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Data: 27/4/2017

Trator autônomo deve ser vendido em 5 anos
O futuro dos veículos autônomos pode chegar primeiro ao Brasil pelo agronegócio. A Case IH, fabricante de máquinas agrícolas do grupo Fiat Chrysler (FCA) apresentou ontem, na fábrica de Sorocaba (SP), um trator que dispensa o motorista e pode ser controlado à distância por um tablet.

O vice-presidente da Case América Latina, Mirco Romagnoli, acredita que o veículo poderá estar à venda num prazo de cinco anos, dependendo das regulamentações que cada país terá para os veículos autônomos – e, no caso do Brasil, também da infraestrutura necessária, como amplo acesso à tecnologia 3G.

“Devido a importância do Brasil no mercado agrícola, o produto poderá chegar ao País quase ao mesmo tempo que em outros países”, diz Romagnoli.

Prever o preço do trator, diz ele, seria especulação. A empresa cita como exemplo o preço da tecnologia dos sensores – que terão grande peso no custo do veículo. Em 2004, um sensor custava US$ 100 mil e, em 2015, (dado disponível) custava cerca de US$ 10 mil. “A escala maior de produção é que reduz o custo de um produto”, afirma o diretor de marketing da Case, Christian Gonzalez.

Levando em conta essa tese e a dispensa da cabine – item de alto custo no trator convencional –, Romagnoli avalia que o preço não seria muito acima de um veículo atual de primeira linha, que já opera com elevada automação. “O cliente leva em conta se o custo do maquinário se paga em até três anos para determinar a compra.”

Testes

O trator autônomo, ainda um conceito, foi desenvolvido nos últimos quatro anos. Já foi usado em testes nos Estados Unidos no plantio de soja e milho em mais de mil hectares. Técnicos brasileiros subsidiaram o projeto para capacitá-lo, por exemplo, no cultivo da cana. Ao longo deste ano, outros dois tratores iniciarão testes nos EUA.

Ele foi desenvolvido na mesma plataforma do trator convencional Magnum 380, fabricado também em Curitiba (PR). O modelo vende cerca de 500 unidades por ano a preços que vão de R$ 650 mil a R$ 1 milhão. O protótipo recebeu o mesmo nome e é movido a diesel.

A Case não tem ainda dados de ganho de eficiência do autônomo em relação ao convencional pois, nos testes, o trabalho não foi contínuo já que foram necessárias diversas paradas para adaptações. Um ponto favorável citado por Gonzalez é que o trator autônomo pode operar 24 horas ininterruptas.

Após os EUA, onde foi apresentado em novembro, o Magnum foi exposto no mês passado na França e está no Brasil para ser mostrado na Agrishow, que começa segunda-feira. Depois seguirá para a Argentina e, na sequência, retorna aos EUA.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 27/4/2017

Setor automotivo apresenta pilares para a construção da indústria do futuro
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) em conjunto com os presidentes e líderes dos fabricantes de veículos no Brasil, esteve em Brasília na última terça-feira, 25, para reunião com o Presidente da República Michel Temer e os Ministros Henrique Meirelles, da Fazenda, e Marcos Pereira, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A entidade expôs a criticidade da conjuntura setorial, que registra índices elevados de ociosidade nas fábricas, e apresentou o plano “Agenda Automotiva Brasil”, uma visão sobre os pilares necessários para um desenvolvimento sustentável de longo prazo. O objetivo é preparar o setor automotivo brasileiro para competir no mercado global, considerando as rápidas transformações que a indústria enfrenta no mundo todo. Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, trabalhar com um horizonte até 2030 é fundamental para o planejamento das empresas.

“Estabelecer um programa com prazo superior a dez anos representa um grande avanço para a indústria e para o Brasil, pois dará previsibilidade ao planejamento e investimento das empresas. Com a formação dos grupos de trabalho, compostos por representantes de vários ministérios e com participação da iniciativa privada, temos a expectativa de que todos os pontos avancem rapidamente e as regulamentações estejam concluídas até o fim deste ano”, diz.

