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Data: 27/3/2015

Crise passa longe do setor automotivo, diz ministro
Mesmo com quedas nos licenciamentos e produção superiores a 20% no primeiro bimestre de 2015, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, disse não considerar que o setor automotivo brasileiro está passando por uma crise.

Em entrevista à imprensa após reunião com presidentes de montadoras, ele avaliou que há apenas uma queda do nível de atividade e das vendas. "Crise (no setor automotivo) passa longe, porque temos mercado interno de grande dimensão. O Brasil é um dos cinco principais mercados do mundo. Portanto, com mercado dessa dimensão, não podemos falar de crise", afirmou. Monteiro disse que o governo vem acompanhando de perto as demissões no setor. De acordo com ele, "estamos cientes de que as empresas têm feito esforços para manter o quadro de funcionários".

Na avaliação do ministro, as montadoras têm feito programas "adequados", como concessão de férias coletivas, lay¬off (suspensão temporária dos contratos de trabalho) e programas de demissão voluntária (PDVs). "Espero que, na medida em que o ajuste macroeconômico se complete, tenho certeza que vamos ter retomada das vendas ainda este ano", previu.

Financiamento

Em meio à implantação de medidas de ajuste fiscal, Monteiro afirmou que o governo está avaliando aumentar o limite para o financiamento de caminhões com taxas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, o governo também está discutindo a possibilidade de lançar um novo programa de renovação da frota de pesados.

Atualmente, o limite para o financiamento com as taxas do PSI é de 50%, para grandes empresas, e de 70% do valor do bem, para empresas de porte menor. O cliente, entretanto, pode financiar até 90% do valor, complementando a taxa do PSI com taxas de mercado.

Monteiro não deu, contudo, nenhum número para quanto essa participação poderá ser elevada. De acordo com ele, o objetivo de aumentar o limite é oferecer condições para que as vendas de caminhões possam crescer.

Em relação ao programa de renovação da frota, o ministro afirmou que não sabe se será ainda para este ano. Ele defendeu que a renovação significa não apenas ativar as encomendas de caminhões, mas aumentar a eficiência e ganhos de produtividade no sistema de transporte brasileiro. Para Monteiro, tanto a renovação quanto o aumento do limite do PSI não afetam o ajuste fiscal em andamento.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, afirmou que a previsibilidade é muito importante para o planejamento do setor e que, por esse motivo, pediu ao ministro do MDIC que o BNDES mantenha as regras e condições do PSI no longo prazo.

"Mais importante do que aumentar a participação, é que as regras e condições divulgadas sejam mantidas no longo prazo", afirmou em entrevista à imprensa após reunião de dirigentes de montadoras com o ministro. Ele se referia à fala de Monteiro, que disse que o governo está avaliando aumentar o limite de financiamento do PSI, atualmente em 50%, para grandes empresas, e de 70% do valor do bem, para empresas de menor porte.

O presidente da Anfavea também avaliou que o programa de renovação da frota de caminhões é muito importante não só para incrementar as vendas, mas para diminuição do número de acidentes nas estradas. O executivo afirmou que, durante o encontro com o ministro, também foram discutidos alguns pontos do Plano Nacional de Exportações e algumas regulamentações que ainda faltam do programa Inovar Auto.

O Inovar Auto foi criado em 2012, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento tecnológico, inovação, segurança, proteção ao meio ambiente, eficiência energética equalidade dos veículos e das autopeças. Por meio deles, montadoras e fabricantes de peças podem se beneficiar com regime diferenciado de tributação, com a contrapartida de investimentos em inovação tecnológica. Os incentivos fiscais serão aplicados até 31 de dezembro de 2017.

Argentina

O governo está trabalhando para renovar o acordo comercial automotivo com a Argentina, que vence em 30 de junho.

Segundo o ministro do MDIC, "naturalmente" alguns ajustes necessários terão de ser feitos, mas o governo não vislumbra dificuldades maiores para a renovação. "As negociações caminham bem. Neste momento estamos construindo a posição brasileira", afirmou.

