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Data: 9/12/2016

Petroleiras e montadoras divergem em debate custoso sobre veículos elétricos
Muitos fabricantes de automóveis estão prevendo uma mudança significativa em direção a veículos elétricos na próxima década. Avanços na tecnologia das baterias e o crescimento da direção autônoma e compartilhamento de viagens - adequados para veículos elétricos - vão alimentar essa expansão, argumentam eles.

Mas alguns executivos do petróleo adotam uma visão diferente, prevendo que a eletricidade vai desempenhar apenas uma pequena parte no transporte até pelo menos 2040. Se eles estão do lado errado do argumento, poderia ter um custo para uma indústria onde novos projetos geralmente custam bilhões de dólares para construir e precisam de décadas de preços do petróleo ao menos moderados para ser recompensador.

Mais de metade de todo o petróleo bruto bombeado é utilizado para o transporte. Uma perspectiva excessivamente pessimista para os carros elétricos pode levar as companhias de petróleo a adotar uma perspectiva excessivamente otimista para o crescimento do consumo e dos preços do petróleo, dizem analistas.

O presidente da italiana Eni, Claudio Descalzi, está entre aqueles que acreditam que a ameaça dos carros elétricos à indústria do petróleo não é tão significativa.

"Os carros elétricos podem crescer, mas eu não acho que isso seja um problema para nós", disse Descalzi à Reuters paralelamente a uma conferência em Londres no último mês.

A ExxonMobil, a maior produtora ocidental de petróleo em valor de mercado, e sua rival britânica BP publicaram projeções do mercado de petróleo para 2035 e 2040, respectivamente, que guiam suas decisões de investimento.

Ambos projetam que em 2035 menos de 10% dos carros novos serão veículos elétricos ou híbridos "plug-in" - carros com um motor reserva de combustão para quando a bateria se esgotar.

Fabricantes de carros não divulgam perspectivas de longo prazo comparáveis para a produção de veículos, mas suas previsões de curto prazo para fabricação de carros contemplam um crescimento muito mais rápido dos veículos elétricos.

O presidente da Daimler AG, fabricante da Mercedes Benz, Dieter Zetsche, disse em setembro que sua meta era ter a venda de veículos elétricos representando entre 15 e 25% de suas vendas globais até 2025.

A BMW AG disse que poderia fazer o mesmo. O presidente da Ford, Mark Fields, disse em abril que até 2020, 40% dos modelos seriam elétricos.

Fonte : Reuters/Tom Bergin





 

Data: 9/12/2016

Tower Transit pretende disputar concessões no Brasil
Uma das operadoras dos tradicionais ônibus urbanos de dois andares que circulam em Londres está interessada em atuar no mercado brasileiro. A Tower Transit, dona de 450 desses veículos e que transporta 100 milhões de passageiros apenas na capital britânica, abriu um escritório em São Paulo e busca sócios locais.

"Vemos no sistema de transporte urbano no Brasil alguns sinais que apontam para mudanças que vão demandar mais expertise e abrir espaço para companhias estrangeiras", disse o presidente da Tower Transit, Neil Smith. "Trânsito cada vez mais congestionado, menor capacidade para investimento em tecnologia e em frotas mais modernas, com custos crescentes e a taxas superiores à inflação são alguns gargalos que terão que ser enfrentados", disse o empresário.

Além de operar desde 2013 uma das diversas redes de ônibus urbanos em Londres, a Tower Transit tem concessões em Cambridge, também no Reino Unido, além de operações na Austrália, país onde a empresa foi criada em 1995, e em Cingapura, mercado no qual o grupo estreou ano passado. No total, a Tower Transit soma 2 mil ônibus em concessões que representam contratos da ordem de US$ 1 bilhão, disse Smith. A companhia emprega 5 mil funcionários e teve faturamento da ordem de US$ 500 milhões no último ano fiscal - sendo cerca de 33% desse valor no Reino Unido.

O presidente da Tower Transit disse que tem acesso a recursos para investir no Brasil em disputas de concessões. "Mas nossa intenção não é entrar sozinhos. Queremos atuar com parceiros locais. O modelo mais provável seria o de joint venture”, disse o empresário. "Já temos conversas com um parceiro local", acrescentou. O nome da empresa ainda é mantido em sigilo.

A Tower Transit tem foco em grandes regiões metropolitanas. "São Paulo é um de nossos interesses. Mas vamos monitorar oportunidades em outras capitais, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, ou mesmo grandes cidades secundárias", afirmou.

