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Data: 28/8/2015

Brasil fecha acordo para exportar mais veículos ao Uruguai
Em busca da abertura de mercados para dar vazão à capacidade ociosa das montadoras, o Brasil poderá acelerar suas exportações de veículos ao Uruguai, conforme um novo acordo automotivo recém­fechado entre os dois países. Os detalhes do acordo foram antecipados ao Valor pelo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, e permitem à indústria brasileira mais do que dobrar seus embarques ao mercado vizinho até o fim deste ano.

O comércio de automóveis entre os dois parceiros do Mercosul é regido por um complexo sistema de cotas. Para cada dólar que o Brasil compra do Uruguai, em veículos e autopeças, tem o direito de vender uma certa quantidade de produtos no setor sem a incidência de imposto de importação.

Na prática, isso resultava em permissão para exportar 8.504 unidades (automóveis e comerciais leves) e US$ 99,6 milhões em autopeças, no período compreendido entre 1º de julho de 2015 e 31 de junho de 2016. Pelo novo acordo, que é provisório, as montadoras brasileiras poderão vender mais e em um prazo menor.

Até 31 de dezembro, conforme os termos que foram negociados, haverá isenção de alíquotas para as exportações de 10.056 veículos e para o mesmo valor de autopeças. Ou seja, as montadoras ficam livres para exportar mais ao Uruguai nos próximos meses, sem a preocupação de distribuir essa cota até meados de 2016.

"Estamos no meio de uma ofensiva", disse o ministro, mostrando­se otimista com a perspectiva de fechar um acordo com a Colômbia na próxima quinta­feira e de avançar na liberalização do comércio automotivo com o Peru.

Para ele, as exportações são uma saída para diminuir a ociosidade da indústria, que deverá produzir em torno de 2,5 milhões de veículos em 2015. A capacidade instalada está perto de quatro milhões de unidades. "Temos que buscar canais externos e, no plano regional, há boas oportunidades para explorar", completou.

Monteiro garantiu que essa ofensiva tem sido feita em articulação com a iniciativa privada e disse ter recebido "indicações" das montadoras sobre os efeitos positivos da desvalorização cambial. "A alta do dólar está dando uma condição para a indústria aumentar suas exportações".

O acordo com o Uruguai tem vigência imediata, mas é provisório. As regras definitivas vão ser discutidas entre o governo brasileiro e o país vizinho nos próximos três meses. Uma agenda detalhada de negociações já foi definida.

Duas videoconferências estão programadas entre as equipes técnicas e haverá uma reunião presencial em outubro.

A tentativa de dar contorno final a um acordo permanente foi marcada para o dia 11 de novembro.

De certa forma, a maior abertura do mercado uruguaio representa o início da colheita da ofensiva feita pelo Brasil em negociações automotivas nos últimos meses. O governo já havia prorrogado, no primeiro semestre, os acordos em vigência com a Argentina e com o México. A ministra de Indústria da Colômbia, Cecilia Álvarez­Correa, é esperada em Brasília na quinta­feira para fechar um acordo com o país.

A indústria brasileira deverá receber uma cota de 12 mil e 13 mil para exportar com tarifa zero. Hoje é preciso pagar 16% de alíquota. Isso já significa um desconto sobre a tarifa cheia, que é de 35%, mas o Brasil argumenta que tratados recentes de livre comércio assinados pela Colômbia ­ como o firmado com a União Europeia ­ minaram a preferência dada aos produtos "made in Brazil". Um ponto sensível nas negociações, no entanto, é que a General Motors e a Renault possuem fábricas instaladas no país.

Em outra frente de discussões, o governo brasileiro busca antecipar a liberalização do comércio com o Peru, incluindo a indústria automotiva. Nesse caso, a tentativa é acelerar o cronograma de redução das tarifas, já que elas chegam a zero somente em 2019 ­ o objetivo é que isso ocorra a partir de 2016. Os peruanos cobram 6% de alíquota para quem não tem preferências comerciais e 2,8% para o Brasil. As negociações envolvem outros setores, mas um dos prioritários é o automotivo.