O acordo começou a valer em 1º de julho do ano passado e estabelece o sistema flex de comércio. Pelo tratado, as montadoras brasileiras poderão vender, com isenção de impostos, no máximo US$ 1,5 para cada US$ 1 importado de montadoras do país vizinho.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Igor Gadelha





 

Data: 27/3/2015

Rio de Janeiro terá 10% dos ônibus movidos a energia limpa
O Rio de Janeiro vai se comprometer a trocar entre 700 e 750 ônibus a diesel, cerca de 10% da frota municipal, por veículos movidos a tecnologia limpa, como os elétricos, até 2020. Esse será o compromisso ¬ antecipado ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, ¬ que a prefeitura da cidade assumirá hoje em Buenos Aires, anfitriã do Fórum Latino¬Americano de Prefeitos do C40.

Criado em 2005 por Ken Livingstone, ex¬prefeito de Londres, o Cities Climate Leadership Group (C40) é um grupo que reúne os prefeitos das maiores cidades do mundo ¬ atualmente são 75 integrantes ¬ para implementação de ações sustentáveis e de combate ao aquecimento global.

No encontro da entidade, cuja presidência é ocupada, desde 2013, pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), cidades da América Latina assinarão um compromisso para a redução de emissão de gases de efeito estufa, por meio de uma "declaração de ônibus limpos". O total da frota a ser trocada por todos os prefeitos será anunciado no encontro.

O objetivo é aproveitar o grande poder de decisão dos prefeitos no setor de transporte público municipal e sinalizar ao mercado que há interesse na compra, em grande escala, de veículos menos poluentes.

"Se os prefeitos sinalizam que têm uma preferência por tecnologia mais limpa, e que isso vai se transformar num critério para a concessão e a regulação do setor, há um impacto no mercado. Incentiva uma guerra, uma competição de fabricantes nesta direção, o que hoje não ocorre. A tecnologia já existe ¬ ônibus híbrido, elétrico e até de hidrogênio ¬ mas os fabricantes precisam de uma sinalização", diz Rodrigo Rosa, assessor especial de Paes e da presidência do C40.

Circulam pelo Rio cerca de 9 mil ônibus a diesel, frota que será reduzida para algo em torno de 7,5 mil a 8 mil veículos, por causa da reorganização de linhas e da implementação de transportes de alta capacidade, como os BRTs (Bus Rapid Transit) ¬ que também poderão ser alvo da renovação. O compromisso de trocar 10% dos veículos se baseia nessa futura frota, menor.

Esse será o primeiro encontro regional do C40, que surgiu como uma alternativa aos tradicionais impasses entre os Estados nacionais na resolução dos problemas climáticos. De acordo com Rosa, cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa ocorrem no meio urbano e as 75 cidades do C40 ¬ a maioria delas com pelo menos 5 milhões de habitantes cada ¬ formariam juntas a terceira maior economia do mundo e o segundo maior país em população.

Para aproveitar o potencial, em setembro do ano passado, durante a Cúpula do Clima em Nova York, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki¬moon, ao lado de Paes como presidente do C40, anunciou a criação do Pacto Global de Prefeitos (Compact of Mayors), maior iniciativa do mundo envolvendo cidades pela causa ambiental.

Hoje, 20 cidades da América Latina ¬ parte delas não integrantes do C40 ¬ serão as primeiras a assinar o pacto, que prevê uma série de compromissos, como divulgar ações em andamento e reportar os avanços no declínio da emissão de gases de efeito estufa. Entre os participantes do fórum, além de Paes, estarão o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, e o ex¬presidente do México e atual presidente da Comissão Global de Economia e Clima, Felipe Calderón.

