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Data: 22/10/2014

Trabalhadores da Volkswagen em lay-off voltam à fábrica
Os cerca de 780 trabalhadores da fábrica Anchieta da Volkswagen que estavam há cinco meses em lay-off, ou seja, que tiveram seus contratos de trabalho suspensos temporariamente, retornaram ontem à atividade. Eles ficaram nesse período em casa, recebendo parte dos salários da empresa com a complementação de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Parte deles, cerca de 250, vai atuar em área de logística que acabou de ser desterceirizada (em que havia mão de obra de outras empresas) enquanto o restante, aos poucos, será alocado em outros setores da planta fabril, segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, o Wagnão. A montadora preferiu não comentar sobre a volta desse pessoal.

Wagnão afirmou ainda que a Volkswagen pode colocar outro grupo de trabalhadores da unidade de São Bernardo em lay-off. “Mas não há nada definido”, disse.

Há poucos dias, o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, confirmou que existe essa possibilidade, mas ele assinalou que gostaria que houvesse mudança na legislação, para que essa suspensão fosse estendida de cinco meses para dois anos, como é praticado na Alemanha. No modelo alemão, todos os trabalhadores, em período de crise, continuam em atividade, mas têm a jornada e o salário reduzidos. A empresa banca parte do valor equivalente às horas reduzidas, o governo, outra e, o empregado, arcaria de forma indireta com pequena parcela, ao ter seu rendimento achatado.

Hoje, o primeiro turno da fábrica Anchieta terá a produção interrompida. A montadora informa que o day-off se deve à falta de peças na linha de produção.

Campanha

Ontem mais 13 empresas aceitaram a reivindicação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e fecharam acordo salarial para pagar 8% de reajuste (reposição pela inflação, mais ganho real de 1,56%). Entre as que aderiram estão Narita, Quasar e Cabomat – nesta última os funcionários fizeram paralisação, na sexta-feira, durante três horas. Com essas, já são 364 que têm entendimento com a entidade sindical.

Contando com os empregados das montadoras, que já têm acordos salariais firmados, a adesão ao reajuste de 8% alcança 70 mil trabalhadores, 73% do total da base, formada por 96 mil.

Fonte : Diário do Grande ABC/Leone Farias





 

Data: 22/10/2014

Motor 2 em 1 aumenta autonomia de carros elétricos
Engenheiros de Cingapura e da Alemanha apresentaram um novo motor que promete aumentar de forma substancial a autonomia dos veículos elétricos.

Trata-se de um motor 2 em 1, que combina um motor elétrico tradicional com o compressor do ar-condicionado.

"O maior desafio para os carros elétricos em megacidades tropicais é o quanto eles podem viajar com cada carga, porque as baterias são necessárias para alimentar o motor e o ar-condicionado. Nos países tropicais, como Cingapura, até metade da capacidade da bateria é usada para alimentar o ar-condicionado," disse o professor Subodh Mhaisalkar, da Universidade Tecnológica de Nanyang.

O motor elétrico pode ser usado integrado às rodas, para impulsionar o veículo.

O compressor integrado consome menos eletricidade devido à sinergia entre o motor e o compressor.

Motor, compressor e recuperador de energia

Na verdade, o motor até poderia ser chamado 3 em 1, já que o conjunto integra também o sistema regenerativo de energia dos freios. Dentro do mesmo conjunto, o mecanismo é usado para alimentar diretamente o compressor, aumentando a eficiência geral do veículo.

A solução é interessante para os fabricantes de automóveis porque o conjunto usa menos material, é menor, pode ser fabricado a um custo mais baixo e pesa menos do que um motor e um compressor separados, o que também ajuda a otimizar a autonomia dos veículos.

"Como estamos agora projetando veículos elétricos a partir do zero, não vejo nenhuma razão por que devamos manter as duas unidades separadas. Como comprovamos, a combinação dos dois nos dá sinergia - uma utilização mais eficiente da eletricidade e também um melhor freio-motor, que pára o carro mais rápido, com menor desgaste das pastilhas de freio," disse Mhaisalkar.

O conceito do motor 2 em 1 foi desenvolvido por Satheesh Kumar, que contou com a ajuda de engenheiros da Agência Espacial Alemã (DLR) para desenvolver seu projeto. A DLR cuidará da colocação do motor 2 em 1 no mercado.

