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Data: 1/10/2014

Mercedes-Benz não fechará fábrica de São Bernardo do Campo
A Mercedes-Benz garantiu ontem que não vai fechar a fábrica de São Bernardo. Desta maneira, a montadora contraria a possibilidade levantada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do Grande ABC aos funcionários da unidade, na quinta-feira, em assembleia.

“A Mercedes nunca teve a intenção de fechar a planta de São Bernardo”, assegurou a montadora, por meio de nota. Durante a assembleia, porém, antes de iniciar a apresentação da proposta de campanha salarial, o diretor de comunicação da entidade, Valter Sanches, gritou no carro de som para que os trabalhadores não duvidassem que a matriz da companhia, na Alemanha, tome a decisão de fechar a fábrica. “Em poucos lugares no mundo se consegue reverter uma decisão tomada pela Alemanha”, observou.

Na sequência, o diretor rebateu críticas de alguns trabalhadores à entidade. “Sindicato dividido é sindicato fraco. E sindicato fraco tem conquistas baixas. Em Juiz de Fora (Minas Gerais), por exemplo, teve três chapas na última eleição. O salário médio lá é de R$ 3.684. Enquanto em São Bernardo é de R$ 6.038”.

A entidade informou aos trabalhadores, ainda, que a Mercedes investiria 1 bilhão de euros, o mesmo que cerca de R$ 3 bilhões, em troca da aprovação da proposta salarial. A montadora disse que não se pronunciaria, por ora, em relação ao investimento.

Em seguida, o presidente do sindicato, Rafael Marques, tentou explicar a comparação que Sanches fez com o sindicato de Juiz de Fora e anunciou que a votação, desta vez, seria por urna, inédita na Mercedes, destacando que em votações com grande número de trabalhadores (10,5 mil), cerca de 40% podem votar contra. A assembleia contou a presença dos funcionários de lay-off (suspensão temporária de contrato de trabalho), que segundo a montadora, são 1.200.

A companhia confirmou que recebeu a informação de que os trabalhadores aprovaram a proposta de acordo salarial. E destacou que essas negociações tiveram início há cerca de um ano. O sindicato, por sua vez, preferiu não se manifestar sobre o assunto, após ser procurado pela equipe do Diário, ontem.

Acordo

A proposta, prevista para durar até 2017, terá reajuste da inflação, neste ano pago em forma de abono, de R$ 5.250, para redução de encargos, mais aumento real de 2% transformados em 44 horas no banco de horas. Em 2015, 2016 e 2017, as correções repõem as inflações acumuladas direto em incrementos nos salários e altas reais, de 2%, em forma de abonos, de R$ 2.427 até R$ 2.661. A PLR (Participação nos Lucros e Resultados) atingirá neste ano R$ 10.102. O fim do lay-off dos cerca de 1.200 funcionários foi postergado de 30 de novembro para 30 de abril. Também serão abertos dois PDVs (Programas de Demissão Voluntária) em novembro e janeiro.

Segundo o sindicato, entre os pedidos da Mercedes, no acordo, está ainda a mudança das seções de pintura e montagem bruta para Juiz de Fora, porém, com a realocação, em São Bernardo, e requalificação dos cerca de 600 operários dessas áreas.

Fonte : Diário do Grande ABC/Pedro Souza





 

Data: 1/10/2014

Indústria teve ligeira alta em agosto, projetam analistas
A produção industrial deve ter subido pelo segundo mês consecutivo em agosto, mas ainda assim o setor manufatureiro não vai conseguir recuperar o nível de produção observado em maio, afirmam economistas ouvidos pelo Valor. O tombo de 1,4% da produção industrial em junho deixou uma herança negativa que deve levar o setor manufatureiro a encerrar o terceiro trimestre em queda ou estável, mesmo com tendência de recuperação do setor na comparação mensal.

