[ 26/7/2016 ]
Montadoras pedem ajuda para encurtar jor...

[ 26/7/2016 ]
Autopeças veem receita despencar...

[ 26/7/2016 ]
Ford quer produzir bioplástico de planta...

[ 26/7/2016 ]
Mercado diminui estimativa de inflação p...

[ 26/7/2016 ]
Chevrolet Onix foi o zero quilômetro mai...

[ 26/7/2016 ]
Renovado, Ford Fusion 2017 estreia no Br...

[ 26/7/2016 ]
Renault Koleos estreará no Brasil até o ...

[ 26/7/2016 ]
Mercedes-Benz anuncia parceria com Truck...

[ 26/7/2016 ]
Mortes no trânsito em São Paulo caem 8% ...

[ 26/7/2016 ]
GM revisa investimento de US$ 1 bilhão n...

[ 25/7/2016 ]
Fábrica da Fiat em Betim (MG) está parad...

[ 25/7/2016 ]
"Troca com troco" de veículo aumenta em ...

[ 25/7/2016 ]
BNDES libera mais crédito para o campo...

[ 25/7/2016 ]
Segundo dados da Anfavea, nos primeiros ...

[ 25/7/2016 ]
Chevrolet Camaro ZL1 de 588 cv é brutal ...

[ 25/7/2016 ]
Hyundai paga duas primeiras parcelas do ...

[ 25/7/2016 ]
Mercedes-Benz realiza impressão de peças...

[ 25/7/2016 ]
Falta sinalização sobre lei do farol bai...

[ 25/7/2016 ]
"Risco Uber" encarece seguro de veículos...

[ 25/7/2016 ]
Brasil aumenta em 77,1% a geração eólica...




 

Data: 22/6/2012

MDIC estuda incentivos para setores químico e autopeças
 
A secretária de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloísa Menezes, disse nesta quinta-feira que o governo estuda incentivos para as indústrias química e de autopeças. Sem detalhar o que está sendo avaliado e qual o prazo para o anúncio das ações, ela disse que há grupos de trabalho que avaliam diversas opções que ajudariam a dar competitividade a esses setores.

Segundo a secretária, medidas de incentivo para a indústria de autopeças são necessárias para garantir o abastecimento do setor automotivo nacional. "O regime automotivo mostrou sinais de necessidade de fortalecimento da indústria de autopeças", disse a secretária, enfatizando que não se trata de um ’pacote’, mas medidas pontuais em avaliação.

A secretária participou da abertura do Encontro do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Coreia, realizado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo. Em palestra, Byoung-jun Song, presidente do Instituto de Comércio e Economia Industrial da Coreia (Kiet), disse que no processo de reestruturação da indústria coreana, a partir da década de 60, o governo adotou medidas de proteção à indústria nacional.

Ao ser questionada se o Brasil segue o mesmo caminho ao estabelecer índice mínimo de uso de peças nacionais pelo setor automotivo, Heloísa rechaçou o termo protecionismo e disse que o governo brasileiro adota medidas para estimular a inovação e o investimento, inclusive por empresas estrangeiras no País. "Não considero essas medidas protecionistas e sim indutoras do desenvolvimento", disse.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Agência Estado/Wladimir D´A.