[ 30/10/2014 ]
Mercado de luxo ignora crise do setor...

[ 30/10/2014 ]
Montadoras aceleram uso de autopeças nac...

[ 30/10/2014 ]
Fiat vai investir R$ 15 bilhões na Améri...

[ 30/10/2014 ]
Dólar alto pressiona montadoras...

[ 30/10/2014 ]
Montadoras chinesas mantêm projetos de f...

[ 30/10/2014 ]
Montadoras temem excesso de capacidade...

[ 30/10/2014 ]
Importado ou nacional, Land Rover montad...

[ 30/10/2014 ]
Caixa e Fenabrave se unem para financiar...

[ 30/10/2014 ]
Grupo JCA investe R$ 70 milhões em 73 ôn...

[ 30/10/2014 ]
Ação da Fiat sobe na Nasdaq após anúncio...

[ 29/10/2014 ]
Montadoras querem manter corte do IPI...

[ 29/10/2014 ]
Setor automotivo descarta novas paradas ...

[ 29/10/2014 ]
Racionamento de energia e água preocupa ...

[ 29/10/2014 ]
Indústrias apostam na fabricação de veíc...

[ 29/10/2014 ]
Honda revela novo esportivo...

[ 29/10/2014 ]
Setor de veículos tem que pedir renovaçã...

[ 29/10/2014 ]
Lucro da Volvo sobe 8,1% no 3º trimestre...

[ 29/10/2014 ]
Governo prepara medidas de incentivo à i...

[ 29/10/2014 ]
Megatranz estréia Actros 4160 SLT 8X8, d...

[ 29/10/2014 ]
Caminhões FH, FM e FMX incorporam melhor...




 

Data: 22/6/2012

Empresas fecharam 141 fusões às vésperas da nova lei do Cade
 
O receio dos grandes grupos econômicos do País em relação à nova lei de defesa da concorrência, que entrou em vigor no dia 29 de maio, levou ao anúncio de nada menos do que 141 operações de fusões e aquisições nos últimos dias de validade das regras antigas. Com isso, as empresas envolvidas nessas operações evitaram que o negócio só fosse fechado após análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Segundo balanço divulgado ontem pelo Cade, esse foi o número de atos de concentração assinados até o dia 28 do mês passado e que foram protocolados nos 15 dias úteis de tolerância da fase de transição para as novas regras, encerrados na última terça-feira. Apenas nos últimos dois dias desse prazo, chegaram notificações de 54 processos.

Nas últimas duas semanas de maio, o mercado foi inundado de fatos relevantes de grandes conglomerados anunciando operações a tempo de serem analisadas pela lei anterior. Entre elas, destacaram-se aquisições pelos grupos Marcopolo, Sul América, Cosan, Energias do Brasil, Ultrapar, GP Investments e Kroton Educacional.

Até ontem, a autarquia recebeu apenas duas notificações de casos que tramitarão conforme a lei atualizada.

De acordo com o advogado especialista em defesa da concorrência, Eduardo Molan Gaban, essa corrida pode ter sido um exagero. "A cautela é normal em momentos de transição, mas acredito que houve um excesso", avaliou.

Segundo Gaban, boa parte desses processos que chegaram ao Cade provavelmente nem precisaria ser notificados pela nova regra. Agora, apenas operações nas quais o grupo comprador tenha faturamento acima de R$ 750 milhões no ano anterior e o grupo vendedor, de R$ 75 milhões, serão apreciadas pelo Cade. Antes, bastava que um dos braços do negócio tivesse receitas de R$ 400 milhões.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Eduardo Rodrugues