O empresário disse que o modelo de frota de dois andares é peculiar a Londres, algo que não deve ser reproduzido no Brasil. "Lá a questão é de pouco espaço na malha viária e de estacionamento dos veículos", disse. "Mas operamos diferentes tipos de frotas em diferentes mercados."

No caso da capital paulista, a prefeitura lançou em outubro do ano passado um processo de licitação para reformular todo sistema de ônibus da cidade, em um programa para repassar a concessão de cerca de 1,5 mil linhas a empresas privadas, por um prazo de 20 anos. O processo foi suspenso por questionamentos do Tribunal de Contas do Município (TCM), sendo liberado em julho último, mas ainda não há data para a nova licitação ser publicada.

O transporte urbano de ônibus paulistano atende cerca de 6,5 milhões de passageiros por dia, por meio de uma frota de 14,8 mil veículos.

Fonte : Valor Econômico





 

Data: 9/12/2016

Licenciamento de veículos cresce 12% em novembro, aponta Anfavea
A Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, revelou na terça-feira, 6, em São Paulo, o balanço das vendas, produção e exportação da indústria automobilística em novembro e no acumulado do ano. Segundo a associação, o licenciamento de veículos cresceu 12%, sendo 178,2 mil unidades em novembro e 159 mil em outubro.

No comparativo contra novembro do ano passado, quando 195,2 mil unidades foram comercializadas, a queda foi de 8,7%. Com um mês restante no ano, 1,84 milhão de unidades já foram negociadas, o que significa baixa de 21,2% frente as 2,34 milhões de 2015.

Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, o desempenho ficou dentro da expectativa. “Historicamente os dois últimos meses do ano apresentam bons resultados e, portanto, avaliamos o desempenho como natural, o que não deixa de ser um fato positivo. Afinal, a média diária de licenciamento foi a maior do ano, próxima de 9 mil unidades. O momento é importante para encontrar uma estabilização do ambiente político que permita o encaminhamento das reformas econômicas necessárias, pois só assim elevaremos a confiança de maneira mais acelerada”, explica.

A produção fechou novembro com 213,3 mil veículos fabricados, uma elevação de 22,4% ante as 174,3 mil unidades de outubro. Na análise contra novembro do ano passado, que registrou 175,1 mil unidades, o resultado ficou 21,8% maior. No acumulado o recuo é de 14,6%: 1,95 milhão de unidades este ano e 2,29 milhões em 2015.

As exportações no último mês chegaram a 57,1 mil unidades, alta de 54,7% em relação a outubro, com 36,9 mil, e de 56,4% contra as 36,5 mil de novembro do ano passado. Na soma dos onze meses transcorridos o resultado somou 457,8 mil unidades, 23,4% acima em relação ao volume negociado no ano passado, com 371,1 mil unidades.

Caminhões e ônibus

Em novembro 3,8 mil caminhões foram licenciados no Brasil, um crescimento de 10,3% contra as 3,4 mil unidades vendidas em outubro e decréscimo de 19,7% frente as 4,7 mil de novembro do ano passado. No acumulado deste ano 46,1 mil unidades foram licenciadas, resultado 30,2% inferior as 66 mil do ano passado.

A produção do segmento registrou 5,4 mil unidades em novembro, aumento de 15,7% ante as 4,6 mil de outubro e ficou estável com relação a novembro de 2015. O acumulado mostra queda de 21,1% quando confrontadas as 56,4 mil de 2016 com as 71,5 mil do ano passado.

As exportações de caminhões em novembro ficaram 33,6% acima dos dados apresentados em outubro: 2,2 mil e 1,6 mil unidades. Na análise contra novembro do ano passado, quando 2,5 mil unidades foram enviadas para outros países, o setor retraiu 12,4%. No período acumulado do ano, as exportações foram inferiores em 4,3%, com 19,1 mil unidades este ano e 20 mil em 2015.

No segmento de ônibus, o licenciamento em novembro foi de 610 unidades, uma elevação de 4,5% quando defrontado com as 584 unidades de outubro. Contra as 891 unidades comercializadas em novembro do ano passado, o resultado é 31,5% menor. No acumulado o declínio foi de 32,3%, com 10,5 mil unidades este ano e 15,5 mil unidades em 2015.

