[ 5/2/2016 ]
Brasil quer livre comércio de veículos c...

[ 5/2/2016 ]
Montadoras têm janeiro mais ocioso desde...

[ 5/2/2016 ]
Setor de autopeças prevê mais 8 mil cort...

[ 5/2/2016 ]
Dilma diz que vetou emendas de interesse...

[ 5/2/2016 ]
Venda de veículos importados tem queda d...

[ 5/2/2016 ]
Venda de máquinas segue em forte queda...

[ 5/2/2016 ]
Renovação da frota é boa pra quem?...

[ 5/2/2016 ]
“Brasileiro paga dois carros e leva um”,...

[ 5/2/2016 ]
Novo Jeep nacional terá motor 2.0 flex e...

[ 5/2/2016 ]
Citroën inicia vendas da nova Grand C4 P...

[ 4/2/2016 ]
Programa de proteção ao emprego benefici...

[ 4/2/2016 ]
Empresários pedem suspensão de crédito p...

[ 4/2/2016 ]
Verbas para investimentos em transporte ...

[ 4/2/2016 ]
Produção industrial enfrenta maior queda...

[ 4/2/2016 ]
Lobista não tinha aval para pedir em no...

[ 4/2/2016 ]
Prejuízo da GM triplica na América do Su...

[ 4/2/2016 ]
Mercedes-Benz traz SUVs e se alia à Appl...

[ 4/2/2016 ]
Desde o lançamento, em 2006, Ford Fusion...

[ 4/2/2016 ]
Toyota paga US$ 20 milhões em ação por d...

[ 4/2/2016 ]
Renault inaugura primeira fábrica na Chi...




 

Data: 22/6/2012

Empresas fecharam 141 fusões às vésperas da nova lei do Cade
 
O receio dos grandes grupos econômicos do País em relação à nova lei de defesa da concorrência, que entrou em vigor no dia 29 de maio, levou ao anúncio de nada menos do que 141 operações de fusões e aquisições nos últimos dias de validade das regras antigas. Com isso, as empresas envolvidas nessas operações evitaram que o negócio só fosse fechado após análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Segundo balanço divulgado ontem pelo Cade, esse foi o número de atos de concentração assinados até o dia 28 do mês passado e que foram protocolados nos 15 dias úteis de tolerância da fase de transição para as novas regras, encerrados na última terça-feira. Apenas nos últimos dois dias desse prazo, chegaram notificações de 54 processos.

Nas últimas duas semanas de maio, o mercado foi inundado de fatos relevantes de grandes conglomerados anunciando operações a tempo de serem analisadas pela lei anterior. Entre elas, destacaram-se aquisições pelos grupos Marcopolo, Sul América, Cosan, Energias do Brasil, Ultrapar, GP Investments e Kroton Educacional.

Até ontem, a autarquia recebeu apenas duas notificações de casos que tramitarão conforme a lei atualizada.

De acordo com o advogado especialista em defesa da concorrência, Eduardo Molan Gaban, essa corrida pode ter sido um exagero. "A cautela é normal em momentos de transição, mas acredito que houve um excesso", avaliou.

Segundo Gaban, boa parte desses processos que chegaram ao Cade provavelmente nem precisaria ser notificados pela nova regra. Agora, apenas operações nas quais o grupo comprador tenha faturamento acima de R$ 750 milhões no ano anterior e o grupo vendedor, de R$ 75 milhões, serão apreciadas pelo Cade. Antes, bastava que um dos braços do negócio tivesse receitas de R$ 400 milhões.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Eduardo Rodrugues