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Data: 31/10/2014

GM volta a exportar carros para a Argentina
A General Motors (GM) retomou as exportações de carros produzidos no Brasil para a Argentina, que tinham sido suspensas em virtude da falta de dólares para pagamento a importações no país vizinho.

O presidente da montadora na América do Sul, Jaime Ardila, informou que os embarques voltaram a acontecer porque os estoques da marca caíram após as vendas no mercado argentino superarem as expectativas no mês passado. Segundo ele, a GM esperava vender entre 4 mil e 5 mil carros na Argentina em setembro, mas os volumes chegaram a 7,5 mil unidades.

Enquanto os estoques de automóveis estavam altos, a companhia, diante da escassez de divisas do outro lado da fronteira, deu prioridade à exportação de peças brasileiras — fundamentais para as operações na Argentina — ao invés de embarcar veículos.

Apesar do retorno das exportações, o fluxo das exportações de veículos do Brasil ao país vizinho segue fraco, disse Ardila, durante encontro com jornalistas no evento de apresentação à imprensa do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que abre as portas ao público amanhã no pavilhão de exposições do Anhembi, zona norte da capital paulista.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna e Victória M.





 

Data: 31/10/2014

Acordo com Colômbia deve sair em novembro
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, esteve em reunião no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta quarta-feira, 29, para fechar detalhes do acordo automotivo com a Colômbia. Em duas semanas o assunto voltará a ser debatido com o governo na Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

"O acordo deve ser fechado até o fim de novembro", afirmou Moan. O encontro ocorreu com Paulo Bedran, diretor do Departamento de Indústrias de Equipamento de Transportes do MDIC.

Renovação de frota

Moan disse que na reunião que teve hoje no ministério não tratou sobre o programa de renovação de frota, medida que pode dar um estímulo para o setor automotivo. "Hoje não falamos desse assunto, mas, como orientado pela presidente Dilma na última reunião com a CNI, vamos acelerar o programa de renovação de frota autopropulsada e máquinas industriais", disse.

Moan ainda afirmou que acha cedo para cobrar medidas da presidente Dilma logo após as eleições. "A presidente merece descansar primeiro", disse.

Fonte : Agência Estado





 

Data: 31/10/2014

Importador quer alterar regime de cotas do setor
Representantes de marcas de carros importados - como Kia, JAC Motors e Porsche - estão negociando com o governo uma flexibilização nas cotas de importação do novo regime automotivo, que limitaram as vendas desse setor nos últimos dois anos.

Na quarta-feira da semana passada, associados da Abeifa, entidade que defende os interesses dos importadores, estiveram no Ministério do Desenvolvimento para pedir a ampliação das cotas ao ministro Mauro Borges. Quem acompanhou a reunião diz que o governo, poucos dias antes da eleição, mostrou maior disposição em negociar o tema, sobretudo por conta da valorização do dólar, que por si só já representa uma barreira à entrada de carros importados.

Pelas regras do novo regime automotivo, conhecido como Inovar-Auto, as cotas de importação de veículos vindos de mercados sem acordo comercial com o Brasil chegam a, no máximo, 4,8 mil carros por ano. Isso atinge em cheio marcas como a coreana Kia, que chegou a vender quase 80 mil carros no país em 2011.

Importações que extrapolam essa cota pagam uma sobretaxa de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Apenas marcas que investem em fábricas no Brasil têm direito a importar um volume maior sem o IPI extra, o que ajuda a explicar a série de projetos de nacionalização de veículos anunciados nos últimos anos.

"No começo do Inovar-Auto (editado em outubro de 2012), a questão da cota era praticamente impossível de ser discutida", diz Marcel Visconde, presidente da Abeifa e da empresa que representa a Porsche no Brasil. "Mas o governo entendeu que a medida já produziu o efeito desejado, que é a substituição de carros importados por nacionais", acrescentou o executivo em conversa com o Valor durante o segundo dia de imprensa do salão internacional do automóvel de São Paulo, que abre as portas hoje ao público no pavilhão de exposições do Anhembi, na zona norte da capital paulista.