Fonte : Valor Econômico/Cristian Klein





 

Data: 27/3/2015

Venda a chineses não afeta fábricas no Brasil, diz presidente global da Pirelli
A italiana Pirelli anunciou nesta semana que se tornará, em breve, uma companhia de controle chinês. A ChemChina fechou a compra de 26% da companhia na segunda¬feira e deverá ter pelo menos 50,1% do negócio a partir de julho. Além de dinheiro novo, os chineses trarão à Pirelli capacidade de produção suficiente para dobrar a produção de pneus para ônibus e caminhões da empresa. Isso levou a rumores de que a Pirelli poderia fechar fábricas ao redor do mundo, incluindo no Brasil. O presidente global da companhia, Marco Tronchetti Provera, negou, porém, qualquer plano de fechar unidades no País.

"Estamos no Brasil há mais de 80 anos e temos uma posição local muito forte. Nós garantimos que não vamos fechar fábricas", disse Provera em entrevista ao Estado, ontem. A questão do mercado brasileiro, frisou o executivo, não é a entrada ou não do sócio chinês na Pirelli, mas a própria crise do setor automotivo local, que sente uma forte queda nas vendas. "Há um problema no mercado brasileiro", frisou o executivo.

É por isso que, embora descarte o fechamento de fábricas por causa de uma reorganização global, a Pirelli deverá fazer cortes na operação brasileira para se ajustar à demanda mais fraca. De acordo com a Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas totais de veículos ¬ incluindo caminhões, ônibus e tratores ¬ caíram mais de 26% em relação ao mesmo período do ano passado.

Por isso, todas as montadoras estão fazendo ajustes, com demissões, férias coletivas e suspensões de contratos de trabalho. A Pirelli, que depende basicamente da demanda dessas fabricantes, já anunciou que deverá fazer o mesmo, embora ainda não tenha definido o tamanho do corte.

Prioridades

Segundo Provera, o produto chinês ¬ que ganhará o "upgrade" da tecnologia desenvolvida pela Pirelli ¬ não deverá disputar o mercado brasileiro, onde a empresa mantém quatro fábricas e produz quase toda a sua linha de produtos.

As fábricas de Feira de Santana (BA), Gravataí (RS), Campinas e Santo André (ambas em São Paulo) concentram hoje cerca de 12 mil funcionários. A América Latina é, ao lado da Europa, o principal mercado da Pirelli, concentrando 34% das vendas. O Brasil basicamente concentra quase a totalidade da produção para a região, embora a companhia mantenha fábricas de pequeno porte na Argentina e na Venezuela.

O sócio chinês trará à Pirelli uma fatia maior do mercado chinês e também pode ser uma porta de entrada no mercado americano, onde a Pirelli não tem presença relevante.

Ao se associar à ChemChina, explicou o executivo, a empresa dobra sua presença global no segmento industrial, que concentra pneus para caminhões, ônibus e tratores. "Eles têm porte na China, mas os produtos são de baixo valor. Agora, eles ganham acesso à nossa tecnologia", explicou Provera.

Reorganização societária. A fatia de 26,2% relativa ao acordo fechado esta semana pertencia à Camfin, uma holding que tinha como sócio principal o próprio presidente global da Pirelli. A ChemChina pagou 15 por ação da Pirelli, em um negócio que avaliou a italiana em 7,1 bilhões. O grupo de Provera deverá participar, ao lado da ChemChina, da operação de fechamento de capital da companhia, previsto para julho. Dependendo da receptividade do mercado para a operação, a fatia chinesa na Pirelli deverá variar de 50,1% a 65%.

Executivo vende Pirelli, mas mantém poder

Ao negociar o contrato de venda da Pirelli para os chineses, o executivo Marco Tronchetti Provera, de 67 anos, conseguiu atrair o capital chinês sem abrir mão de continuar a dar as cartas na companhia. Pelos termos do contrato negociado com a gigante ChemChina, Provera negociou o direito de permanecer no poder por até cinco anos e ainda nomear seu sucessor. "Tenho também o contrato de exclusividade para reabrir o capital da empresa dentro de até quatro anos", disse o executivo ao Estado.