Os pilares da “Agenda Automotiva Brasil” envolvem a recuperação da base de fornecedores, localização de tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e engenharia, eficiência energética, que considerará as características do etanol como combustível limpo, segurança veicular, inspeção técnica veicular, resolução de entraves logísticos, relações trabalhistas e tributação.

Todos os pontos fazem parte das discussões do novo ciclo de política automotiva, que se iniciaram oficialmente na terça-feira da semana passada, 18, após apresentação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Para o desenvolvimento das ações, o Ministro Marcos Pereira anunciou a criação do Grupo de Alto Nível (GAN) 2030, que terá seis grupos de trabalho para abordar cada um dos temas.

Segundo Megale, “a mobilidade está se transformando muito rapidamente no mundo todo e os consumidores, cada vez mais exigentes, anseiam por novas tecnologias, evolução da segurança e redução das emissões. Com o fim do Inovar-Auto e as lições aprendidas com ele, temos uma oportunidade única de desenvolver um novo regime automotivo de longo prazo atento a estas transformações e que fortaleça toda a cadeia produtiva para competir no mercado global”.

De acordo com o MDIC, a previsão é de que até 30 de agosto todos os pontos do novo ciclo de política automotiva estejam concluídos. Os últimos meses do ano serão destinados às regulamentações necessárias para que tudo esteja em vigor a partir de 1º de janeiro de 2018.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 27/4/2017

Mercado de máquinas usadas ganha força na crise
Que a recessão golpeou praticamente todos os setores da economia do país nos últimos anos não é novidade. Mas a crise também gera oportunidades, e na área de máquinas agrícolas a forte queda das vendas de novos tratores e colheitadeiras revigorou os usados e conferiu aos negócios nesse mercado uma certa profissionalização, em detrimento de sua histórica informalidade.

"Com a crise, as torneiras de crédito se fecharam. Financiamentos que eram de até 100% do valor das máquinas passaram a girar em torno de 70%", lembra Marcelo Kozar, sócio da Via Máquinas, que presta serviços para concessionárias, entre os quais gerenciamento de estoques e vendas de equipamentos usados. A empresa, cuja sede é em Itajaí (SC), mantém convênio com a Assodeere, associação de distribuidores da John Deere, e conta no total com mais de 80 clientes, donos de 250 lojas.

Para a Via Máquinas, diz Kozar, o faturamento com as vendas de grandes máquinas agrícolas usadas saltou de cerca de R$ 5 milhões, em 2014, para R$ 16 milhões no ano passado. Em 2017, mesmo com a retomada das vendas de colheitadeiras e tratores novos no país, a expectativa é de crescimento de 31%. "Uma parcela considerável de produtores, para não ter de dar garantias adicionais, ainda está comprando equipamentos usados", afirma.

Se no passado os baixos investimentos dos produtores brasileiros em maquinário não estimulavam a formalização do mercado de equipamentos já rodados, mesmo a partir de meados da última década, quando os aportes cresceram embalados por crédito farto a juros subsidiados, os usados continuaram a ser um negócio entre conhecidos ou simplesmente passaram a ser abandonados sem uso nas propriedades.

Mas com o tombo das vendas de maquinário novo em 2014 e 2015, o cenário mudou. Para tentarem estancar a sangria, as concessionárias começaram a aceitar colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e tratores usados como entrada na compra de novos. E nesse ambiente os negócios passaram a ser melhor estruturados e a contar com as garantias de praxe, embora as transações entre produtores ainda prevaleçam.

Emílio Gotti Filho, gerente de seminovos e usados da concessionária Igarapé, ligada à Associação Brasileira dos Distribuidores New Holland (Abraforte), confirma que, apesar do aquecimento do mercado de máquinas novas, a área de colheitadeiras e tratores usados segue viva. E que no segundo semestre, passadas as principais feiras agropecuárias do país, os negócios nessa frente tendem a ganhar uma nova dinâmica.