De acordo com a média das projeções de 19 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, a produção industrial aumentou 0,1% em agosto, após ter subido 0,7% no mês anterior, feitos os ajustes sazonais. As estimativas para a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), a ser divulgada amanhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vão de queda de 0,7% até alta de 0,7% no período.

Em relação a agosto do ano passado, os economistas esperam forte queda da produção, de 5,8%. Se confirmada, essa será a sexta retração consecutiva do indicador nessa comparação.

Mariana Hauer, economista do Banco ABC Brasil, projeta alta de 0,5% da indústria entre julho e agosto, feitos os ajustes sazonais, puxada principalmente pela produção de veículos, que aumentou 3,5%, de acordo com dados da Anfavea, entidade que reúne as montadoras, dessazonalizados pelo banco. A economista pondera, no entanto, que outros indicadores mostram tendência divergente, como o fluxo de veículos pesados em rodovias pedagiadas, que caiu 0,7%, de acordo com dados do setor compilados pela Tendências Consultoria. "É um cenário parecido com o de agosto", diz Mariana, que não vê retomada firme da indústria, mas apenas recuperação pontual após a queda forte vista em junho.

Segundo o Bradesco, os dados conjunturais divulgados em agosto são mistos, mas sinalizam para uma leve alta da produção industrial de 0,5% na comparação com julho. Em relatório, o banco cita, por exemplo, o aumento de 2,2% da produção de químicos na passagem mensal, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), enquanto o faturamento bruto nominal da indústria de máquinas e equipamentos recuou 8% em relação a julho, na série deflacionada e com ajuste sazonal da instituição.

Flavio Serrano, economista-sênior do BES Investimento, estima variação até mais modesta da indústria entre julho e agosto, de 0,3%. Serrano afirma, porém, que mesmo que o setor manufatureiro avance em setembro, pelo terceiro mês seguido, o que não acontece há algum tempo, a produção industrial ficaria estagnada na comparação com o segundo trimestre. "A indústria precisaria de alta muito forte em setembro, o que não parece provável dada a queda da confiança", afirma.

Para Serrano, a recuperação recente da indústria está relacionada com a base fraca de comparação, depois do período ruim marcado pela redução de dias úteis com a Copa do Mundo.

A forte retração, de 1,4%, da atividade nas fábricas em junho acabou tendo impacto mais profundo sobre a dinâmica de crescimento do setor, diz Mariana, do ABC. A média móvel trimestral da produção industrial, se confirmada a projeção da economista para agosto, deve seguir negativa em 1,7%, na comparação com o trimestre encerrado em maio.

Mariana também considera pouco provável que a indústria encerre o trimestre com crescimento da produção. Considerando a estabilidade do indicador em setembro, o ramo manufatureiro teria queda de 0,6% entre julho e setembro, na comparação com o segundo trimestre, por causa da forte herança negativa deixada pelo tombo da produção em junho.

Outro indício de fraqueza mais duradoura da atividade industrial, diz Mariana, está na variação da produção em relação a igual período do ano passado. A economista estima queda de 5,3% em relação a agosto de 2013. "O setor está caindo desde dezembro do ano passado nesta comparação, com exceção de fevereiro, então fica evidente que temos um cenário bem pior do que no ano passado", diz.

Mariana acredita que diversos fatores acabam emperrando o crescimento da indústria. "Ainda temos estoques em alta, volatilidade elevada da taxa de câmbio e incerteza decorrente do período eleitoral", diz. A economista estima que o setor vai encerrar o ano com queda de 2,5% da produção, apagando o ganho de 2,3% observado no ano passado.

Fonte : Valor Econômico/Tainara Machado





 

Data: 1/10/2014

Brasil tem déficit primário recorde para agosto
O Brasil teve o pior resultado primário da história para meses de agosto, prejudicado pelo impacto da fraqueza econômica na arrecadação e aumento das despesas, e ficou ainda mais distante de cumprir a meta fiscal deste ano mesmo com manobras contábeis que o governo pretende fazer.

