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Data: 23/7/2014

Toyota acelera projetos para também ser grande no Brasil
A Toyota demorou meio século até dar, com o lançamento do Etios, a grande tacada para se tornar uma marca popular no Brasil. Daqui para frente, porém, não pretende esperar mais tanto tempo em seus próximos passos no país.

A montadora japonesa - antes extremamente meticulosa em cada movimento no mercado brasileiro - está envolvida em projetos que vão desde transferir a sede administrativa para o ABC paulista a transformar sua fábrica mais antiga, em São Bernardo do Campo (SP), numa base de suporte e lançamento de novas tecnologias, no que pode culminar na produção de carros híbridos no país.

Simultaneamente, avança na construção da fábrica de motores em Porto Feliz, no interior paulista, faz planos para aumentar a produção nacional de outros componentes e trabalha nos bastidores para convencer o governo a liberar estímulos a novas tecnologias de propulsão, abrindo, assim, as portas para o Prius, o automóvel híbrido mais vendido do mundo.

Para começar, a administração dos negócios passará a ser feita a partir da fábrica de São Bernardo do Campo, onde são produzidas peças da Hilux, importada da Argentina, e do Corolla, montado em Indaiatuba, também no interior de São Paulo. Ricardo Bastos, gerente-geral de relações governamentais da montadora, diz que a ideia é concluir já no primeiro semestre de 2015 a transferência da sede administrativa, atualmente na zona sul da capital paulista, para a unidade de São Bernardo, que também vai ganhar um centro de treinamento de funcionários, fornecedores e concessionários da marca.

Depois disso, na segunda metade do ano que vem, a linha de eixos e suspensões da Hilux será levada para a fábrica onde a picape é montada, em Zárate, na província de Buenos Aires. Isso vai abrir um espaço na unidade do ABC que poderá ser aproveitado para expandir a produção de autopeças no local ou, num projeto mais ambicioso - porém, dependente de estímulos do governo federal -, abrigar uma linha de montagem do Prius.

Rafael Marques, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, diz que o acordo assinado com a empresa no mês passado garante, pelo menos do lado trabalhista, a viabilidade de novos investimentos em São Bernardo. Além de estabelecer benefícios e reajustes salariais dos próximos três anos, o acordo, diz Marques, flexibiliza as relações trabalhistas com a implementação do banco de horas - ferramenta que dá agilidade às empresas para adequar a jornada de trabalho à necessidade de produção - e a terceirização de atividades.

O sindicalista conta que a fábrica já está sendo equipada para ser uma espécie de laboratório de testes dos motores que serão produzidos em Porto Feliz, com a chegada de aparelhos como dinamômetros, usados para medir a potência dos propulsores. Oficialmente, a Toyota ainda não se manifestou sobre esse investimento.

O projeto de Porto Feliz, segundo Bastos, está adiantado em um ou dois meses em relação ao cronograma original. Mas o executivo do grupo diz que ainda é cedo para afirmar se a inauguração da unidade, orçada em R$ 1 bilhão, será antecipada. Por enquanto, segue a meta de fazer a inauguração no primeiro semestre de 2016.

Porto Feliz começará produzindo motores para o compacto Etios com 60% de conteúdo nacional. Com isso, o índice de nacionalização do carro, fabricado desde agosto de 2012 em Sorocaba (SP), passará da faixa de 65% a 70% para algo entre 80% e 85%. Em linha com a exigência de maior uso de conteúdo local do novo regime automotivo, conhecido como Inovar-Auto, a fábrica também vai produzir os motores do sedã Corolla a partir de 2019.

Maior montadora do mundo, mas apenas sétima colocada no ranking brasileiro, a Toyota ainda terá de correr muito para ter no Brasil uma presença mais condizente com sua posição em outros grandes mercados internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, é a terceira marca, com mais de 14% das vendas totais neste ano.

Apesar disso, sua investida no segmento de compactos, o mais popular no Brasil, lhe tem permitido resistir à crise que atinge as marcas do pelotão de frente da indústria automobilística nacional. Enquanto o consumo de carros cai mais de 7% neste ano, a Toyota é uma das poucas montadoras que ainda conseguem crescer. No primeiro semestre, suas vendas subiram 3,5%, respondendo por mais de 5% do consumo de carros no país.

Segundo Bastos, as fábricas de Sorocaba e Indaiatuba estão operando a plena capacidade. A linha do Etios roda no ritmo de 80 mil veículos por ano e a do Corolla deve encerrar 2014 "um pouco acima" da capacidade de 70 mil unidades anuais. O sedã tem uma fila de espera de quase dois meses e as duas unidades estão trabalhando com horas extras e aos sábados, diz o executivo. Enquanto o mercado brasileiro caminha para fechar 2014 com queda superior 5%, a Toyota prevê um crescimento em torno de 1% em relação aos 176,1 mil veículos vendidos em 2013.

Fonte : Valor Econômico





 

Data: 23/7/2014

Governo estuda renovação de frota escolar urbana
O governo federal prepara o lançamento de uma versão urbana do programa Caminho da Escola, hoje voltado à renovação e ampliação da frota de veículos para transporte de estudantes da educação básica pública prioritariamente em zonas rurais.

O estudo prevê financiamento subsidiado para empresas ou transportadores individuais que prestam serviços para a rede pública e privada de todos os níveis de ensino nas cidades de maior porte e significará um alívio para a indústria brasileira de ônibus diante da queda de produção registrada neste ano.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus), José Antonio Fernandes Martins, que participa das negociações, o novo programa pode representar um acréscimo de pelo menos 20% a 25% na produção e no faturamento anual do setor a partir da renovação, ao longo de oito anos, de uma frota escolar estimada em 100 mil micro-ônibus, vans e peruas no país. A ideia é implantar a nova modalidade em 2015.

O empresário calcula que a indústria fatura cerca de R$ 10 bilhões por ano e, tomando como base os dados da Fabus e da Marcopolo, maior empresa do setor, ela produziu pouco mais de 38 mil unidades no país em 2013. Já a substituição da frota de transporte escolar poderá significar a venda anual de aproximadamente 12 mil ônibus escolares com 20 a 50 lugares por R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões.

Em 2014, com a desaceleração da economia, a produção apurada pela Fabus de janeiro até junho recuou 27,1% ante igual período de 2013, para 11,7 mil unidades. O número não inclui os modelos integrais (carroceria com chassis) "Volare" da Marcopolo. Já pelos dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os licenciamentos de ônibus recuaram 13,7% na mesma base de comparação, para 13,4 mil veículos.

O estudo está sendo tocado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que já opera o Caminho da Escola, com apoio do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Até o início de 2015 deve ser criada uma padronização para os ônibus escolares urbanos, que serão financiados em até 100% pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com dez anos de prazo e juros de 6% ao ano, afirma Martins.

O modelo é diferente do Caminho da Escola atual, que tem três formas de financiamento para prefeituras e Estados que adquirem os ônibus. Uma delas é mediante convênio com o FNDE, que banca os veículos, a segunda é com recursos próprios dos governos estaduais e municipais e a terceira é uma linha específica do BNDES, corrigida pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais spread de até 1% ao ano para o banco e também de até 1% para a instituição repassadora. O prazo de pagamento é de seis anos, incluindo seis meses de carência.

Lançado em 2007 e executado desde 2008, o Caminho da Escola já financiou 35,4 mil ônibus por R$ 6,6 bilhões e até o fim de 2014 serão mais 3 mil veículos por R$ 650 milhões, informou o FNDE por intermédio de sua assessoria de imprensa. Nenhum representante da instituição, porém, estava disponível para falar sobre a nova modalidade do programa.

De acordo com Martins, a Fabus também está negociando a inclusão dos ônibus com mais de 20 anos de uso no programa de reciclagem de caminhões a partir de 30 anos de rodagem que está sendo estudado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No caso dos ônibus, a estimativa é que 15% da frota de aproximadamente 800 mil veículos no país tenha mais de duas décadas, principalmente os modelos rodoviários, explica Martins. Ao mesmo tempo, pelo menos 10% dos 300 mil caminhões que circulam no Brasil teriam mais de 30 anos.

O programa de reciclagem, que vem sendo estudado há cerca de um ano, prevê a venda dos veículos mais velhos a um organismo a ser criado pelo governo federal, que será responsável pelo desmanche. Em troca, os proprietários receberão um pagamento que será usado como entrada na aquisição de um modelo mais novo, além de um financiamento adicional do BNDES, relata o presidente da Fabus.

Fonte : Valor Econômico/Sérgio Ruck Bueno





 

Data: 23/7/2014

Governo reduz previsão de expansão do PIB
Ao mesmo tempo em que passou a ver menor expansão econômica neste ano, o governo aumentou a estimativa de receitas extraordinárias para tentar cumprir a meta de superávit primário, num momento em que enfrenta duras críticas sobre a gestão das contas públicas.

Agora, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é de 1,8 por cento para este ano, menor do que os 2,5 por cento esperados até então, segundo relatório bimestral de Receitas e Despesas divulgado pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento nesta terça-feira.

O número ainda é mais otimista do que a projeção do Banco Central, de crescimento de 1,6 por cento neste ano, em que a presidente Dilma Rousseff tenta a reeleição.

Economistas ouvidos pela autoridade monetária na pesquisa Focus, por sua vez, veem expansão de apenas 0,97 por cento neste ano. Em 2013, o PIB cresceu 2,5 por cento.

Neste contexto, o governo também calculou que as receitas extraordinárias somarão 27,016 bilhões de reais entre julho e dezembro deste ano, acima dos pouco mais de 24 bilhões de reais esperados para o período de maio a dezembro.

Segundo o documento, no novo valor estão incluídos 18 bilhões de reais distribuídos a partir de agosto de 2014 e que se referem, entre outros, ao Refis --programa de parcelamento de débitos tributários.

No último dia 10, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, havia informado que o Refis geraria receita extra de 15 bilhões de reais neste ano.

No fim de maio, a Receita também havia informado que esperava para todo o ano receitas extraordinárias de 28,4 bilhões de reais.

Sem mencionar projeções com dividendos e concessões, o governo informou também que já incorporou às receitas não administradas os 2 bilhões de reais referentes a pagamento de bônus da Petrobras neste ano pela assinatura do direito da estatal explorar óleo excedente em áreas do pré-sal.

O uso de receitas extraordinárias tem sido uma das principais ferramentas para o governo buscar a meta de superávit primário nos últimos anos, o que acaba afetando a confiança dos agentes econômicos.

Em 12 meses até maio, último dado disponível, a economia feita pelo setor público para o pagamento dos juros estava em 1,52 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), aquém do objetivo estipulado para este ano, de 99 bilhões de reais, ou 1,9 por cento do PIB.

Neste cenário de fiscal mais apertado, o governo também piorou a estimativa para a alta do IPCA a 6,20 por cento neste ano, frente aos 5,60 por cento por cento calculado antes, aproximando-se do teto da meta do governo -de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O relatório também mostrou que o governo elevou em 714,5 milhões de reais tanto a previsão de despesa obrigatória neste ano quanto a de receitas.

Fonte : Portal Exame





 

Data: 23/7/2014

Projeção para inflação em 2014 cai para 6,44%
A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 6,48% para 6,44%, este ano. Para 2015, a estimativa passou de 6,10% para 6,12%. As projeções fazem parte da pesquisa semanal do Banco Central (BC) sobre os principais indicadores econômicos.

Os números estão acima do centro da meta de inflação (4,5%) e um pouco abaixo do limite superior (6,5%). É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.

Essa taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.

A projeção das instituições financeiras para a Selic, ao final deste ano, foi mantida no atual patamar (11% ao ano). Para o final de 2015, a projeção segue em 12% ao ano.

A pesquisa semanal do Banco Central também traz a mediana das expectativas para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 5,04% para 4,49%, em 2014, e segue em 5,50%, em 2015. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa foi ajustada de 5,04% para 5,01%, este ano, e de 5,61% para 5,55%, em 2015.

A estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi ajustada de 5,69% para 5,56%, este ano, e de 5% para 5,13%, em 2015.

