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Data: 24/6/2016

Argentina e Brasil continuam negociações difíceis para estender acordo automotivo
Uma delegação do governo da Argentina viajou ao Brasil para prosseguir com as difíceis negociações para estender por um ano o acordo automotivo bilateral, que expira no final deste mês, confirmou na quinta-feira um porta-voz do Ministério da Produção argentino.

Duas semanas atrás, o próprio ministro argentino da Produção, Francisco Cabrera, disse a repórteres que a renovação do acordo tinha sido acertada, mas as negociações se alongaram e têm se mostrado mais complicadas que o esperado.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços brasileiro confirmou reuniões nesta quinta e sexta-feiras da missão argentina com técnicos de alto escalão. O secretário argentino da Indústria, Martín Etchegoyen, participa das negociações em Brasília.

O acordo atual permite ao Brasil exportar até 150 dólares em veículos para cada 100 dólares que importa da Argentina. O acordo também regula a participação de mercado.

Argentina produziu 543.467 veículos em 2016 e teve uma queda de 31,3% nas exportações, cujo destino principal é o Brasil. Enquanto isso, o Brasil produziu neste ano até o mês passado 834.054 veículos, e as exportações de veículos montados subiram 22%. O principal mercado brasileiro no setor é a Argentina.

Fonte : Reuters/Juliana Castilha





 

Data: 24/6/2016

Chery fará nova geração do Tiggo no País
Por causa do mercado em recessão, principalmente no segmento de carros de entrada, a Chery está se preparando para mudar sua estratégia no Brasil. Está prevista para o primeiro semestre do ano que vem o início da fabricação da nova geração do Tiggo em Jacareí (SP), fábrica que a montadora inaugurou em 2014 e que começou a produzir carros no ano passado.

Na nova geração, duas versões serão oferecidas no País, uma menor que a atual e outra maior. Esses modelos são chamados, na China, de Tiggo 3 e Tiggo 7, mas por aqui não devem vir com números nos nomes. "O maior pode ser Grand Tiggo, por exemplo, embora isso ainda não esteja definido", diz o vice-presidente da montadora, Luis Curi.

O executivo conta também que pelo menos uma das versões tem produção em Jacareí confirmada. Já o modelo de nova geração equivalente ao Tiggo atual - na China, Tiggo 5 -, não será mais oferecido após a chegada dos produtos mais atuais.

Para os dois modelos, deverá haver opção de câmbio automático - já disponível no Tiggo atual.

Com isso, a Chery pretende atingir um público de maior poder aquisitivo. Os modelos que a marca produz atualmente em Jacareí (os compactos QQ e Celer, este nas versões hatch e sedã), são voltados ao cliente do segmento de entrada.

"Nesse segmento, o consumidor está muito inseguro (por causa da crise econômica) e com crédito limitado", diz Curi. "Há uma forte migração desse cliente para o carro usado".

Fonte : Jornal do Carro/Rafaela Borges





 

Data: 24/6/2016

Zotye apresenta futuros nacionais e confirma urbaninho 100% elétrico para 2017
Após confirmar a instalação de sua primeira fábrica no Brasil, a chinesa Zotye apresentou os modelos que serão montados no país em evento realizado na cidade de Goianésia (GO), município que receberá a fábrica.

Conforme anunciado, os modelos apresentados serão produzidos no Brasil a partir de 2018, ano que a fábrica começa a operar no país. Na ocasião, a Zotye também confirmou a montagem nacional do city car 100% elétrico E200.

No período em que a fábrica estiver em construção os veículos virão da China. De acordo com a marca, as primeiras unidades dos modelos Z100 Logic e T200 já estão sendo importadas e começam a ser vendidas ainda neste ano. Em 2017 chegam os modelos SUV T600 2.0 Turbo e o E200 100% elétrico.

Zotye

Fruto de um investimento de R$ 150 milhões, a nova fábrica será erguida em área de 200.000 m² e irá gerar cerca de 1.000 empregos diretos e indiretos. Com capacidade de produção inicial de 20.000 unidades/ano, a filial irá atender o mercado interno e países como Uruguai, Paraguai, Bolívia, Costa Rica e Chile, onde a marca já opera como importadora.