O setor público consolidado -governo central, Estados, municípios e estatais- registrou déficit primário de 14,46 bilhões de reais no mês passado, pior desempenho para agosto, acumulando no ano saldo positivo de apenas 10,250 bilhões de reais, ou cerca de 10 por cento da meta para 2014, informou o Banco Central nesta terça-feira.

Em 12 meses até agosto, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 0,94 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), pior resultado para a série, iniciada em 2001. A meta já ajustada neste ano de superávit primário é de 99 bilhões de reais, ou 1,9 por cento do PIB.

O resultado de agosto foi o quarto mensal negativo seguido e foi pior do que a expectativa de analistas consultados pela Reuters, que esperavam déficit primário de 5,1 bilhões de reais.

O chefe do departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, reconheceu que ficou mais distante o cumprimento da meta fiscal.

Mais cedo, no entanto, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, argumentou que acontecerão "muitos eventos" até dezembro que ajudarão nas contas públicas.

Augustin citou mais receitas extraordinárias pelo programa de refinanciamento de dívidas tributárias (Refis) e o uso de 3,5 bilhões de reais do Fundo Soberano do Brasil (FSB), ferramenta recentemente anunciada pelo governo. A estratégia de usar manobras fiscais para fechar as contas vem sendo adotada há alguns anos e acabou minando a confiança de agentes econômicos.

Revisões sobre a política fiscal, acrescentou Augustin, somente em novembro, após as eleições presidenciais de outubro, pela qual a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta a reeleição.

O otimismo do secretário do Tesouro, contudo, dificilmente se concretizará. A venda de licenças para serviços de quarta geração de telefonia móvel nesta manhã garantirá 5 bilhões de reais aos cofres públicos, bem abaixo dos 8 bilhões de reais esperados pelo governo. E as empresas vencedoras do leilão ainda avaliam se pagarão pelas licenças à vista ou a prazo.

Governo central

O mau resultado de agosto veio sobretudo do governo central, com déficit primário de 11,951 bilhões de reais, muito acima do saldo negativo de 55 milhões de reais visto um ano antes. Os governos regionais tiveram rombo de 2,337 bilhões de reais no mês passado, enquanto que as estatais, de 173 milhões de reais.

Com os dados de agosto, o déficit nominal --r eceitas menos despesas, incluindo pagamento de juro -- ficou em 31,476 bilhões de reais no mês passado, enquanto a dívida pública representou 35,9 por cento do PIB, acima dos 35,5 por cento estimados em pesquisa da Reuters.

Na segunda-feira, o próprio BC reconheceu que a política fiscal neste ano não é neutra, e que acabou pressionado a inflação. Em agosto, os cofres públicos foram beneficiados com a entrada de receitas extraordinárias do Refis, de 7,13 bilhões de reais, mas que não foram suficientes para evitar que a Receita Federal cortasse pela metade a previsão de crescimento real da arrecadação neste ano, para alta de apenas 1 por cento.

"A erosão da postura fiscal está elevando a dívida líquida e bruta, o que, se continuar, aumenta o risco de rebaixamento do rating soberano. Além disso, o ativismo fiscal está minando a eficácia da política monetária em seus esforços para realinhar e ancorar a inflação atual", escreveu em relatório o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos.

Fonte : Portal Exame/Patrícia Duarte e Alonso Soto





 

Data: 1/10/2014

Camex desonera itens usados para fabricar lácteos e biodiesel
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior decidiu reduzir o Imposto de Importação de produtos utilizados na fabricação de derivados lácteos e biodiesel. As caseínas, proteínas do leite usadas em produtos como queijos processados, terão redução de alíquota de 14% para 2%, para uma cota de 1,9 mil toneladas, por um prazo de 12 meses.

Já o óleo de palmiste que, além do biodiesel, é usado na indústria cosmética, de sabão e sabonetes finos, detergentes, lubrificantes e indústria oleoquímica, terá redução do imposto de 10% para 2%, para cota de 99.332 toneladas. A diminuição vale para o período de 18 de outubro deste ano a 16 de abril de 2015. O objetivo da redução tarifária é evitar o desabastecimento dos dois itens.

Também nesta terça-feira, a Camex divulgou decisão de elevar o Imposto de Importação da gipsita, ou pedra de gesso, de 4% para 20%. A gipsita é matéria-prima para a produção de placas de gesso. Foi aumentada, ainda, a alíquota para chapas ornamentadas de gesso, de 10% para 25%.

A mudança tarifária entra em vigor a partir da próxima quarta-feira (1°). De acordo com nota divulgada pelo ministério, a alteração foi aprovada pela Camex para fortalecer o setor do gesso, após verificar que o país tem capacidade de atender à demanda interna pelos produtos.

Fonte : DCI/Agência Brasil





 

Data: 1/10/2014

Por onde os importados chegam ao Brasil
Antes de desembarcar nas lojas e depois na sua garagem, o carro importado (que representa quase 20% de todos os modelos vendidos no País) faz uma longa viagem de navio. Como o Brasil tem dimensões continentais, o local da entrada varia dependendo da estratégia de cada marca.

A regra geral é usar o porto mais próximo de seus centros de logística ou de futuras instalações. É por isso que todos os BMW entram por Itapoá (SC), cidade bem próxima à Araquari, onde vai ficar a futura fábrica da marca. Há também quem importe seus carros por mais de um lugar, caso de Fiat e Volkswagen, por exemplo. Confira no mapa abaixo por onde chega o carro dos seus sonhos

E pelo ar?

É raríssimo um carro chegar ao Brasil por avião. O custo chega a ser três vezes mais alto que por via marítima. Fora os ricaços ansiosos, o valor se torna proibitivo para importação em larga escala.

Um quinto do bolo

De acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes, em 2013 foram licenciados no Brasil 703.468 importados (o que inclui o Mercosul), sendo 469.381 de carros de passeio e 234.087 comerciais leves. No total, isso representa 18,8% do que foi vendido no País. Há dez anos, eles eram menos de 5%.

Fonte : Car and Driver Brasil





 

Data: 1/10/2014

Ka tem aplicativo que ajuda a encontrar vagas em estacionamentos
O novo Ka traz agora aplicativo que ajuda a encontrar vagas de estacionamento. A Ford anunciou a homologação do aplicativo LetsPark para funcionar com o equipamento sistema Sync, que equipa o modelo.

O LetsPark pode ser baixado gratuitamente para sistemas iOS ou Android e tem funcionamento simples: ele busca estacionamentos nas proximidades do veículo, informando preços e horário de funcionamento.

Com ele, o motorista pode escolher o local mais conveniente e recebe orientações de como chegar até lá, sem precisar tirar as mãos do volante e a atenção da pista, usando os comandos de voz do Sync.

O sistema Sync AppLink do Ka já pode operar com aplicativos como o Glympse, de compartilhamento e localização, Tunein, com mais de 100 mil rádios on-line no mundo, Napster, com mais de 20 mil músicas, rádio 89 FM, rádio Alpha FM, entre outros.

A parceria da Ford com o LetsPark teve início na Campus Party 2014, o maior evento de tecnologia do Brasil, em São Paulo. "É uma tecnologia que agrega funcionalidades de conexão a bordo do veículo com muito mais segurança, já que o acesso aos aplicativos do smartphone é feito por comandos de voz", diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul.

Fonte : Carpress





 

Data: 1/10/2014

Denatran planeja criar centro de testes de colisão no Brasil
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) planeja dar um passo além nos testes de resistência dos veículos vendidos no Brasil. Conforme explica o órgão, está em pauta a criação de um inédito centro independente para realização de provas de impacto no país. De acordo com Daniel Tavares, analista de infraestrutura da entidade, o projeto está em fase de consolidação e será viabilizado em parceria com o Universidade de Brasília (UnB).