Em fase ainda bastante preliminar, o governo tem sondado as montadoras sobre a ideia de ampliar o acordo entre o Mercosul e a União Aduaneira da África Austral (Sacu), que já contempla 1.064 produtos. Todos os países dos dois blocos, à exceção do Brasil, já ratificaram esse tratado. Por aqui, ele não entrou em vigência porque houve 205 erros de tradução. O Congresso Nacional aprovou um texto que não correspondia à versão original em inglês.

Estuda-se a possibilidade de expandi­lo para setores que não são cobertos pelo entendimento firmado em 2008.

Fonte : Valor Econômico/Daniel Rittner e Andrea Jubé





 

Data: 28/8/2015

AGCO mantém investimento no Brasil
A AGCO, fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, reuniu a imprensa nesta quarta-feira (26), em Brasília, para relatar as condições de mercado atuais e a importância do Brasil para a estratégia de crescimento global do grupo.

"Nossa visão para o mercado sul-americano permanece otimista com a expansão da demanda por grãos, o que sustentará a economia agrícola e o crescimento saudável da nossa indústria.” disse Martin Richenhagen, Chairman, presidente e CEO da AGCO. "A queda na demanda no Brasil é resultado de um mercado mais brando no setor de açúcar, fraqueza da economia como um todo e mudanças nos programas de financiamento do governo", explicou Robert Crain, Vice-Presidente Sênior e Gerente Geral da AGCO para as Américas.

"A AGCO ainda continua a ter um bom desempenho e continuará investindo para aumentar sua produtividade em nossas fábricas, além de oferecer soluções de alta tecnologia que ajudam os produtores rurais a melhorar sua eficiência e produtividade". O Brasil apresenta uma grande escassez de instalações de armazenagem de grãos e a AGCO espera que este segmento cresça nos próximos anos. O aumento da produção agrícola na região do Cerrado contribuirá para o crescimento geral.

A AGCO já vem expandindo as capacidades de seus negócios de armazenagem de grãos através da GSI (equipamentos para armazenagem e produção de proteína animal) para ajudar a atender esta demanda no futuro. As principais marcas da AGCO no Brasil, Massey Ferguson e Valtra, possuem forte participação de mercado no segmento de tratores agrícolas e uma participação crescente no segmento de colheitadeiras.

Os lançamentos de produtos da empresa para a América do Sul em 2015 incluem uma nova colhedora de cana de açúcar, pulverizadores, enfardadoras, tratores e colheitadeiras altamente tecnológicos. A colhedora de cana é um produto estratégico para o crescimento da AGCO, à medida que o negócio de cana de açúcar continuará sendo um fator-chave de crescimento para a indústria agrícola na América do Sul. Os produtores rurais precisam de um produto confiável e de alta performance, mas econômico para colher suas plantações de cana de açúcar que são altamente produtivas.

"Para fortalecer ainda mais a nossa posição de mercado, continuamos investindo em nossas plantas de produção no Brasil, nossa rede de distribuição e nossa infraestrutura de pós-venda em toda a América do Sul", afirma Bernhard Kiep, Vice-Presidente de Marketing, Pós-Venda, Gestão de Produtos e Desenvolvimento de Concessionários para a América do Sul.

"Por exemplo, atualmente estamos investindo cerca de R$ 35 milhões no primeiro laboratório de controle de emissões em uma fábrica de equipamentos agrícolas no Brasil." A AGCO também introduziu a Fuse Technologies no mercado sul-americano. A Fuse Technologies ajuda a minimizar o tempo de máquina parada enquanto melhora o negócio do produtor como um todo através da conectividade com a internet e serviços de diagnóstico. Neste sentido, a Fuse torna as propriedades rurais mais produtivas e rentáveis.