Fonte : Carplace





 

Data: 24/6/2016

Humor com economia começa a melhorar
Começa a perder força o mau humor do mercado mantido há dois anos, e pipocam com mais força sinais de otimismo diante das perspectivas de mudanças no cenário econômico. Nas últimas semanas, uma leva de bancos e consultorias alteraram, para melhor, suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e principalmente do próximo. A maioria dos indicadores de confiança da indústria, comércio, consumidores e outros segmentos aponta para dias melhores, o que pode indicar que o Brasil já bateu no fundo do poço e a tendência agora é começar a sair dele.

A expectativa é de que, após a efetivação de Michel Temer e sua equipe econômica no governo, o País “comece a sair do buraco e parta para a retomada mais consistente”, avalia o economista Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. A consultoria MB revisou de 0,6% para 2% a projeção de crescimento do PIB de 2017. Para este ano, a queda antes prevista em 4,1% baixou para 3,3%. “O último trimestre já deve ter uma virada leve, mas levará o próximo ano a abrir com crescimento”, prevê o economista. Em 2018, diz, a fase de crescimento será mais sustentável, “dependendo de quem for eleito (como presidente)”.

Neste mês, o índice da Fecomércio-SP que mede a confiança do consumidor atingiu 98 pontos. Ainda é baixo, levando-se em conta que zero significa pessimismo total e 200 pontos otimismo total, mas é a primeira elevação em 40 meses na comparação anual. Para o economista-chefe do Banco Fibra, Cristiano Oliveira, a alteração no cenário político teve força grande na mudança de humor dos empresários e do mercado. Segundo ele, sabia-se que o novo governo voltaria a adotar o tripé macroeconômico (câmbio flutuante, responsabilidade com as contas públicas e sistema de metas de inflação). Com essa visão, o Fibra foi o primeiro a mudar a expectativa de crescimento do PIB de 2017 de 1% para 2,1% – a melhor projeção até agora.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado na semana passada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu pelo segundo mês seguido, para 45,7 pontos, o maior desde novembro de 2014. Ainda assim, segue abaixo de 50 pontos (limite para indicar confiança dos empresários). A média histórica é de 54,3 pontos.

“Traduzo mais como índices de esperança de que as coisas vão mudar”, afirma João Carlos Marchesan, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Para ele, ainda faltam sinais de retomada de investimentos e de redução do desemprego. De 2013 para cá, o setor de máquinas teve recuo de 38% em suas atividades e demitiu, só no ano passado, quase 28 mil trabalhadores.

Fonte : O Estado de São Paulo





 

Data: 24/6/2016

Governo estuda elevar percentual de biodiesel no diesel
O governo federal estuda elevar o percentual de biodiesel no diesel dos atuais 7% para até 15%. O Ministério de Minas e Energia criou na um grupo de trabalho, composto pelo governo e por representantes do setor privado, para desenvolver as ações necessárias para fazer os testes e validar a mudança na mistura. O grupo tem até 23 março de 2017 para concluir os testes relacionados ao aumento do percentual para 10% e até 23 de março de 2019 para os estudos relativos à adição de 15% de biodiesel no diesel.

As informações foram publicadas no Diário Oficial desta segunda-feira. Em março deste ano, foi sancionada a lei que eleva a mistura de biodiesel ao diesel vendido ao consumidor para 8% a partir de 2017. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, esse aumento "incentiva a produção de biodiesel, reduz as importações de óleo diesel e favorece a agricultura familiar e o agronegócio brasileiro".

A mesma lei determina que esse percentual passará para 9% até 2018 e para 10% até 2019. O texto também prevê que pode passar a 15% nos anos seguintes, desde que sejam feitos testes em motores e haja aprovação do Conselho Nacional de Política Energética. Na ocasião em que o projeto de lei foi sancionado, a presidente Dilma Rousseff disse esperar que, com as novas misturas, o preço do combustível fique "mais barato" para o consumidor.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 24/6/2016

MAN apresenta VW 5.150 CE e VW 10.160 para cargas de valor
A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais MAN e Volkswagen, acaba de apresentar uma nova solução para o transporte de valores: o VW 5.150 CE. A novidade maximiza o custo-benefício ao reunir o conjunto de carroceria e chassi compacto, com cofre com a mesma capacidade de carga de modelos maiores, tais como o 8.160 CE e o 9.160 CE.

O modelo traz ainda preparação para ar-condicionado, embreagem reforçada de 330 mm, tanque de combustível e de ARLA 32 reposicionados e chicotes elétricos dedicados para atender às necessidades de encarroçamento. O motor é o Cummins ISF de 152 cavalos. Ergonomia é outro destaque do 5.150 CE: o modelo é preparado para o reposicionamento do banco do motorista, tornando a operação mais confortável e adequando a distribuição de cargas no veículo.

