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Data: 5/12/2017

BMW e EDP investem R$ 1 milhão em recarga
 
Quem trafegar nos próximos dias no trecho que liga Rio a São Paulo, na Via Dutra, poderá se deparar com uma cena inusitada: um carro elétrico sendo guinchado. Isso não significa que o motorista não sabe que um modelo elétrico ainda não tem autonomia para rodar 400 quilômetros. Nem tampouco que ele esqueceu-se que não encontraria tomadas no meio do caminho.

Num investimento de R$ 1 milhão, a alemã BMW e a empresa de energia portuguesa EDP fecharam parceria para instalar postos de recarga no trecho que liga as duas maiores capitais do Brasil. Até que o projeto seja concluído a melhor maneira de testar os pontos ideais para instalar os equipamentos é levando o próprio carro, um BMW i3, para a pista. Daí a necessidade do guincho.

Com previsão de funcionar a partir do primeiro trimestre de 2018, seis pontos de recarga serão instaladas em postos Ipiranga ao longo da Dutra. No equipamento importado, produzido pela Efacec, de Portugal, será possível obter 80% de recarga das baterias em 25 minutos. Tempo suficiente para um lanche no posto, que vai pagar a conta de energia.

Com três tipos diferentes de tomadas, veículos de qualquer marca poderão usar o equipamento. “É a democratização da recarga”, afirma a diretora de marketing da BMW do Brasil, Dina Dragone. Segundo ela, a proposta de oferecer o serviço na estrada é um passo para desmistificar a ideia de que carro elétrico só pode ser usado no meio urbano.

Antes da parceria com a EDP, a BMW já tinha espalhado 70 pontos de recarga em supermercados, shoppings e postos de combustíveis do país. A montadora vendeu quase 200 veículos no Brasil desde 2014. A versão mais simples do i3 custa R$ 159,9 mil. Mas o estoque esgotou-se em setembro.

O projeto na Dutra é considerado por Carlos Fontoura, diretor da EDP Soluções em Energia, como piloto de outros maiores. Segundo ele, que tinha um carro elétrico quando morava nos Estados Unidos, há cinco anos, a ideia é provocar a demanda: “Como oferecer energia se não há veículos elétricos nas ruas? Mas como o consumidor vai querer um elétrico se não tem onde recarregar? Criamos um plano que independe de regras de distribuição”

Segundo Fontoura, a EDP está em contato com outras montadoras e também com um banco, interessado em oferecer linhas de financiamento.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos