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Data: 23/1/2017

Produção de carros lidera recuperação
Baseados em indicadores antecedentes, economistas acreditam que a produção industrial pode ter crescido até 3% em dezembro, um sinal de que a economia brasileira pode estar, finalmente, começando a sair da longa fase de declínio que já dura quase três anos. A expansão está sendo puxada justamente por um dos setores que mais sofreram com a recessão: a indústria automobilística.

Segundo a Anfavea, entidade que representa as montadoras, a produção de automóveis, veículos leves, caminhões, ônibus e máquinas agrícolas avançou 40,6% em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2015. Com ajuste sazonal, a variação corresponde a uma alta de 14,5% ante novembro, de acordo com a MCM Consultores.

Fonte : Valor Econômico/Arícia Martins





 

Data: 23/1/2017

Janeiro prenuncia um ano mais favorável para setor de veículos
Entre as primeiras quinzenas de 2016 e 2017 houve estabilidade no mercado de veículos, de acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. As vendas de janeiro de 2016 foram de 155,3 mil unidades e “tudo indica que vamos terminar este mês um pouco melhor”, acrescentou.

Dada a importância do setor automobilístico para a indústria de transformação, a estimativa é um indício de que 2017 pode ser promissor.

Depois de um longo período de queda, em que a produção e as vendas recuaram para níveis próximos aos de meados da década passada, a Anfavea espera uma recuperação de 4% neste ano, o que elevará o número de licenciamentos de veículos de 2,05 milhões para 2,13 milhões.

Comparado aos tempos de euforia, o resultado parece pífio. Mas ao término de um triênio (2014/2016) em que as vendas caíram quase 1,5 milhão de unidades (41,4%), nenhum ganho deve ser ignorado.

Como o desemprego ainda é o principal empecilho à retomada, o aspecto enfatizado pelo dirigente da Anfavea é a queda do juro decidida nas últimas três reuniões do Copom e, em especial, a indicação de que novas quedas das taxas deverão ocorrer nos próximos meses. Ainda não há sinais de que os bancos estejam afrouxando o rigor nas concessões de financiamentos – e poucas instituições anunciaram juros menores –, mas, “à medida que a economia for virando, o humor vai virando, mais gente vai buscando financiamento e os bancos vão liberando o crédito”.

Entre os fatores que justificam otimismo está a mudança de regras de financiamento do BNDES, com ampliação do acesso ao crédito por micro, pequenas e médias empresas que faturam até R$ 300 milhões anuais. Anunciadas para os próximos três anos, beneficiarão ampla gama de empresas, inclusive de autopeças.

A ênfase na previsibilidade é crucial para empresários e investidores, disse Megale. E isso vale não só para um setor em crise, que opera com menos da metade da capacidade instalada, mas para toda a economia. O ciclo de queda parece terminar e especialistas já preveem uma retomada mais forte no segundo semestre.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 23/1/2017

Empresas apontam aumento de estoques no 4 º trimestre
O processo de ajuste de estoques que vinha dando alívio à indústria desde o fim de 2015 foi interrompido no último trimestre de 2016. Entre outubro e dezembro, a indicador da Sondagem da Indústria de Transformação, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre¬FGV), cresceu 0,8 ponto em relação ao observado no trimestre até setembro, chegando a 109,1 pontos. Quanto mais distante de 100, maior é o número de empresas que declaram ter estoques em excesso.

Entre as quatro categorias acompanhadas, a deterioração foi concentrada em bens de consumo. No caso dos duráveis, levando em consideração a média móvel trimestral ¬ medida que expurga em parte as oscilações de curto prazo ¬, houve estagnação no último trimestre. Em bens não duráveis, por sua vez, o nível de estoques chegou a piorar, na mesma comparação, em novembro e dezembro. Se confirmada como tendência, a interrupção do ciclo pode prolongar ainda mais o horizonte de retomada da produção da indústria.

A coordenadora da sondagem, Tabi Thuler Santos, ressalta que houve, ao mesmo tempo, uma discrepância maior entre a demanda atual e a prevista ¬ os empresários estão frustrados com o volume de pedidos, mas acreditam que situação deve melhorar futuramente. Esse é mais um dado negativo porque, caso eles estejam enganados e a demanda não decole, as fabricantes passarão a acumular ainda mais estoques. "É o pior resultado desde 2001 e 2002, quando a diferença entre esses indicadores atingiu o máximo da série".

A situação é especialmente preocupante no segmento de bens de consumo não duráveis. "A diferença entre a previsão de demanda e a demanda atual mostra uma tendência clara, com resultados negativos e persistentes, o que já parece afetar os estoques", afirma Tabi, fazendo referência à forte piora observada em dezembro, quando o índice de estoques saltou de 107,5 para 112.

Essa é uma categoria em que, via de regra, se consegue prever melhor a demanda. Boa parte do que é produzido, como alimentos, são menos elásticos à renda ¬ ou seja, ainda que o rendimento das famílias caia, eles recuam em menor intensidade, já que são itens mais básicos.

Entre os 19 segmentos acompanhados, 9 tiveram piora no nível de estoques nos últimos três meses de 2016. A maior deterioração se deu nos ramos de alimentos e limpeza e perfumaria ¬ esse último acumula, até novembro, cinco meses de quedas consecutivas na produção, no confronto com o mês anterior ¬ e têxtil e vestuário.

"Estoque excessivo é um erro de cálculo", diz Rafael Cagnin, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), referindo¬se à percepção muitas vezes otimista dos empresários em relação à demanda. Diante do mercado de trabalho ainda bastante debilitado, ele pondera, a capacidade de recuperação do mercado interno neste início de ano é bastante limitada. Assim, caso o desequilíbrio dos estoques se aprofunde, é possível que as fabricantes optem por frear mais uma vez a produção.

O setor automotivo foi um dos poucos que apresentaram melhora ¬ e expressiva ¬, ainda que seus estoques permaneçam bastante desajustados. Entre outubro e dezembro, o índice recuou 10,6 pontos, para 123,7, depois de chegar a 151,6 em dezembro de 2015. O desempenho, diz Cagnin, é reflexo do aumento das exportações nos últimos meses, especialmente para Argentina e México.
"Esse aumento ajuda a arrefecer a ociosidade, mas não resolve", afirma. O prolongamento da recessão, segundo Cagnin, provoca "perturbações" na cadeia produtiva ¬ como o desaparecimento de fornecedores, por exemplo ¬ que se manifestam no médio e longo prazo e atrapalham a retomada.

Para Rodolfo Margato, do Santander, o processo de ajuste de estoques perdeu fôlego porque a economia ainda não tem vetores claros de recuperação. "Antes o ritmo de ajuste era forte porque o gap (entre demanda e queda na produção) era considerável." Entre janeiro e novembro, a produção da indústria como um todo recuou 7,1%, na comparação com o mesmo período de 2015. Em bens de consumo duráveis, a contração foi quase o dobro, 15,4%, e na de bens de capital, a redução foi de 13,2%

Mesmo a retomada do setor automotivo, ele pondera, não deve manter o ritmo expressivo observado em novembro, acima de 200 mil unidades por mês. "Talvez algo um pouco abaixo disso. Só em 2018 o setor deve ter um crescimento mais robusto". Para ele, o dado mais positivo de estoques vem da categoria de bens intermediários, que está com os níveis praticamente ajustados.

Rodrigo Miyamoto, economista do Itaú, avalia que o ajuste cíclico de estoques deve se estender além do esperado, fazendo com que o crescimento da produção seja um pouco mais lento. "No entanto, haja vista o comportamento já observado no setor automotivo, ainda enxergamos o término do processo de redução de estoques nos meses à frente", diz em relatório.

Fonte : Valor Econômico/Camilla Veras Mota





 

Data: 23/1/2017

Indústria reage em dezembro e cresce 3%
Puxado por um dezembro já um pouco melhor, 2017 parece ter começado com ritmo menos desanimador para atividade econômica, que pode se estabilizar já neste primeiro trimestre. Os dados do mês do passado sugerem que o quarto trimestre de 2016 não foi de todo ruim para a atividade.

Com base em indicadores antecedentes da indústria já divulgados, economistas avaliam que a produção mostrou um repique no último mês do ano passado, com alta de cerca de 3%, depois da surpresa negativa com os dados de novembro.

A expansão, concentrada nas fábricas de veículos, tende a compensar o desempenho fraco esperado para o varejo em igual período e evita tombo mais forte, na casa de 1%, do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos três meses.

As notícias um pouco mais positivas para a economia no último bimestre do ano passado, depois de quatro meses seguidos de resultados aquém do esperado, ajudam também o início de 2017. Para analistas e empresários ouvidos, os dados relativamente melhores, ao lado do ciclo de afrouxamento monetário, dão fundamentos para que a confiança volte a crescer.

Segundo a Anfavea, entidade que reúne as montadoras, a produção total de veículos avançou 40,6% em dezembro, na comparação com igual mês do ano anterior. Com ajuste sazonal, a variação corresponde a uma alta de 14,5% ante novembro, nos cálculos da MCM Consultores.

O salto de dois dígitos na produção de veículos é o principal fator que deve ter impulsionado a produção total no mês, mas outros dados também tiveram alta. Medido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) em parceria com a Tendências Consultoria, o fluxo pedagiado de veículos nas estradas cresceu 4,8% na passagem mensal, dado dessazonalizado.

Termômetro para a emissão de embalagens, a expedição de papelão ondulado subiu 3,3% no período. Nesse caso, o cálculo conta com ajuste do Bradesco. Em relação a dezembro de 2015, no entanto, as vendas caíram 2,8%, segundo informações prévias da ABPO, que representa as empresas do setor. Para Sergio Ribas, diretor da entidade, o número do mês passado ainda não marca um ponto de inflexão da atividade, mas, ao menos, mostra que não houve piora adicional.

Ribas avalia que a expedição de papelão deve voltar ao campo positivo nos primeiros três meses de 2017, na comparação anual. O corte em ritmo mais rápido da taxa Selic, diz ele, pode dar uma injeção de ânimo em empresários e consumidores, o que contribui para um início de ano melhor para a atividade. Além disso, a base de comparação baixa do primeiro trimestre de 2016 deve ajudar as vendas nos primeiros três meses de 2017.

O primeiro trimestre de 2016 também foi o mais fraco para as vendas de aços planos, que tendem a crescer em igual intervalo deste ano, diz Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Depois da queda de 2,3% em novembro, ante igual mês de 2015, as vendas do setor devem ter subido ligeiramente em dezembro, prevê Loureiro.

Para o empresário, o setor ¬ que fornece insumo para a indústria automobilística, fabricantes de máquinas e equipamentos e para a construção civil ¬ "parou de piorar" no segundo semestre de 2016, em resposta ao ajuste e estoques na indústria, principalmente no setor automotivo.

Em sua avaliação, todas as medidas tomadas pelo governo para reaquecer a economia, com destaque para a redução dos juros, devem surtir efeito mais acentuado sobre a atividade somente no segundo semestre.

A perspectiva de flexibilização mais célere da política monetária, que deve chegar a corte de cinco pontos na Selic, assim como indícios de retomada mais firme da atividade no fim de 2016, reforçam a projeção de expansão perto de 1% do PIB na média de 2017, afirma relatório da LCA Consultores.

Com base nos indicadores antecedentes já conhecidos, Rodolfo Margato, do Santander, estima que a produção industrial avançou 3% de novembro para o último mês de 2016, feitos os ajustes sazonais. O comércio varejista, porém, deve ter mostrado comportamento "bastante negativo" no mês, diz, devolvendo parte da alta de 2% das vendas restritas (não incluem automóveis e material de construção) e de 0,6% das ampliadas em novembro, resultado que foi impulsionado pelos descontos das promoções do Black Friday.

"Apesar dos vetores em direção contrária, dezembro foi um mês favorável para a atividade econômica", diz Margato, para quem a expansão da produção em dezembro parece ter sido disseminada, ainda que mais influenciada pelo desempenho de veículos. A dúvida, pondera, é se a trajetória mais positiva vai continuar nos próximos meses. "Acreditamos num meio termo", comenta, o que significa uma recuperação bastante gradual da atividade geral em 2017.

Além da indústria, os serviços também contribuíram positivamente com a atividade no último mês do ano passado, acrescenta Leandro Padulla, da MCM. Em seus cálculos, o volume prestado de serviços aumentou 1,4% sobre novembro, puxado por segmentos mais ligados à indústria, como serviços prestados às empresas e de transportes.

Com os dados disponíveis até novembro, menciona Padulla, o "tracker" do PIB da consultoria indica retração de 0,7% do indicador entre o terceiro e o quarto trimestres de 2016. Já incluindo as projeções da consultoria para dezembro, o recuo diminui para 0,1%. "Não necessariamente será essa queda, mas, se vierem parte dos resultados positivos esperados, a retração deve ficar entre 0,3% e 0,4%", prevê. O PIB deve voltar ao campo positivo no primeiro trimestre de 2017, afirma o economista, ainda que com alta pequena, de 0,2%.

"Se antes as projeções estavam na casa de 1% para a queda do PIB no quarto trimestre, agora voltaram a ficar em torno de ¬0,5%", diz Margato, do Santander, o que relaciona aos índices antecedentes mais positivos de dezembro e à variação acima do esperado do comércio no mês anterior. Ele também prevê desempenho próximo à estabilidade do PIB na abertura deste ano.

Fonte : Valor Econômico/Arícia Martins





 

Data: 23/1/2017

Ford Focus SE 1.6 ou Fiesta Titanium Plus 1.0 EcoBoost AT?
Em mais uma edição do nosso Briga de Casa, você vai conferir a disputa de melhor compra entre os dois hatchbacks da Ford: o compacto Fiesta, na versão de topo Titanium Plus, equipada com o novo motor 1.0 EcoBoost, e o médio Focus, na versão de entrada com o motor 1.6 16V Sigma. Em termos de preços, a versão de topo do compacto custa R$ 73.700, enquanto o médio básico sai por R$ 76.200.

Compre um Focus se…

Espaço interno: como um carro médio, o Focus oferece mais espaço interno que o Fiesta. Não chega a surpreender, mas faz diferença em viagens longas ou com 3 adultos no banco traseiro, embora na comparação com outros médios ele não chegue a ser uma referência;

Prefere maior prazer ao dirigir: referência em termos de dirigibilidade, o Focus agrada mais ao volante tanto na cidade quanto na estrada. É um carro bem assentado, tem mais estabilidade, suspensão traseira independente e melhor isolamento acústico que o hatchback. Apesar disso, o Fiesta está longe de ser ruim, sendo um dos melhores em sua categoria;

Prefere melhor acabamento: Bastante evoluído em relação ao modelo da geração anterior, o acabamento do Focus é bem superior ao do Fiesta. Aliás, este é um dos principais pontos fracos do compacto.

Compre um Fiesta se…

Prefere menor consumo: menor e mais leve, o Fiesta tem consumo menor que o do Focus. Se nas versões com o mesmo motor do irmão maior ele já leva boa vantagem, nesta, com o moderno propulsor 1.0 turbo, então, nem se fala;

Prefere melhor desempenho: o Focus da atual geração ganhou um pouquinho de fôlego com o motor 1.6 de 135 cv (o anterior tinha 115 cv) e tem desempenho honesto considerando o porte, mas o Fiesta EcoBoost é praticamente um foguetinho de bolso;

Prefere um carro mais equipado: o Focus tem uma boa lista de equipamentos, que mesmo na versão de entrada traz monitoramento de pressão dos pneus, retrovisor fotocrômico, faróis e limpadores de pará-brisa automáticos. Por outro lado, o Fiesta vai além e dá o troco com câmbio automático, controle de cruzeiro, partida sem chave, 7 airbags, ar-condicionado digital, bancos em couro e sensor de estacionamento traseiro.

Conclusão:

Com uma diferença de preço menor do que R$ 3 mil, ambos estão relativamente bem posicionados em seus respectivos segmentos em termos de equipamentos e motorização. O Fiesta conquista pelo ótimo desempenho, baixo consumo e boa oferta de itens, mas cobra caro por isso. Já o Focus contra-ataca com a dirigibilidade exemplar e bom nível de conforto, além de acabamento condizente. Poderia ser um pouco mais econômico e custar menos, diante da motorização aspirada.

Fonte : Carplace/Julio Cesar





 

Data: 23/1/2017

Bugatti Chiron e Ferrari FXX K viram kit Lego
A Lego mostrou duas novidades do seu pacote Speed Champions, que são itens com temática automotiva, que farão parte da linha 2017, além do Ford GT e do Batmóvel.

Os esportivos Bugatti Chiron e a Ferrari FXX K agora fazem parte das opções de montar da marca. O kit do Chiron traz, além das peças para montar o carrinho, um jogo de rodas com desenho diferente para trocar quando enjoar.

Já a versão de pista da LaFerrari tem as rodas extras, mas oferece ainda os bonecos de uma equipe de engenharia, instalações de apoio com uma réplica do motor V12 e um torno CNC, além de um dinamômetro.

Na vida real, o Chiron é o substituto do Veyron, que ficou em produção por dez anos. Ele tem um motor W16 quadriturbo que entrega assombrosos 1.500 cv e pode chegar a 420 km/h limitado eletronicamente.

Preparada apenas para uso em pista, a Ferrari FXX K é a versão mais hardcore do híbrido LaFerrari que tem 963 cv. Com mais partes aerodinâmicas, o carro teve todo seu potencial liberado para chegar aos 1.050 cv, combinando o motor V12 a gasolina e o elétrico.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 23/1/2017

CEO do grupo Renault, Carlos Ghosn fala sobre Trump e outros assuntos
Após um grande escândalo sobre fraudes em medições de consumo no Japão, a Mitsubishi não resistiu. Teve 34% de suas ações compradas pela aliança Renault-Nissan (por US$ 2,3 bilhões), que se tornou acionista majoritária da marca japonesa. Este é um dos assuntos que Carlos Ghosn, CEO do grupo, tocou durante uma entrevista com jornalistas.

Ghosn disse que a compra irá colaborar para a economia e capacidade de desenvolvimento de tecnologias e plataformas, mas o desenho e características de cada marca será mantida, assim como já acontece com a Renault e Nissan. A resposta veio de Philippe Klein, homem de confiança de Ghosn, e responsável atualmente pela Nissan:

“Sim, a Mitsubishi continuará responsável por seus produtos. É uma empresa diferente. Exatamente o mesmo modelo de negócios que seguimos com a Nissan há 17 anos”.

Sobre Donald Trump, o CEO não parece ter “medo” do novo presidente americano:

“Ele quer empregos nos Estados Unidos – e isso não é problema para nós. Estamos fazendo carros nos EUA para o mercado local” – Carlos Ghosn

Segundo ele, antes de fabricar mais carros no México, o grupo precisa entender melhor a relação entre os países. Por enquanto, eles mantém o mercado americano abastecido com carros locais, com duas fábricas e capacidade de 1 milhão de carros por ano.

Fonte : Carplace/Leo Fortunatti





 

Data: 23/1/2017

Dodge Challenger tem equipamento de jato militar
Ter um Dodge Challenger deve ser incrível, ter um personalizado como se fosse um jato de caça da Força Aérea Norte-Americana, não na pintura, mas nos equipamentos, é para poucos. O carro está em leilão no site da Russo & Steele.

Batizado de Vapor, esse Challenger 2009 foi criado pela Galpin Auto Sports em parceria com a Força Aérea dos Estados Unidos como parte de uma iniciativa para trazer novos recrutas. Para isso, a empresa utilizou tecnologias que fazem parte do dia a dia militar.

Com pintura toda preta fosca, ao estilo do jato F-117 - que é invisível a radares -, ele tem ainda uma câmera no teto que gira em 360 graus e tem captação de calor, projetando as imagens no para-brisa.

O motor é o V8 5.7 Hemi com o capô Shaker, que traz uma entrada de ar central e que chacoalha, conforme a aceleração do v-oitão. A empresa diz que há uma função capaz de silenciar o escapamento para passar despercebido.

Por dentro há no câmbio uma peça que lembra os manetes de aceleração dos jatos, imitação de fibra de carbono no painel das portas e bancos, dois volantes - para "piloto" e "co-piloto" - e monitores.

O carro conta com um computador com 120 GB de armazenamento e processador Intel i5, um kit de carroceria que o deixou mais largo, portas ao estilo tesoura, como nos Lamborghini e rodas customizadas de 20 polegadas.

