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Data: 11/7/2014

Ministério Público amplia incentivo fiscal para montadoras
Montadoras de automóveis do Centro-Oeste podem ter benefícios tributários semelhantes aos já concedidos às fábricas da Fiat e da Ford instaladas no Nordeste. Uma emenda incorporada de última hora na Medida Provisória 641, editada originalmente para alterar regras de comercialização de energia, permitiu que empresas com unidades no Centro-Oeste obtenham crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e calculado com base no PIS/Pasep e Cofins devidos. A mesma MP também incorporou alterações na tributação de bebidas frias e no mercado de comercialização de energia.

Os dois itens que pegaram "carona" no texto não têm o aval da Fazenda. Aprovado por uma comissão especial no final da semana passada, o texto precisa ainda ser votado pelos plenários da Câmara e do Senado, algo considerado improvável por parlamentares. "Pouco provável, se não tiver recesso (no Congresso) vai cair", disse o líder do PMDB Eduardo Cunha (RJ).

Pelo texto apresentado de última hora pelo senador Vital do Rego (PMDB-PB), montadoras instaladas no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul terão o mesmo regime que a Fiat e a Ford tiveram quando escolheram, respectivamente, Pernambuco e Bahia para a instalação de fábricas. Na região Centro-Oeste, onde há plantas da Mitsubishi e da Hyundai, o regime fiscal diferenciado é calculado diretamente sobre o IPI devido.

O senador também aproveitou para inserir na MP alterações na forma de apuração de valores de referência que servem como base de cálculo para tributos federais para bebidas frias, que incluem cervejas, águas, energéticos, refrescos e isotônicos.

Caso a proposta siga adiante no Congresso, a contribuição para o PIS/Pasep e Cofins dos optantes de um regime especial de tributação já existente para o setor passarão a ser apuradas por alíquotas calculadas a partir da multiplicação de valores de referência que só poderão ser alterados a cada 12 meses e que não poderão exceder a inflação acumulada no período.

Apoio

A modificação foi encampada pelo PMDB. Para o partido, haverá o aperfeiçoamento do modelo de tributação. "Pelo texto aprovado estão garantidos avanços, como simplificação do modelo atual, a melhoria da transparência e a obrigatoriedade em se manter os altos níveis de empregos em empresas do setor", afirmou em nota o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp(RO).

Fonte : O Estado de S. Paulo/Ricardo Della Coletta





 

Data: 11/7/2014

Fabricantes começam a demitir e perspectiva é de queda para o ano
A indústria de carrocerias continua sofrendo com a baixa do mercado automotivo. No primeiro semestre, as empresas do setor registraram queda de 7,78% das vendas em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir). Diante deste cenário, os grandes players já começaram a reduzir custos.

"Os fabricantes estão se readequando e já iniciaram o processo de corte de vagas. Certamente, o nosso parque industrial vai ter baixa", afirmou ao DCI o presidente da Anfir, Alcides Braga.

O executivo ressalta que os números de demissões ainda não foram compilados, mas garante que o cenário é de cautela. "O quadro atual é preocupante", acrescenta Braga.

A atividade de implementos rodoviários é intimamente ligada aos emplacamentos de caminhões. Desde o início do ano, a Anfir já previa uma queda de 5% para o ano, enquanto a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ainda apostava em crescimento para 2014. Porém, na última segunda-feira (07), a entidade revisou a projeção do setor, neste ano, para uma queda de 5,4%.

"Os clientes estão muito receosos e não há motivação para o investimento", destaca o presidente da Anfir. No primeiro semestre, o segmento pesado (reboques e semirreboques) registrou vendas 10,55% abaixo das apuradas no mesmo período de 2013, para 28,6 mil unidades.

Já em leves (carroceria sobre chassi), a retração foi um pouco menor, de 6,06% na mesma base de comparação, para 48,2 mil unidades. A queda menos acentuada em leves pode ser explicada pela demanda mais aquecida nos setores de consumo.

Financiamento do BNDES

As regras para o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a compra de bens de capital (Finame) ainda não saíram, mas o governo já adiantou que haverá prorrogação das condições especiais, como por exemplo, juros "negativos" (abaixo da inflação).

No entanto, para o presidente da Anfir, o cenário é desanimador. "O cliente está mais realista. As compras realizadas neste ano têm sido aquelas absolutamente necessárias, portanto, ampliar o crédito não deve impulsionar muito as vendas", diz Braga.

