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Data: 25/8/2016

Mercedes-Benz suspende processo de demissão e oferece R$ 100 mil para quem aderir a PDV
A Mercedes-Benz suspendeu o processo de demissão que vinha promovendo na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que poderia atingir até 2 mil trabalhadores.

Em proposta acertada com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em reunião na noite de ontem, e aprovada nesta manhã em assembleia dos trabalhadores, ficou acertado que a montadora abrirá um Programa de Demissão Voluntária (PDV), com meta de obter 1,4 mil adesões.

A empresa informa que, para atrair adesões, vai pagar valor fixo de R$ 100 mil, independentemente do tempo de casa e da idade do colaborador aos inscritos no PDV.

Atingida a meta, segundo o sindicato, a fábrica compromete-se a gerenciar o restante do excedente utilizando mecanismos como lay-off. A empresa também se comprometeu a dar estabilidade aos funcionários até dezembro de 2017.

A fábrica do ABC emprega cerca de 9 mil trabalhadores e estava com a produção suspensa desde o dia 15, quando a Mercedes deu licença remunerada à maioria dos funcionários e iniciou demissões por telegramas.

Desde então, os trabalhadores vinham realizando manifestações e o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que avaliaria a possibilidade de amplia a participação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no Programa de Proteção ao Emprego (PPE).

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 25/8/2016

Falta de peças mantém Volkswagen parada no Brasil
A Volkswagen deve obter liminar na Justiça para retirar seus equipamentos das fábricas da Keiper, do Grupo Prevent. A montadora rompeu o contrato de fornecimento de várias peças com a empresa, após atrasos nas entregas que levaram à paralisação de suas fábricas por 140 dias, ao todo, a partir de março de 2015. No período, 130 mil carros deixaram de ser produzidos.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá e funcionários da Keiper vão tentar evitar a saída do maquinário. Eles temem pelo fechamento da fábrica e o não recebimento de verbas rescisórias.

Na Alemanha, onde enfrentava problema similar com o mesmo grupo pertencente a investidores da Bósnia, a montadora fechou acordo de volta de fornecimento de peças na última terça-feira, 23. O atraso nas entregas levou a Volkswagen a reduzir jornada ou dar folga a quase 28 mil trabalhadores locais na semana passada.

No Brasil, a VW encerrou contrato com a Keiper há duas semanas e, em reunião na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) de Santo André ontem não se mostrou disposta a rever a decisão. Foi durante esse encontro que o sindicato soube da liminar. “Desde quando os problemas de fornecimento por parte do Grupo Prevent tiveram início, foram fechados 11 acordos comerciais, porém nenhum foi cumprido pelo fornecedor. Nem mesmo liminares na Justiça para o restabelecimento das entregas foram cumpridas”, informa a Volkswagen.

A empresa quer repassar seus equipamentos a novos fornecedores. “A ausência desses ferramentais coloca em risco toda a cadeia de fornecimento e a rede de concessionárias, que totalizam mais de 100 mil trabalhadores”, diz. Já a Keiper informa que, sem o contrato da montadora, sua maior cliente, poderá demitir 1,2 mil trabalhadores.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 25/8/2016

Rebaixamento do país e dívida alta encarecem captações externas
O mercado de captações externas reabriu para emissores brasileiros, mas ficou mais caro, confirmando o efeito direto mais esperado da perda do grau de investimento do país.

Mesmo após o auge da turbulência política, duas das mais conhecidas empresas entres os investidores de bônus, Petrobras e Vale, pagaram cerca de 40% mais para levantar recursos em dólar neste ano por dez anos, na comparação com o custo médio pago na última vez que acessaram o mercado com operações de prazo equivalente ­ Vale, no início de 2012, e Petrobras, em março de 2014.

Das últimas duas vezes que havia emitido títulos de dívida em dólar com prazo de dez anos antes da perda do grau de investimento pelo Brasil, em janeiro e abril de 2012, a Vale levantou US$ 2,25 bilhão pagando retorno médio de 4,35% ao ano aos investidores. Quando fez emissão de prazo semelhante agora em agosto, captando US$ 1 bilhão, a taxa ficou em 6,25%. Para efeito de comparação, os bônus da australiana Rio Tinto para 2025 pagavam 2,90% no mercado secundário na mesma data.

