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Data: 24/4/2015

Montadoras tentam incentivar consórcios
Com os pátios lotados e as vendas em queda, a indústria automotiva vai recorrer aos clientes de consórcios para tentar desovar os produtos parados. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) anunciou ontem, junto com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), um projeto para alavancar as vendas de automóveis, comerciais leves e caminhões por meio do "festival do consorciado contemplado".

Cada entidade vai incentivar seus associados a oferecerem benefícios aos consorciados já sorteados, mas que ainda não retiraram o bem. A ação vai durar 45 dias, do início de maio até 15 de junho, e cada marca que aderir ao projeto oferecerá condições especiais. Onze empresas já confirmaram a participação na primeira edição do festival.

As entidades não detalharam quais serão as condições especiais oferecidas. Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, cada marca terá liberdade para decidir qual estratégia adotar.

Também não foi divulgada uma estimativa de quantos consorciados o projeto pretende alcançar, mas o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi, informou que, considerando veículos leves e pesados, existem cerca de 240 mil consorciados sorteados que ainda não fizeram aquisição utilizando a carteira. O número corresponde a um mês a mais de vendas do setor, informou o presidente da Anfavea.

Moan destacou ainda que, quando anunciou a projeção de queda de 13,2% nas vendas para este ano, já contava com o sucesso de ações como o festival. Caso o impacto sobre os emplacamentos não seja tão expressivo, o executivo confirmou que poderia haver revisão para baixo na estimativa.

O esforço para reduzir os estoques faz parte de uma série de medidas tomadas pelas entidades, que inclui ainda a negociação para o programa de renovação de frota de caminhões e do programa de proteção ao emprego, para flexibilizar a jornada de trabalho.

No fechamento de março, o estoque de veículos atingiu 360 mil unidades, suficiente para 46 dias de venda.

Durante os três primeiros meses do ano, a indústria automobilística assistiu a uma queda de 17% nos licenciamentos em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Anfavea. Apenas na primeira quinzena de abril, as vendas caíram 26% na mesma base de comparação, conforme dados levantados pela consultoria Oikonomia.

O esforço do setor para mitigar a crise com aumento de vendas se dá em meio a ameaças de demissões e greves. No início do mês, os trabalhadores da Chery entraram em greve exigindo que a montadora implementasse uma política salarial condizente com o mercado brasileiro. Sem acordo, a produção continua paralisada. Na quartafeira, os funcionários da fábrica da Mercedes, em São Bernardo do Campo, aprovarem paralisação por tempo indeterminado. A decisão foi tomada para fazer frente às demissões de 500 trabalhadores que estão em "lay-off".

Fonte : Valor Econômico/Victória Mantoan





 

Data: 24/4/2015

Brasil pressiona resultados da GM no primeiro trimestre
A General Motors divulgou lucro trimestral menor do que o esperado nesta quinta-feira, com a fraqueza na América do Sul e na Rússia prejudicando a demanda, e impostos maiores que o esperado levando as ações a uma queda de 4%.

"É evidente que o ambiente na América do Sul, principalmente no Brasil, deteriorou-se em relação ao que imaginávamos", disse o vice-presidente financeiro Chuck Stevens a jornalistas.

Ele espera que a região siga "razoavelmente desafiadora" até a primeira metade do ano, mas disse que a GM está mirando lucros no segundo semestre similares aos do mesmo período de 2014.

Stevens disse que a montadora líder nos EUA cortou empregos e irá reduzir turnos de produção em fábricas no Brasil. Ele disse que isso vai gerar uma economia anual de cerca de 200 milhões de dólares. A GM teve prejuízo de 214 milhões no América do Sul no primeiro trimestre.

Stevens afirmou que o cenário global para 2015 segue de aumento do lucro e que está no caminho para atingir em 2016 as margens de lucro de 10% na América do Norte e voltar à rentabilidade na Europa.

O lucro líquido do primeiro trimestre subiu a 945 milhões de dólares, ou 56 centavos por ação, ante 125 milhões, 6 centavos por ação, um ano antes. O resultado do ano passado incluiu despesas relacionadas a recall.

Excluindo itens extraordinários ligados ao fechamento de produção na Rússia e a um recall relacionado a ignição com defeito, a GM lucrou 86 centavos por ação. Analistas estimavam 97 centavos, pela pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S.