A AGCO fabrica equipamentos agrícolas em seis fábricas no Brasil e também uma na Argentina para o mercado sul-americano. As colheitadeiras são produzidas em Santa Rosa (RS), as colhedoras de cana são produzidas em Ribeirão Preto (SP) e os tratores são produzidos em fábricas localizadas em Mogi das Cruzes (SP) e Canoas (RS). Os implementos da AGCO são fabricados em Ibirubá (RS) e a fábrica da GSI fica localizada em Marau (RS). Os produtos são exportados para outros mercados da América do Sul e da América Central, mas também para mercados distantes da África (com foco na joint venture na Argélia).

Fonte : Portal CIMM





 

Data: 28/8/2015

Vendas de carros novos não param de cair em agosto
A crise na indústria automobilística não deu trégua neste mês, quando a queda no consumo de veículos no país se aprofundou um pouco mais. Números preliminares, coletados até quarta­feira, mostram que as vendas estão caindo 23,8% na comparação com agosto do ano passado.

O recuo no acumulado do ano, que estava em 21% até julho, chega agora a 21,3%, o que significa uma diferença para 2014 superior a 465 mil veículos, ou a perda de praticamente sete semanas inteiras de venda. A conta inclui a comercialização de carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.

Se considerado apenas o mercado de automóveis e comerciais leves, como picapes, os licenciamentos diários seguem pelo terceiro mês consecutivo estacionados abaixo da marca de 10 mil unidades. Na média, as concessionárias estão vendendo 9,3 mil carros a cada dia que abrem as portas, mantendo, assim, o ritmo do mês passado, o pior do ano até agora. Agosto, porém, caminha para fechar com resultados inferiores a julho por ser um mês mais curto para as revendas, com dois dias úteis a menos.

Se no mercado de leves os volumes não param de cair, o desempenho dos veículos comerciais pesados é ainda pior: em agosto, as vendas de caminhões estão 45% menores do que um ano atrás.

Na falta de reação do mercado, e sem a perspectiva de que essa recuperação venha até o fim do ano, a indústria está programando para o mês que vem uma nova rodada de paradas nas linhas de produção. Ontem, foi a vez de a Ford anunciar que vai dar, a partir de 14 de setembro, mais três semanas de férias coletivas aos operários da fábrica de Camaçari (BA), onde a produção de carros já tinha sido interrompida por três dias neste mês e em outros dez entre o fim de maio e início de junho.

A montadora também já tem um parada confirmada na próxima sexta­feira no parque industrial de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que produz o modelo Fiesta e caminhões. O sindicato dos metalúrgicos do ABC informa que a Ford, usando o banco de horas, planeja ainda paralisar a produção do Fiesta na penúltima semana de setembro e a de caminhões a partir do dia 18, com retorno apenas em 5 de outubro. Essas paradas, contudo, ainda não são confirmadas pela empresa.

Hoje, a General Motors (GM) dá folga e interrompe a produção em São Caetano do Sul, também no ABC, onde são montados os modelos Montana, Cruze, Cobalt e Spin.

Paradas de três semanas também estão programadas para o mês que vem na fábrica da GM em Gravataí, no Rio Grande do Sul, e na Mitsubishi, instalada no sul de Goiás. Em Sete Lagoas (MG), a Iveco vai suspender, a partir de 16 de setembro, a fabricação dos caminhões pesados, afastando desse setor aproximadamente 300 metalúrgicos por um prazo que pode chegar a cinco meses. A Volkswagen tem férias previstas em São José dos Pinhais, no Paraná, para adiar por 20 dias o retorno de 570 empregados que estão desde março ou abril com contratos de trabalho suspensos ("lay-off").

Já a Marcopolo, que produz carrocerias de ônibus em Caxias do Sul (RS), conseguiu a aprovação de seus funcionários para renovar por mais três meses ­ de setembro a novembro ­ o esquema de jornada de trabalho reduzida, no qual a empresa deixa de pagar metade das horas paradas. Pelo acordo, a Marcopolo poderá parar a produção por até seis dias a cada mês. Desde março, a empresa vem trabalhando com jornada reduzida, mas sem corte nos salários nos primeiros três meses.