Já a Petrobras fez duas emissões de títulos de dívida com prazo de dez anos este ano, em maio e julho, no valor somado de US$ 3 bilhões (para este prazo), com remuneração média ao investidor de 8,88%. No secundário, nas datas das ofertas, o rendimento médio pago por bônus de prazo equivalente por seus pares latinos YPF, Pemex e Ecopetrol estava em 7,84%, 4,9% e 5,85%.

Em março de 2014, ainda bem no início da Operação Lava­Jato e antes do risco de atrasar o balanço, o custo para Petrobras havia sido de 6,28%. Antes disso, nas emissões em dólar feitas em 2012 e 2013, a estatal de petróleo pagou remuneração de 4,5% e 4,8%.

O Valor procurou decompor o peso de cada componente no custo total da captação, que é resultado da soma dos juros pagos pelos Treasuries, títulos do Tesouro americano de prazo equivalente, mais um prêmio de risco. Considerando a taxa dos títulos do governo americano e o retorno dos papéis do Tesouro Nacional no mesmo dia das captações, chegou­se, por diferença, à parcela do custo que pode ser atribuído diretamente ao risco de cada empresa.

O rebaixamento da nota de risco soberana do Brasil para grau especulativo, como se previa, explica parte do aumento de custo, algo entre 1,7 e 1,9 ponto percentual de crescimento na taxa paga pelas empresas nas comparações realizadas. Outra parcela do juro maior, porém, se deve a uma piora da percepção de risco das próprias empresas, em função, entre outros motivos, da queda nos preços das commodities e do nível de endividamento das companhias.

Vale dizer que o aumento no custo de captação total só não foi maior porque as taxas pagas pelos Treasuries recuaram no período, uma queda de 0,74 ponto a 1,20 ponto percentual, a depender do período de comparação. Como os investidores costumam olhar o prêmio de juros que recebem em comparação com os Treasuries, e não apenas a taxa absoluta, isso contrabalançou parcialmente o efeito do rebaixamento do rating brasileiro e também da piora de risco das empresas.

No aspecto individual, a Petrobras sofreu mais, com o aumento de pouco mais de 2 pontos percentuais do custo total podendo ser atribuído a ela mesma. Se comparadas as emissões deste ano com a de 2014, a diferença na taxa paga pela companhia em relação aos juros dos papéis do Tesouro Nacional no mercado secundário cresceu de 1,69 ponto para 3,75 pontos.

Para a Vale, o efeito negativo individual ficou em 0,68 ponto. A diferença de taxa paga pela mineradora em relação aos papéis do Tesouro Nacional de prazo equivalente negociados no mercado secundário na data das emissões passou de 1,09 ponto quando ela captou recursos em 2012 para 1,77 ponto neste ano.

Rafael Quintas, sócio da XP responsável pela área de distribuição institucional, lembra que em 2012 o preço do minério de ferro, principal insumo da Vale, chegou a ser negociado acima dos US$ 145, assim como a alavancagem da empresa era outra. No pico deste ano, o minério superou os US$ 68, o que representa uma queda superior a 50%. "Apesar de a empresa ter um rating melhor do que o Brasil, o spread aumentou por conta dos preços menores do minério e da deterioração da companhia", diz. O índice de alavancagem da Vale, medido pela indicador dívida/Ebitda em dólar, está hoje em 4,16 vezes, bem acima do índice de 1,6 vez que ela tinha em 2012.

Já no caso da Petrobras, entre os motivos para o aumento do custo de captação, na avaliação de Quintas, pode­se colocar, além do rebaixamento do Tesouro, seu controlador, a queda no preço do petróleo ­ que na mínima do ano chegou a US$ 28 o Brent, depois de ficar acima de US$ 100 em 2013 e 2014 ­, seu envolvimento na Lava­Jato e a piora no balanço. A relação entre dívida total e Ebitda da empresa em dólar está hoje em 6,2 vezes.