Além deste, a empresa traz uma outra novidade para o segmento. É o VW Delivery 10.160, fabricado em parceria com implementadores e concebido para atender a uma nova demanda do segmento de transporte de valores, além da logística de produtos de alto valor agregado, tais como eletrônicos e farmacêuticos. Dentre as principais caraterísticas técnicas do modelo, que conferem robustez à operação, estão a embreagem 330 mm, motorização Cummins de 162 cavalos e transmissão ZF de 5 velocidades.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 24/6/2016

Citroën C3 1.2 Puretech mostra que chique é ser econômico
“Economia, custo-benefício, pós-venda e custo de manutenção” foram as principais palavras da Citroën durante a apresentação do C3 2017, equipado com o novo motor 1.2 PureTech 3-cilindros. Além de ressaltar a economia e o baixo custo de manter o compacto com o novo propulsor, a marca francesa também destacou a estratégia que visa melhorar o o serviço aos clientes e apagar de vez a imagem de pós-venda e caro e ineficiente.

O que é?

Primeiro modelo da Citroën a adotar um motor 3-cilindros no país, o C3 adere ao downsizing seguindo os passos do primo Peugeot 208. Importado da Europa e adaptado às condições locais, o motor flex tem 1,2 litro e 12 válvulas, entregando 84/90 cv de potência e 12,2/13 kgfm de torque, com gasolina e etanol, respectivamente. Os números representam perda de 3 cv e 1,2 kgfm de torque (com etanol) em relação ao antigo propulsor 1.5 8V flex, que ele substitui nas versões Origine, Attraction e Tendance.

Um dos responsáveis por inaugurar o segmento “compacto premium” na década passada, o C3 tenta se adaptar aos novos tempos e focar em um novo tipo de consumidor, mais racional. Antes vendido como um compacto refinado, a premissa agora é agregar baixos consumo e custo de manutenção em comparação aos rivais. Praticamente sem mudanças externas, o C3 ganhou neste ano itens como a central multimídia com tela sensível ao toque de 7″ e conectividade Mirror link, Apple Car Play, além do Link MyCitroën.

Como anda?

O novo motor mudou a personalidade do compacto. Aceleramos a novidade num test-drive de cerca de 60 km percorridos na rodovia Anchieta e região do Grande ABC, em São Paulo.

Com comportamento semelhante ao do 208, o motor 1.2 PureTech caiu bem no C3. Ao acelerar o compacto nota-se que as vibrações são bem contidas na faixa de 2.000 a 4.000 rpm. Abaixo disso vibra um pouco, mas é absolutamente normal para um motor 3-cilindros (por conta de sua sequência de trabalho).

A agilidade é suficiente para o trânsito urbano, podendo se dizer que o desempenho está próximo ao de carros com motor 1.4 8V, mas com a vantagem do consumo de “primeiro mundo”. No trajeto percorrido, 80% com velocidades entre 60 km/h e 90 km/h, a média ficou em bons 17 km/l com gasolina.

De acordo com os índices oficiais do Inmetro, as médias do 1.2 Puretech são de 14,8/10,6 km/l na cidade e 16,6/11,3 km/l na estrada (gasolina/etanol). No motor 1.5 os números são de 11,9/7,5 km/l no uso urbano e 14,7/9,3 km/l em rodovia, respectivamente.

Suficiente na cidade, o novo motor mostra ainda boas retomadas, graças ao torque máximo que apesar de ser menor em relação ao motor 1.5, está disponível em rotações menores: apenas 2.750 rpm. Também é silencioso na estrada e trafega entre 110 km/h e 120 km/h com baixo nível de ruído na cabine.

Mais voltada ao conforto do que o 208, a suspensão do C3 garante rodagem macia na medida certa, sem prejudicar o comportamento dinâmico. O câmbio recebeu novo trambulador, o que deixou as trocas um pouco mais precisas, embora ainda secas.

Quanto custa?

Um pouco mais em conta que o primo da Peugeot, que parte de R$ 48.990, o C3 2017 tem preço inicial de R$ 46.490 e traz de série ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, espelhos e travas elétricas. A intermediária Attraction acrescenta rádio AM/FM, Bluetooth com entrada USB, rodas de liga leve, faróis de neblina, vidros elétricos com acionamento elétrico nas quatro portas e LEDs diurnos. No topo, o acabamento Tendance adiciona para-brisa Zenith, alarme e sensor de estacionamento traseiro (a nova central multimídia é opcional).