A Anfir mantém a projeção de queda de 10% para 2014. "Não enxergamos qualquer tipo de medida que possa impulsionar a renovação da frota", diz.

Fonte : DCI/Juliana Estigarríbia





 

Data: 11/7/2014

Abeifa vê segundo semestre com cautela
Apesar do balanço ruim no primeiro semestre deste ano, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) espera uma recuperação das vendas de importados na segunda metade de 2014. No entanto, o presidente da entidade, Marcel Visconde, reconhece que o setor passa por dificuldades.

"As recorrentes quedas das vendas nos últimos meses sinalizam que o consumidor está em compasso de espera e aguarda sinais de recuperação da economia, que devem acontecer no segundo semestre", diz Visconde.

No primeiro semestre, os emplacamentos das associadas da Abeifa totalizaram 46,4 mil unidades, declínio de 13,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Somente em junho, a queda das vendas atingiu 33,4% na comparação anual.

"Temos contribuído para estimular as vendas, criando ações promocionais e segurando ao máximo os preços de nossos veículos. Porém, tivemos um primeiro semestre atípico, com muitos feriados e eventos isolados, que reduziram os dias úteis", destaca o presidente da entidade.

A diretoria da associação reitera que acredita em uma recuperação no segundo semestre, historicamente mais aquecido para o setor automotivo.

"Em 2014, temos o adicional do Salão do Automóvel, que representa mais um incentivo para as vendas, pois as marcas concentram seus lançamentos nesse período", reforça Visconde.

A ambição do presidente da Abeifa é chegar próximo a 110 mil veículos emplacados no ano, número semelhante ao registrado em 2013. "A ideia é recompor um pouco o volume que foi perdido no primeiro semestre deste ano", ressalta Visconde.

Fonte : DCI





 

Data: 11/7/2014

Produção industrial de São Paulo sobe pelo segundo mês seguido
A indústria paulista registrou, na passagem de abril para maio, o segundo resultado positivo consecutivo, puxada pelo bom desempenho do setor de produtos alimentícios. A alta foi de 1,0% em maio, após já ter subido 3,5% no mês anterior, o

que resultou numa expansão de 4,6% acumulada nos últimos dois meses, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional divulgada nesta quinta-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A região também registrou expansão em maio nos segmentos de artigos de vestuário e acessórios, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.

"Mas o aumento mais relevante mesmo foi dos produtos alimentícios", apontou o economista Fernando Abritta, técnico da Coordenação de Indústria do IBGE.

A atividade registrou uma alta de 5,1% na produção no Estado em relação a maio de 2013. No entanto, no mesmo período, a indústria de São Paulo recuou 3,6%, o terceiro resultado negativo consecutivo.

"A queda foi acompanha por 10 das 18 atividades pesquisadas em São Paulo", lembrou Abritta.

Em maio, ante maio do ano passado, os principais impactos para baixo sobre o resultado da indústria paulista foram dos segmentos de veículos automotores, com queda de 17,5% na produção, devido à menor fabricação de automóveis, caminhões-reboque e caminhões; máquinas e equipamentos, com recuo de 12,1%; outros produtos químicos, -7,9%; e metalurgia, -12,6%.

"Esse setor de veículos automotores também vem recuando no Brasil, por ser muito dependente de crédito, por ter estoques altos", justificou o técnico do IBGE. "No ano, a produção do parque industrial paulista cai 4,7%, resultado pior que o nacional (-1,6%)", lembrou o pesquisador.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Lu Aiko Otta





 

Data: 11/7/2014

Venda cai, mas preço do carro sobe
As vendas estão em queda, mas em média o brasileiro está pagando R$ 2,7 mil a mais na compra do carro novo neste ano. Estudo da consultoria Oikonomia mostra que o valor pago por automóvel licenciado no primeiro semestre chegou a R$ 47,8 mil, quase 6% acima dos R$ 45,1 mil de um ano atrás, o que tem ajudado as montadoras a minimizar os efeitos da forte retração da demanda.

Em volume, as vendas recuam mais de 7%, mas a queda no faturamento das montadoras mais populares é estimada em 3%.

Fonte : Valor Econômico/Eduardo Laguna





 

Data: 11/7/2014

Estudo mostra baixo efeito do desconto no IPI de veículos sobre PIB e emprego
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis teve impacto positivo, mas muito pequeno, sobre o Produto Interno Bruto (PIB) real e sobre o emprego na economia brasileira entre 2010 e 2013. Essa é uma das principais conclusões de um estudo recém-elaborado por dois economistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Alexandre Porsse e Felipe Madruga.