Um aumento de 40% no custo da dívida dessas e ou de qualquer empresa seria suficiente para reduzir de forma relevante o retorno de seus acionistas no tempo. A Petrobras tem dívida bruta de US$ 124 bilhões, o que significa que qualquer 1 ponto percentual a mais no custo médio da dívida resulta em US$ 1,2 bilhão adicionais em despesa financeira anual. No caso da Vale, a dívida financeira é de US$ 32 bilhões.

Mas cabe notar que o que Petrobras e Vale fizeram foi rolar antecipadamente, com juros maiores, apenas uma parte pequena da dívida, então o efeito de aumento de custo não se materializa sobre o saldo integral.

Ao reforçar a liquidez neste momento, e sem credores batendo na porta no horizonte, elas esperam ter condições de seguir o processo de renovação do restante da dívida em condições melhores no futuro.

Como dito acima, nem toda a variação dos juros pode ser atribuída à perda do grau de investimento pelo Brasil, salvo no caso das emissões soberanas. "Nas captações do Tesouro, o aumento do spread sobre os Treasuries na comparação com os anos anteriores representa a piora da qualidade da economia do país e pode ser atribuído ao ’downgrade’", diz Quintas.

Na emissão de março, quando a situação política era menos clara, o Tesouro Nacional aceitou pagar 6,125% de retorno ao investidor para captar US$ 1,5 bilhão, um aumento de 57,5% ante sua última emissão. A taxa equivale a um prêmio de 420 pontos­base sobre os títulos do Tesouro americano (que pagavam na ocasião 1,93%), maior nível desde pelo menos 2009. Em setembro de 2014, quando ainda mantinha o selo de "bom pagador", o Brasil pagou 3,888% por dez anos, um prêmio de 147 pontos sobre os papéis do Tesouro americano, cuja taxa estava mais alta, em 2,42%.

Quando se compara a captação deste ano com operações de 2012 e 2013, o encarecimento é maior ainda. Em 2013, o Tesouro reabriu um bônus com vencimento em janeiro de 2023 emitido no ano anterior e pagou um retorno de 2,75%, o equivalente a um spread de 98 pontos sobre os Treasuries.

Num horizonte mais curto, dificilmente o Brasil vai conseguir captar numa taxa tão baixa. Cabe notar, contudo, que desde a emissão de março as condições melhoraram para o Tesouro e, consequentemente, para as empresas. Os papéis emitidos com taxa de retorno de 6,125% pagam hoje cerca de 4,25%, uma queda de 1,87 ponto percentual.

Boa parte da compressão da taxa desse título soberano, segundo o executivo de um grande banco de investimento, veio da melhora da percepção de risco em relação ao país. Isso porque quando se compara o spread sobre os Treasuries, verifica­se um recuo de 149 pontos, dos 420 pagos em março para os atuais 271 pontos, enquanto a taxa paga pelos títulos de dez anos do Tesouro americano caiu apenas 0,38 ponto percentual, de 1,93% para os atuais 1,54%.

Na esteira da melhora recente na percepção de risco do país, que deve se estender, na avaliação do interlocutor, os papéis do Tesouro emitidos em março podem testar níveis abaixo dos 4% nos próximos seis meses no secundário. "Não estamos muito longe dos níveis de 2014", diz. No pano de fundo, está a manutenção de um fluxo relevante para portfólios de emergentes e, por consequência, para o Brasil, especialmente após o encerramento do processo de impeachment.

Fonte : Valor Econômico/Alessandra Bellotto e Fernando Tor





 

Data: 25/8/2016

Mercedes-Benz retira reajuste salarial em 2017
A Mercedes­Benz fechou ontem um acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC que oferece R$ 100 mil a qualquer funcionário que aceitar sair da empresa. A oferta vale por uma semana e a meta é obter a adesão de 1,4 mil trabalhadores, o que equivale a aproximadamente 15% do efetivo. Para evitar cortes, a empresa ofereceu um programa atrativo de demissão voluntária e a promessa de manter jornadas reduzidas para "driblar" o excesso de pessoal que ainda vai sobrar. Em troca, o trabalhador que ficar na empresa não terá nenhuma reposição da inflação no salário do próximo ano.