Os produtores de chassis para ônibus fabricaram 1,6 mil unidades em novembro, o que representa diminuição em 3,5% frente as 1,7 mil de outubro e de expansão de 52,7% contra as mil de novembro do ano passado. A queda no período acumulado foi de 15,4%: 17,7 mil unidades este ano e 21 mil no ano passado. As exportações de ônibus em 2016 estão superiores em 34,6% - 8,8 mil unidades contra 6,5 mil em 2015.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 9/12/2016

Crédito do setor automotivo recua 12,6% até outubro, revela Anef
O crédito continua caindo no setor automotivo. De acordo com a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), de janeiro a outubro foram liberados R$ 64,7 bilhões para financiamentos, queda de 12,6% sobre igual período de 2015.

"A instabilidade econômica do País tem gerado desconfiança entre pessoas físicas, o que reduz, e muito, o número de financiamentos de veículos novos. Isso acontece porque os consumidores com menor renda disponível estão buscando opções de baixo comprometimento mensal", avaliou em comunicado o presidente da Anef, Gilson Carvalho.

Conforme a entidade, do total financiado no acumulado de janeiro até outubro, R$ 57,5 bilhões foram destinados para pessoas físicas (volume 13,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado) e R$ 7,2 bilhões para pessoas jurídicas (retração de 7,9% na mesma base de comparação).

Taxas de juros

As taxas praticadas pelos bancos ligados às montadoras continuam mais atraentes na comparação com as instituições independentes. Em outubro, associados à Anef cobraram juros de 23,38% ao ano e 1,76% ao mês, enquanto os independentes, 25,80% e 1,93%, respectivamente.

O prazo médio das concessões foi mantido em 42 meses. Já o prazo máximo oferecido pelos bancos é de 60 meses.

Fonte : DCI





 

Data: 9/12/2016

Abimaq acha difícil 2017 ser pior que 2016 e aposta em demanda reprimida
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Velloso, aposta numa demanda reprimida por novas tecnologias capaz de impulsionar a produtividade no Brasil, o que seria positivo para o setor que representa. A projeção de uma crise política em 2017, porém, desanima os fornecedores, que, sem perspectiva, não se motivam a buscar financiamento para crescer.

"A demanda está reprimida. Que dia ela vai acordar? Não sei. Olhando pelo lado político, 2017 será um ano de crise. O investimento quer acontecer, mas há a trava política. Ainda assim, acho difícil que o ano que vem seja pior do que este", afirmou Velloso, após participar de evento no Rio, em que demonstrou a associados a apresentação feita ao presidente da República, Michel Temer, com números do setor e reivindicações.

Pelas contas da Abimaq, neste ano, o setor terá faturamento líquido constante (ajustada a inflação) de cerca de R$ 70 bilhões. Até outubro, faturou R$ 68 bilhões e, em 2015, R$ 87 bilhões. O desempenho da indústria de máquinas e equipamentos está em decadência desde 2013, quando o faturamento líquido fechou em R$ 115 bilhões.

A pauta de reivindicação apresentada a Temer não é nova: refinanciamento dos débitos fiscais, fortalecimento do papel de fomentador do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e câmbio competitivo são os principais pedidos. "O Banco Central está destruindo o setor produtivo", complementou Velloso, reclamando do alto patamar da taxa básica de juros.

Há ainda uma pauta específica sendo tratada com o Ministério de Minas e Energia (MME), relativa ao setor de petróleo e gás natural. Na visão da Abimaq, as grandes petroleiras, entre elas a Petrobras, estão em lado oposto ao da indústria nacional fornecedora de máquinas e equipamentos, por buscarem a flexibilização da política de conteúdo local.

A Abimaq tenta garantir os benefícios dados aos importadores por meio do Repetro, que isenta de impostos a compra no exterior, sobretudo, de bens para a construção de plataformas. O Ministério da Fazenda tem marcado encontros para ouvir todo o setor sobre a possível extensão do regime especial, mas, segundo o presidente da entidade, nenhuma posição oficial foi externada até agora.

Outro debate gira em torno da flexibilização das regras de conteúdo local, uma nova política, batizada de Pedefor, que deve ser analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na próxima quarta-feira (14).

A Abimaq expôs os seus argumentos a favor da indústria nacional ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, em reunião realizada no dia 30, mas, segundo Velloso, saiu do encontro, mais uma vez, ainda sem uma posição clara por parte do governo federal sobre a solução que será dada para atrair o investimento das petroleiras sem comprometer a geração de emprego localmente.