De acordo com Tavares, o novo centro proporcionará ao Denatran em especial a realização de ensaios de homologação. Além disso, será responsável por promover conhecimentos técnicos e científicos na área, sempre com foco no aprimoramento da qualidade dos carros produzidos no Brasil. Todo o projeto foi apresentado no Seminário de Segurança Veicular promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).

Atualmente as provas que avaliam os automóveis brasileiros são praticamente todas feitas fora do país – o LatinNCAP, por exemplo, realiza todos os testes na Alemanha.

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 1/10/2014

Acadêmico desenvolve projeto inovador para setor automobilístico
O estudante Darcy de Gusmão Oliveira, do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Anhanguera de Taubaté (unidade 2), desenvolveu um projeto como conclusão de curso que traz uma inovação para o setor automobilístico, na área de discos de freio. O aparelho, denominado “Robodisc”, demonstra eficiência quando comparado aos métodos convencionais, assegurando em todas as etapas as vantagens de uma usinagem com qualidade, segurança e muito mais ágil por não depender da desmontagem completa dos discos de freio para o processo.

O Robodisc é um equipamento compacto e versátil, cuja principal característica é a retífica dos discos de freio de veículos diretamente no cubo da roda, sem a retirada dos mesmos do veículo. Utiliza o método de usinagem por corte intermitente, o que elimina ranhura única e espiral, que é responsável por ruídos na frenagem.

Este processo, aliado à estrutura compacta do pequeno Robodisc, resulta em uma usinagem estável e sem vibrações. O equipamento foi patenteado para assegurar todos os direitos de fabricação, importação e exportação.

“Com a utilização do Robodisc, o trabalho de retífica de discos de freios automotivos se dá de maneira prática, eficiente e em menos tempo do que o convencional. E sem dúvida, com economia e garantia de bom desempenho no processo”, avalia Darcy Oliveira. “Isso facilita o trabalho dos prestadores de serviços de manutenção automotiva e seus clientes”, completa.

Segundo concluiu a pesquisa, os benefícios na retífica de disco de freio com o novo equipamento são inúmeros, se comparado aos métodos convencionais atualmente utilizados. Entre as vantagens estão: o tempo necessário para desmontar o disco da roda do veículo, o que com o Robodisc não é necessário, e o perfeito alinhamento das faces dos discos, pois com o aparelho se mantém a geometria utilizada do próprio veículo, o que em métodos convencionais fica completamente comprometida.

“Além de tudo isso, é possível assegurar a satisfação total do cliente, que terá seu veículo à disposição em muito menos tempo - o que foi comprovado através de vários testes sucessivos - com mais segurança, qualidade e confiança”, afirma Darcy.

Segundo o estudante, a credibilidade de mercado está se tornando uma briga cada vez mais acirrada quando o assunto é prazo, preço e qualidade. O equipamento dispõe de facilidades e agilidades incontestáveis junto aos centros automotivos. Todos os ganhos obtidos com o equipamento Robodisc representam para estes estabelecimentos um marco da inovação na retífica de discos de freios.

O processo produtivo do projeto está em fase de implementação e deve gerar novos empregos. “Para chegar a um trabalho tão magnífico, a Anhanguera contribuiu enormemente para esse resultado e para minha formação profissional. Em sala de aula conheci novos conceitos e tecnologias, além de poder contar com o compartilhamento de conhecimentos dos professores, que têm vasta experiência no mercado, o que torna o curso muito respeitado e de muita credibilidade”, finaliza Darcy.

Fonte : Portal CIMM





 

Data: 1/10/2014

Mahindra Scorpio agora se chama M.O.V, mas mantém visual antigo no Brasil
Depois de uma rápida suspensão nas vendas, o utilitário Mahindra M.O.V volta a ser oficialmente vendido no Brasil com novidades. Agora batizado com a sigla de “Mahindra Off-Road Vehicle”, o modelo (que já se chamou Scorpio e posteriormente SUV) é montado no Polo Industrial de Manaus e tem preço fixado em R$ 97.900. Recentemente o jipão passou por uma profunda reestilização na Índia, mas a divisão brasileira da marca optou por seguir vendendo a versão desatualizada por aqui.