A receita caiu 4,5%, a 35,7 bilhões dólares, abaixo dos 37,6 bilhões que os analistas esperavam. As vendas foram afetados por menor volume no Brasil e na Rússia, bem como o impacto da fraqueza das moedas da região ante o dólar. A GM disse em março que vai fechar uma fábrica na Rússia e esvaziar sua marca Opel no país devido à queda da demanda.

A fraqueza da América Latina foi responsável por cerca de 6 centavos da queda no lucro, enquanto outros 4 a 5 centavos deveu-se a impostos maiores que o esperado, disse a GM.

Na América do Norte, a GM lucrou 2,18 bilhões de dólares e margem de lucro de 8,8%, devido à forte demanda por grandes picapes e SUVs, e custos menores.

Apesar da força na América do Norte e China, a fatia de mercado global da GM caiu para 11% no trimestre, de 11,1% no ano passado.

Fonte : Reuters/Ben Klayman e Bernie Woodall





 

Data: 24/4/2015

Alta na produção de máquinas agrícolas e rodoviárias
A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias deu um salto no mês de março, conforme levantamento da Anfavea - Associação Nacional da Indústria de Veículos Automotores. Foram produzidas 6 mil máquinas em março contra 4,9 mil de fevereiro, com alta de 23,5%. Apesar do índice expressivo, o resultado não animou os fabricantes. O menor número de dias úteis de fevereiro foi apontado pela entidade como uma das explicações para o crescimento.

Além disso, a produção de março quando comparada ao mesmo mês de 2014 (que também teve menor número de dias úteis – o Carnaval caiu em março no ano passado) revela queda de 14%. Outro dado é que no primeiro trimestre de 2015 a produção total das indústrias máquinas agrícolas e rodoviárias no País somou apenas 11,9 mil unidade contra as 14,9 mil do mesmo período do ano passado, com queda de 20,3%.

As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no terceiro mês de 2015, com 4,8 mil unidades, avançaram 30,9% ante fevereiro, que registrou 3,7 mil, mas retraíram 12,5% com relação as 5,5 mil de março do ano passado. No acumulado a queda foi de 20,3% com 11,9 mil unidades em 2015 e 14,9 mil em 2014.

As exportações no trimestre foram de 2 mil unidades, 27,8% menor do que as 2,7 mil do ano passado. Se analisado apenas março, quando 614 máquinas deixaram as fronteiras, a queda é de 25,8% no comparativo com as 828 unidades de fevereiro e de 47,1% contra os 1,2 mil produtos de março de 2014.

Os resultados negativos registrados no primeiro trimestre levaram a Anfavea a rever as projeções de produção e vendas de veículos e máquinas autopropulsadas para o ano de 2015 . “Não tínhamos dúvidas que estes primeiros três meses seriam extremamente difíceis, mas a conjuntura dos fatos nos faz revisar as projeções. Entendemos a necessidade dos ajustes na economia e temos a expectativa de que eles sejam concluídos o mais rápido possível para que as atividades como um todo sejam retomadas”.

Para autoveículos, que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, a entidade projeta para este ano queda de 13,2% no licenciamento, crescimento de 1,1% nas exportações e declínio de 10% na produção. Já para o segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, a estimativa é de recuo de 19,4% nas vendas internas, de aumento de 1% nas exportações e de retração de 16% na produção.

Fonte : Usinagem Brasil





 

Data: 24/4/2015

Aplicativo APP Carro 100% ajuda na manutenção preventiva do seu carro
Lançado oficialmente na Automec e iniciativa do Sindipeças, da Andap, Sincopeças e Sindirepa, o novo App Carro 100% já está disponível gratuitamente para smartphones com iOS e Android. O aplicativo ajuda o dono do carro a saber a hora de verificar itens de segurança, meio ambiente e economia, como freios, amortecedores, filtros e outros componentes de uma lista de 25 itens.

O novo aplicativo faz parte do programa Carro 100%, Caminhão 100% e Moto 100%, criado em 2008 pelo Sindipeças com o objetivo de conscientizar os donos de veículos sobre a importância da pratica da manutenção preventiva, destacando os benefícios relacionados à segurança, economia e redução de emissões. Com o lançamento da App para carros, o programa entra em uma nova fase, também com perfis no Facebook, Twitter e Instagram (Fb.com/Pages/carro-100 e @carro100oficial)

De fácil instalação e utilização, basta criar o usuário e senha direto no aplicativo e então informar dados do carro, perfil de uso e de manutenção. O questionário é baseado na norma de inspeção veicular da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

No final do cadastro é feita uma avaliação, indicando os pontos de atenção. E à medida que vão sendo feitas revisões e o dono do veículo atualiza as informações, o aplicativo ajuda a lembrar das manutenções futuras, destacando os pontos mais críticos.