Se de um lado a negociação entre uma gigante do setor automotivo e um dos sindicatos mais combativos do país pode ter poupado muitos de perder o emprego por outro abre um precedente. "Um acordo sem nenhuma reposição inflacionária entre uma empresa do porte da Mercedes e um sindicato como o dos metalúrgicos do ABC terá efeito nas negociações que vêm por aí", diz o professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (FEA­USP), Hélio Zylberstajn. Coordenador do boletim "Salariômetro", da Fipe, Zylberstajn lembra que categorias importantes como bancários, químicos funcionários da Petrobras e outros metalúrgicos estão em véspera de negociação salarial.

Em 2015, a Mercedes acertou com os empregados reajuste de 50% do INPC em 2016 e de 100% do índice de inflação em 2017. No acordo celebrado ontem foi retirada a cláusula do INPC integral no próximo ano. No lugar, os empregados aceitaram abono de R$ 4 mil, a ser pago em maio, data­base na Mercedes. Segundo Zylberstajn, tentar compensar a perda da reposição da inflação com um abono tem sido cada vez mais comum.

Os representantes do sindicato consideram, porém, ter fechado um bom acordo não só por evitar demissões como pela garantia de estabilidade no emprego até dezembro de 2017.

Essa foi uma das principais cláusulas do acordo aprovado em assembleia ontem de manhã na porta da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), onde são produzidos caminhões e ônibus. "Abrimos mão do INPC, mas teremos um ano em paz", diz Moisés Selerges, diretor do sindicato e funcionário da Mercedes. Mesmo que a meta do PDV seja atingida ainda restarão 1,2 mil excedentes, segundo anunciado pela empresa, que se comprometeu a contornar o excesso de pessoal por meio de ferramentas como "lay-off".

Para o professor da FEA, não havia mesmo muita margem para negociar melhor. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o volume de vendas de caminhões no Brasil caiu 30,9% de janeiro a julho e a ociosidade nessa indústria chega a 75%.

Empresa e sindicato acreditam em rápida adesão de voluntários ao PDV, que vai até quarta­feira. A gratificação de R$ 100 mil vale para qualquer setor e independe do tempo de casa, o que, segundo Selerges, diferencia a oferta em, relação à maioria dos PDVs. Segundo o sindicalista, em torno de 60% do efetivo da Mercedes têm até 12 anos de casa. Para ele, a proposta vai atrair "duas pontas": "a moçada, que tem uma carreira pela frente e os que estão prestes a se aposentar". No setor de produção da empresa, o salário médio mensal gira em torno de RS$ 4,5 mil.

A indústria automotiva opera com excesso de pessoal desde o ano passado. No início do mês, a Mercedes anunciou que tinha 2,67 mil empregados a mais no ABC e que já havia esgotado todas as formas de contornar o problema, por meio do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e suspensão temporária do trabalho. No dia que anunciou o tamanho do excedente, a empresa concedeu licença remunerada a todo o efetivo, mas muitos trabalhadores voltaram para a fábrica para participar de protestos e passeatas.

Em nota, a Mercedes informou ontem que nas negociações com o sindicato reiterou a necessidade de reduzir o excesso de pessoas diante de uma ociosidade permanente nos últimos dois anos, acima de 50%, "o que tem comprometido a operação no país".

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos





 

Data: 25/8/2016

Gasolina ganha espaço ante etanol no país, mas vendas de combustíveis seguem fracas
As vendas de gasolina no Brasil estão se recuperando neste ano devido ao ganho de competitividade em relação ao etanol hidratado para veículos flex, mas a demanda por combustíveis no país permanece em baixa, pressionada principalmente pelo recuo no consumo de diesel, diante da pior recessão econômica em décadas e da queda da renda das famílias.

Dados publicados nesta quarta-feira pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontaram uma alta de 2% nas vendas acumuladas de gasolina em 2016 até julho, para 153 milhões de barris.

Entretanto, na mesma comparação, as vendas de etanol hidratado despencaram 14%, para 53,7 milhões de barris, após terem registrado vendas recordes em 2015.

