[ 20/5/2013 ]
São Pedro da Aldeia, RJ, lança pedra fun...

[ 20/5/2013 ]
Fiat estuda transferir sede da Itália pa...

[ 20/5/2013 ]
BNDES reforça ação no exterior...

[ 20/5/2013 ]
Vendas de autos sobem 5,7% na 1ª quinzen...

[ 20/5/2013 ]
Financiamento de veículos recua 8,7%...

[ 20/5/2013 ]
Caixa reduz taxa mínima para financiar m...

[ 20/5/2013 ]
Cresce mercado para Brasil na Ásia...

[ 20/5/2013 ]
VW anuncia fabricação do Golf 7 no Méxic...

[ 20/5/2013 ]
CONTRAN vai multar caminhões que poluem ...

[ 20/5/2013 ]
“Baby” Land Rover para o Brasil deve sur...

[ 17/5/2013 ]
Guaíba e três cidades paulistas disputam...

[ 17/5/2013 ]
Vendas de carros caem 5% na primeira qui...

[ 17/5/2013 ]
Prévia do PIB registra crescimento de 1,...

[ 17/5/2013 ]
México quer negociar acordo comercial co...

[ 17/5/2013 ]
Veículos a prazo...

[ 17/5/2013 ]
Segmento de picapes médias cresceu 64%...

[ 17/5/2013 ]
VW Gol ganha duas versões aventureiras: ...

[ 17/5/2013 ]
Chinesa Lifan lança no Uruguai X60 para ...

[ 17/5/2013 ]
Audi supera BMW e lidera vendas entre ma...

[ 17/5/2013 ]
Toyota se torna a maior empresa da Ásia ...




 

Data: 30/7/2012

Governo exigirá novos projetos das montadoras
 
Um acordo de cavalheiros. É desta maneira que os setores automotivo e de linha branca entendem o programa de redução do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI). Além da manutenção do nível de emprego, tópico destacado pela presidente Dilma Rousseff na última sexta-feira, o acordo também sugere que as companhias intensifiquem os investimentos. Contudo, os resultados do segundo ponto negociado podem estar próximos de serem reclamados pela presidente.

Alvo das ríspidas palavras de Dilma Rousseff, ambos os setores garantem que o acordo está sendo cumprido à risca. Eles rejeitaram a hipótese de que o Poder Executivo possa voltar a fazer cobranças, desta vez, sobre os investimentos das companhias.

Mas, segundo o diretor do Instituto de Estudos para o desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Gomes de Almeida, pressões por parte do governo federal podem acontecer novamente caso as empresas não correspondam às expectativa.

À época do acordo, as companhias do setor automotivo se comprometeram investir US$ 22 bilhões até 2015. Já as da linha branca preferiram não divulgar o volume de investimentos negociados.

Na última sexta-feira, irritada com a possibilidade de haver demissões na fábrica da general Motors de São José dos Campos, a presidente Dilma deixou claro que, se as empresas não cumprirem os tópicos negociados, não haverá prorrogação do programa de redução de IPI. “Nós iremos, no mês de agosto e um pedaço de setembro, tomar algumas medidas, continuando nosso programa contracíclico”, disse. “Mas todos os setores receberam incentivos do governo têm que saber que nós fazemos isso por um único motivo no mundo: garantir o emprego e a renda do brasileiro”, alfinetou a presidente.

O prazo da desoneração dos setores contemplados encerra no dia 31 de agosto. A expectativa de ambos é de prorrogação até o final do ano.

“As vendas agora estão boas e a produção está voltando a acelerar> Tivemos um salto de 10% nas vendas mo primeiro semestre deste ano frente igual período de 2011. Me parece que não há motivos para encerrar o programa de desoneração”, afirma Lourival Kiçula, diretor-executivo fa Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).

Ele conta que todos os requisitos pedidos pelo Ministro da Fazenda foram atendidos, Emprego mantido, investimentos crescentes e até mesmo o aumento de nível de nacionalização para mais de 90%”, reitera.

A desoneração do setor de linha branca data do inicio de dezembro do último ano. O segmento foi o primeiro da indústria a receber o benefício. Após sete meses, os empresários, diz Kiçula, temem ficar sem o incentivo. “Exceto algumas companhia nacionais, as empresas estão construindo novas plantas, ou reformando as antigas, com a perspectiva de que o mercado brasileiro vá manter este nível de crescimento”, diz o diretor da Eletros.

No segmento automobilístico, alvo principal das declarações da presidente, ficou a sensação de ter sofrido uma ameaça por parte do governo.

Por meio de sua assessoria institucional, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), afirma que houve crescimento no nível de emprego do setor. “Empregamos mais quatro mil pessoas entre o último ano e este. O caso da GM é pontual, e mesmo que venha a ser demitidos aqueles funcionários, ainda não se pesou a quantidade de pessoas que podem ser contratadas”, diz um porta-voz.

Fonte : Brasil Econômico/Gustavo Machado