Fonte : Inovação Tecnológica





 

Data: 22/10/2014

Brasil e Chile querem elevar aporte bilateral
O Brasil e o Chile devem iniciar uma negociação para um acordo bilateral de facilitação de investimentos. Para isso, vão criar uma comissão para avaliar formas de alavancar aportes nos dois países.

Para especialistas, a medida pode abrir portas para o Brasil firmar mais acordos de comércio e de investimentos com outros países. Além disso, pode significar um passo de maior aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico - bloco formado por Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Peru.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o início da negociação ainda não está previsto.Contudo, afirma que Brasil e Chile já começaram um diálogo sobre cooperação de investimentos entre os países.

Principal destino

O Chile se destaca como o décimo principal investidor do País. Segundo dados do Banco Central (BC), até agosto desse ano o Brasil recebeu cerca de US$ 1,075 bilhões de aportes do país vizinho.

O Brasil é o principal destino dos investimentos chilenos, representando 25% do volume total de aportes.

O coordenador do curso de Comércio Internacional da Universidade Anhembi Morumbi, José Meireles de Sousa, diz que o acordo de facilitação de investimentos, se firmado, pode encorajar o Brasil a estabelecer negócios com outros países. No entanto, ressalta que um acordo ainda é muito pouco para alavancar a internacionalização das nossas empresas e para melhorar o comércio exterior brasileiro.

Maior aporte

"Firmar um acordo de investimentos com o Chile seria um passo muito importante para o Brasil. Nós não temos muitos acordos comerciais significativos e isso limita a atração de investimentos. Além disso, a retomada do crescimento econômico dos Estados Unidos, está atraindo mais aporte estrangeiro. Portanto, uma iniciativa de facilitação de investimento é muito bem vinda nesse momento", diz Sousa.

Para o professor da Anhembi Morumbi, atrair investimentos ao Brasil, nesse momento, pode compensar os prejuízos da crise argentina ao comércio exterior brasileiro. "Além disso, a atração de aportes permite que as empresas caminhem com mais segurança, além de integrar as empresas ao comércio internacional", diz.

O professor da Anhembi Morumbi também ressalta que um acordo entre Chile e Brasil pode ser uma forma do Mercosul se aproximar da Aliança do Pacífico. "A aproximação tem que ocorrer por meio de acordos comerciais. O Mercosul tem uma desvantagem enorme com relação à Aliança do Pacífico. Além deles terem firmado mais acordos que nós, a corrente de comércio da Aliança é muito superior à nossa. Portanto, não adianta também só fazer acordos com outros países, é preciso mudar a cultura de comércio exterior dentro do Brasil, ainda muito voltada para o mercado interno", diz ele.

Além da intenção do Chile de aumentar os investimentos no Brasil, o comércio entre os dois países cresceu nos últimos cinco anos. Passando de US$ 5,331 bilhões em 2009 para US$ 8,808 bilhões em 2013.

Medidas

Outras medidas divulgadas pelo MDIC na última sexta-feira também objetivam facilitar as trocas comerciais entre os países vizinhos. Em uma reunião entre os governos brasileiro e chileno, foi decidido que os dois países irão atualizar os seus sistemas de emissão e recepção de certificados de origem. De acordo com o ministério, essa medida irá possibilitar a troca digital dos documentos sem a necessidade das vias em papel.

O novo sistema de trocas comerciais deve entrar em vigor em janeiro do próximo ano.

Fonte : DCI/Paula Salati





 

Data: 22/10/2014

Montadoras adiam o retorno de trabalhadores à linha de montagem
As montadoras estão prolongando os acordos de suspensão de contratos de trabalho para adequar a produção à queda nas vendas de automóveis e evitar a demissão de funcionários. Com a queda de 7,99% nas vendas nos primeiros nove meses do ano, as montadoras acumulam estoque de 30 dias.

Diante disso, Mercedes-Benz, por exemplo, fechou um acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do ABC que permite a prorrogação do lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho).

A unidade da montadora em São Bernardo do Campo (SP) tem 1.200 trabalhadores no sistema de lay-off, que deveriam voltar ao trabalho no fim de novembro. Com o acordo firmado com o sindicato, eles podem ficar até mais cinco meses em casa.

Assim, os trabalhadores poderiam ficar afastados até o fim de abril do ano que vem. A montadora, por meio da assessoria de imprensa, afirma que a prorrogação só vai ocorrer se o mercado não apresentar melhoras.

Caso a prorrogação se confirme, a empresa não poderá mais contar com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para realizar o pagamento dos funcionários.

De acordo com a legislação, durante o período de lay-off parte do salário é pago pelo fundo e o trabalhador tem que realizar cursos de qualificação profissional.

Além dos metalúrgicos do ABC, 166 trabalhadores da montadora em Juiz de Fora (MG) também estão afastados. Ao todo a Mercedes tem 12 mil funcionários no Brasil.

Outra montadora que também está recorrendo ao adiamento da interrupção do contrato de trabalho é a Volkswagen. "No sentido de adequar os volumes de produção à demanda de mercado, a Volkswagen iniciou no dia 13 de outubro um programa de lay-off para parte dos empregados da unidade de São José dos Pinhais (PR)", diz a montadora em nota sem revelar o número de trabalhadores afastados. Em São Bernardo, a volta dos trabalhadores está prevista para segunda-feira.

A empresa alemã iniciará também um período de férias coletivas em sua unidade de São José dos Pinhais (PR).

A ação abrangerá o primeiro turno produtivo de meados de outubro até início de novembro.

Na Nissan, por sua vez, 279 funcionários do Complexo Industrial de Resende (RJ) estão em lay-off. "O uso desta ferramenta visa preservar os empregos", diz a montadora em nota.

Já na GM, o lay-off começou em setembro e vai seguir por cinco meses.

São 930 trabalhadores afastados na unidade de São José dos Campos (SP).

Na unidade de São Caetano, não há programa em andamento, mas o sindicato afirma que já foi comunicado pela montadora sobre demissões e lay-off. De acordo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva, em reunião com representantes da empresa houve a informação de que a unidade tem 400 funcionários excedentes.

"Eles falam em demitir 500 trabalhadores e colocar outros 500 em lay-off. Estamos negociando." A montadora não comenta o assunto.

Fonte : Folha de S. Paulo/Gilmara Santos





 

Data: 22/10/2014

Venda financiada de carros tem melhora
O volume de financiamentos de veículos zero-quilômetro esboçou reação no Grande ABC em setembro, seguindo o que também se verificou em todo o País. No mês passado, foram assinados 7.428 contratos de compras a prazo de automóveis e comerciais leves (picapes e utilitários esportivos) novos nos sete municípios, 15% mais que em agosto. Os números são semelhantes à alta de 15,7% observada em nível nacional.

Para representantes do setor, a expansão no mês sinaliza que as medidas do Banco Central para injetar mais recursos na economia, com a redução do depósito compulsório (instrumento por meio do qual as instituições financeiras têm de recolher dinheiro dos depósitos ao Banco Central), surtiram algum efeito.

Lojistas de concessionárias da região confirmam que está sendo um pouco mais fácil a aprovação de fichas dos clientes junto aos bancos. “Tendo entrada de 20% a 30%, hoje a análise já é feita de outra forma, a exceção ainda é o 100% financiado (sem entrada, para o qual não se consegue o crédito)”, diz a gerente Edneia Vedovatto, de revenda Volkswagen em São Bernardo.

O consultor de vendas Sérgio Moura, de loja da marca Ford em Santo André, também observa que a situação melhorou bastante, embora cite que, neste mês, os consumidores estão pesquisando, mas estão adiando o fechamento de negócios. “Talvez estejam aguardando a eleição, para ver o que vai acontecer com a economia”, diz.

Abaixo

Apesar da expansão no mês, os números de vendas financiadas de autos leves novos, passados pela Cetip – empresa que reúne o cadastro das restrições financeiras de carros dados como garantia em operações de crédito –, ainda estão abaixo do patamar de 2013. Na região, nos nove primeiros meses do ano, na comparação com igual período de 2013, o recuo está em 9,2%.

Para o professor de Finanças da FIA (Fundação Instituto de Administração) Rodolfo Olivo, o efeito das medidas do Banco Central, embora seja observado, será pequeno. “Vão na direção certa, mas são tímidas”, diz. Ele avalia que, para realmente reverter o cenário de retração nos financiamentos, são necessárias ações mais profundas de política econômica, como corte de gastos públicos, para possibilitar a redução da Selic (a taxa de juros básica da economia).

Olivo cita ainda que, nesse cenário de juros altos, inflação elevada e incertezas, que geram desconfiança, por exemplo, se as pessoas continuarão empregadas nos próximos meses, fazem com que se posterguem dívidas de longo prazo. Ele acrescenta que, nesse contexto, o 13º salário pode ajudar outros segmentos, mas deve influir menos na área de veículos, já que esse abono pode servir para a entrada do carro, mas o consumidor não parece disposto a entrar em compras financiadas.