Também presente no evento, José Luiz Gandini, empresário que representa a Kia no Brasil, defendeu ontem cotas adequadas "à realidade de cada marca". Sua proposta é que elas sejam calculadas levando-se em conta a média das vendas de cada empresa nos últimos três anos. Seria uma atualização do modelo atual, cujas cotas foram fixadas com base na média de importações feitas em 2009, 2010 e 2011, até um limite de 4,8 mil automóveis por ano.

Incentivos e regulamentação do governo federal para carros híbridos e elétricos, uma pauta compartilhada pelos fabricantes nacionais, também estão sendo reivindicados nas reuniões dos importadores com o Planalto.

A Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no país, chegou a pedir no ano passado o apoio do governo para a introdução no país de seis tecnologias. Mas até o momento o único incentivo confirmado foi a desoneração de carros híbridos - aqueles que combinam um motor tradicional a combustão com outro elétrico.

Tornar popular tecnologias de última geração no Brasil parece, no entanto, ser algo tão distante que Steve St Angelo, responsável pelos negócios da Toyota na América Latina, deu uma resposta desanimadora ao ser questionado sobre as chances de o país produzir um dia carros da montadora movidos a célula de combustível: "Não durante a minha vida"

"Em qualquer lugar do mundo, os carros elétricos são os que mais recebem isenções fiscais. No Brasil, isso não deveria ser diferente", disse Arturo Piñeiro, presidente da BMW, que acaba de trazer ao país o i3, modelo elétrico da marca alemã.

Visconde, da Abeifa, mostrou otimismo de que avanços podem acontecer mais cedo do que se imagina. "Já conversamos com o governo e deve haver notícias no curto prazo sobre as cotas e a eficiência energética dos veículos", disse a jornalistas.

Pressionados pela oscilação cambial e pela forte alta que a moeda americana sofreu durante o período eleitoral, as importadoras dizem que comercializar os veículos nos preços em que estão hoje é insustentável. No entanto, a expectativa é de que o dólar volte a se estabilizar com o fim das eleições e a definição da nova equipe econômica do governo. "Com dólar a R$ 2,50 e 30 pontos de IPI é inviável comercializar automóvel no Brasil sem repassar para os preços", disse Gandini.

O executivo da Kia disse que a empresa não fez alteração nos preços dos carros porque está confiante que o cenário político deva se normalizar e trazer estabilidade para o câmbio em patamares mais baixos. "O grande caminho é fazer passar o pessimismo. Dilma precisa colocar um ministro (na Fazenda) com credibilidade internacional", afirmou. As vendas da marca devem somar 22 mil carros neste ano, quatro mil unidades a menos do que no ano passado.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna e Victória M.





 

Data: 31/10/2014

Ministro Mauro Borges vê retomada do setor automotivo com ajustes
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, disse nesta quinta-feira, 30, acreditar que os ajustes macroeconômicos que a presidente Dilma Rousseff está fazendo serão fundamentais para a retomada da economia em 2015 e, consequentemente, do mercado automotivo. Segundo ele, os ajustes vão viabilizar um crescimento econômico equilibrado, "que é o que essa indústria necessita".

"O mercado brasileiro é promissor. Hoje somos o 7º maior produtor e o 5º maior mercado do mundo. Temos de progredir nas duas coisas. Fazendo os ajustes macroeconômicos, teremos uma retomada da economia em 2015, nesse sentido essa perspectiva é fundamental para a retomada do mercado automotivo, fortemente atingido esse ano", afirmou durante discurso na abertura do Salão do Automóvel de São Paulo.