Esse computador é responsável por processar um painel de instrumentos virtual, um programa de diagnóstico automotivo, que mostra se há algo de errado com o carro e um sistema que permite ao proprietário guiá-lo remotamente de qualquer lugar do mundo.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 23/1/2017

Mais vendidos na Alemanha em 2016 – Golf chega ao 36º ano na liderança
No maior mercado da Europa, um crescimento significativo marcou 2016. Com 3.351.607 veículos novos comercializados, 4,5% a mais do que em 2015, a Alemanha atingiu o seu resultado mais consistente desde 2009 (3.807.175).

Por marcas, nenhuma alteração nas primeiras colocações. Com vendas em baixa de 4,3% – as outras duas do top 20 a registrarem resultados inferiores aos de 2015 foram a Hyundai (107.228), 9ª, e a Citroën (48.726), 18ª -, a Volkswagen (656.025) perdeu quase dois pontos percentuais de participação de mercado.

Destaques para a Mercedes-Benz (311.286), que avançou 8,5% e ampliou a vantagem em relação à Audi (289.617) na briga pela vice-liderança, e para a Renault (125.300), 8ª, campeã de crescimento no período (+13,9%).

Vendendo mais do que os três adversários mais próximos – isso mesmo com uma queda de quase 13% -, o VW Golf (235.935) chegou ao 36º ano consecutivo como o preferido dos alemães. O Mercedes W123, no longínquo 1980, foi o último modelo diferente a liderar a disputa. Antes disso, o Golf já vinha se mantendo à frente desde 1975, o que totaliza 41 anos como 1º, no total.

Mostrando o domínio da VW, o pódio foi completado pelo Passat (80.900) e pelo Polo (72.017), este último com uma pequena alta de 3,1%. O Mercedes-Benz Classe C (66.898), mesmo com uma leve retração (-1%), repetiu a quarta posição de 2015.

Graças ao lançamento de novas gerações, quatro modelos se destacaram. O Opel Astra (65.173) cresceu mais de 16% e voltou a um top 5 que não ocupava desde 2012. Em seu novo recorde de vendas no país, o VW Tiguan (63.979), também em nova geração, foi o sexto.

Décimo em 2015, o Audi A4 (61.597) cresceu mais de 17% e galgou três colocações. Já o Mercedes Classe E, com 37.945 unidades – mais do que o VW up! (36.592), por exemplo -, subiu quase 23% e se aproximou do top 20. O melhor BMW da lista foi o Série 2 (50.680), 12º, cujas vendas aumentaram mais de 18%.

Fonte : Carplace/Thiago Parísio





 

Data: 23/1/2017

Hennessey Venom GT, um dos mais rápidos e limitados carros do mundo, tem produção encerrada
O Hennessey Venom GT é um daqueles carros que terá um valor, tanto histórico quanto monetário, muito alto em poucos anos. Um dos motivos é sua tiragem: desde 2010, foram feitos 13 carros, sendo seis coupés, seis conversíveis e um protótipo.

O segundo motivo é que ele é um superesportivo projetado e nascido nos Estados Unidos, com cara e inspiração em um europeu, o Lotus Exige. O próximo é a sua potência, que começou na casa dos 1.000 cv e chega ao fim da produção com 1.451 cv no motor V8 7.0 biturbo. Com isso, aliado ao baixo peso, chegou a ser um dos raros casos em que a relação peso/potência chegou na casa do 1:1. Com isso, ele detém uma série de recordes de velocidade, com o maior registrado em fevereiro de 2014: 435,31 km/h com um coupé. O conversível marcou 427,4 km/h em março de 2016. Para completar, é o carro mais rápido com dois lugares do Guiness Book em aceleração de 0 a 300 km/h. Ele demora exatos 13,61 segundos.

O último da série é o Final Edition, com carroceria em azul e faixas brancas, que custa US$ 1,2 milhão. Se quer algo usado, mas com muita história, o Venom GT pertencente ao vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, estará em leilão da Barrett-Jackson no Arizona, com o dinheiro revertido para a caridade.

Seu sucessor deverá aparecer ainda em 2017, sem data definida. Segundo a marca, ele terá mais de 1.500 cv e pode acelerar de 0 a 100 km/h em dois segundos, sendo que o Venom GT faz isso em 2,7 segundos.

Fonte : Carplace/Leo Fortunatti