Fonte : Diário do Grande ABC/Leone Farias





 

Data: 22/10/2014

Presidente da Abimaq critica república sindicalista
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza, afirmou na última sexta-feira (17), que existe um "tripé do mal" que dificulta as negociações trabalhistas no País. Segundo ele, esse tripé é formado pelo "poder desproporcional" dos sindicatos, pelo "viés antiempresarial de parte do Judiciário" e pela presença excessiva de dirigentes e ex-dirigentes sindicais no Poder Executivo nos últimos 12 anos. O período coincide com o tempo em que o PT, partido com raízes nos movimentos sindicais, está no comando do governo federal.

"Estamos há 12 anos sob uma república sindicalista. Não tenho nada contra que presidentes ou ex-presidentes de sindicatos ocupem postos em Brasília. O Lula foi presidente de sindicato, foi presidente (da República), perfeito", disse. "Só que quem costuma circular nos corredores de Brasília vai ver a quantidade de sindicalistas e ex-sindicalistas que ocupam os mais altos cargos de todos os ministérios, o que é um negócio desproporcional", afirmou Pastoriza em palestra no 3º Simpósio Trabalhista e Sindical do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise), realizado em Sertãozinho (SP).

Pastoriza disse que, nas duas outras partes do tripé, "o sindicato dos trabalhadores tem um poder desproporcional garantido por lei" e o Poder Judiciário, principalmente na segunda e terceira instâncias, tem um viés antiempresarial. "O Judiciário tem apenas de julgar, mas ele legisla e legisla de uma forma que distorce e complica muito mais as relações trabalhistas", afirmou o presidente da Abimaq.

No evento, o dirigente citou dois exemplos mundiais de sindicalismo: o americano, considerado fraco por ele, pela falta de articulação entre sindicatos, empregados e empresas, e o alemão, apontado como um bom exemplo. "Os sindicatos da Alemanha participam de conselhos nas empresas e sabem realmente o que devem discutir nas negociações salariais e de divisão de lucros", afirmou.

Pastoriza criticou também as empresas que evitam abrir números de seus balanços. "No Brasil, o sistema é o pior dos dois mundos: os sindicatos são fortes e ao mesmo tempo não são criados vínculos fortes de confiança com as empresas, as quais também são reacionárias e não abrem os números", afirmou.

Fonte : O Povo/Agência Estado





 

Data: 22/10/2014

Mercedes-Benz anuncia adoção de freio a tambor para Axor e Actros
A Mercedes-Benz anunciou que irá equipar com freio a tambor os caminhões extrapesados estradeiros Axor e Actros, como solução para atender a demanda de transportadores – como os que atuam na região de Rondonópolis/MT - que numa mesma operação circulam tanto em rodovias pavimentadas, como em vias não asfaltadas dentro das áreas de produção agrícola, nas quais a presença de poeira é muito intensa. Os caminhões começam a ser entregues a partir de janeiro de 2015.

A disponibilidade do freio a tambor para esses modelos amplia o leque de opções para os clientes da marca, que continuam contando com a opção de freio a disco. As versões multiuso (com eixos traseiros com redução de cubos) nas linhas Axor e Actros já contavam com o freio a tambor e continuam disponíveis para as operações mais severas. Para Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas marketing e pós –vendas, a oferta de freio a tambor para o Axor e Actros, propiciará a marca aumentar a sua participação de mercado na região Centro-Oeste.

Os cavalos-mecânicos Axor e Actros são indicados para tracionar multicomposições, com destaque para configurações de semirreboques de três eixos convencionais e distanciados com PBTC de 48,5 a 53 toneladas, bitrem com PBTC de 57 toneladas e bitrenzão/rodotrem com PBTC de 74 toneladas.

Fonte : O Carreteiro





 

Data: 22/10/2014

Bens da fabricante de carrocerias de ônibus Busscar serão leiloados
A empresa que já foi uma das mais tradicionais fabricantes de carrocerias de ônibus do País, a Busscar, de Joinville (SC), terá os bens leiloados no dia 26 de novembro. Com a falência decretada há dois anos, o grupo tem dívida de R$ 1,6 bilhão. Os bens a serem vendidos são avaliados em R$ 489 milhões.