Entre 2010 e 2013, a contribuição positiva da desoneração do IPI dos automóveis para o PIB foi de apenas 0,02% ao ano, e no emprego, de 0,04% ao ano. A interpretação no sentido oposto - o que ocorreria na ausência dessa política - é que o PIB e o emprego teriam redução de 0,02% e 0,04% ao ano, respectivamente, de 2010 a 2013, portanto um impacto limitado, segundo o estudo.

Porsse, professor da UFPR, e Madruga, doutorando na mesma universidade, se concentraram apenas no IPI sobre automóveis, porque representa mais da metade das desonerações de IPI feitas, sendo o mais relevante. Porsse diz que o pequeno efeito da redução do IPI de automóveis surpreende pela ênfase que ainda é dada pelo governo federal a essa política.

A análise, que parte de um modelo econométrico, tenta contribuir para a discussão sobre os efeitos de uma política industrial vertical (que elege alguns setores da indústria como prioritários para a política do governo) ou horizontal (na qual não há eleitos, mas a política abarca todos os setores da indústria), em um momento em que o governo federal tenta uma política industrial vertical e decide pela prorrogação do incentivo ao setor.

O IPI de automóveis estava previsto para voltar no dia 1º de julho para sua alíquota cheia (4% a 13%, dependendo do modelo), mas foi prorrogado e continuará entre 3% e 10% até dezembro.

"Se formos considerar hoje que o Brasil tem como principal gargalo para retomada do seu crescimento o desequilíbrio fiscal, o sinal que é passado com essa política de desoneração - embora se espere que ela estimule algum consumo - é que está sendo mantido o patamar de renúncia fiscal até o fim do ano", diz Porsse.

"Para formação de expectativas, a manutenção dessa política sinaliza que uma deterioração das contas públicas tende a se manter durante mais algum tempo. Sua prorrogação pode mais comprometer do que estimular o crescimento", afirma.

"Geralmente, quando têm foco setorial, as políticas de desoneração tributária são muito mais sensíveis a pressão de grupos, ao lobby, do que uma política de âmbito mais geral. Então, você tem uma certa resistência a retornar para os patamares anteriores das alíquotas", argumenta Porsse, sobre desvantagens da manutenção dessa medida.

Os economistas também concluíram que outro problema da medida foi se mostrar uma política tributária regressiva. Isso significa que a desoneração, implantada a partir de 2009 como medida anticíclica diante da crise de 2008, não beneficiou as pessoas mais vulneráveis, e sim atuou principalmente em favor das classes de renda mais altas.

De acordo com os pesquisadores, se houvesse a mesma desoneração dos automóveis para vários setores industriais, os ganhos econômicos para o país seriam similares (alta de 0,02% no PIB e de 0,04% no emprego). Porém, em relação aos efeitos distributivos, a política seria mais benéfica, porque o efeito distributivo tributário seria progressivo, beneficiando, portanto, especialmente as pessoas mais vulneráveis, com até um salário mínimo de renda.

Gabriel de Barros pesquisador do Ibre-FGV concorda com os poucos efeitos sobre PIB e emprego da desoneração do IPI para automóveis e também critica as prorrogações, dado o limite que esse tipo de medida já atingiu. "Ninguém vai comprar carro novo todo ano. Não adianta reduzir IPI sistematicamente para estimular o consumo", disse, citando o comprometimento da renda de muitos consumidores que anteciparam compras usando financiamento para aproveitar o benefício da medida na ocasião de sua implantação.

Entre os que defendem a desoneração de IPI, o argumento é que ela ajuda na manutenção e ampliação de empregos, além de ter efeitos indiretos sobre o recolhimento de outros impostos.

Em janeiro deste ano, estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) apontou que, de 2009 a 2013, o governo abriu mão de R$ 6,1 bilhões de tributos devido à desoneração do IPI sobre automóveis. Mas, no mesmo período, houve incremento de arrecadação de R$ 11,8 bilhões de PIS e Cofins sobre a venda de automóveis e veículos leves.