Entre os itens de série estão ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, airbags frontais, freios ABS, Cruise Control, CD Player com entrada USB, barras de proteção lateral, rack de teto, espelhos retrovisores elétricos, faróis de neblina, revestimento dos bancos de couro e volante com altura regulável. Há espaço para sete ocupantes distribuídos em três fileiras de assentos.

Sob o capô, o motor 2,2 litros turbodiesel mHawk desenvolve 120 cv de potência a 4.000 rpm e 29,5 kgfm de torque entre 1.600 e 2.800 giros. O câmbio é sempre manual de cinco marchas, com tração 4×4 e reduzida. De acordo com a Mahindra, foram promovidas mudanças no sistema de suspensão, que agora tem acerto mais preciso e suave.

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 30/9/2014

Sistema começa a rastrear as compras de montadoras
Dentro do propósito da política automotiva brasileira de agregar conteúdo local aos veículos produzidos no país, começa a funcionar amanhã o aguardado sistema informatizado do governo que vai rastrear as autopeças consumidas pelas montadoras. Ele será alimentado, via arquivo digital, pelos próprios fornecedores das montadoras, que vão discriminar mensalmente o valor de insumos importados - a chamada parcela dedutível - dos componentes usados pelos fabricantes de carros.

A partir dessa informação, o governo poderá descontar o conteúdo importado do cálculo de benefícios fiscais previstos no novo regime automotivo, conhecido como Inovar-Auto. Como efeito prático, o objetivo é forçar as montadoras a usar mais autopeças locais na produção de veículos. Editado em outubro de 2012, o regime automotivo permite à indústria de veículos gerar crédito tributário a partir das compras de autopeças e ferramentaria para abater uma sobretaxa de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), estabelecida pelo governo como um obstáculo para as importações de carros.

Pela legislação, todos os automóveis vendidos no país estão sujeitos a esse IPI extra. Porém, na prática, essa medida afeta apenas os automóveis importados, dado que as montadoras nacionais, habilitadas no Inovar-Auto, conseguem eliminar os 30 pontos adicionais ao comprar autopeças para a fabricação de seus veículos. Igualar na lei a sobretaxação de carros nacionais e importados foi, dessa forma, uma manobra do governo para se defender de eventuais questionamentos sobre proteção comercial na Organização Mundial do Comércio (OMC) por parte de países prejudicados.

Atrelar descontos no IPI ao consumo de componentes automotivos não teve, no entanto, impacto significativo nos negócios da indústria nacional de autopeças porque não havia qualquer controle pelo governo sobre o que as montadoras vinham comprando. Sem discriminação entre o que era nacional e o que vinha de fora, os fabricantes de autopeças continuaram perdendo faturamento e o déficit comercial no setor se manteve em alta mesmo após o lançamento do Inovar-Auto. Por isso, entidades como o Sindipeças, representante dos fornecedores, pressionaram o governo para tirar o sistema de rastreabilidade do papel.

Os efeitos, no entanto, não devem ser imediatos. As empresas ainda terão seis meses para se adaptar às novas regras. A partir do sétimo mês, erros ou omissões nas informações prestadas ao novo sistema estarão sujeitos a multas de até 2% do valor da venda. Além disso, o governo ainda precisa regulamentar as informações que as montadoras terão que colocar em relatórios trimestrais de compras a serem apresentados para esse sistema.

Como as exigências de nacionalização são crescentes, espera-se que os veículos tenham cada vez mais peças locais até 2017, no fim do Inovar-Auto. Produção de componentes pelas próprias montadoras também entra na conta e, por isso, uma série delas está investindo em fábricas de motores.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna