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Data: 26/9/2016

Mercedes-Benz investe R$ 70 milhões para ter campo de provas em Iracemápolis
A Mercedes-Benz anunciou em Hanover, na Alemanha, durante 66º Salão Internacional de Veículos Comerciais, o início das obras de um campo de provas totalmente dedicado a caminhões e ônibus em Iracemápolis (SP). Com investimento inicial de R$ 70 milhões, o local abrigará, num terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, uma estrutura especializada e 18 pistas de asfalto, concreto e terra, numa extensão total de 25 km para os mais variados tipos de testes.

“Esse moderno e avançado campo de provas ampliará notavelmente a nossa capacidade de desenvolvimento tecnológico de caminhões e ônibus, consolidando a unidade brasileira como referência muito importante para a Daimler (marca de caminhões da Mercedes) e para o setor automobilístico no país”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil

Tecnologia de Fórmula 1

Segundo a Mercedes, as obras de terraplanagem já estão em execução e o início de operação do campo de provas deverá ser no segundo semestre de 2017. Ainda de acordo com a montadora, o campo de provas será o maior e mais completo do Hemisfério Sul para desenvolvimento e homologação de caminhões e ônibus, bem como o maior da Daimler fora da Alemanha, de acordo com a montadora

O campo de provas da Mercedes-Benz em Iracemápolis tomará por base um modelo similar ao da Daimler em Wörth, na Alemanha, um dos mais modernos do segmento de veículos comerciais da companhia e também do setor em todo o mundo. Com isso, poderão ser realizados, aqui no Brasil, testes e ensaios com o mesmo rigor e padrão técnico e métrico seguidos por outras plantas do grupo, diz a empresa.

A concepção da pista de testes brasileira contou também com a consultoria da empresa alemã Tilke, parceira da Daimler no campo de provas de Wörth e em outras obras, e que também elabora projetos de pistas da Fórmula 1, informou a montadora.

Estrutura

A unidade será um laboratório que simulará, em condições reais, situações de tráfego, segurança e comportamento dos veículos que estarão em breve nas estradas, dizem os executivos da empresa.

Segundo a Mercedes, além das pistas, o centro de testes terá uma estrutura de apoio com salas, computadores, rede de TI e oficina mecânica e contará com o suporte da fábrica de automóveis no que se refere à segurança, atendimento médico, alimentação e outros serviços aos cerca de 60 colaboradores da equipe, que já atuavam no centro de desenvolvimento tecnológico da empresa na fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

Fonte : O Globo/G1





 

Data: 26/9/2016

Montadoras inovaram negociações trabalhistas
Com empregos considerados de boa qualidade e funcionários representados por sindicatos fortes, as montadoras instaladas no País têm sido precursoras ou usuárias assíduas de ferramentas de negociações trabalhistas que tentam salvar empregos, principalmente em épocas de crise econômica, como a atual.

Férias coletivas, licença remunerada, banco de horas, suspensão temporária de contratos (lay-off), programa de demissão voluntária (PDV) são medidas que, ao menos nos últimos três anos, têm sido frequentes no setor que viu a produção de veículos despencar de 3,7 milhões de unidades em 2013 para pouco mais de 2 milhões de unidades neste ano.

A mais recente medida introduzida no País com essa finalidade, o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), instituído em novembro de 2015, teve forte apoio das montadoras e fabricantes de autopeças, inspiradas em modelo similar adotado na Alemanha há alguns anos.

Atualmente, dos cerca de 60 mil trabalhadores inscritos no programa, mais de 30% são funcionários de montadoras. O setor opera com ociosidade acima de 50% e, ainda que tenha adotado todas essas ferramentas, eliminou 31 mil vagas no período. Sem as medidas, teria sido pior, concordam sindicalistas e empresários.

No PPE, após acordo com os sindicatos, as empresas podem reduzir jornada e salários em até 30% por seis meses, prorrogáveis por mais seis. Metade do corte salarial é bancada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), no limite de até R$ 900.

Após a vigência, os funcionários têm estabilidade durante um terço do tempo em que durou o programa. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, diz que, para o governo, o subsídio pago no PPE “é mais em conta do que pagar o salário-desemprego”.