Fontes do segmento observam que o fato de atualmente as taxas de juros do Moderfrota ¬ linha de crédito voltada à aquisição de tratores e colheitadeiras com recursos do BNDES e juros controlados ¬ serem mais elevadas também ajuda as vendas de usados.

Mas entre os interessados não está apenas o produtor com restrição de crédito que não consegue financiamento para adquirir um zero quilômetro. Há o agricultor mais conservador, que investe tanto em equipamentos novos quanto em usados, a depender de suas prioridades, e o rol também inclui a figura do corretor, que compra e reforma o maquinário e para revendê¬lo depois.

Para a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o fortalecimento do mercado de máquinas usadas é importante para a dinâmica de vendas como um todo. "Ajuda tanto na venda de máquinas novas que aceita a usada como entrada quanto na democratização do acesso à tecnologia", diz Ana Helena de Andrade, vice¬presidente da Anfavea.

Mas mensurar o tamanho desse mercado ainda é uma tarefa árdua, até porque a vida útil do maquinário agrícola varia por horas de uso, não por anos. "O que eu posso garantir é que as máquinas que foram vendidas nos últimos 15 anos ainda estão em operação", afirma Ana Helena. Nesses últimos 15 anos, foram vendidos 667 mil tratores de rodas e colheitadeiras de grãos no Brasil.

Segundo a executiva, a associação tem se aliado a outras entidades com o intuito de organizar e dar maior visibilidade ao mercado de máquinas usadas. Atualmente, estão sendo realizadas reuniões com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e com seguradoras para desenvolver parâmetros para cálculos de depreciação de usados. "Estamos tentando aprofundar o conhecimento desse mercado".

Fonte : Valor Econômico/Kauanna Navarro





 

Data: 27/4/2017

Faturamento da indústria de máquinas sobe 31,5% em março, diz Abimaq
Balanço divulgado nesta quarta-feira, 26, pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), entidade que representa a indústria nacional de máquinas e equipamentos, mostra que o faturamento do setor subiu 31,5% na passagem de fevereiro para março. Na comparação com igual período de 2016, houve queda de 3,4%.

As fábricas de bens de capital mecânicos fecharam mês passado com faturamento de R$ 6,43 bilhões, o que leva para R$ 15,59 bilhões o total faturado no primeiro trimestre, recuo de 7,4%.

O desempenho do mês reflete a queda de 12%, na comparação anual, do consumo de máquinas no País, num total de R$ 7,98 bilhões. Nos três primeiros meses do ano, as compras de bens de capital, um termômetro dos investimentos das empresas nas linhas de produção, registraram queda de 19%, totalizando R$ 21,19 bilhões.

Na comparação entre março deste ano e o mesmo período de 2016, as exportações do setor, de US$ 945 milhões, subiram 14,5%, enquanto as importações de máquinas no País ficaram praticamente estáveis (leve queda de 0,5%), chegando a US$ 1,26 bilhão.

O déficit comercial ficou, então, 28,4% menor do que o saldo negativo de um ano antes, somando US$ 318,1 milhões em março.

O balanço da Abimaq revela ainda que a utilização da capacidade instalada nas fábricas de máquinas brasileiras foi 0,7% maior que a registrada em fevereiro.

A ocupação no setor, no mesmo intervalo de tempo, subiu 0,2%. A indústria de máquinas terminou o mês passado empregando 292,7 mil pessoas.

Fonte : DCI/Agência





 

Data: 27/4/2017

Subaru Forester XT Turbo 2017 começa a ser vendido no Brasil
A Subaru iniciou neste mês, as vendas da linha 2017 do utilitário esportivo Forester XT Turbo. Importado com exclusividade pela CAOA para o Brasil, este modelo traz evoluções no design e a ampliação da lista de equipamentos de série, que conferiram ainda esportividade, requinte e conforto.

Entre as mudanças no desenho externo da linha 2017 do Forester XT Turbo, que tem preço sugerido de tabela de R$ 159.600,00, está a adoção de uma grade de entrada de ar remodelada, em formato colmeia e com um friso central cromado, que ostenta o tradicional logotipo da Subaru.

