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Data: 3/8/2012

Fenabrave quer prorrogação de redução de IPI de veículos
 
O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghett, defendeu na ultima quinta-feira a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor automotivo como fator fundamental para que as vendas continuem aquecidas. De acordo com ele, o pacote de benefícios mostrou que o Brasil tem mercado consumidor robusto de veículos, mas que se os benefícios forem extintos as vendas podem retroceder. "Sem o IPI reduzido, o mercado automotivo voltará a afundar", disse ele em evento da Consultoria JD Power em São Paulo.

Ontem a Fenabrave divulgou balanço de vendas relativo a julho, que mostrou o melhor desempenho para o mês na série histórica de vendas da entidade. Também ontem, em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a política de IPI reduzido vai vigorar até o dia 31 de agosto, como previsto na MP que instituiu o benefício, e que não haverá prorrogações. No entanto, empresas e entidades representativas do setor, entre elas a Fenabrave e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), insistem para que o governo prorrogue o benefício fiscal.

De acordo com Meneghett, a redução do IPI permitiu um corte de, em média, 14% na parcela do financiamento de veículos, o que estimulou o consumidor ir às compras. "Com a redução, a parcela do financiamento de automóveis encaixou no orçamento das famílias e isso reaqueceu o mercado", disse. "Acredito no bom senso do governo para prorrogar a vigência do IPI reduzido", completou.

Para Fenabrave, IPI menor manteria venda de carros aquecida

O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghett, defendeu hoje a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor automotivo como fator fundamental para que as vendas continuem aquecidas.

De acordo com ele, o pacote de benefícios mostrou que o Brasil tem mercado consumidor robusto de veículos, mas que se os benefícios forem extintos as vendas podem retroceder. "Sem o IPI reduzido, o mercado automotivo voltará a afundar", disse ele em evento da Consultoria JD Power em São Paulo.

Ontem a Fenabrave divulgou balanço de vendas relativo a julho, que mostrou o melhor desempenho para o mês na série histórica de vendas da entidade. Também ontem, em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a política de IPI reduzido vai vigorar até o dia 31 de agosto, como previsto na MP que instituiu o benefício, e que não haverá prorrogações. No entanto, empresas e entidades representativas do setor, entre elas a Fenabrave e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), insistem para que o governo prorrogue o benefício fiscal.

De acordo com Meneghett, a redução do IPI permitiu um corte de, em média, 14% na parcela do financiamento de veículos, o que estimulou o consumidor ir às compras. "Com a redução, a parcela do financiamento de automóveis encaixou no orçamento das famílias e isso reaqueceu o mercado", disse. "Acredito no bom senso do governo para prorrogar a vigência do IPI reduzido", completou.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Agência Estado/Wladimir D´And