Outra medida adotada com mais frequência nos anos recentes é o lay-off. Nesse regime, o contrato de trabalho é suspenso por até cinco meses, período em que o funcionário recebe o seguro-desemprego e precisa frequentar cursos de requalificação.

Uma das primeiras a adotar o lay-off foi a Ford, lembra Marques, no fim dos anos 90. “A empresa queria demitir 2,8 mil trabalhadores e, após uma greve longa, conseguimos um acordo e 2,2 mil pessoas entraram em lay-off e não houve demissão.”

Foi também a Ford uma das primeiras a utilizar o banco de horas para administrar excedente de funcionários sem cortes em massas. A medida permite que o funcionário trabalhe menos horas quando o mercado está fraco, e compense depois quando a empresa precisa acelerar a produção.

Reestruturação

Para o vice presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Ricardo Martins, responsável pelo comitê de relações trabalhistas da entidade, como berço do setor automobilístico brasileiro, a região do ABC concentra grandes montadoras que, por terem fábricas mais antigas, enfrentam maior necessidade de reestruturação.

“Por isso, boa parte das medidas trabalhistas são adotadas primeiro pelas empresas da região, que são grande empregadoras”, afirma Martins.

O ex-ministro do Trabalho e hoje consultor Almir Pazzianotto, afirma que as negociações trabalhistas foram se alterando à medida que a economia foi se sofisticando e a CLT ficou desatualizada. Ressalta, contudo, que muitas das novas ferramentas são viáveis apenas para grandes empresas.

Segundo ele, as pequenas não têm facilidade de negociações “e o dono simplesmente manda o empregado embora pois, na crise, fica muito difícil manter a folha de pagamentos em dia”.

Com excesso de pessoal, outra medida que entrou na agenda das montadoras foi o PDV, que consiste em oferecer salários extras para quem se desligar voluntariamente. Normalmente, a empresa tem uma escala de valores que aumenta dependendo do tempo de trabalho do funcionário.

Num pacote oferecido pela Volkswagen aos empregados da fábrica de São Bernardo do Campo no mês passado houve, até agora, mais de 1,2 mil adesões. Quem tem mais de 30 anos de empresa poderia receber 35 salários extras. Esse desligamento e outras medidas como congelamento de salários evitou 3,6 mil demissões aleatórias.

A Mercedes-Benz inovou na fábrica de São Bernardo. Ofereceu R$ 100 mil extras a quem aderisse ao PDV, independente do tempo de casa. Obteve pouco mais de 1 mil inscrições e, como alegava ter 1,4 mil excedentes, demitiu outros 370.

“Sempre negociamos ferramentas que permitam às empresas uma reestruturação sem a dor da demissão sumária, em massa”, diz Marques. “Pelo menos uma indenização decente para que o trabalhador, especialmente os mais velhos, possam encerrar a carreira com um mínimo de dignidade.”

Lucros

Mais um programa que faz parte das discussões do dissídio dos metalúrgicos, e que virou lei no final de 2000, é o da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Nas montadoras do ABC, desde os anos 80, quando surgiram as primeiras comissões de fábrica, já havia ações para premiar o funcionário como meio de incentivar a produtividade. Na época, era chamado de abono emergencial ou 14.º salário.

Quatro perguntas para...
José Pastore, professor de Relações do Trabalho da USP

1.Como o sr. avalia as ferramentas adotadas no Brasil para tentar evitar demissões?
São importantes e todos os países possuem esses tipos de medidas. Elas contribuem bastante pois, numa hora de crise, a última coisa que se quer é demitir funcionários. Essas ferramentas ajudam a manter os empregos o maior tempo possível.

2.O que funciona mais?
Em minha opinião, é o banco de horas, que foi criado em 1998 pela lei 9.601. Quando a empresa não tem demanda, ela pode reduzir a jornada e os salários e, quando precisa de hora extra, utiliza esse crédito. É diferente do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), usado quando se tem uma situação mais grave. O banco de horas é para situações de mais curto prazo.