Contemporâneo e bem equipado, o C3 sempre esteve entre os mais vendidos do segmento. Atualmente emplaca uma média mensal de 1.100 unidades, número que a marca espera manter ao longo do ano. O novo motor traz uma pequena perda de desempenho em troca de mais economia (os dados oficiais apontam redução de 32% no consumo). Na prática, uma escolha bem racional em tempos de crise e combustível caro.

Fonte : Carplace/Júlio César





 

Data: 24/6/2016

Conversível mais rápido do mundo: Brabus 850 estreia no Brasil
A Strasse, representante oficial da Brabus no Brasil, já está aceitando pedidos do S63 Brabus 850, revelado no último final de semana, durante as 24h de Le Mans. Considerado o conversível de quatro lugares mais rápido do mundo, o esportivo é baseado no Mercedes-Benz AMG S63. O preço da novidade da Brabus é de R$ 2,9 milhões.

O grande destaque do S63 Brabus 850 é o seu motor V8, que passou por diversos aprimoramentos (ganhou bielas de alto desempenho, unidades maiores de turbocompressores, novos coletores de escapamento e remapeamento da injeção eletrônica e ignição) para poder atingir incríveis 850 cv de potência e 148 kgfm de torque.

De acordo com a Brabus, o modelo é capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 3,5 segundos e alcançar 200 km/h em 9,4 s. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 350 km/h.

O esportivo também conta com um kit aerodinâmico feito em fibra de carbono e composto por um spoiler dianteiro (que diminui a elevação do eixo frontal em altas velocidades), difusor traseiro, saídas de escape em cerâmica (do sistema esportivo de exaustão da BRABUS), spoiler na tampa traseira, anexos de carbono nas saídas de ar laterais do pára-choque traseiro e cobertura de carbono nos retrovisores exteriores.

O S63 Brabus 850 Cabrio traz ainda um módulo de suspensão que é especificamente calibrado para o uso de pneus ultra-low-profile. São duas opções de combinação entre rodas e pneus disponíveis: Monoblock “Platinum Edition” de 21 polegadas com pneus 255/35 ZR 21 na frente e 295/30 ZR 21 no eixo traseiro ou Monoblock G “Platinum Edition” de 22 polegadas com pneus 255/30 ZR 22 na dianteira e 295/25 ZR 22 na traseira.

Já os destaques do interior vão desde soleiras iluminadas com logotipo retro iluminado a elementos e acessórios de interior feitos em carbono e alumínio, além de um velocímetro personalizado e estofamento customizado em couro.

O S63 Brabus Cabrio pode ser encomendado na Strasse também na versão intermediária 760 por R$ 1,9 milhão e na de entrada 650, que sai por R$ 1,2 milhão. A garantia é de dois anos ou 100.000 km.

Fonte : Carsale





 

Data: 24/6/2016

Novo jipinho da Fiat, projeto grande
Coluna informou a corrida pela FCA em novos projetos para substituir seus produtos mais antigos. E juntou, como antecipação nacional, outro dado: ordem para criar um jipinho - Junior, como tratado internamente. Há dias noticiou novamente: direção teria dado meia-trava nesta versão; e comentou sobre o perigo de freadas em projetos, exemplificando com o VW Taigun, mostrado, anunciado, mas freado - e esquecido.

É mais

No caso FCA, fonte da Coluna esclareceu, projeto ora sobrestado em muito supera a primeira informação: é independente, não será versão dos modelos de substituição atualmente finalizando testes.

Projeto grande, mundial, de novo modelo, mais para pequeno Fiat, menos para mini-Jeep. Questão básica está na projeção de amplos números de mercado, exigindo operação mundial. Por tal definição, será criado, desenvolvido e produzido no Brasil, na fábrica de onde saem Fiats, em Betim, MG, para inicialmente fornecer à América Latina e Caribe.

Ao contrário do citado Taigun, projeto não parou. No plano falta definir onde será a outra base industrial - EUA, Itália, China.