Fonte : Agência Brasil/Kelly Oliveira





 

Data: 23/7/2014

PSA estima queda de até 46% na produção este ano
A PSA Peugeot Citroën deve produzir entre 100 e 150 mil veículos no Brasil em 2014, número abaixo dos 185 mil carros produzidos em 2013. A variação negativa, portanto, pode atingir 46%.

A PSA já registrou queda nas vendas de automóveis em 10% no primeiro semestre sobre igual período do ano passado. De acordo com executivos da companhia, a expectativa para este segundo semestre é melhor, mas a empresa reconhece que a produção anual ficara aquém da marca de 2013.

De acordo com o diretor de assuntos corporativos da PSA, Rodrigo Junqueira, as vendas no Brasil foram prejudicadas por um ano atípico, marcado pelo Carnaval tardio, a Copa do Mundo e as eleições marcadas para outubro.

Junqueira, no entanto, é otimista acerca do cenário para 2015, após a eleição: "Nos anos (eleitorais) anteriores, víamos preocupação com a alteração para pior na economia e dessa vez existe muito mais otimismo no sentido de que a economia pode melhorar depois das eleições", afirmou o executivo.

A instabilidade do mercado argentino, para onde a montadora francesa vendeu 40% de sua produção brasileira no ano passado, também vai influenciar na redução da atividade na fábrica de Porto Real, no Rio.

No primeiro semestre a PSA vendeu para o país vizinho cerca de 15 mil carros e 13 mil motores. A marca é semelhante ao volume de exportações da companhia para a Argentina em 2012, mas muito abaixo dos 26 mil carros exportados em 2013.

Para a empresa, o mercado do país vizinho tem perspectivas ainda piores que o brasileiro. "Ele [o mercado argentino] já caiu entre 20% e 25% e as perspectivas não são boas porque há dificuldades de prever o que vai acontecer por conta dos problemas cambiais", afirmou o diretor financeiro da PSA, Jean-Marc Lucent. "Os problemas argentinos são mais profundos que os brasileiros", disse. De acordo com Lucent, as dificuldades nas relações comerciais entre Brasil e Argentina também influenciaram o enfraquecimento das vendas.

Em 2013, a Peugeot exportou para o Mercosul cerca de US$ 185 milhões, uma marca que não será repetida neste ano, reconhecem os executivos.

Durante palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) sobre as perspectivas futuras do Mercosul, Lucent aproveitou para criticar a falta de unidade no bloco. "Falta para nós industriais, para nós europeus, entender para onde está indo o Mercosul", criticou o diretor financeiro da PSA.

"Precisamos de uma integração forte com a Argentina e de livre comércio para permitir uma economia de escala", queixou-se.

Fonte : Valor Econômico/Guilherme Serodio





 

Data: 23/7/2014

Vendas de aço pelos distribuidores têm retração 7,6% em junho
As vendas de aços planos pela distribuição, em junho deste ano, caíram 7,6% na comparação anual, informou ontem o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider). O volume total comercializado atingiu 321,2 mil toneladas.

Já as compras das empresas associadas ao Sindisider somaram 299,7 mil toneladas no mês passado, um recuo de 23,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Porém, no acumulado do ano, as vendas de aços pelos distribuidores cresceram e totalizaram 2,2 milhões de toneladas, aumento de 3,5% na comparação com igual período de 2013. Já as compras dos associados, de janeiro a junho deste ano, tiveram queda de 7,4% em relação ao mesmo período do ano passado, para 2,1 milhões de toneladas.

Fonte : DCI/Juliana Estigarríbia





 

Data: 23/7/2014

BYD oficializa fábrica de baterias no Brasil
A reunião da cúpula dos BRICS em Fortaleza (CE), que ocorreu na semana passada, serviu para formalizar outros acordos comerciais importantes além da interessante criação do Banco dos BRICS, como a assinatura do contrato que prevê a instalação da fábrica de baterias de fosfato de ferro da chinesa BYD no Brasil. A cerimônia ocorreu no Distrito Federal, com as presenças do presidente da BYD, Wang Chuanfu, e dos presidentes da China e do Brasil, Xi Jinping e Dilma Rousseff, respectivamente.