3.O setor automotivo é o que mais usa as ferramentas disponíveis para evitar demissões?
Sim, pois é um setor que tem uma base sindical muito bem organizada e tem uma posição flutuante, cíclica, e por isso precisa dessas medidas e as tem adotado. Quem, por exemplo, também tem base sindical organizada, mas não usa esse tipo de medida são os bancos, pois é um setor com atividade regular, que não tem queda de demanda.

4.Que novas ferramentas podem ser adotadas no futuro?
Sou a favor da medida que está em discussão na reforma trabalhista, que é o negociado ter tanta força quanto tem a lei.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 26/9/2016

Ford registra patente de carro minimalista, inspirado no Modelo A
Enquanto carros modernos tornaram-se extremamente complexos, a Ford está vendo uma oportunidade para simplificar as coisas, de olho em mercados emergentes.

Recentemente, a empresa registrou uma patente aparentemente inspirada em um de seus mais antigos veículos, o Ford Modelo A, de 1903.

O projeto traz diversas características que poderão ser úteis em locais de infraestrutura deficiente, e permite baixo custo de produção.

O Modelo A de 1903 foi um dos carros mais potentes de seu tempo. O motor de dois cilindros gerava oito cavalos. Tinha controles simples e um jeitão de utilitário.

Pois a patente atual revela desenho similar, com estilo minimalista, que deve preencher a lacuna existente entre bicicletas e carros. O rascunho se assemelha a um kart movido a pedal com várias possibilidades de arranjos para os bancos.

A ideia central é utilizar o mínimo possível de peças, e a propulsão deverá ser elétrica.

A patente indica que o chassi pode ter um motor de combustão interna ou um elétrico, apto a mandar potência para um ou dois eixos.

O chassi é modular em forma de "X", e permite que o carro seja praticamente "dobrado" ao ser estacionado, para economizar espaço. Algo que pode ser muito útil em cidades congestionadas.

De acordo com o projeto, o carro pode ser configurado para acomodar de uma a seis pessoas.

Além disso, vários componentes podem ser acrescentados, como uma caçamba que o transforma em picape.

Essa não é a primeira vez que uma montadora registra a patente de um carro dobrável. A Hyundai apresentou projeto similar no início do ano.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 26/9/2016

Metalúrgicos da GM em São José dos Campos terão salários corrigidos pela inflação
Os trabalhadores da General Motors (GM) em São José dos Campos, no interior paulista, aprovaram nesta sexta-feira, 23, acordo negociado pelo sindicato que corrige os salários pela inflação.

Em termos nominais, os vencimentos dos operários do parque industrial, onde são montados a picape S10 e o utilitário esportivo TrailBlazer, serão reajustados em 9,62%, o equivalente à inflação em doze meses medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) até agosto, mês da data-base.

Os metalúrgicos da fabricante de equipamentos militares Avibras, sediada no mesmo município, conquistaram o mesmo reajuste, igualmente aprovado em assembleia realizada nesta sexta-feira. No início do mês, a Avibras e o sindicato já tinham celebrado um acordo para reduzir as demissões programadas pela empresa e garantir estabilidade de 120 dias a quem continuasse na fábrica.

De acordo com o sindicato dos metalúrgicos da região, além do reajuste salarial, o piso salarial na GM teve um aumento de 14,97%. O acordo renova ainda cláusulas sociais como a estabilidade no emprego a funcionários que sofreram alguma lesão no trabalho.

Em sua fábrica no ABC paulista, que produz os modelos Spin, Montana e Cobalt, a montadora já tinha fechado um acordo em abril que congelou os salários neste ano. Nesse caso, os metalúrgicos aprovaram a proposta para evitar demissões.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Eduardo Laguna





 

Data: 26/9/2016

Governo do Espírito Santo e Ebercon assinam protocolo de intenções
Governo do Espírito Santo e a empresa Ebercon assinaram um protocolo de intenções para a disposição de uma fábrica da nova marca D2DMotors, que produzirá um conversível esportivo e um utilitário esportivo em Jaguaré, no Norte do estado. A iniciativa prevê investimentos iniciais de R$ 22 milhões em três fases e deve gerar 60 empregos diretos na etapa final de operação. A ideia é que as obras para a construção da planta comecem em 2017 e a operação seja iniciada até 2019.