Fonte : Agência Estado





 

Data: 9/12/2016

Iochpe-Maxion aprova aumento de capital
O conselho de administração da fabricante de auto peças Iochpe-Maxion pretende aprovar um aumento do capital social da companhia no montante de até R$ 400 milhões, por meio de emissão privada de até R$ 34,496 milhões de ações ordinárias (a R$ 12,70 por papel). Os recursos serão utilizados para aprimorar a estrutura de capital da empresa. Os atuais acionistas da companhia se comprometeram a subscrever ações correspondentes ao montante total, em conjunto, de R$ 75 milhões.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 9/12/2016

Emplacamentos de implementos rodoviários caem 30,61% até novembro, diz Anfir
O volume de emplacamentos de implementos rodoviários no acumulado do ano até novembro totalizou 56,734 mil unidades, o que representa uma queda de 30,61% em relação aos 81,766 mil produtos emplacados no mesmo intervalo de 2015, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir).

A entidade destaca que, no segmento de reboques e semirreboques, foram entregues 21,492 mil implementos no período entre janeiro e novembro de 2016, uma retração de 21,04% na comparação com os primeiros onze meses do ano passado. Já no segmento de carroceria sobre chassis, foram entregues 35,242 mil unidades desde o início do ano, um recuo de 35,39% na base anual.

"Sem uma alteração nas regras de financiamento para 2017 será muito difícil para a indústria aproveitar qualquer sinal de aquecimento da economia", diz, em nota, o presidente da Anfir, Alcides Braga. No entanto, mesmo com a eventual adoção imediata de novas regras para o financiamento dos implementos rodoviários, a entidade avalia que o setor não irá reagir rapidamente.

"A venda é uma operação que naturalmente demanda tempo. Por ser bem de capital o cliente precisa pesar com precisão a necessidade de realmente adquirir produtos novos", diz o diretor-executivo da Anfir, Mario Rinaldi. Levando em conta esse contexto, a associação afirma que a recuperação das perdas registradas em 2015 e 2016 só deverá ter início a partir do final do primeiro semestre de 2017.

Exportação

Apesar dos resultados ruins no mercado interno, a entidade destaca que as exportações de implementos rodoviários têm tido bons resultados. Até outubro, foram vendidas no exterior 3,205 mil unidades, um avanço de 20,67% na base anual.

Fonte : Agência Estado/DCI





 

Data: 9/12/2016

Volkswagen do Brasil usa alta tecnologia de impressoras 3D para criar protótipos de carros do futuro e otimizar a produção do presente
O que era apenas a ideia de uma peça automotiva, um projeto criado por meio de software e visualizado na tela do computador, se torna palpável em poucas horas, ou mesmo minutos por meio da alta tecnologia das impressoras 3D, utilizada pela Volkswagen do Brasil.

Os equipamentos materializam, hoje, os projetos de veículos que estão sendo desenvolvidos pela engenharia para serem lançados no futuro. Alinhada às mais avançadas tendências mundiais de fabricação, a tecnologia de imprimir em 3D também é utilizada pela Volkswagen do Brasil para fazer peças que já estão auxiliando os funcionários no trabalho de produção de automóveis: com a chegada da tecnologia 3D, o processo de fabricação dessas peças teve ganho em produtividade, tempo, qualidade e padronização, otimizando também o uso de material.

Com a missão de “tornar real” os projetos, que ainda só existem no computador, das próximas gerações de veículos da Volkswagen do Brasil, a área de Engenharia de Protótipos tem contado com o auxílio de uma impressora 3D à base de resina líquida e laser. Essa impressora fabrica algumas peças que vão compor os protótipos, os quais precisam representar fielmente o veículo que será lançado no futuro, inclusive funcionando, pois passarão por testes, entre os quais de durabilidade e segurança (crash). “O protótipo é o primeiro modelo físico de um projeto de automóvel. Construir o protótipo é fundamental para verificar se o projeto desenvolvido pela engenharia atende às expectativas. Ao criar o protótipo físico, é possível analisar profundamente diversos aspectos, entre os quais o encaixe das peças, a fixação, montagem e possíveis interferências”, afirma o supervisor da Engenharia de Protótipos, Francisvaldo Gomes Aires.

A impressora 3D revolucionou o processo de criação dos protótipos de veículos. Em poucas horas, ou mesmo minutos, o equipamento fabrica (imprime) peças em resina para o carro protótipo que simulam as reais, com os mesmos formatos e medidas, entre as quais faróis, lanternas, telas de som, revestimentos de colunas, saídas de ar do painel de instrumento, calotas, entre outras.