O acordo prevê que os sócios chineses possam nomear membros no conselho. Na prática, no entanto, terão poder limitado, pois Provera acumulará os cargos de presidente executivo e presidente do conselho. "Só eu poderei apresentar propostas ao conselho. E os outros membros só terão o direito de recusá¬las caso elas sejam contrárias ao interesse da Pirelli".

A busca da Pirelli por novos sócios não é nova. Há um ano, Provera vendeu metade da holding Cemfin à petroleira russa Rosneft, mas se viu em um imbróglio diplomático quando os Estados Unidos impuseram barreiras econômicas à Rússia. Com a venda da totalidade da Cemfin aos chineses, destacou a revista Fortune, a empresa não se livra apenas deste problema, mas também garante a capitalização da companhia sem abrir mão do poder.

"O acordo reflete os desafios enfrentados por grandes companhias italianas comandadas por dinastias familiares: os comandantes querem que as companhias sejam competitivas em escala global e, ao mesmo tempo em que mantêm o controle patriarcal", apontou a Fortune. Provera entrou para a família Pirelli há cerca de 30 anos, por meio de um casamento.

Para a Pirelli, a associação trará um salto global no segmento de pneus para caminhões e ônibus. Nos cálculos de Provera, a empresa passará da 15ª para o 4ª ou 5ª posição no segmento.

Preço

O valor de 15 por ação representa um ganho de 30% em relação à média recente do valor pago pela Rosneft há um ano. Nas últimas semanas, já sob o efeito dos rumores de acordo, o papel da Pirelli subiu bastante ¬ ontem, fechou a 15,50, o que pode encarecer o fechamento de capital da companhia, prevista para julho.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Fernando Scheller





 

Data: 27/3/2015

Ford congela salários e abre PDV no ABC
A exemplo do que fizeram concorrentes, a Ford fechou acordo trabalhista na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que congela salários e abre um programa de demissões voluntárias (PDV) para reduzir o excesso de mão de obra nas linhas de produção.

A proposta foi aprovada ontem pelos trabalhadores da empresa nos moldes dos acordos celebrados por Volkswagen e Mercedes-Benz, também no ABC, e pela MAN, no sul do Rio de Janeiro, nos quais reajustes salariais são substituídos por abonos. A mesma condição foi colocada para os operários da fábrica de motores da Ford em Taubaté (SP), que votam hoje a proposta.

O objetivo das montadoras é cortar custos trabalhistas num momento de recessão no mercado doméstico e forte queda nas exportações, situação que tem provocado alta ociosidade nas linhas de montagem. Em São Bernardo, onde produz carros e caminhões, a Ford tem, há mais de um mês, cerca de 420 empregados afastados da produção.

Neste ano, em vez de aumento salarial, os operários da montadora vão receber abono, não incorporado aos salários, de R$ 8 mil. Já em 2016, a empresa volta a reajustar os salários, mas não acima da inflação, como se acostumou a categoria nos anos de bonança. Como compensação, a Ford pagará no ano que vem abono de R$ 1,7 mil ¬ equivalente ao valor de um aumento real (ou seja, superior à inflação) de 2%, porém também não incorporado aos salários.

O acordo, por outro lado, mantém benefícios como o pagamento de lucros e resultados até 2017. No período de vigência do novo pacto trabalhista ¬ que vai até abril de 2017 ¬, a Ford também assumiu o compromisso de preservar empregos na fábrica de São Bernardo. Isso, porém, não a impede de recorrer a ferramentas de flexibilidade para adequar o efetivo, como a suspensão temporária de contratos de trabalho, o "lay-off", e programas de demissões voluntárias.

Segundo o presidente do sindicato dos metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, o acordo permitirá aos trabalhadores atravessar um período de instabilidade com garantias de emprego. "A aprovação tira de cena qualquer ameaça de insegurança em relação ao emprego", diz o sindicalista, em nota encaminhada à imprensa.