Fonte : MotorDream





 

Data: 26/9/2016

Nacional em 2017, Hyundai Creta ganha motor 1.6 turbo de 162 cv
Vendido na China como ix25, o Hyundai Creta acaba de ganhar versões equipadas com o motor 1.6 T-GDI, que já estão à venda no país asiático.

Identificado externamente pelo emblema ‘T-GDi’ e pela saída de escapamento dupla, a versão mais potente do SUV possui sob o capô o motor 1.6 turbo de 162 cv e 25,5 kgfm de torque. O câmbio é de dupla embreagem e sete velocidades com tração dianteira.

Apenas como comparação, o 1.6 VTVT entrega 126 cv e 15,4 kgfm de torque, enquanto o 2,0 litros aspirado tem 162 cv e 19,6 kgfm de torque. O primeiro pode ter câmbio manual ou automático de 6 velocidades, enquanto o 2.0 apenas transmissão automática. Dessa forma, o propulsor 1.6 T-GDI e a caixa DCT formam um conjunto bem superior.

Disponível na China em duas versões de acabamento, o Hyundai ix25 1.6T é bem recheado e oferece controle de estabilidade, assistente de rampas e descidas, sensores de estacionamento, teto solar panorâmico, acesso e partida sem chave, controle de cruzeiro e volante multifuncional como itens de série.

Creta “Made in Brazil”

Com apresentação marcada para o Salão do Automóvel e início de produção previsto para 2017, o Creta nacional ainda não teve a gama de motores confirmada. A Hyundai diz ainda que o SUV terá lista de equipamentos mais recheada em relação ao HB20. Em termos mecânicos, as principais apostam recaem sobre os propulsores 1.6 16V de 128 cv da linha HB20 ou 1.8 16V do i30.

Fonte : Carplace





 

Data: 26/9/2016

Goodyear lança pneus Citymax Plus no Brasil
A Goodyear do Brasil lança o Citymax Plus, novo pneu para uso urbano em ônibus e caminhões com até 8% a mais de quilometragem. Disponível na medida 275/80R22.5, o modelo oferece novo desenho dos sulcos externos, que em conjunto com um composto especial permite o aumento da quilometragem do pneu em banda original.

“O novo pneu Citymax Plus tem embarcadas todas as recentes inovações que desenvolvemos para apoiar os consumidores na obtenção do menor custo por quilômetro em pneus para seus veículos”, afirma Fabio Garcia, gerente de marketing de pneus comerciais da Goodyear Brasil.

O Citymax Plus conta com quatro cintas estabilizadoras de aço que protegem a carcaça, tornando possível um número maior de recapagens. Além disso, a tecnologia Waffle Blade oferece ligação flexível entre os blocos do pneu, que em conjunto com um composto especial, otimiza sua movimentação e permite que se acomodem de forma eficaz no piso.

Os pneus Citymax Plus contam com opção de chip RFID (identificação por radiofrequência) integrado, que deve ser usada em conjunto com a solução Control Max, composta por software e ferramentas de última geração – que podem ser totalmente integrados a outros sistemas de controle de frotas. O sistema permite o monitoramento do uso dos pneus dos veículos, emitindo relatórios analíticos fundamentais para o controle do estoque, montagens, rodízios, reparos e trocas. O Control Max também possibilita a coleta de dados de pressão de ar e profundidade de sulcos.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 26/9/2016

Idec lança aplicativo para avaliar meios de transporte de São Paulo
Na última sexta-feira, 23, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lança a versão beta do aplicativo MoveCidade. Disponível para Android, o sistema permite que os usuários dos meios de transporte metropolitano e intermunicipal de São Paulo avaliem quesitos como limpeza, pontualidade, segurança e acessibilidade.