Borges afirmou que a magnitude do evento depõe a favor da evolução da indústria automotiva brasileira. "Todos os grandes players que competem mundialmente estão aqui. Isso é extremamente importante", destacou. Segundo ele, o setor evoluiu porque o setor e o governo "deram as mãos" para o desenvolvimento produtivo e tecnológico da indústria automotiva. "O Inovar auto foi um grande passo a frente nessa evolução", afirmou.

Fonte : Diário do Grande ABC/Agência Estado





 

Data: 31/10/2014

Audi é a montadora que mais cresce no Brasil em 2014
O ano de 2014 promete ser um dos melhores para a Audi do Brasil. A montadora alemã comemora a marca de mais de 9.600 carros vendidos entre janeiro e setembro, o que representa um aumento de 102% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso a empresa deve encerrar 2014 com 12 mil unidades entregues aos clientes brasileiros, 2 mil a mais que a meta traçada no início do ano.

Esse resultado coloca a Audi do Brasil em um novo patamar de vendas, com resultados superior a mil veículos por mês. A previsão é que a companhia consiga vender 15 mil unidades em 2015, quando se inicia a produção local do modelo A3 Sedan e faz uma projeção de 30 mil unidades comercializadas por ano em 2020, quando a fábrica estiver operando em capacidade máxima.

O presidente e CEO da Audi do Brasil, Jörg Hofmann, se demonstra entusiasmado “Estamos muito satisfeitos com os resultados que apresentamos em 2014, ano em que comemoramos 20 anos da marca no Brasil. Nosso desempenho é resultado de uma série de investimentos no crescimento sustentável da marca no país”.

O desempenho global também registrou resultados positivos. O mês de setembro foi o melhor da história da companhia, com 160 mil veículos vendidos. Como a demanda por veículos premium é crescente, a meta global de vendas para 2014 foi ampliada para 1,7 milhão.

Produção local

O crescimento previsto está ancorado, entre outros fatores, nos investimentos que a montadora fará para levar a produção local no Paraná, que totalizam R$ 500 milhões e terá início em meados do ano que vem. Em São José dos Pinhais, serão fabricados o A3 sedan e o Q3. O primeiro será equipado com motor 1.4 flex, “disponível a partir do segundo semestre do ano que vem”, garante o CEO da Audi do Brasil.

Os investimentos da companhia vão além da fábrica. Apenas neste ano, já foram inauguradas cinco novas concessionárias e até dezembro, outras sete serão abertas, chegando a 40 revendedoras. Até 2017 serão 60 lojas em todo o país. “Além disso, fomos ousamos na oferta de soluções de crédito que fizeram com que mais pessoas tivessem a oportunidade de comprar o seu primeiro Audi ou trocar de carro”, acrescenta Hofmann.

Já no pós-venda a companhia criou o Audi Service Express em São Paulo. Trata-se de um modelo de atendimento no qual as três primeiras revisões são feitas em até uma hora. E para o ano que vem o serviço será oferecido também em Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Investir na ampliação e qualificação da rede é a base que nos fará crescer com qualidade no país”, ressalta.

Salão

E para fechar o ano de 2014 e marcar as grandes conquistas no Brasil, a Audi traz para o 28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo o TT Roadster, que foi a maior atração da marca alemã no Salão de Paris. O modelo, que impressiona pelo design singular, dinamismo na condução e pelo inovador cockpit virtual da Audi, chega ao Brasil no primeiro semestre de 2015.

Além do compacto esportivo, também estão expostos dois híbridos que representam a nova geração de carros da Audi: Audi A3 Sportback e-tron e TT offroad concept. O primeiro deve integrar a linha de produtos brasileiros ainda em 2015, enquanto o segundo é um modelo conceito que combina os genes da família TT com a esportividade característica da marca e motor híbrido plug-in.

Fonte : Portal AlltoPeças





 

Data: 31/10/2014

JAC, se soubesse que a regra do jogo iria mudar, teria investido menos
Em março de 2011, quando lançou seus primeiros modelos chineses no Brasil, a JAC Motors chegou fazendo barulho, com direito a ter o apresentador Fausto Silva como garoto-propaganda.