No PDV acertado ontem com os trabalhadores, a Ford oferece a quem se desligar da empresa indenização equivalente a 83% do salário por ano trabalhado. Para trabalhadores com restrições médicas, o incentivo é de 140% do salário por ano trabalhado. O programa de demissões será aberto na segunda¬feira e vai durar um mês.

Conforme o sindicato, uma mesa de negociação será constituída para a discussão com a montadora de novos investimentos na fábrica, assim como o fim de algumas atividades terceirizadas. "Queremos trazer de volta a produção do segmento de picapes e novas versões do New Fiesta", diz Marques, que também trabalha na Ford.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 27/3/2015

PF investiga quadrilha suspeita de fraude de R$ 19 bi na Receita Federal
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta¬feira a Operação Zelotes para desarticular um esquema de corrupção que pode ter anulado R$ 19 bilhões em multas aplicadas pela Receita Federal. Empresas pagariam propina para que integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) ¬ órgão do Ministério da Fazenda que julga recursos de contribuintes com débitos bilionários ¬ cancelassem ou reduzissem o valor das punições. O valor sob investigação é superior ao apurado até agora na Operação Lava Jato, com foco na Petrobrás.

Conforme as investigações, 70 empresas dos setores industrial, automobilístico, siderúrgico e agrícola, além de grandes bancos, subornaram conselheiros. Os investigadores já conseguiram identificar corrupção envolvendo nove processos no valor de R$ 6 bilhões.

Com a análise das demais 61 causas, o valor subiria para R$ 19 bilhões.

O Estado apurou que uma estatal com multas bilionárias no tribunal também está no alvo da Polícia Federal.

“Esta é uma das maiores operações da PF pelo tamanho. São recursos que deveriam entrar nos cofres da União e não entraram. Então, é desvio de recursos públicos”, resumiu o diretor de combate ao crime organizado da PF, Oslaim Santana.

Processos anulados. A Receita Federal, o Ministério Público Federal e a Corregedoria do Ministério da Fazenda também atuam nas investigações.

Em entrevista nesta quinta¬feira, em Brasília, a Fazenda anunciou que os processos aprovados mediante corrupção serão anulados e reabertos para nova análise, que seguirá um rito diferente do atual. O novo processo ainda não foi divulgado.

Os conselheiros e servidores do Carf envolvidos serão alvos de processo administrativo. Além disso, sindicâncias patrimoniais serão instauradas para apurar enriquecimento ilícito.

Conforme as investigações, empresários eram procurados por ex¬conselheiros do Carf e consultores que ofereciam o esquema de corrupção. A propina variava entre 1% e 10% do débito. Era paga a conselheiros do órgão para aprovar no plenário pareceres favoráveis às empresas, pedir vista ou mesmo fazer exames de admissibilidade dos processos. Em apenas um dos casos, uma multa de R$ 150 milhões desapareceu. Os nomes das empresas não foram divulgados, porque a Justiça decretou sigilo nas investigações.

A propina era paga por escritórios de advocacia pequenos e sem tradição na área tributária, contratados pelas empresas. Eram firmados contratos de honorários falsos para justificar os repasses. Conforme investigadores, há contratos de até R$ 60 milhões. Na operação, foi pedida a prisão de alguns integrantes do esquema, o que foi negado pela Justiça. Conforme as investigações, o esquema de corrupção ocorreu no Carf, e não na Receita Federal.

PP. Segundo os investigadores, processos relatados pelos atuais conselheiros do Carf Maurício Albuquerque e Paulo Roberto Cortez estão sob investigação. Albuquerque é pai do líder do PP na Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PE). Os ex¬conselheiros Leonardo Siade Manzan e Edson Pereira Rodrigues também são alvos da operação por ações antes e depois da permanência no órgão de recursos.

Albuquerque disse que “não está sendo investigado”. Os demais não foram localizados pelo Estado.

A operação apura também o envolvimento de assessores do ex¬presidente do Conselho e atual conselheiro Otacílio Dantas Cartaxo, que foi secretário da Receita Federal. Os investigadores apuram ainda se os assessores atuavam sozinhos ou com o consentimento de Cartaxo.