Fruto de uma parceria com o Instituto Clima e Sociedade e o LED (Laboratório de Experimentação Digital), o aplicativo irá gerar dados sobre qualidade e conforto dos serviços e infraestrutura dos transportes. Nesta primeira fase, o Idec convida as pessoas a testarem o aplicativo para futuras melhorias. “O Instituto irá reunir as avaliações para encaminhar às empresas prestadoras dos serviços e autoridades responsáveis, como forma de pressão e reivindicação dos cidadãos”, explica Rafael Calabria, pesquisador em mobilidade urbana do Idec.

A versão oficial do aplicativo MoveCidade está prevista para outubro deste ano. Em novembro, serão incluídos os meios de transporte das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Até 2017, outras cidades serão acrescentadas permitindo comparações entre as localidades.

O passo a passo para ter acesso à versão beta do aplicativo MoveCidade (Android) está disponível no link: www.movecidade.org.br/app

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 26/9/2016

Volvo comercializa ônibus elétricos para Luxemburgo
A cidade de Luxemburgo deve ter quatro novos ônibus elétricos do modelo plugin. A operadora Sales-Lentz adquiriu novas unidades fabricadas pela Volvo, que devem se juntar a outros 24 híbridos e 12 elétricos híbridos produzidos pela empresa. Os veículos serão utilizados na cidade de Differdange, na região Sudoeste de Luxemburgo.

“Depois de muitos anos de empenho, implementamos um ambicioso plano de conceber nossa cidade de forma sustentável. Chamado ‘Differdangechange’, queremos repensar a eficácia de todas as nossas ações, particularmente no nosso transporte coletivo, o ‘Diffbus’. Estamos orgulhosos que nossos ônibus urbanos possam fazer parte de um sistema pioneiro e participar de forma exemplar desta mudança para preservar nossa cidade e o meio ambiente”, afirma Roberto Traversini, prefeito da cidade de Differdange.

Os veículos recebem recargas rápidas nos pontos finais e sempre que estiverem ociosos. O sistema prevê contatos automáticos de pantógrafo, comunicação sem fio, placas de contato e equipamentos de infraestrutura que automaticamente colocam os veículos em contato com um pantógrafo. O início das operações está previsto para o segundo trimestre de 2017.

“Os ônibus elétricos são uma solução econômica para as cidades reduzirem os problemas de má qualidade do ar e ruídos. Os ônibus silenciosos e sem emissões também abrem possibilidades inteiramente novas de planejamento urbano”, afirma Håkan Agnevall, presidente da Volvo Buses.

Fonte : Blog Ponto de Ônibus





 

Data: 26/9/2016

Mercedes-Benz amplia vantagem sobre BMW e Audi em 2016
O mês de agosto foi excelente para a Mercedes se aproximar ainda mais da liderança global entre as marcas Premium antes do prazo originalmente previsto (2020). Com 156.246 veículos vendidos, a alemã avançou 11,8% na comparação com 2015 e repetiu a primeira posição de julho.

Maior adversária da disputa pela ponta, a BMW emplacou 142.554 unidades no mês passado, 5% a mais do que em agosto do ano passado. Com o menor crescimento do “trio de ferro alemão” (+2,9%), a Audi manteve a terceira posição, com 132.350 unidades.

O Classe E foi novamente o grande destaque da Mercedes no mês passado, com mais de 17 mil unidades comercializadas, mesmo ainda sem vendas iniciadas na China, seu maior mercado, e sem a versão Touring nas concessionárias de todos os mercados. Menção também para o Mercedes-Maybach Classe S, que ultrapassou as 15 mil unidades desde seu lançamento no ano passado.

Na BMW, as vendas do top de linha Série 7 mais do que triplicaram em relação a agosto de 2015, enquanto o X1, com 16.612 unidades, superou os 100% de crescimento. O A4 foi novamente o carro-chefe da Audi, com 12.850 unidades apenas na Europa, onde o modelo avançou 60% no período.

No acumulado de 2016, a vantagem da Mercedes aumentou ainda mais: única a manter alta na casa dos dois dígitos (+11,7%), a montadora de Stuttgart atingiu a marca de 1.326.635 unidades, 44.124 a mais do que a BMW (1.282.511, +5,5%) e 91.735 a mais do que a Audi (1.234.900, +4,9%).

Fonte : Carplace/Thiago Parísio