Hoje a marca anda sumida da mídia e não é difícil explicar, segundo Sergio Habib, presidente da empresa no país. “A JAC chegou com uma projeção de vender de 30 mil a 40 mil carros por ano e a gente efetivamente estava vendendo 3.000 carros por mês e tinha rede, estoque e marketing para vender essa quantidade”, afirma.

Com o super IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que no final daquele mesmo ano aumentou em 30 pontos percentuais o imposto e estabeleceu limite de cotas, a empresa teve de readaptar o tamanho da operação. “Hoje estamos com uma operação saudável vendendo 10 mil carros por ano.”

Na entrevista que você pode ouvir a seguir, Habib fala com a franqueza que lhe é peculiar: “Seu eu soubesse que o governo iria mudar a regra do jogo, eu teria investido menos e montado uma operação menor”.

Segundo ele, a previsão é de voltar a vender de 40 mil a 50 mil carros por ano em 2016, com a fábrica que começa a ser construída agora em dezembro a pleno vapor.

Fonte : Carpress/Luís Perez





 

Data: 31/10/2014

Volvo inaugura concessionária exclusiva de ônibus em Belo Horizonte
A Treviso, concessionária Volvo, acaba de inaugurar uma casa exclusiva para ônibus em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A concessionária foi aberta para atender ao aumento da demanda por serviços de ônibus na região.

A frota de ônibus Volvo em Belo Horizonte e região cresceu significativamente no último ano. Era o momento do Grupo Treviso oferecer uma casa 100% dedicada a ônibus, como parte de um compromisso assumido com seus clientes, garantindo assim a qualidade e a agilidade no atendimento e a alta disponibilidade dos veículos”. afirma Márcio Paschoalin, diretor executivo do Grupo Treviso.

A Treviso Ônibus tem 2.300 m² de área construída e 6.900 m² de área total. O espaço conta com 19 boxes para atendimento e um de Pit Stop, para paradas rápidas para troca de óleo e filtros. A infraestrutura conta ainda com dormitório e sala para motoristas, sala para treinamentos e refeitório. O atendimento remoto com oficinas volantes, feito diretamente na garagem dos clientes será mantido.

“A operação de ônibus é uma atividade que possui características específicas, e os operadores precisam ter suas demandas atendidas em horários alternativos à utilização dos veículos”, destaca Selma Ferreira, gerente de pós-venda do Grupo Treviso.

A concessionária está localizada na Rod. BR 381, KM 481.95 / 484.8 - Jardim Piemont – Contagem.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 31/10/2014

Inspeção de veículos blindados exige cuidados de manutenção
O aumento da violência e o trânsito caótico têm feito com que cada vez mais proprietários de automóveis invistam na blindagem de seus automóveis. De acordo com dados da Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem), em 2013 foram adaptados 10.156 veículos, o que representa uma alta de 21,1% em relação a 2012. O levantamento mostrou que a maioria que investe em segurança está no Estado de São Paulo, com 63% do total.

Levantamento feito nas cidades de Campinas e região, pela Dekra, também constatou que o número de inspeções obrigatórias exigidas pelo Contram (Conselho Nacional do Trânsito) em veículos blindados aumentou 105% entre setembro de 2013 e setembro de 2014.

A partir daí é preciso reforçar a importância da revisão periódica nos veículos que possuem blindagem, levando em consideração que, nas inspeções, a Dekra verifica quesitos como vidros delaminados, suspensão, direção, estrutura do veículo, freios, entre outros. Quando há alterações, a empresa reporta no relatório de não conformidade e deixa o cliente ciente das adequações que devem ser feitas.

“Com a blindagem, o automóvel fica mais pesado. Dependendo do modelo, até 20% a mais, comprometendo a vida útil dos componentes mecânicos, exigindo maior cuidado e manutenção. Por isso, a inspeção deve ser feita regularmente. O ideal é realizá-la, pelo menos, uma vez por ano”, afirma André Vieira, responsável pelo segmento de inspeção veicular do Grupo Dekra no Brasil.