O Estado não conseguiu localizá¬lo nesta quinta¬feira.

Entenda

O Carf julga processos na esfera administrativa, em que contribuintes questionam a cobrança de tributos. É um colegiado formado por funcionários do Ministério da Fazenda e por representantes da sociedade. Ele é composto por três seções de julgamento, cada uma especializada em um grupo de tributos. Assim, por exemplo, a primeira seção julga casos relacionados ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Na segunda, vão os questionamentos sobre o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e contribuições previdenciárias. Na terceira, estão os processos referentes ao PIS/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto de Importação (II) e Imposto de Exportação (IE).

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 27/3/2015

Fiat Uno recebe versão para celebrar 450 anos do Rio de Janeiro
Em comemoração aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, a Fiat lançou uma versão especial para o Uno. Batizada de Rio 450, a série é baseada na configuração Way 1.0, e recebe detalhes especiais. Na parte externa, o veículo ganha adesivos com o símbolo da comemoração, na tampa traseira e nas laterais. Rodas de liga leve e cor dos anéis da grade dianteira na cor do retrovisor ampliam a lista de novos detalhes. Internamente, os bancos dianteiros receberam bordado especial. O novo Uno Rio 450 será sempre equipado com o motor 1.0 capaz de gerar até 75 cv de potência com transmissão sempre manual de cinco marchas. O veículo será comercializado em todo Brasil e tem preço sugerido em R$ 37.890.

Fonte : MotorDream





 

Data: 27/3/2015

Peugeot 3008 2016 ganha novos itens de série
O Peugeot 3008 ano modelo 15/16 passa a vir com seis novos itens de série, mas ficou mais caro, custando R$ 113.990, o que representa um aumento de R$ 7.400 em relação ao seu antecessor.

O crossover da marca francesa, vendido por aqui em versão única, agora conta com bancos em couro integral com aquecimento, retrovisores rebatíveis eletronicamente, retrovisor interno eletrocrômico, cortinas laterais nas portas traseiras, tapetes revestido de carpete e central multimídia com câmera de ré.

Seu design, porém, continua o mesmo, visto que o carro francês teve uma reestilização em 2014, passando a apresentar grade dianteira redesenhada, novos para-choques e detalhes cromados pela carroceria. Os faróis continuam cercados por uma área cromada e luzes diurnas em LED.

O modelo conta ainda com Hill Assist (Assistência ao Arranque em Rampa), Climatização Inteligente, Freio Elétrico de Estacionamento, Head Up Display e rodas diamantadas de 17 polegadas.

Equipado com motor 1.6 16V THP e transmissão automática de seis velocidades, o crossover é alimentado por um sistema de injeção direta de gasolina, com comando de admissão variável e balancins roletados desenvolve, e entrega 165 cv de potência a 6.000 rpm e torque máximo de 24,5 kgfm a 1.400 rpm.

O Peugeot 3008 é comercializado no Brasil na versão única de acabamento, denominada Griffe THP. Além dos itens já citados, o modelo oferece como equipamentos de série a direção eletro-hidráulica com volante regulável em altura e profundidade, modularidade de bancos, vidros elétricos “one touch” com sistema anti-esmagamento em todas as portas, ajuste dos retrovisores elétricos, piloto automático com regulador e limitador de velocidade.

Fonte : Carplace/Alexandre Ciszewski





 

Data: 27/3/2015

Lojas serão obrigadas a informar histórico do carro na hora da venda
A presidente Dilma Rousseff sancionou, no Diário Oficial da União de ontem, quinta-feira (26), nova lei que obriga vendedores de carros e motocicletas, novos ou usados, a informar todos os valores de impostos incididos sobre os veículos por eles comercializados.