Em 2009, um estudo do Ipea concluiu que a perda de arrecadação com IPI naquele ano (o primeiro ano de vigência da medida) foi compensada, em grande parte, com aumento de recolhimento de outros tributos, como a arrecadação da Cofins e PIS-Pasep sobre fabricação de veículos automotores. Em relação ao emprego na cadeia automobilística, o estudo concluiu que, mesmo com a desoneração, o emprego manteve tendência de redução ao longo do primeiro semestre de 2009.

Porrse destaca que, nos últimos anos principalmente, o impacto negativo da desoneração para a arrecadação do governo não tem sido coberto por esperados efeitos positivos do setor automobilístico sobre o restante da economia, a partir de um incremento da venda de veículos ou mesmo da produção, já que ambas têm se mostrado mais fracas.

"Essa postergação pode servir para um cenário de manutenção dos empregos até o fim do ano. No segundo semestre, tem eleições, então uma trajetória de demissões e de retração econômica no setor acabaria sendo ruim", criticou o economista da UFPR.

Algumas montadoras demitiram recentemente funcionários e outras colocaram parte da sua força de trabalho em licença remunerada, por conta da alta dos estoques, mesmo com o incentivo de IPI em vigor.

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, não comentou as conclusões do estudo. Defendeu, no entanto, que as políticas anticíclicas foram adotadas pelo governo em um período de crise internacional grave para mitigar os efeitos para a economia brasileira. Holland ressaltou ainda que a redução do IPI do setor automotivo, associada com outras medidas do governo, ajudaram o país a manter a taxa de desemprego em queda.

Além disso, afirmou Holland, desde 2011 até hoje, foram criados mais de cinco milhões de empregos com carteira assinada, mesmo num período de crise. O secretário acrescentou que as medidas anticiclícas ajudaram ainda no crescimento de 5,2% (número revisado do IBGE) da taxa de investimento do país no ano passado.

Nos últimos dias, foram divulgados dados desanimadores sobre o setor automobilístico e sobre a produção industrial. A menor produção de automóveis e caminhões foi uma das principais responsáveis para derrubar o resultado em maio da produção de bens de consumo duráveis e de bens de capital, segundo a pesquisa de Produção Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF).

A Anfavea, entidade do setor automotivo, também revisou para baixo as expectativas sobre o desempenho da indústria automobilística em 2014. Na produção, o recuo deve ser de 10% e nas vendas é esperado recuo de 5,4%.

Fonte : Valor Econômico/Vanessa Jurgenfeld/Edna Simão





 

Data: 11/7/2014

12 das 40 marcas têm 96,2% das vendas
O resultado das vendas no primeiro semestre consolida quatro grupos de marcas no que se refere à participação no mercado.

O primeiro é o das três grandes: Fiat, GM e Volkswagen se diferenciam das demais, todas com mais de 17% de participação. A Fiat vendeu 342.200 unidades de janeiro a junho e ficou com 21,6%; a GM (279.202 unidades) e a Volkswagen (278.700), encerraram o período com 17,6% cada.

Embora distantes de qualquer concorrente, as três grandes estão perdendo participação: foram as que mais perderam entre as 40 marcas que disputam o mercado interno.

A Volkswagen perdeu 1,6 ponto percentual: tinha 19,2% no primeiro semestre do ano passado e agora tem 17,6%. A Fiat caiu de 22,3% para 21,6% e a GM tinha 17,9% e ficou este ano com 17,6%.

A Ford, que tradicionalmente se destacava das demais, agora faz parte do grupo intermediário, que tem entre 5% e 10% do mercado. A marca fechou o semestre com 9%: vendeu 143.036 unidades de janeiro a junho, contra 154.618 no primeiro semestre de 2013.

No segundo pelotão desfilam, ao lado da Ford, a Renault, com 7% e 109.994 unidades; a Hyundai, com 109.125 e 6,9%, e a Toyota, que vendeu 84.1346 carros e ficou com 5,3% do total.

Um terceiro grupo de montadoras disputa um lugar ao sol. São cinco marcas que brigam para figurar entre as dez mais vendidas no País, com participação entre 1% e 5%. Nesse grupo, a Honda se destaca, com 3,9% das vendas (61.581 unidades); as demais não alcançam 2% do mercado: a Nissan fechou o período com 31.077 unidades, ou 1,9%; a Citroën obteve 1,8%, com 29.801 carros; a Mitsubishi emplacou 28.141 (1,8%) e a Peugeot ficou com 1,4% (22.603 unidades).

Todas as outras marcas do mercado não atingiram 1% de participação cada no primeiro semestre: juntas, essas 28 montadoras ou importadoras têm 3,8% do total das vendas no Brasil.