Amaryllis Romano, analista de agropecuária e biocombustíveis da Tendências Consultoria, destacou que as vendas de etanol e gasolina somadas serão piores neste ano ante 2015, refletindo o cenário de queda na renda das famílias.

"A renda já estava ruim no ano passado, mas você tinha um combustível (o etanol) que estava mais barato", explicou a especialista.

No ano passado, o preço médio do etanol passou grande parte do ano mais favorável do que o da gasolina em grande parte do país, invertendo a relação apenas no fim do ano, explicou Amaryllis. Já neste ano a competitividade do etanol apenas começou a se recuperar após o início da safra.

Em julho, as vendas da gasolina subiram 0,6% em relação ao mesmo mês de 2015, para 21,6 milhões de barris, enquanto as vendas de etanol hidratado caíram 15%.

Já as vendas de óleo diesel, importante termômetro para a economia do país acumulam queda de 5% neste ano até julho, ante o mesmo período do ano passado, para 197,3 milhões de barris. Em julho, a comercialização do combustível fóssil caiu também cerca de 5%, para 29,5 milhões de barris.

A queda acentuada do diesel contribuiu com o recuo das vendas no Brasil de todos combustíveis somados, uma vez que é o combustível mais comercializado do país.

No acumulado até julho, as vendas de todos os combustíveis caíram 4,8%, para 490,3 milhões de barris ante o mesmo período de 2015.

No mês passado, as vendas dos combustíveis caíram 6% em comparação com julho do ano passado.

Fonte : Reuters/Marta Nogueira





 

Data: 25/8/2016

Sistema de conectividade e infoentretenimento Sync 3 é a novidade da linha 2017 do Ford Focus
A briga anda boa em relação à conectividade automotiva. As tecnologias não param de evoluir e as novidades se sucedem. Agora é a vez da Ford. A marca norte-americana acaba de anunciar a maior novidade na área de conectividade em automóveis do ano – o Sync 3, que estreia em versões da linha Focus 2017.

A terceira geração da plataforma de conectividade da Ford oferece acesso a smartphones pela interface Apple Car Play ou Android Auto, aplicativos e outras funções. O equipamento traz novos grafismos, menus simplificados, tela capacitiva de 8 polegadas similar à dos smartphones, acesso de funções com apenas dois toques ou comandos de voz em português. Os ícones e áreas de toque são grandes, com menus bem simples. A tela inicial destaca as três funções mais usadas – áudio, telefone e navegação. Outra forma de acessar essas áreas é na barra inferior da tela, que mantém sempre disponíveis os ícones de áudio, telefone, navegação, aplicativos e configuração. Uma barra menor no alto exibe hora, temperatura e informações de conexão. Como os smartphones de última geração, o Sync 3 opera por comandos de voz ou toques na tela capacitiva, com processador mais rápido que a geração anterior do Sync.

Segundo a Ford, a engenharia brasileira da marca revisou todos os requisitos para um funcionamento perfeito no Brasil, incluindo o reconhecimento de voz com sotaques regionais, a validação de mapas e aplicativos locais e da assistência de emergência, função sintonizada com o celular para ajudar no socorro em acidentes e disponível sem custo para o usuário. Além disso, a atualização de software é simplificada.

No sistema de navegação, a tela inicial exibe atalhos para os destinos mais frequentes, como casa e trabalho, e uma aba com os ícones dos pontos de interesse mais acessados, como postos de combustível, restaurantes e hotéis. O mapa pode ser visualizado em 2D ou 3D e inclui as funções de mover, girar e dar zoom com o toque de dois dedos na tela. No campo de busca, não é preciso digitar o endereço ou nome completo de um ponto de interesse: quando se inserem as primeiras letras ele mostra as opções disponíveis no banco de dados.

Através da interface conhecida como AppLink, os apps compatíveis são identificados e organizados automaticamente. A lista inclui Spotify, Glympse, Alpeo!, Banco 24 Horas, Filho Sem Fila e Mix FM, além de outros como UOL Notícias, Sem Parar, Palco MP3 e Touch Pizza, já disponíveis na plataforma anterior e que estão sendo atualizados para operar com o novo sistema.