Não fica por aí. A Lei 13.110/15 também estabelece que, no momento da assinatura do contrato de compra e venda, os lojistas esclareçam toda a situação de regularidade do automóvel, em relação a furtos, multas e taxas anuais, débitos de impostos, alienação fiduciária (quando um bem fica bloqueado por credores, como garantia de pagamento de dívidas) ou "quaisquer outros registros que limitem ou impeçam a sua circulação".

A norma passa a valer em 60 dias.

Em caso de descumprimento, os empresários serão responsabilizados pelos pagamentos de todos os tributos, multas e taxas incidentes até a data da compra. Caso o veículo em questão tenha sido alvo de furto ou roubo, o comprador terá direito a restituição do seu valor integral.

Fonte : UOL Carros





 

Data: 27/3/2015

Mercedes-Benz GLE chega ao Brasil no segundo semestre
A Mercedes-Benz revela oficialmente o GLE 2016, que será vendido no Brasil em meados do segundo semestre, conforme apurou a reportagem de Car and Driver. Programado para ser apresentado no Salão de Nova York (EUA), no mês que vem, o GLE é a versão reestilizada do Classe M, que mudou de nome. Como resultado, o design é familiar, mas apresenta nova dianteira com grade do radiador e faróis redesenhados. A traseira também foi cautelosamente atualizada, e vem com LED nas lanternas e escapamentos esportivos.

As versões AMG são mais agressivas e contam com detalhes exclusivos, como para-choque dianteiro, grade e rodas de aro 20 com acabamento cinza titânio. O crossover de alto-desempenho também traz difusor traseiro e dois pares de escapamentos.

O interior não traz mudanças expressivas, mas o novo volante multifuncional e sistema multimídia se destacam. Novas tonalidades de revestimento também foram adicionadas, incluindo bege, marrom expresso, marrom suave e porcelana. O acabamento do painel central inclui opções de alumínio, fibra de carbono, preto brilhante, carvalho, eucalipto e nogueira.

Serão várias as opções de motor: 3.0 V6 de 333 cv e 48,9 mkgf; 4.7 V8 de 435 cv e 71,3 mkgf; 2.1 turbodiesel de 203 cv e 48,9 mkgf e 3.0 V6 turbodiesel de 258 cv e 63,2 mkgf. Clientes que buscam por melhor desempenho podem optar pelo biturbo 5.5 V8 da GLE 63 AMG, que desenvolve 557 cv e 71,3 mkgf. Nessa configuração, o GLE vai de 0 a 100 km/h em 4.3 s antes de atingir a velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. O GLE 63 AMG S é ainda mais extremo, produzindo 584 cv e 77,4 mkgf. Graças ao torque extra,o carro vai de 0 a 100 km/h em 4.2 s.

A versão híbrida, GLE 500 4MATIC, possui uma unidade 3.0 BlueDIRECT V6 que trabalha em conjunto com a bateria de lítio-ionizado de 8.8 kWh e o câmbio de sete velocidades 7G-TRONIC PLUS, integrado ao motor elétrico. Com esses atributos, o crossover produz 441 cv e 66,2 mkgf com consumo médio de incríveis 30,2 km/l. O GLE 500 será capaz de viajar por 30 km apenas com o motor elétrico a 130 km/h.

Fonte : Car and Driver Brasil





 

Data: 27/3/2015

JAC T6 chega ao Brasil em meados de abril por R$ 71.990
Apresentado no último salão do automóvel de São Paulo e com previsão de início das vendas para meados de abril, o JAC T6 desembarcará no Brasil por R$ 71.990. O SUV chinês será equipado de série com ar-condicionado digital, freios ABS e EBD, airbag duplo, vidros, travas e retrovisores elétricos – com função de rebatimento, faróis de neblina e rodas de liga leve 17 polegadas. O principal destaque fica por conta da tela central multimídia de sete polegadas com função mirror link – sistema que permite espelhar funções e aplicativos de smartphone. O modelo será equipado com o propulsor 2.0 VVT flex de 16V capaz de render até 155/160 cv de potência, e é a principal aposta da JAC Motors para o segmento de utilitários compactos.

Fonte : MotorDream