Antes de serem “impressas”, essas peças são projetadas no software Magics, no qual é possível verificar até o peso da peça, dimensão, partes vazadas, entre outras características. Em seguida, o projeto é enviado para a impressora 3D, a qual trabalha com uma bandeja que vai “mergulhando” no tanque de resina líquida, descendo um décimo de milímetro por vez. À medida em que a bandeja desce, o laser ultravioleta é projetado e endurece a resina, criando as peças que vão compor o protótipo.

“A impressora 3D otimizou a fabricação dos modelos protótipos. Como as peças em resina apresentam os mesmos formatos e medidas da futura peça real, é possível criar um protótipo perfeito, para que seja avaliado o projeto da engenharia, verificando se há necessidade de ajustes, antes de ir para a produção. Com a impressora 3D, conseguimos acelerar e otimizar a fabricação de peças para os protótipos, pois elas são feitas muito mais rapidamente e a um custo muito inferior do que se tivéssemos de fabricar peças idênticas às de um veículo de série, com os mesmos materiais, em quantidade reduzida. Uma peça pequena, que levaria semanas para ficar pronta, fazemos em um dia na impressora 3D”, completa Francisvaldo Gomes Aires. As peças em resina são apenas algumas das que compõem o protótipo, o qual terá a carroceria e parte mecânica, por exemplo, feitas com os mesmos materiais de um veículo de série.

A escolha pela impressora 3D também trouxe outras vantagens. O equipamento é capaz de trabalhar 24 horas por dia, além de imprimir várias peças diferentes ao mesmo tempo. Também há ganho de qualidade e de complexidade nas peças: na impressora 3D é possível fazer detalhes que não seriam possíveis manualmente, como vazados, estilo colmeia e meio círculo. Quando a peça sai da máquina, basta lavar com álcool, fazer a pós-cura em luz ultravioleta e fazer o acabamento final.

Na impressora 3D também são criados dispositivos, que são peças para auxiliar os colaboradores na hora de montar o protótipo: ao apoiar esses moldes sobre a carroceria, por exemplo, é possível localizar o ponto exato para instalar um pino, um logo etc. O dispositivo também é usado como molde para demarcar a área de corte em peças estampadas, por exemplo, que vão compor a carroceria do protótipo.

A Volkswagen do Brasil também utiliza a tecnologia de impressora 3D para otimizar seu processo produtivo atual. Logo que o equipamento chegou ao departamento conhecido como Fábrica Piloto Montagem Final, da unidade Anchieta da Volkswagen do Brasil, localizada em São Bernardo do Campo (SP), muitos funcionários quiseram visitar a área para conferir ao vivo o funcionamento da máquina tão inovadora. Quem nunca viu a “impressão”, se surpreende: o equipamento (diferente da impressora da Engenharia de Protótipos) é abastecido por fios plásticos, os quais são aquecidos formando uma “massa”, que vai sendo depositada pela impressora, criando a peça fisicamente.

Na Fábrica Piloto Montagem Final, a impressora 3D produz dispositivos plásticos que vão auxiliar os operadores na produção dos veículos que estão em série atualmente. Também conhecidas como chapelonas, essas peças (antes feitas manualmente) servem como moldes, os quais são apoiados sobre a carroceria para orientar os pontos exatos onde o funcionário deve, por exemplo, colar um logo, fixar o vidro, centralizar o painel de instrumentos, entre outras atividades.

“Com a impressora 3D, o processo de fabricação dos dispositivos que auxiliam os operadores na Montagem Final se tornou altamente inovador e eficiente. A impressora proporciona ganhos em produtividade, tempo de produção dessas peças e padronização, além de evitar o desperdício de material”, afirmou o Plant Manager da fábrica Anchieta, Mário Rodrigues.

Antes da impressão, as peças são criadas no software Catia, no qual o projeto é armazenado e pode receber adaptações ou melhorias contínuas. Agora, não é mais preciso ter a carroceria física para servir de modelo para criar os dispositivos: apenas com o projeto do veículo em computador, é possível medir e desenhar virtualmente as peças que serão “impressas” em 3D. As medidas do carro são usadas como base; a partir daí, o programa dá liberdade para criar os dispositivos com melhor precisão, reduzindo também o tempo de produção das peças, se comparado ao antigo processo manual. O software também oferece outras facilidades: é possível prever o tempo de impressão; a quantidade de matéria-prima necessária e regular a densidade da peça, para usar mais ou menos plástico. Também é possível reproduzir quantas peças quiser, sendo todas idênticas. “A chegada da impressora 3D marcou o início de uma nova fase na Volkswagen do Brasil, acompanhando as mais avançadas tendências mundiais em fabricação”, completou Mário Rodrigues.