Ainda na parte frontal, os novos faróis contam com máscara negra, tecnologia bi-xénon e Steering Responsive Headlights – sistema direcional do facho de luz que acompanha o sentido do movimento realizado no volante durante as curvas, potencializando a iluminação e assegurando mais segurança.

Além disso, esse novo componente também possui luzes indicadoras de direção em plástico translúcido, conferindo modernidade ao conjunto óptico.

Nas laterais, os destaques são as novas rodas de 18 polegadas. Enquanto na traseira, o modelo conta com novas lanternas com assinatura em LED. A exemplo dos faróis dianteiros, essas peças são produzidas em material translúcido e integradas à carroceria.

O motorista tem à sua disposição uma nova central multimídia com tecnologia GPS integrada. Esse dispositivo possui tela de 7 polegadas sensível ao toque e traz um menu de fácil leitura e bastante intuitivo, que facilita o acesso a várias funções relacionadas ao GPS.

A nova central multimídia possibilita a execução de músicas de dispositivos externos como celulares e aparelhos de MP3 (via USB ou tecnologia Bluetooth). Além disso, o motorista visualiza no display as imagens da câmera de ré, acessa a lista de contatos, atende chamadas e tem acesso ao histórico de ligações.

O modelo conta ainda com um novo volante multifunções, desenvolvido para proporcionar uma empunhadura ainda mais firme e ergonômica. Ele também incorpora os botões de acionamento do sistema de áudio, do Controle de Velocidade de Cruzeiro e do sistema SI-Drive.

Com o objetivo de oferecer ainda mais requinte e comodidade, foi adicionado à ampla lista de equipamentos de série da gama 2017 do Subaru Forester XT Turbo: duas memórias dos ajustes do banco do motorista e novo acabamento “black piano” no console central do painel e no revestimento interno das portas.

O modelo Subaru Forester está disponível em duas versões de acabamento: a “Sport” está equipada com motor Boxer 2,0 litros aspirado, com 150 cv de potência, torque de 20,2 kgf.m e preço sugerido de R$ 131.900,00; enquanto a “XT Turbo” conta com propulsor Boxer 2,0 litros turbo, capaz de atingir a potência de 240 cv, torque de 35,7 kgf.m e valor de tabela de R$ 159.600,00. Essas configurações se caracterizam por privilegiar a performance, economia de combustível e baixa emissão de poluentes.

Além disso, ambas trabalham em conjunto com a última geração do câmbio automático Lineartronic, que proporciona troca suave de marchas, priorizando o conforto, sem abrir mão do desempenho.

O Forester está equipado com o sistema de tração integral Subaru Symmetrical All-Wheel Drive (SAWD). Essa tecnologia distribui a potência de maneira simples e direta para as quatro rodas, proporcionando um equilíbrio perfeito e natural, o que proporciona uma experiência única de controle.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 27/4/2017

Mercedes-Benz AMG GT R chega ao Brasil
A Mercedes-Benz comercializa, a partir de maio, o superesportivo Mercedes-AMG GT R nos concessionários de todo o Brasil. Com preço sugerido de R$1.199.900,00, as primeiras unidades começam a chegar a partir de agosto. O modelo é o mais potente da família do GT graças ao motor exclusivo V8 biturbo que gera 585 cv, oferecendo performance inigualável. Seu desenvolvimento é resultado de um trabalho colaborativo entre os engenheiros responsáveis pelos modelos de competição e os profissionais que produzem os veículos de passeio da marca.

Apresentado no País em fevereiro durante a 11ª edição do Mercedes-Benz Top Night, o Mercedes-AMG GT R acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,6s e vem equipado com controle de tração com 9 estágios, tecnologia cuja origem vem do carro de corrida GT3. A inovadora grade frontal Panamericana com elementos cromados posicionados na vertical em formato arredondado realça ainda mais o visual esportivo e marcante do modelo. A cor exclusiva “AMG green hell magno” remete ao lendário circuito de Nürburgring, onde o veículo passou a maior parte do tempo de seu desenvolvimento. Todas essas características reforçam seu DNA de pista, proporcionando uma experiência de condução única.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 27/4/2017

Seguradora adota Renault Twizy elétrico no atendimento a clientes
Você já chamou serviços gerais de sua companhia de seguros e viu que o prestador vai montado em uma moto ou a bordo de uma van? Pois bem. Agora a Porto Seguro passou a adotar veículos elétricos no atendimento de automóveis e residências.