O App gratuito está disponível para baixar nas lojas Google Play e Apple App Store.

Fonte : Sindipeças





 

Data: 24/4/2015

Novo Chery QQ, em duas versões, começa em R$ 32 mil
A Chery começa a vender no Brasil a nova geração do hatch pequeno QQ. São duas versões: Look, por R$ 32 mil, e Act, por R$ 34 mil, ambas equipadas com motor de 1,0 litro, três cilindros e 12 válvulas, que tem potência de 69 cv (apenas com gasolina). Por enquanto é importado, mas será produzido na fábrica de Jacareí, SP (de onde já sai o Celer), no segundo semestre. A versão Look vem com ar-condicionado, direção assistida hidráulica, vidros elétricos dianteiros e rádio com USB. A Act acrescenta rodas de alumínio de 14 pol, sensores de estacionamento traseiros, ajuste elétrico dos faróis, alarme antifurto, vidros traseiros e retrovisores com controle elétrico e rádio com CD.

Fonte : Best Cars





 

Data: 24/4/2015

Shell pode aprofundar atividade no País se houver oportunidade
O presidente mundial da Shell, Ben van Beurden, disse ontem que a aquisição da petroleira britânica BG, se "devidamente concluída", vai levar à "quadruplicação das operações no Brasil", na comparação com o nível atual.

"Ao examinarmos o horizonte de hoje até o final da década, a combinação Shell com a BG vai provavelmente representar cerca de 20% da produção global da Shell", comentou Beurden, depois de audiência de uma hora e trinta minutos com a presidente Dilma Rousseff e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, no Palácio do Planalto, em Brasília.

"Confio plenamente nessa porcentagem de 20%, dada a qualidade dos recursos no Brasil, entendo que 20% ainda está na parte baixa da expectativa, da possibilidade que podemos desfrutar no Brasil, dada a qualidade dos recursos existentes", completou Beurden.

De acordo com o presidente mundial da Shell, se surgirem eventualmente novas oportunidades no País, a empresa poderá "aprofundar" atividades aqui e, portanto, "considerar a ampliação desse percentual".

Fonte : DCI/Agência Estado





 

Data: 24/4/2015

Sem airbag de joelho e frenagem autônoma de série, Fiat 500X leva 4 estrelas no EuroNcap
Órgão responsável por avaliar a segurança dos veículos vendidos na União Europeia, o EuroNCAP acaba de divulgar o resultado de novas avaliações de impacto. Modelos recém-chegados ao mercado foram o alvo dos testes, mas nem todos alcançaram a nota máxima possível, representada pelas cinco estrelas. Nesta etapa, Fiat 500X, Mazda2 e Audi TT pecaram em alguns aspectos e receberam classificação de apenas quatro estrelas.

No caso do 500X, a entidade explica que a nota máxima não foi alcançada por conta da falta de alguns equipamentos de segurança como itens de série. A versão Pop Star 1.6 diesel avaliada, por exemplo, não conta com airbags para joelhos nem sistema de frenagem autônoma, dispositivos considerados fundamentais para classificar qualquer modelo com as cinco estrelas. Ainda assim, o SUV obteve 86% de proteção para adultos e 85% para crianças.

O Mazda2 falhou nos mesmos aspectos que o 500X por oferecer alguns equipamentos de segurança apenas como opcionais. Apesar disso, a versão Core 1.5 testada ofereceu proteção de 86% para adultos e 75% para crianças. O TT, por sua vez, pecou pela ausência dos mesmos sistemas, além da impossibilidade de instalação de cadeirinhas infantis com Isofix nos bancos traseiros pela falta de espaço. A proteção foi de 81% e 61%, respectivamente.

Entre os avaliados, apenas dois modelos obtiveram nota máxima: Renault Space e Suzuki Vitara. De acordo com as provas, a minivan francesa oferece proteção de 82% e 89% para adultos e crianças, respectivamente, enquanto a crossover japonês tem números de 89% e 85%, nesta ordem.