Uma novidade do Sync 3 é a compatibilidade com os sistemas CarPlay e Android Auto. O CarPlay é a plataforma da Apple para interação com o iPhone e permite acessar no carro as funções mais usuais do aparelho, como o assistente pessoal Siri, telefone, SMS e aplicativos. O Android Auto é a plataforma do Google, e possibilita o uso do Google Maps, aplicativos, informações do tempo e de trânsito, entre outros. Esses sistemas não são um simples espelhamento da tela do celular. Por questão de segurança, a Google e a Apple trabalharam para simplificar as informações na tela de modo a não distrair os motoristas.

A linha Ford Focus 2017 passa a incluir o sistema de conectividade SYNC 3 a partir da versão SE Plus dos modelos hatch e fastback. Além do novo sistema de conectividade, os modelos agora trazem de série também luzes diurnas de leds, teto solar, seis airbags, alarme volumétrico, câmara de ré e console de teto. Toda a linha Focus vem também com controle de estabilidade, tração e torque em curvas, aviso de pressão baixa dos pneus e assistente de partida em rampa. São duas opções de motores: o 1.6 Sigma Flex, de 135 cv, com transmissão manual de cinco velocidades, disponível apenas para o hatch SE, e o 2.0 Direct Flex, de 178 cv, com transmissão sequencial de seis velocidades e paddle shift, que move as versões SE Plus, Titanium e Titanium Plus. Direção elétrica, rodas de liga leve aro 17, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, faróis de neblina, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, sensor de chuva, chave programável MyKey e ar-condicionado também são de série.

Fonte : Auto Press/Luiz Humberto Monteiro Pereira





 

Data: 25/8/2016

C4 Lounge aposenta motor aspirado e ganha nova central multimídia
Está chegando às concessionárias Citroën a linha 2017 do C4 Lounge, cuja principal novidade é a aposentadoria do motor 2.0 flex aspirado de 151 cv de potência e 21,7 kgfm de torque. Agora, a marca de origem francesa só oferece versões equipadas com o propulsor 1.6 THP bicombustível desenvolvido em parceria com a BMW, que traz turbo e injeção direta para render 173 cv e 24,5 kgfm, obtidos a apenas 1.400 rpm.

As mudanças incluem redesenho discreto dos faróis, nova calibração da suspensão, com foco no reforço à estabilidade, e a oferta de câmbio manual de seis marchas na versão de entrada Origine, o mesmo utilizado no hatch premium DS3. Com preço sugerido de R$ 69.990, o C4 Lounge mais em conta se torna uma opção interessante no segmento de sedãs médios para clientes em busca de um veículo familiar, sem abrir mão de uma pegada mais esportiva.

As demais configurações vêm equipadas apenas com a já conhecida transmissão automática de seis marchas, modificada com foco na redução de consumo, e podem ser adquiridas pelos seguintes preços: Origine AT (R$ 77.590), Tendance AT (R$ 81.590) e Exclusive AT (R$ 91.590).

Além das novidades já citadas, o C4 Lounge também ganhou alterações na lista de equipamentos. Na linha 2017, todas as versões passam a contar com controles eletrônicos de tração e estabilidade, que inclui o assistente de partida em rampas, que segura o freio por alguns instantes, após a retirada do pé do respectivo pedal, facilitando a manobra.

Além disso, a partir da configuração intermediária Tendance, o modelo agora traz nova central multimidia com tela sensível ao toque de sete polegadas, GPS, Bluetooth e USB, que traz tecnologia da espelhamento da tela do celular via MirrorLink e também é compatível com o sistema CarPlay, da Apple, que permite operar várias funções do smartphone diretamente do automóvel.

Essa conectividade é reforçada com a oferta do aplicativo gratuito Link MyCitroën, que permite ao usuário do C4 Lounge acessar informações sobre o carro diretamente no celular ou no tablet, como sua localização, nível de combustível, consumo, últimos percursos percorridos e alerta do prazo de manutenção programada.