Fonte : O Mundo em Movimento/Joel Leite





 

Data: 11/7/2014

Balanço do primeiro semestre do mercado de motocicletas
O mercado de duas rodas vai mal no Brasil. Depois de “bater” no fundo do poço em 2012 e um 2013 também negativo, o primeiro semestre de 2014 não deu sinais de recuperação. De janeiro a junho foram emplacadas 717.728 unidades. No mesmo período de 2013 o número foi de 748.272 motos – um recuo de 4,1% – segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave.

Só que esses números desenham um retrato de apenas uma parte do mercado. O setor que continua a sofrer é o de motocicletas de baixa cilindrada – que corresponde a 85% do mercado de motos. Enquanto isso, o mercado de motocicletas de luxo cresce e aparece. As vendas de modelos acima de 450 cc pularam de 28.373 para 31.876 unidades dos primeiros seis meses de 2013 para mesmo período neste ano. Ou 12,3% a mais.

Ainda estrangulados pela alta taxa de juros, variações cambiais e crédito restrito dos bancos, os potenciais compradores de modelos menores deixam de realizar o negócio. “Para uma pessoa que usa o veículo para trabalhar e recebe R$ 800 por mês, uma parcela de R$ 300 é muito dinheiro”, afirma Paulo Roberto Garbossa, consultor da ADK Automotive.

Em junho ainda teve a agravante da Copa do Mundo, que reduziu muito o número de dias úteis. Isso se refletiu fortemente no volume de vendas. Enquanto janeiro foi o melhor mês do ano, com 133.663 unidades, junho foi o pior, com 103.869 motos – uma retração de 22,4%.

Se o segmento de motocicletas brasileiro tem um fato a comemorar é o crescimento cada vez maior do consórcio. “Graças a esse sistema, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País, a queda não foi maior”, contabiliza Alarico Assumpção Júnior, presidente executivo da Fenabrave. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio – ABAC –, o setor duas rodas foi o que apresentou maior média nacional de participação neste tipo de negociação: 52% dos emplacamentos.

Ou seja, uma a cada duas motos chegam às ruas através do Sistema de Consórcios. Só a Honda tem nada menos que 2,3 milhões planos de consórcio em andamento. Apesar do “incentivo”, o setor deve encerrar 2014 com queda de 2,5% e pouco mais de 1,47 milhão unidades emplacadas – em 2013 foram 1,51 milhão.

O reflexo da retração do mercado de baixa cilindrada é a escassez de lançamentos. Durante os seis primeiros meses de 2014, esse setor não teve grandes novidades. A Honda ampliou a linha CG – veículo automotor mais vendido no Brasil. Além da CG 125 Cargo KS, passaram a fazer parte versões CG 125 Cargo ESD e CG 150 Cargo ESD.

Outras marcas entraram na “onda” das edições especiais. A própria Honda lançou a CG 150 Titan com as cores do Brasil e uma CBR 300R com a conhecida pintura Repsol. Já a Dafra aproveitou a Copa do Mundo e mostrou a naked Riva 150 e a street Next 250 com as cores do Brasil.

Na outra ponta do mercado, os dias são de glória. A participação dos modelos considerados de alta cilindrada cresceu de 3,79% para 4,44% do total do mercado entre os primeiros semestres de 2013 e 2014. Uma mudança importante ocorreu entre os segmentos. As esportivas perderam poder de fogo – caíram de 8.084 para 5.861 vendas.

Enquanto isso as naked ganharam participação e a comercialização passou de 7.698 para 9.541 unidades. Estes segmentos superiores são sofrem restrição de crédito – os consumidores são mais abastados – e muitas vezes as motos são compradas à vista. Por isso mesmo, os modelos premium ganham cada vez mais espaço no mercado e o atrai mais fabricantes. Caso da tradicional KTM. Em parceria com a Dafra, a marca austríaca vai voltar as vender seus modelos no Brasil a partir de dezembro. Serão nove produtos inicialmente. Alguns montados em esquema de CKD na fábrica da marca brasileira em Manaus, Amazonas, e outros importados.

O primeiro semestre também viu a chegada de inúmeros produtos sofisticados. A britânica Triumph trouxe a Tiger Explorer XC, versão mais radical da aventureira da Explorer. Montada em Manaus, a maxitrail custa R$ 62.900 e vem com um motor três cilindros de 1.215 cm³ capaz de gerar 137 cv e 12,3 kgfm de torque.