Na segunda­feira, a Fiat deu férias de 20 dias a 3 mil funcionários de áreas de produção em Betim (MG). Na Chery, que começou a produzir em fevereiro na cidade de Jacareí, no interior paulista, os operários já estão há duas semanas em férias, com retorno apenas no dia 8 de setembro.

A produção da Mercedes­Benz em São Bernardo do Campo também continua parada, mas devido a uma greve contra demissões deflagrada na segunda­feira. Hoje, a companhia e o sindicato da região têm mais uma reunião, às 14h, para negociar alternativas ao corte de 1,5 mil operários, previsto para terça­feira.

Após seis horas de discussões, a reunião de ontem terminou sem avanços. O impasse entre as partes persiste. Em troca da manutenção dos empregos, a Mercedes cobra a redução dos salários em 10% por até um ano ­ com a adesão ao programa de proteção ao emprego ­, assim como outras medidas de contenção de custos, que incluem cortar pela metade o reajuste salarial programado para o ano que vem e o congelamento das promoções salariais.

Como essas condições já tinham sido recusadas pelos trabalhadores no início de julho, o sindicato se recusa a recolocar a proposta em votação.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna e Sérgio Ruck Bueno





 

Data: 28/8/2015

Ford Ka+ alcança 30 mil unidades produzidas em apenas nove meses
A Ford comemora nesta semana a produção de 30 mil unidades do sedã Ka+ na fábrica de Camaçari, na Bahia. Primeira derivação três volumes da história do compacto, o modelo alcança o feito histórico apenas nove meses depois de oficialmente chegar às lojas. No último mês de julho, por exemplo, alcançou 4.133 unidades emplacadas, sendo comercializado em cinco versões de acabamento (SE 1.0, SE Plus 1.0, SE 1.5, SE Plus 1.5 e SEL 1.5) com preços entre R$ 42.390 e R$ 51.190.

De série, o Ka+ traz itens como direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, airbag duplo, freios ABS com EBD e CBC. Na comparação com os concorrentes diretos (leia-se Chevrolet Prisma, Toyota Etios Sedan, Nissan Versa e Hyundai HB20S), o modelo inovou por trazer equipamentos inéditos para o segmento, como controles eletrônicos de estabilidade e tração (versão SEL), e o assistente de emergência, que liga automaticamente para o SAMU em caso de acidentes.

Sob o capô, é oferecido com os motores 1.0 12V flex de três cilindros com 85/82 cv e Sigma 1.5 16V flex de 110/105 cv. O câmbio é sempre manual de cinco marchas (a transmissão automática, presente na maioria dos rivais, é ausente no modelo).

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 28/8/2015

Continental Pneus e Mobil fecham parceria
A Continental Pneus acaba de firmar uma parceria com a Mobil, marca de lubrificantes premium no Brasil. Pelo acordo, os revendedores Continental passam a ter uma série de benefícios, como a instalação do sistema “Troca Inteligente”, promoções, treinamentos, padronização visual do Box para Troca de Óleo e materiais para o ponto de venda.

“Nossas revendas são muito procuradas pelos consumidores para serviços como a troca de óleo”, destaca Renato Sarzano, diretor-superintendente da Continental Pneus Mercosul. Ele lembra que, ao envolver toda a rede, o acordo permite também obter uma melhor condição comercial para os revendedores.

“As nossas pesquisas de mercado mostram que mais de 30% dos consumidores realizam a troca de óleo de seus veículos nos Centros Automotivos. É por esse motivo que a Mobil busca associar a sua marca às grandes empresas deste segmento, como a Continental, visando confirmar o seu pioneirismo e liderança neste importante canal de vendas de lubrificantes”, afirma Newton Perez, gerente de vendas automotivas da Mobil.

Troca Inteligente Mobil – um benefício para a revenda

O sistema de “Troca Inteligente Mobil” emprega minitanques e permite o abastecimento do lubrificante direto no cárter do veículo, uma tendência prática e sustentável cada vez mais adotada no país. Desta forma, é possível utilizar a exata quantidade de óleo, sem o desperdício que, geralmente, ocorre com o uso das embalagens tradicionais.