A expectativa é arrecadar, no mínimo, 60% desse valor R$ 293,4 milhões), o que significa que o grupo continuará agonizando. No lote a ser leiloado está a Tecnofibras, avaliada em R$ 74 milhões. É a única empresa do grupo que segue em operação. Ela produz peças para carroceria, tem 400 funcionários e faturou R$ 81 milhões em 2013.

A unidade da Busscar, que ainda conserva sua linha de montagem, está avaliada em R$ 369 milhões. No passado, ela chegou a produzir 42 carrocerias por dia e empregar 5 mil pessoas.

"Quem adquirira Busscar poderá retomar a produção de carrocerias, se quiser", diz a leiloeira oficial Tatiane Duarte. Também irão à leilão a Climabuss (equipamentos de climatização), terrenos, imóveis, veículos, uma participação minoritária na Busscar Colômbia, entre outros.

Segundo Tatiane, a Justiça determinou que a venda seja feita em bloco único e, caso não apareça comprador, poderá ser desmembrada em seis lotes. A prioridade do que for arrecadado é o pagamento de ex-funcionários.

O grupo brasileiro Busscar foi criado em 1956 por Harold Nielson e tornou-se um gigante no ramo de carrocerias. Após a morte do fundador num desastre aéreo, em 1998, antes de formar sucessores, a empresa passou a ter problemas de gestão e financeiros e se afundou em dívidas. Deixou de operar em 2010 e teve a falência decretada em 2012. Neste ano, o filho de Nielson, Claudio, apresentou um plano de recuperação que incluía pedido de empréstimo ao BNDES, mas foi recusado pela Justiça.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 22/10/2014

Multas por ultrapassagem e rodar no acostamento podem custar até R$ 2.000
Os motoristas “mais espertos” que fazem ultrapassagens pelo acostamento em caso de trânsito ou que realizam as manobras em pontos proibidos correrão o risco de ter que pagar multa de quase R$ 1.000, e isso, se for a primeira vez. O Departamento Nacional de Trânsito vai aumentar, a partir do dia 1° de novembro, os valores das multas para estes tipos de infração.

Se você estiver com pressa, pense bem antes de fazer uma ultrapassagem proibida ou trafegar pelo acostamento. Além de colocar a sua vida e a de outras pessoas em risco, poderá levar uma multa de R$ 957,00 (até então a multa era de R$ 127,00). Se o motorista repetir a infração em menos de um ano, o valor dobra para interessantes R$ 1.914,00.

Há também outra situação que o bolso do motorista apressado ficará bem mais pesado. No caso de ultrapassagem forçada, aquela em que o carro ultrapassado é obrigado a sair da pista para evitar um acidente, a multa será de quase R$ 2 mil, e como brinde, o motorista perderá o direito de dirigir por um ano.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, as ultrapassagens forçadas e as feitas em locais proibidos são as principais causas de colisões frontais e alto índice de mortes. Junto com os novos valores, a Polícia Rodoviária também irá intensificar a fiscalização, principalmente nas rodovias que dispõe de monitoramento por câmeras.

Fonte : Carplace/Fábio Trindade





 

Data: 22/10/2014

Maior veículo elétrico do mundo tem capacidade para 120 passageiros
O maior veículo elétrico movido à bateria do mundo, um ônibus articulado com espaço para 120 pessoas, foi durante uma feira de transportes públicos em Houston, Texas, nos Estados Unidos. O veículo possui 18,9 metros de comprimento e é criação da BYD, empresa chinesa especializada em veículos elétricos e híbridos.

"The Lancaster" foi o nome dado ao veículo, em homenagem à cidade onde foi projetado e fabricado, na Califórnia. Ele é o primeiro ônibus elétrico articulado dos Estados Unidos. Sua bateria de fosfato de ferro-lítio, à prova de fogo e reciclável, tem autonomia de mais de 170 quilômetros.

O ônibus, que estava em desenvolvimento há quase dois anos, foi apresentado durante a Expo APTA, feira de transportes públicos realizada entre os dias 13 e 15 deste mês pela Associação Americana de Transporte Público.

Brasil

A BYD inaugurou uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas em 14 de julho deste ano. A montadora investiu cerca de R$ 250 milhões na construção do empreendimento, a sua primeira fábrica na América do Sul.

Havia a expectativa de que em abril deste ano fosse criado um incentivo pelo Governo Federal para os carros elétricos, que não emitem poluição, e híbridos, que são equipados com um motor a combustão e um elétrico, mas o projeto não foi efetivado. O plano era zerar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado sobre estes tipos de veículos. Hoje o IPI é de 25%.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Raul Galhardi