Quem também veio foi a Daytona 675, configuração mais mansa da esportiva que leva um R a mais no nome. Já a BMW Motorrad inseriu cinco novas motos no mercado brasileiro. Uma é a mais cara da marca alemã por aqui: a K 1600 GTL, que tem preço de R$ 109.500. Mas quem promete fazer barulho é a primeira scooter da fabricante bávara, a C600 Sport, de valorosos R$ 52 mil. Outros produtos como a nova geração da estradeira R 1200 RT, a “vintage” R Nine T e a esportiva S 1000 R também estão à venda. Falando em 1000 cc, a Kawasaki começou a vender a nova Z1000 de 138 cv, que parte de R$ 48.900.

A italianas Ducati e MV Agusta não ficaram de fora. A marca de Borgo Panigale trouxe a família Hypermotard ao Brasil, em abril, com seu motor Testastretta, composto por dois cilindros em “L” a 11º de 821 cm³ refrigerado a líquido capaz de gerar até 110 cv. Os valores começam em R$ 51.990 na versão standard, passam por R$ 56.990 na Hyperstrada e terminam em R$ 64.900 pela Hypermotard SP. Outra estreia foi uma versão mais diabólica da Diavel, chamada de Dark. No caso da MV, a marca representada no Brasil pela Dafra começou a “invasão” de sua linha 800 cc. A primeira a chegar foi a Brutale. Por R$ 47 mil, a naked traz um propulsor tricílindrico de 798 cv.

Esse ano ainda devem pintar a esportiva F3 e a Rivale. A badala Harley-Davidson aproveitou o bom momento e passou a trazer a Ultra Limited e Street Glide, ambas beneficiadas pelo chamado Projeto Rushmore – onde diversos aperfeiçoamentos mecânicos foram feitos. E se a “maré” continuar, o segundo semestre promete ainda mais modelos refinados.

Fonte : MotorDream/Raphael Panaro





 

Data: 11/7/2014

Rolls-Royce comemora terceiro mês de crescimento consecutivo no semestre
Famosa pelos carros de alto luxo, a Rolls-Royce comemorou com o fechamento das vendas de junho, o seu terceiro mês de crescimento consecutivo em vendas neste primeiro semestre de 2014.

Somando 33% de crescimento nas vendas globais, a marca destaca seu desempenho na Europa e EUA. Além de se manter atenta ao mercado asiático que teve um excelente crescimento de 40% nas vendas, junto com o Oriente Médio, com 30%.

“Este é um resultado excelente para o semestre e demonstra a confiança continua que os nossos clientes têm em nossa empresa e nossos carros de luxo. O novo Rolls-Royce Wraith tem sido um sucesso estrondoso no segmento de super-luxo, estabelecendo novos padrões de liderança, de estilo moderno e tecnologia.”, relata Torsten Müller-Ötvös, CEO da Rolls-Royce.

Fonte : Carplace/Diogo Dias





 

Data: 11/7/2014

Jaguar Land Rover anuncia nova linha de motores
O grupo Jaguar Land Rover anunciou uma nova família de motores. Denominada Ingenium, ela começará a ser produzida no ínicio do próximo ano na fábrica de Wolverhampton (ING). Pesando até 80 kg menos do que os atuais motores V6, os novos propulsores poderão ser produzidos nas configurações a diesel e a gasolina, ambos compartilhando a mesma arquitetura e diversos componentes.

Sempre turboalimentados, os novos motores terão bloco de alumínio e tecnologias como rolamentos de balanceador de eixos em detrimento das superfícies usinadas em rolamento, além de bombas de óleo e de água comandadas por computador, o que permite o gerenciamento ideal para aumentar a eficiência energética. Como resultado de tais aplicações, o primeiro motor a deixar a linha de montagem, um 2.0 L a diesel de codinome AJ200D, terá 17% menos fricção interna em relação aos motores utilizados atualmente.

Injeção direta de combustível em alta pressão, comando de válvulas variável e sistema start-stop também serão comuns a toda linha, que contará com a possibilidade de equipar modelos de tração dianteira ou integral, além de poder ser montado na parte traseira ou dianteiro do veículo, aceitar transmissões automáticas ou mecânicas, sistema de propulsão híbrida e alterações para aumentar ou diminuir as capacidades em futuras variantes.

Fonte : iCarros