Por meio do Projeto Frota Elétrica, a empresa vai atender com profissionais se locomovendo por meio de motos e bicicletas elétricas, transporte público e – a cereja do bolo – 16 unidades do elétrico Renault Twizy, adquiridos especificamente para o projeto.

Desde terça (25), eles já estão saindo às ruas para prestar atendimento. O Carpress dirigiu uma unidade na região dos Campos Elíseos (região central de São Paulo), onde fica a sede da Porto Seguro, e comprovou a praticidade e o quanto o modelo chama a atenção pelas ruas.

Prático, desenvolve boa velocidade – e a unidade testada tinha ainda autonomia de 44 quilômetros, o suficiente para prestar serviços em regiões de difícil acesso por conta do trânsito.

O modelo é da linha Z.E. (zero emissão) da marca francesa. Por enquanto eles atendem demandas simples, como carga e troca de bateria ou pneu, bem como atendimento a residências, como hidráulica, elétrica, instalações de acessórios e de eletrodomésticos.

Além do impacto reduzido ao meio ambiente, já que não emite gases de efeito estufa em seu deslocamento, o carro elétrico ocupa três vezes menos espaço do que um carro compacto. Assim sua utilização contribui para a melhora da mobilidade urbana. Além disso, segundo dados do fabricante, o veículo é 85% reciclável e 95% reutilizável.

“A Porto Seguro busca continuamente implementar ações que venham a contribuir com a redução do impacto ambiental de suas operações”, afirma Ronaldo Celestino, gerente de Marketing Institucional da Porto Seguro. “Estamos testando alternativas aos meios tradicionais de locomoção com o objetivo de prestar um atendimento mais ágil para os nossos clientes por meio de opções mais sustentáveis”.

O Twizy tem 100 quilômetros de autonomia e pode ser recarregado em tomadas comuns de 110 volts. Apesar de ainda não ser comercializado no país, sua venda e emplacamento já estão regularizados. Além disso, ele conta com todos os requisitos para garantir a segurança de seus motoristas e passageiros, como airbag, freio a disco e cinto de segurança duplo.

Fonte : Carpress/Luís Perez





 

Data: 27/4/2017

Volvo e Delphi testam carro e caminhão sem motorista no País
Outras experiências de veículos autônomos começam a aparecer no Brasil embora, de acordo com analistas do setor automotivo, essa tecnologia nos automóveis pode levar até uma década para chegar ao País de forma mais ampla.

A Volvo apresentará, em breve, os resultados de testes que estão sendo realizados com um caminhão semiautônomo em uma fazenda de cana no Paraná, onde fica a sede da montadora sueca no Brasil.

Nesse veículo, um operador é mantido na cabine, mas não interfere nos movimentos. A empresa apenas adianta que o caminhão percorre as ruas que separam o canavial sem passar por cima da plantação.

Na Suécia, a Volvo já tem um caminhão totalmente autônomo (sem motorista) operando em uma mina subterrânea de minérios como zinco e alumínio. Testes com o veículo também começaram a ser feitos em estradas do país.

Na Automec, salão de autopeças que ocorre em São Paulo, a Delphi mostra a réplica de um automóvel autônomo, chamado de Road Runner, com softwares e hardwares desenvolvidos pela empresa.

Em testes nos Estados Unidos, o veículo já rodou de São Francisco a Nova York em modo 99% autônomo, informa a empresa.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 27/4/2017

Pesquisa alerta que 10% dos motoristas dirigem com sono
Um levantamento feito pelo grupo Arteris revelou que 10% dos motoristas que rodam pelas rodovias administradas pelo Grupo dirigem com sono, aumentando o risco de acidentes no trânsito, e 8% admitem o uso de anfetaminas. A pesquisa foi realizada com quase 5 mil caminhoneiros entre agosto de 2015 e agosto de 2016.