Contudo, muitos proprietários preocupam-se apenas com a primeira vistoria, que é obrigatória por lei, enquanto as demais ficam por conta da iniciativa do mesmo, conta Vieira. Logo, a empresa adverte para a necessidade não apenas da vistoria exigida pelo Contram (Conselho Nacional do Trânsito), mas também da realização de verificações recorrentes, visando a segurança dos ocupantes.

Depois de regularizada a situação do automóvel, quando for necessário, a Dekra refaz a inspeção e emite o certificado de Segurança Veicular do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), que é lançado automaticamente no sistema, pois a empresa é licenciada pelo órgão.

Para concluir a inspeção, o proprietário precisa apresentar a certificação da blindadora, feita pelo Exército Brasileiro. O documento é conhecido como CAEX (Centro de Avaliação do Exército) e comprova o nível da blindagem.

É importante ressaltar que os documentos de inspeção do automóvel podem auxiliar na precificação do bem no momento da revenda. “O certificado comprova a eficiência da blindagem, além de ser considerado um diferencial, já que muitos não realizam as vistorias regularmente”, afirma Vieira.

Fonte : Oficina News/Carol Vilanova





 

Data: 31/10/2014

Hyundai Veloster voltará ao mercado nacional com motor turbo
Depois de parar a importação do Veloster, a Hyundai confirmou durante o Salão de São Paulo que irá retomar as vendas do modelo, porém só no final de 2015. E, para a alegria dos entusiastas da marca coreana, será na versão Turbo. O carro vai manter a litragem 1,6, mas adotará um turbocompressor que elevará a potência para 204 cv – e não mais os 128 cv atuais. Quanto ao câmbio, ele poderá ser manual ou automático – ambos de seis marchas. No visual, pequenas mudanças com a adoção de leds na base dos farois dianteiros e luzes de neblina e saída de escapamento arredondados – e não mais quadrados.

Fonte : MotorDream





 

Data: 31/10/2014

Lucro da Volkswagen cresce 58% e chega a US$ 3,7 bilhões no 3º trimestre
O lucro líquido da alemã Volkswagen subiu 58%, para 2,93 bilhões de euros (US$ 3,7 bilhões) no terceiro trimestre deste ano. A receita cresceu 4,1%, para 48,9 bilhões de euros.

A companhia manteve a previsão de desempenho anual e disse esperar ter aumento moderado nas vendas. No acumulado do ano até setembro, a empresa diz ter vendido 7,65 milhões de veículos. O desempenho aumenta a possibilidade de a montadora de atingir a meta de 10 milhões de unidades vendidas ainda em 2014, quatro anos antes do esperado.

A margem de lucro antes de impostos subiu de 5,9% no ano passado para 6,4% nos nove primeiro meses de 2014. O lucro líquido subiu 26,7% no acumulado do ano até setembro, para 8,5 bilhões de euros, com alta de 1,4% da receita, para 147,7 bilhões de euros, na mesma base de comparação.

“Conseguimos uma performance sólida no ano até agora”, disse Martin Winterkor, presidente da Volkswagen, acrescentando que a empresa agora precisa “aumentar a eficiência, flexibilidade e rentabilidade”, além de estabelecer uma base sólida para “responder aos grandes desafios tecnológicos e econômicos encarados pela indústria automotiva”.

O aumento nos ganhos foi impulsionado pelo crescimento de vendas das marcas Skoda e Audi. As vendas da Skoda subiram 13% no acumulado do ano até setembro, em relação ao ano passado, enquanto a marca Audi registrou alta de 10% das vendas no mesmo período.

O mercado de carros está sendo beneficiado pela recuperação da demanda na Europa e nos Estados Unidos e pela continuidade do forte crescimento na China.

Fonte : Valor Econômico/Bloomberg