Todo o processo possui um rigoroso controle de qualidade, desde a saída do produto da fábrica até a sua utilização no veículo, O consumidor também consegue ver, através do visor transparente do sistema, o produto que efetivamente esta adquirindo.

Outra vantagem deste sistema é a praticidade – melhor controle do estoque e a otimização da área de armazenagem, além da eliminação do descarte das tradicionais embalagens plásticas, que sempre representam um risco ao meio ambiente.

Fonte : O Sul





 

Data: 28/8/2015

Reunião entre Mercedes-Benz e sindicato termina sem avanços
Após seis horas, a reunião entre o sindicato dos metalúrgicos do ABC e a Mercedes­Benz para negociar uma saída às demissões de 1,5 mil operários em São Bernardo do Campo (SP) terminou nesta quintafeira sem avanços, conforme informa a entidade que representa os trabalhadores.

Uma nova reunião foi marcada para esta sexta­feira, às 14h. A greve contra as demissões, que mantém a fábrica de caminhões e ônibus parada desde segunda­feira, continua por tempo indeterminado.

As negociações tinham sido interrompidas na semana passada, após um impasse entre as partes. Em troca da manutenção dos empregos, a Mercedes cobra a redução dos salários em 10% por até um ano, assim como outras medidas de contenção de custos, que incluem cortar pela metade o reajuste salarial programado para o ano que vem e o congelamento das promoções salariais. Como essas condições já tinham sido recusadas pelos trabalhadores no início de julho, o sindicato se recusa a recolocar a proposta em votação.

Em nota divulgada no início da tarde desta quinta­feira, a montadora voltou a cobrar “sacrifícios mútuos” em prol da preservação dos empregos.

O corte planejado pela Mercedes corresponde a cerca de 15% dos 10 mil funcionários empregados no local. A montadora já encaminhou telegramas aos operários comunicando a rescisão dos contratos na terça­feira.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 28/8/2015

DS Brasil promove encontro com clientes e faz exposição do DS6
No último sábado (22), a DS promoveu o primeiro encontro de clientes da marca. Cerca de 90 convidados se encontraram na Pinacoteca do Estado de São Paulo, onde após uma visita exclusiva ao acervo, formaram um comboio com os modelos DS 3, DS 4 e DS 5, seguindo pela Rodovia dos Bandeirantes até o Hotel Fazenda Dona Carolina, localizado em Itatiba, no interior de São Paulo.

“A DS vai além de uma marca mítica e de prestígio, ela representa um estilo de vida sob todos os valores franceses do luxo, que vão desde uma exposição de arte à sofisticação de conforto e acabamento dos carros. Com o agradável passeio, quisemos presentear nossos clientes imergindo-os no que chamamos de vivência DS”, destaca Laurent Barria, diretor de Marketing da DS Brasil.

Entre as diversas atividades ao longo do dia, os clientes puderam conferir a exposição estática do SUV Premium DS 6, modelo inspirado no conceito Wild Rubis. O DS 6, que havia sido exposto no Salão de São Paulo 2014 sem acesso ao público.

“Agora, nosso próximo desafio é surpreender ainda mais nossos clientes nos futuros encontros. O espírito da marca DS se baseia na audácia, na excelência e na vanguarda, e, sem dúvida, queremos nos tornar referência de design, conforto e tecnologia também no mercado brasileiro”, anima-se Laurent Barria.

Fonte : Carplace





 

Data: 28/8/2015

Lei quer liberar diesel para carros de passeio
Alternativa à gasolina, o diesel, que é bastante utilizado em carros de passeio na Europa, não está disponível para esse tipo de veículo no Brasil. Um projeto de lei, no entanto, pretende mudar esse panorama.