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 24/4/2015

Peugeot RCZ não terá nova geração, garante chefão da marca
A Peugeot descartou a possibilidade de desenvolver uma nova geração para o cupê RCZ. A decisão foi tomada devido ao plano da fabricante francesa de reduzir o seu portfólio de veículos de 26 para 13 modelos até 2022. Com essa estratégia, a marca pretende focar seu posicionamento em veículos de maior volume.

Segundo Maxime Picat, chefão da Peugeot, entrar em um segmento de nicho é tarefa para as marcas premium. “O RCZ é encantador, mas nós vamos focar em fazer o melhor possível para os nossos principais modelos, a partir do 108 para cima”, afirmou em entrevista a revista britânica Autocar. O executivo informou que os 13 modelos mais importantes da gama atual são responsáveis por 95% das vendas e 100% dos lucros, o que justifica a decisão de enxugar o portfólio. Picat não informou quais serão os outros veículos que terão a produção descontinuada, mas garantiu que o objetivo é o corte dos modelos de nicho.

Lançado no Brasil em 2011, o RCZ ganhou a sua primeira reestilização em 2013. Atualmente, o cupê é oferecido com motorização de 1.6 THP de 165 cv e câmbio automático sequencial de seis marchas ao preço sugerido de R$ 155.090.

Fonte : Carsale





 

Data: 24/4/2015

Bentley apresenta série especial para o Mulsane
A Bentley revelou uma versão especial para comemorar os 85 anos da vitória do modelo Speed Six na corrida chamada de Blue Train, em 1930. O Mulsanne Blue Train foi apresentado durante o Techno-Classica Show em Essen, na Alemanha, terá apenas quatro unidades produzidas – todas serão feitas à mão.

O modelo recebeu pequenos ajustes na parte externa que fazem alusão ao carro vencedor do passado. Entre elas, a grade frontal com quadrados interligados e rodas de alumínio com tonalidade escurecida. Dentro do habitáculo, plaquetas exclusivas e revestimento com diferentes tipos de couro e acabamento com madeira. As quatro unidades se destinarão a clientes europeus.

Fonte : MotorDream





 

Data: 24/4/2015

Propostas da Volvo para eletromobilidade e combustíveis alternativos - Argumentos sustentáveis
Em tempos onde o marketing ecológico ganha cada vez mais peso na indústria automotiva mundial, a Volvo escolheu uma meta ousada: ser líder mundial em transporte sustentável. Em um seminário realizado na cidade catarinense de Itajaí, nas instalações edificadas para a realização da etapa brasileira da regata transoceânica Volvo Ocean Race, a marca sueca reuniu alguns de seus especialistas para falar sobre suas apostas no transporte coletivo de passageiros e de cargas. Nos ônibus, a eletromobilidade busca soluções seguras, rentáveis e amigáveis com o meio ambiente. Já em termos de caminhões, a fabricante sediada em Gotemburgo desenvolve motores capazes de ter o máximo de eficiência energética e de rodar com combustíveis alternativos e renováveis.

Para o transporte de cargas, os combustíveis alternativos são a base da política da Volvo de buscar maior eficiência energética com o menor impacto ambiental possível. Atualmente, a Volvo estuda três alternativas especialmente interessantes: Metano – Gás Natural ou GNL –, HVO e DME. O caminhão Volvo metano-diesel já foi inclusive introduzido comercialmente no Reino Unido, Suécia e nos Países Baixos. Já o GNL – Gás Natural Liquefeito – é especialmente adequado para tráfego regional e rotas de longa distância. No Brasil, a Volvo é a primeira marca a testar um caminhão movido a GNL – Gás Natural Liquefeito – e a diesel. O veículo é movido com cerca de 70% de GNL e o restante a diesel. “Esta é uma tecnologia viável. Os primeiros caminhões movidos a GNL fabricados pela Volvo já estão circulando com sucesso na Europa e nos Estados Unidos. O gás liquefeito é uma importante alternativa para os atuais combustíveis”, ressalta Nilton Roeder, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina.

Já o HVO é um diesel sintético, que pode ser usado com a tecnologia atual. É possível substituir uma proporção de diesel por gás metano, hoje o combustível alternativo mais acessível. É relativamente barato em muitos mercados e oferece ganhos em emissões de particulados e de dióxido de carbono. Esta é uma grande vantagem, pois as regulamentações ambientais em áreas urbanas, por exemplo, cada vez mais exigem transporte com o menor impacto ambiental possível.

A terceira maior aposta da Volvo em termos de combustíveis alternativos é o DME, o dimetil éter, um gás manuseado em forma líquida sob baixa pressão que é produzido pela gaseificação de biomassa. “É a melhor opção do ponto de vista ambiental, proporcionando 95% menos emissões de dióxido de carbono. Comparando-o com outros combustíveis, oferece um aumento na eficiência energética com potencial para substituir 50% do diesel atualmente usado no transporte rodoviário pesado até 2030 na Europa. Mas existe um limite para a produção de biocombustíveis. No futuro, iremos precisar de mais de um tipo de combustível”, observa o Lars Matensson, diretor de meio ambiente da Volvo Trucks. Segundo ele, a produção em escala de biodiesel na Europa substitui apenas 3% do consumo de diesel.

Em termos de transporte de passageiros, o portfólio da Volvo Bus é composto por veículos movidos a diesel, híbridos e elétricos híbridos. Os ônibus híbridos começaram a ser comercializados pela Volvo em 2010 e atualmente mais de dois mil híbridos da marca estão em circulação em 21 países, em cidades como Londres, Edimburgo, Viena, Estocolmo, Gotemburgo, Bogotá e Curitiba. “O desenvolvimento do transporte urbano eletrificado tem evoluído muito rapidamente”, explica Hakan Agnevall, presidente mundial da Volvo Bus. Segundo a Volvo, o sucesso dos modelos híbridos deve-se à segurança operacional, tão alta quanto a dos ônibus com motores diesel, e também por ser economicamente viável. Mesmo com um investimento inicial maior, a marca assegura que o custo total do veículo é igual ao de um modelo a diesel operando nas mesmas condições, devido à redução dos gastos com combustível e por oferecer a mesma capacidade de transporte de passageiros.

Já os ônibus elétricos híbridos possuem tecnologia plug-in, que permite recarga rápida nos pontos de embarque e desembarque de passageiros. O transporte coletivo com veículos elétrico híbridos já está em operação em Gotemburgo, na Suécia; Hamburgo, na Alemanha; e na cidade de Luxemburgo, em Luxemburgo. Lançado comercialmente em agosto do ano passado, na feira IAA em Hannover, na Alemanha, o modelo elétrico híbrido possui tecnologia plug-in. Segundo o fabricante, reduz o consumo de combustível e de emissão de gás carbônico em até 75%, em comparação com o ônibus diesel convencional. O consumo total de energia é reduzido em 60%. O elétrico híbrido é oferecido às cidades com um pacote abrangente, que inclui também infraestrutura para recarga da bateria nos pontos de parada e serviços de pós-venda para otimizar a operação. Como no modelo híbrido, a bateria não é vendida junto com o veículo, é cedida ao operador de transporte por um custo fixo por quilômetro rodado.

A Volvo desenvolve no Brasil, conjuntamente com a matriz na Suécia, seu ônibus elétrico híbrido articulado. O início dos testes com o veículo está previsto para 2016 em Curitiba, no Brasil; e em Bogotá, na Colômbia. Há ainda a previsão de avançar o projeto para outras cidades na América Latina, como Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil; e Santiago, no Chile. “Estamos customizando um projeto global para atender as necessidades de transporte da América Latina de ônibus de alta capacidade para circular nos corredores do BRT. A demanda por ônibus com baixas ou zero emissões está crescendo na América Latina. Bogotá, adotou um ousado plano de redução de emissões no transporte urbano. No Brasil, Curitiba e Rio de Janeiro também estão caminhando nesta direção”, aponta Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

Paralelamente aos projetos de eletromobilidade e combustíveis alternativos, a Volvo aposta também em outras alternativas mais a longo prazo, como estradas elétricas e o Platooning, comboios de veículos conectados eletronicamente entre si. A nova linha de caminhões da Volvo ampliou consideravelmente a conectividade como uma importante ferramenta para aumentar a eficiência no transporte. “Não basta oferecer produtos de ponta. É necessário que tenhamos o veículo correto para cada aplicação do transportador”, afirma Nilton Roeder.

Fonte : MotorDream/Auto Press