Fonte : Auto Estrada/Alessandro Reis





 

Data: 25/8/2016

“Não temos preocupação com liderança”, diz executivo da Honda
“Que deliiiiiiícia!!!” Sim, foi essa tripla exclamação com que Rodrigo Bocardi saúda as sextas-feiras no “Bom Dia São Paulo” que veio à mente às primeiras aceleradas do Honda Civic Geração 10, lançado nesta semana.

E olha que a primeira versão que o Carpress dirigiu foi a EXL CVT – só depois experimentou a Touring. O modelo chega nas versões Sport Manual (R$ 87.900), Sport CVT (R$ 94.900), EX CVT (R$ 98.400), EXL CVT (R$ 105.900) e Touring (R$ 124.900).

As versões EX, EXL e Sport têm motor 2.0 i-VTEC FlexOne de 155 cv a 6.300 rpm e 19,5 kgfm de torque (força) a 4.800 rpm no etanol, enquanto a Touring gera 173 cv a 5.500 rpm, com torque linear de 22,4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.

Traduzindo, o modelo resgata o prazer de dirigir da Geração 8, lançada em 2006. À época era considerado o melhor sedã médio do mercado. Outros tempos, pois, visto em perspectiva, o carro praticamente não trazia conectividade, hoje em dia uma condição sem a qual praticamente não se vende nada.

Há duas opções de transmissão, sendo uma manual de seis velocidades (Sport), e uma continuamente variável: (Sport, EX, EXL e Touring). O novo Civic também terá duas opções de motorização – 2.0 FlexOne, para as versões Sport, EX e EXL e 1.5 Turbo para a Touring.

Segundo a Honda, a expectativa é vender 3.000 unidades do novo modelo por mês – 48% das versões EX e EXL, 28% da Touring e 24% da Sport. Parece uma meta modesta, uma vez que o Toyota Corolla, seu rival de origem japonesa, vendeu praticamente o dobro (mais exatamente 5.919 unidades) em julho.

“Não temos preocupação com liderança de mercado a princípio”, afirma Marcos Martins, gerente-geral de Vendas da Honda. A fábrica de Sumaré (SP), onde o sedã é fabricado, trabalha em dois turnos, com capacidade de produzir 120 mil veículos por ano. Lá também são feitos os modelos HR-V, Fit e City.

Segundo ele, a unidade de Itirapina (SP), cujo início de funcionamento foi adiado por conta da crise econômica, só seria ativada caso fosse necessário – com capacidade de produzir mais 120 mil unidades anuais.

“Não diria que temos plano B. Temos planos de A a E, dependendo do mercado. Com a retomada do índice de confiança do consumidor, o mercado começará a reagir”, diz o executivo, que adiantou melhorias para o HR-V, cuja linha 2017 deve ser apresentada no final do próximo mês.

“Hoje temos um portfólio moderno e alinhado com os principais mercados mundiais”, observa Issao Mizoguchi, presidente da Honda South America. “O Civic é muito mais do que um automóvel para nós.” Em vez de usar o termo crise, o executivo fala em “ano desafiador”. “No longo prazo, a expectativa é de crescimento.”

Ele aproveitou para anunciar a venda do HondaJet na 13ª Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), tradicional feira de aviação executiva, que acontece de 30 de agosto a 1º de setembro no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Enquanto isso, Roberto Akiyama, vice-presidente da Honda South America, anuncia que mais de 2.000 consumidores adquiriram o Civic Geração 10 na fase de pré-venda, iniciada em 30 de julho. O lançamento oficial do modelo acontece nesta quinta (25).

Só há um quê de saudades das gerações anteriores do Civic, fora a história que fizeram: o tempo em que o modelo era vendido por R$ 59.900.

Fonte : Carpress/Luís Perez





 

Data: 25/8/2016

Honda quer manter novo Civic no trilho até mercado reagir; entenda
Civic EXL encara oscilações de maneira honesta, muito pelo bom trabalho das suspensões independentes nos dois eixos; rodas aro 17 com pneus mais largos e cintura afinada limitam a ação, deixando sedã um pouco mais duro do que o Corolla, por exemplo.

Situação difícil do mercado garante ao consumidor, mais do que nunca, a decisão de escolher. Entre os sedãs médios, particularmente, trava-se verdadeira batalha para atrair os possíveis (e poucos) compradores.