Fonte : Carro por Aí/Nasser





 

Data: 24/6/2016

Kia paga o preço do super IPI e quarta geração do Sportage estreia por R$ 109.990
A Kia Motors apresentou o Sportage 2017. A nova geração do utilitário esportivo estreia em duas versões, ambas equipadas com o motor 2,0 litros flex, capaz de entregar 167 cv abastecido com etanol. O câmbio é automático de seis velocidades.

A variante de entrada (LX) tem preço sugerido de R$ 109.990 e, portanto, R$ 6 mil de aumento em relação à antiga geração. Já a topo de linha (EX) custa R$ 134.990, ou R$ 12 mil a mais que o modelo anterior. O valor já inclui o frete.

Os itens de série incluem ar-condicionado, direção elétrica, sensor crepuscular, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, seletor do modo de condução (Eco Drive / Sport / Normal) e piloto automático.

As versões se diferenciam em alguns equipamentos: enquanto a LX conta com rodas de liga leve de 17 polegadas, a topo EX traz rodas de 19 polegadas. A central varia entre 5 e 7 polegadas, sendo que os bancos são em couro apenas na versão topo. As luzes auxiliares para neblina, bem como as lanternas traseiras, são de LED apenas na variante mais cara. A EX também conta com detector de ponto cego e assistente de tráfego (que identifica pessoas e carros na transversal), espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico, paddle shifts para mudanças de marchas, aquecimento, setas integradas e teto solar duplo panorâmico.

A topo ainda adiciona airbags laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, controle de frenagem em declives e assistente de partida em aclives.

As medidas praticamente não sofreram alterações, são 40 milímetros a mais no comprimento, 30 milímetros a mais de altura e entre-eixos. No entanto, o porta-malas ganhou 128 litros, totalizando 868 litros. Aliás, espaço é o ponto forte do Sportage. Três passageiros adultos viajam sem problemas no banco traseiro.

Por fim, a Kia aproveitou para lançar seu plano de revisão. No caso do Sportage, a primeira revisão custará R$ 224,64 e deve ser realizada com seis meses de compra ou 10.000 km rodados.

Como anda a quarta geração do Sportage

Durante o lançamento na cidade de Itu, interior de São Paulo, tivemos a oportunidade de dirigir durante 30 km, o que dificulta uma avaliação mais extensa. A unidade disponibilizada foi a LX, considerada de entrada e vendida por R$ 109.990. Durante o breve contato foi possível perceber que o motor 2.0 de 167 cv tem dá conta dos 1.570 kg do Sportage - mas não espere um desempenho exuberante.

Além disso, o bloco não trabalha em conjunto perfeito com a transmissão, especialmente em acelerações mais bruscas, como em uma ultrapassagem. Nessas ocasiões, o ruído do motor fica mais alto e invade a cabine, causando incômodo. Em situações normais, as trocas de marchas são feitas a 2.500 rpm, exceto no modo Sport, que retarda as trocas na tentativa de adicionar esportividade à condução.

As suspensões, independentes nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multi-link na traseira) filtram bem as imperfeições do solo e ainda garantem boa estabilidade em curvas mais rápidas. No computador de bordo, chama a atenção a falta de dados a respeito do consumo. A central multimídia funciona bem, responde rápido, mas contém poucas funções.

Apesar de bem montado, o acabamento da versão de entrada é decepcionante para um carro acima dos cem mil reais. Há uma profusão exagerada de plástico rígido, principalmente nas partes mais baixas do painel e portas. A parte superior do painel utiliza um material um pouco melhor e tenta passar mais sofisticação com uma imitação de costura.

O preço do Sportage LX se torna ainda mais questionável quando olhamos para sua lista de equipamentos. Há apenas o básico. Vidros elétricos, direção elétrica, ar-condicionado convencional, freios ABS e dois airbags. No entanto, esse foi o preço pago pela Kia ao não aderir ao programa Inovar Auto. Sendo assim, a marca paga 30% mais de imposto, sem falar em uma cota de impotação reduzida. Se retirarmos o valor a mais de tributos, o Sportage custaria R$ 76.993.

Essa é a quarta geração do modelo e, de acordo com a Kia, expectativa é de ela alcance durante toda a sua vida 3 milhões de unidades comercializadas ao redor do mundo. Para se ter uma ideia, a ultima geração chegou a 1,6 milhão de vendas e a primeira geração, oferecida entre 1996 e 2002, foi emplacada 554 mil vezes. A segunda geração, fabricada entre 2004 e 2009, acumulou 842 mil unidades em todo o mundo.

Fonte : Carsale