O anúncio ocorreu poucos dias após a confirmação oficial da instalação da fábrica de chassis de ônibus com propulsão elétrica e do Centro de Desenvolvimento & Pesquisas na cidade de Campinas, no interior paulista. Por uma questão lógica, Campinas é a principal favorita para receber a fábrica de baterias da BYD no Brasil. A negociação do investimento ocorreu através da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Investimentos).

Apesar dos distintos objetivos, a instalação da BYD no Brasil para todos os envolvidos (indústria e governos) é estratégica pelo mesmo motivo: a necessidade de desenvolver soluções tecnologicamente sustentáveis no mercado nacional.

Vagner Rigon, vice-presidente de Vendas da BYD Brasil, já havia antecipado essas informações em entrevista exclusiva concedida para a revista Transpo Magazine – Análise número 37.

Fonte : Revista Transpo Online





 

Data: 23/7/2014

Consórcio Nacional Foton facilitará compra de caminhões
Para facilitar a venda de seus caminhões, a Foton está lançando o Consórcio Nacional Foton numa parceria com a Randon Consórcios. “É um investimento em que você planeja com antecedência, a compra ou renovação do seu bem, e não podíamos deixar este sistema de fora do nosso portfólio”, disse Luiz Carlos Paraguassu, diretor Regional Sul e Relações Institucionais da Foton Caminhões.

“O Consórcio Nacional Foton entra no mercado já com planos diferenciados, com entregas programadas que podem chegar a 100 veículos nos primeiros cinco meses de lançamento da operação. Estamos em processo de preparação e treinamento das nossas equipes de vendas e iniciaremos nossas atividades sobre o consórcio em torno de 45 dias”, revelou Paraguassu.

Fonte : Revista Transpo Online





 

Data: 23/7/2014

Caminhonetes Chevrolet e GM terá caixa de 8 velocidades
A GM desenvolveu a transmissão automática Hydra-Matic 8L90 de oito velocidades, tendo aproximadamente o mesmo tamanho do modelo Hydra-Matic 6L80 de seis velocidades, também automática. Aliado ao motor 2L EcoTec3 V-8 de 6.2L e 420 cavalos de potência, o veículo pode tracionar um reboque com até 12 toneladas.

Outros detalhes do novo trem de força serão revelados perto da ocasião de lançamento, durante o quarto trimestre de 2014. A nova transmissão deverá equipas as caminhonetes Chevrolet Silverado, GMC Sierra, GMC Yukon Denali e Yukon XL Denali.


Fonte : Revista Transpo Online





 

Data: 23/7/2014

Novo Focus sofre reajuste e parte de R$ 63.590; versão de topo sai por R$ 91.590
Na sequência de reajustes aplicados nas últimas semanas pelas principais montadoras (apesar da estagnação do segmento) a Ford não ficou de fora. Depois do New Fiesta, agora é a vez do novo Focus ficar com o preço mais salgado. A versão de entrada S 1.6, que antes custava R$ 61.590, passou a R$ 63.590.

Produzido na Argentina, o Focus teve o preço de todas as versões reajustadas. Desta vez o aumento foi considerável e supera os R$ 3 mil nos acabamentos mais caros. Destaque para o fato de que a partir da versão SE 2.0 o valor cobrado é o mesmo para o hatchback ou sedã. Na versão de topo Titanium Plus 2.0 Powershift, o preço chega a R$ 91.590.

Veja a nova tabela de preços:

Focus S 1.6 R$ 63.590
Focus S 1.6 PowerShift R$ 68.590
Focus SE 1.6 R$ 66.590
Focus SE 1.6 PowerShift R$ 71.590
Focus SE 2.0 PowerShift R$ 77.590
Focus Titanium 2.0 PowerShift R$ 83.590
Focus Titanium Plus 2.0 PowerShift R$ 91.590

Focus Sedan S 2.0 PowerShift R$ 71.590
Focus Sedan SE 2.0 PowerShift R$ 77.590
Focus Sedan Titanium 2.0 PowerShift R$ 83.590
Focus Sedan Titanium Plus 2.0 PowerShift R$ 91.590

Fonte : Carplace