De autoria do senador Benedito de Lira (PP-AL), o projeto 84/2015 visa derrubar a portaria 23/1994 do Departamento Nacional de Combustíveis (DNC), que veta o uso do diesel em carros de passeio e o libera apenas para os de transporte coletivo, carga ou off-road com capacidade acima de 1.000 kg. No Brasil, esse combustível é subsidiado pelo governo.

No texto do projeto, o senador levanta as vantagens dos motores a diesel, já que os avanços dos últimos anos os tornaram mais econômicos, silenciosos e menos poluentes. Esses fatores estão em sintonia com leis de emissões mais restritivas a cada ano.

Outro ponto abordado é que a liberação do diesel para carros de passeio ajudaria a alavancar o desenvolvimento do biodiesel, criado a partir de óleos vegetais (como a mamona). Alternativa ao diesel, esse combustível pode reduzir a dependência do petróleo no País.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 28/8/2015

Custo do diesel tem variação de 0,47% no País em relação a junho
Segundo o IPTC (Índice de Preços Ticket Car), a média do custo do combustível por litro no Brasil subiu 0,47% em relação a junho (de R$ 2,78 para R$ 2,79).

Os custos por litro mais elevados do mês foram registrados na BR 153, nos trechos de Goiás (R$ 2,91), e de Minas Gerais (R$ 2,83). A BR 381 – Fernão Dias apresentou a maior alta do mês – 1,51% (de R$ 2,74 em junho para R$ 2,78 em julho).

A maior queda no custo do diesel em relação a maio foi apresentada na BR 262, com 0,55% (de R$ 2,90 para R$ 2,88). Na Rodovia dos Bandeirantes, o índice de preço do diesel permaneceu igual ao do mês anterior, marcando R$ 2,69.

Na BR 101, uma das rodovias de maior extensão no País, a variação foi de 0,84% em comparação com o mês de junho, com acréscimo considerável nos estados de São Paulo (R$ 2,84), Paraíba (R$ 2,90) e Bahia (R$ 2,77).

O Ticket Car consulta mais de 14 mil pontos credenciados à rede, em 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal.

Fonte : Portal Setcergs





 

Data: 28/8/2015

Empresa apresenta proposta para investimento em energia eólica no Piauí
O secretário de Governo, Merlong Solano, recebeu em seu gabinete o presidente da empresa alemã SwissEnergy AG, Stefan Simon, e a diretora da United Energies, Anja do Egito. Os empresários vieram apresentar ao secretário uma proposta de investimento em energia eólica no Piauí.

Segundo o Stefan Simon, o Piauí seria o primeiro estado a receber investimentos da empresa que tem fábricas na Europa. “Escolhemos o estado depois de uma pesquisa e verificamos seu grande potencial em produzir energia eólica. Estamos aqui hoje para apresentar nossa proposta ao Governo”, explicou Simon.

Ainda de acordo com os empresários, a região de Picos ou Piripiri seria escolhida para a instalação da fábrica de aerogeradores de energia eólica e demais componentes dos parques eólicos. “Faríamos a construção completa do gerador, torre, turbina e asas, o que facilita o controle de qualidade. Nossas turbinas são modernas, sem engrenagem, que torna a manutenção mais em conta”, esclareceu Anja do Egito.

Para o secretário de Governo, Merlong Solano, “é importante apoiar a instalação de uma fábrica de aerogeradores no Piauí. É parte da estratégia de incentivar o crescimento da economia, por meio da agregação de valor econômico às nossas potencialidades naturais. Além disso, a fábrica vai possibilitar a criação de emprego e renda na região”, defendeu o secretário.

O Piauí responde por 1,4% da energia eólica produzida no Brasil. Em 2017, o estado produzirá 10,4% da energia eólica do país, ficando atrás apenas da Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Rio Grande do Sul. As condições climáticas favoráveis têm atraído investidores nacionais e internacionais para novos empreendimentos. Com volume esperado de geração, é possível que o estado deixe de ser importador e torne-se exportador de energia.

Participaram ainda da reunião, o diretor-geral do Interpi, José Osmar, e a assessora especial do governador, Lucile Moura.

Fonte : Portal CCOM/Aline Medeiros