Com o objetivo de reduzir o índice de colisões traseiras e conscientizar os motoristas sobre os riscos da sonolência ao volante, a Autopista Fernão Dias realiza nesta quarta-feira (26), uma ação educativa na rodovia Fernão Dias, em Pouso Alegre, Sul de Minas de Gerais. A campanha “Acorda Motorista” é promovida pela concessionária e contará com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com os dados do Centro de Controle de Operações, no ano passado, 315 acidentes acorreram porque o motorista dormiu ao volante. Além disso, as colisões traseiras representaram 19,5% do total de ocorrências de 2016. Já entre veículos pesados as colisões traseiras somaram 30,8%, aproximadamente.

Durante a campanha, os caminhoneiros serão abordados no posto da PRF localizado no km 871, da BR-381, entre 22 e 2h da manhã, período em que se observa maior sonolência ao volante e também maior índice de colisões traseiras envolvendo caminhões e carretas. Uma equipe da concessionária dará diversas orientações aos motoristas, como o tempo correto de descanso e a importância de evitar o uso de medicamentos e substâncias para combater a sonolência.

“Mesmo com a legislação de 2015 garantindo ao caminhoneiro jornada de trabalho diária de 8h, descanso por um período de 11h e uma parada de 30min a cada 6h horas de direção é possível perceber que esta regra ainda não é respeitada e muitos acabam dirigindo em condições de sonolência arriscando a própria vida e a de outras pessoas que estão no caminho”, relata Helvécio Tamm de Lima Filho, diretor superintendente da concessionária.

Além das orientações, a equipe de atendimento pré-hospitalar da Autopista Fernão Dias fará uma breve avaliação de saúde com a aferição da pressão arterial e do IMC (índice de massa corpórea), fatores de saúde que contribuem para o aumento do risco de acidentes. Também será realizada uma ação de inspeção veicular nos caminhões, com troca de lâmpadas queimadas de faróis e lanternas.

Campanha Acorda Motorista
26 de abril, das 22h às 02h
BR – 381 – Rodovia Fernão Dias, km 871, – Posto da PRF – Pouso Alegre/MG

Fonte : Hoje em Dia





 

Data: 27/4/2017

DAF apresenta novos modelos CF e XF na Europa
A DAF acaba de apresentar a nova geração dos caminhões CF e XF na Europa. Inovações no motor, novo câmbio e otimizações aerodinâmicas resultam numa redução de consumo de até 7% frente a versão anterior dos modelos. O uso de novos materiais reduziu o peso de tara dos caminhões, consequentemente aumentando a carga útil.

De acordo com a DAF, os modelos receberam atualizações nos motores MX-11 e MX-13, nova opção de câmbio automático TraXon, novo eixo traseiro, com a relação otimizada, novo software para o motor, otimizações aerodinâmicas, novo freio-motor, e redução de mais de 100 quilos de peso. Além disso há um novo sistema de SCR, que atende a norma Euro 6, e os intervalos de manutenção foram ampliados.

As mudanças nos motores aumentaram a potência e o torque em baixas rotações, e um sistema otimizado de injeção de combustível atua para melhorar a eficiência do consumo. O motor MX-13 agora conta com potência de até 530 cavalos e 2.600 Nm de torque a 1.000 rpm.

O design da cabine foi ajustado para melhorar a aerodinâmica, com uma nova grade frontal e novas guias de fluxo de ar para a lateral da cabine. Até o túnel do motor foi modificado para reduzir o arrasto.

Por dentro da cabine também há novidades. O caminhão recebeu novo acabamento, novo sistema de controle de temperatura, novo painel de instrumentos, e uma nova linha Exclusiva, mais luxuosa, com acabamento em couro nas portas, bancos e volante.

Fonte : Blog do Caminhoneiro