Fonte : Coisas de Agora





 

Data: 9/12/2016

Fábrica da Goodyear em Americana completa 43 anos
Inaugurada em 7 de dezembro de 1973, a fábrica da Goodyear em Americana (SP) chega aos 43 anos de operação como uma das mais modernas instalações da Goodyear no mundo. A unidade, que se destaca pela constante busca por inovação e desenvolvimento tecnológico, tornou-se uma referência importante no desenvolvimento econômico e social de Americana e região. Em 2012, recebeu investimentos de US$ 240 milhões, tornando-se apta a oferecer produtos avançados que atendam às mais elevadas exigências do consumidor.

Ao longo dos últimos anos, a fábrica da Goodyear em Americana passou por diversos processos de expansão e modernização, que resultaram em crescimento significativo da produtividade, redução de desperdícios e incorporação de tecnologias. Considerada uma fábrica modelo, parte de sua produção é exportada para países como Estados Unidos e Japão. A unidade também é reconhecida por seu processo de gestão participativa, baseado na construção de times de alta performance.

Alguns fatos marcaram a história da fábrica nestes 43 anos, tais como a inauguração em 2001 do Campo de Provas, considerado um dos mais modernos centros de testes da Goodyear do mundo; o recebimento em 2011 do prêmio internacional Shingo Prize, que destaca as melhores empresas utilizando o conceito de manufatura de classe mundial; e o reconhecimento em 2016 como uma das três Melhores Empresas para Trabalhar – Piracicaba e Região 2016, pelo instituto Great Place to Work.

Para Sylas Denucci, diretor de Manufatura da Fábrica da Goodyear em Americana, o diferencial da unidade está nos valores compartilhados. “Adotamos práticas que são apontadas como referência em segurança, cuidado com as pessoas e com o meio ambiente. Além disso, o sentimento de respeito e colaboração está presente em toda a organização. Esses fatores, com certeza, foram fundamentais para que nos tornássemos uma das melhores empresas para se trabalhar”, destaca.

Fonte : Borracha TV Blog/Eduardo Abbas





 

Data: 9/12/2016

Mais de 1.200 clientes da Case IH participam do Case Experience
Para apresentar um dos maiores lançamentos da marca no continente, a linha de colheitadeiras Axial-Flow Série 130, a Case IH preparou diversas ações de marketing ao longo do ano. Foram mais de 70 eventos, em parceria com a rede de concessionários, por todo o país e pela América Latina.

“Nosso objetivo foi traçar uma estratégia 360º que atingisse todas as frentes de trabalho, sempre com a mesma comunicação. Foi com esse direcionamento que tivemos a ideia do Case Experience, uma proposta diferenciada para demonstração das novas Axial-Flow Série 130", comenta Christian Gonzalez, diretor de marketing da Case IH para América Latina.

Com um espaço exclusivo na fábrica de Sorocaba (SP), foram mais de 1200 visitas nacionais e internacionais desde o início de 2016 e a ação passou a fazer parte do Premium Plant Tour, um programa de visitas guiadas pela área de produção e o Centro de Distribuição de Peças e Logística. “Dessa forma, o visitante consegue ter uma visão completa dos investimentos da Case IH no Brasil. Mostramos a tecnologia empregada na fabricação das máquinas, passando pela constante preocupação com pós-venda eficiente e treinamento de pessoal, até chegar ao grande lançamento da marca", afirma César Di Luca, diretor Comercial da marca no Brasil.

Além disso, outro fator positivo do projeto é a oportunidade de apresentar, detalhadamente, todas as melhorias feitas nos equipamentos. “Como a demonstração consiste em passar pelas partes da máquina, nossos especialistas têm a oportunidade de explicar o conceito de Efficient Power da Case IH, que consiste em oferecer recursos tecnológicos para se produzir mais com custos operacionais menores", comenta Gonzalez.

O sistema axial, com apenas um rotor, foi criado pela marca em 1977 e desde então tornou-se referência em colheita em todo o mundo. Para que a tecnologia chegue também aos pequenos e médios agricultores, a marca lançou uma campanha de incentivo exclusiva, chamada “Minha Primeira Axial", que oferece o modelo AF 4130 com bônus de até R$ 20 mil, peças grátis nas duas primeiras revisões e dois anos de garantia. Esta máquina é ideal para cultivos de arroz, soja, trigo, milho, entre outros.

Fonte : Portal Cultivar/Carolina Ribeiro