Este ano vem sendo marcado pela renovação em diferentes níveis: começou com a atualização do Nissan Sentra, seguido pelo inteiramente novo Chevrolet Cruze. Esta semana, começam as vendas da décima geração do Honda Civic. A Citroën aproveitou o embalo para lançar o C4 Lounge 2017 apenas com motor turbo de 1,6 litro e 173 cv (etanol).

As atenções, porém, concentram-se ao grande e constante rival do líder Toyota Corolla. A décima geração do Civic foi muito bem recebida no mercado americano e logo assumiu a primeira posição no segmento. Não teria porque ser diferente aqui, pois o carro ficou maior, mais equipado, com bom espaço para pernas no banco traseiro, porta-malas amplo de 519 litros e estreia versão de topo, Touring, que utiliza novo motor turbo 1.5 de 173 cavalos (apenas gasolina, inicialmente, e flex quando for nacionalizado daqui a um ano). Além disso, o estilo - fundamental para o brasileiro - é bastante arrojado, porém dentro dos limites. Até as lanternas traseiras superdimensionadas harmonizam-se bem, sem chegar ao exagero.

Tudo estaria no bom caminho, portanto. Mas há entraves.

Controle da fábrica

Para ir bem com o Civic, a Honda terá que administrar a capacidade da planta de Sumaré (SP), onde produz seus quatro modelos (Fit, City, Civic e HR-V) - sem contar o futuro WR-V, novo crossover em fase final de desenvolvimento.

A oferta inicial do Civic será de 3.000 unidades/mês, certamente abaixo do seu potencial. Sabe-se que existe uma nova unidade fabril pronta em Itirapina, a 110 quilômetros de Sumaré, mas ela só poderá entrar em operação quando se esgotar a capacidade de dois turnos de Sumaré e for possível fabricar mais 5.000 unidades/mês no novo local, mesmo que em turno único. A maioria das japonesas não aprecia trabalhar em três turnos, o que em teoria resolveria a questão.

Este dilema industrial e a decisão de não produzir mais do que se possa vender explicariam a política de preços do sedã, tão ousada para cima como o próprio modelo, para segurar a demanda não atendível. O Civic agora começa em R$ 87.900 e vai a R$ 124.900.

De início, versão de entrada (Sport) representará 24% da produção, intermediárias (EX e EXL) 48%, todas com o atual motor 2.0 de aspiração natural, e a nova Touring, 28%. Este não é um mix normal, nem o definitivo, porém reflete a situação de hoje e dos próximos meses.

Na prática

O carro deixa boas impressões ao guiar: caixa de direção eletroassistida de relação variável (apenas 2,2 voltas de batente a batente), nova suspensão traseira multibraço e câmera acoplada ao espelho retrovisor direito são destaques.

A caixa de câmbio CVT tem desempenho melhor com o motor mais potente, quando se podem usar borboletas atrás do volante e as sete marchas virtuais apresentam respostas que beiram alguma esportividade.

Assoalho traseiro deixou de ser plano por razões de aerodinâmica e de espaço vertical interno incontornáveis em um projeto moderno. Mas a entrada de fio para smartphone exige certo contorcionismo para a idade média dos clientes de sedãs.

Fonte : UOL Carros/Fernando Calmon





 

Data: 25/8/2016

Kia libera esboço de nova geração do Rio
O Kia Rio, modelo mais vendido da marca pelo mundo, vai ganhar uma nova geração que será revelada em setembro no Salão de Paris. Ainda não há muitas informações sobre o carro, mas a montadora coreana já liberou um teaser de como será o carro.

Ele vai ficar um pouco mais comprido, com ênfase no distanciamento do eixos para dar mais conforto. E terá um visual mais musculoso, já que a Kia pretende subir um pouco o patamar do carro.

Fontes do mercado afirmam que a nova geração do Rio vai ganhar uma versão GT em 2018, que será destinada principalmente aos Estados Unidos. Ela terá motor 1.6 Turbo que gera 204 cv de potência.

Fonte : Jornal do Carro