R$ 35, enquanto o tradicional começa em R$ 20 -, mas, de acordo com Mendes, vem ganhando muitos adeptos: "A procura cresceu perto dos 20% em 2014", estima.

Joga contra a lavagem a seco a fama de que pode provocar danos à pintura do carro. Foi essa resistência que levou um investidor de Santana, zona norte de São Paulo, que não quis se identificar, a desistir do negócio após cinco meses. "Justamente por não utilizar água, o cliente desconfia e tem medo de que risque", argumenta o empresário, prestava o serviço a uma média de quatro clientes por dia. "Foi muito menos do que eu esperava", lamenta.

Segundo o diretor da AcquaZero, o perigo de avarias na pintura existe, mas é pequeno e só se o serviço for feito de forma errada. "A cera cria uma camada protetora e não gera atrito na hora de esfregar. Se o profissional for bem treinado e fizer a aplicação do jeito certo, não há como riscar", garante.

Fonte : UOL carros/Leonardo Felix